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Solero

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  1. Nenhuma em particular, troca por 1k ou 10k ou 20€
  2. Por que não largas o teu emprego e tiras um curso profissional e começas a desentupir sanitas, então? Porque é que é tão fácil sugerir uma carreira que parece atrativa do ponto de vista financeira devido à escassez temporária de recursos do que propriamente a ter horizonte de progressão ou de escala a quem se está a formar? Eu respeito essas carreiras o suficiente para perceber que são fundamentais, exigentes e que é muito mais do que faturar. Se fosse bom e paga tão bem, não faltava quem lá quisesse trabalhar. Quem está na universidade procura o melhor para si e para o seu futuro, tentando encontrar um curso que vá de encontro aos seus interesses e que dê hipóteses de ter uma boa progressão e uma boa vida e eu não acho correto partir do princípio que as pessos são estúpidas por optarem por ir para a faculdade e arriscar não encontrar emprego na área em vez de ir logo para um trabalho exigente do ponto de vista físico e que não oferece grandes perspetivas de subir na carreira, a não ser se tiver o seu proprio negocio, que por si só traz um conjunto de responsabilidades e riscos que quem trabalha por conta de outrem não tem. @Ghelthon isto soou mais agressivo do que o que parece, na verdade só me irrita ver gente com empregos mais qualificados (como acredito que é o caso) a sugerir que outros não tenham a mesma oportunidade que eles tiveram.
  3. Ninguém disse isso, obviamente precisamos de eletricistas e picheleiros, mas com essa conversa cria-se a ideia de que há excesso de trabalho qualificado, quando na verdade há é falta de mão de obra que se sujeite a precariedade. O problema é estrutural do país em nao criar condições para aproveitar o talento nem de criar riqueza, afetando a produtividade do país. O "ñao podemos ser todos doutores" é um convite a cair na esparrela da qual já deviamos ter saido para compensar o atraso crónico que levamos em relação aos nossos parceiros europeus.
  4. Esse valor é abritrário, fica ao critério do que cada um puder e quiser.
  5. Mas a nível de investimentos sim, ficaria confortável 100% num ETF mundial.
  6. Pessoalmente acho que não, para além de querer garantir o fundo de emergência, não faria lump sum nunca em ativo algum, apesar de em teoria ser mais rentável, optaria por DCA, mesmo que começasse com um valor substancialmente maior. Por exemplo, metia 2k num VWCE da vida e depois 200€ todos os meses.
  7. Isso só é verdade para quem investiu uma vez no topo e nunca mais comprou. Se fores comprando ao longo da queda, o preço médio baixa e podes recuperar muito antes. Não é essa a lógica do DCA que tanto se apregoa? E 10 anos para um investidor que se diz a longo prazo são pouco tempo. O custo de oportunidade de perder juros compostos ao longo do tempo sai muito mais caro que isso.
  8. Eu recebo RSUs na minha empresa e vendo logo no momento do vesting, já estou exposto que chegue no meu emprego, por isso pego nesse valor e meto logo num ETF mundial. No entanto, se tivesse mantido a stock subiu quse 100% no espaço de um ano. Perdi alguns ganhos? Sim, mas deixa-me mais confortável. Isso so é verdade se ficares 10 anos sem nunca mais comprares.
  9. Nem mais. Essa conversa rapidamente se torna num "andam estes miúdos a ir para a universidade tirar cursos da treta e acabar em caixas do pingo doce, quando podiam ganhar muito melhor se fossem picheleiros ou eletricistas"
  10. Como sabes isso? Conheces alguém ou leste em algum sítio? Ou os eletricistas são os novos soldadores subaquáticos?
  11. Vai ser giro, já há pouco trapaceiro por aí
  12. Como assim? Estás a falar da app?
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