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Abraxas

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Tudo que Abraxas publicou

  1. Millennials living through 2 economic recessions, 9/11, a global pandemic, 8 stock market crashes, jobs replaced by AI, and possibly WW3 before hitting 35
  2. Comecei a comprar MyProtein por volta de 2016/2017 — na altura era barata, tinha boa qualidade e uma variedade enorme de sabores. A Prozis, por outro lado, nunca me convenceu: o sabor não me agrada, e sempre que tento usar em receitas, fica super seca e difícil de digerir. Já experimentei praticamente todas as versões, menos as hidrolisadas. Naquela altura, a qualidade da MyProtein estava a anos-luz da Prozis de hoje. Mas agora os preços de ambas dispararam, e sinceramente, já não fazem tanto sentido. E em Portugal, a Prozis acabou por engolir a MyProtein — tanto nas prateleiras dos supermercados como na presença em redes sociais e patrocínios, a MyProtein desapareceu quase por completo.
  3. Eu também não, eu sempre comprei marcas como ON, Scitec, Muscletech e companhia, principalmente da Optimum Nutrition porque em termos de sabor e digestão sempre foram as minhas preferidas, mas a partir do momento em que um pote de 2kg custa 80€ eu tive de começar a procurar alternativas, a esse preço mais vale comer bife da vazia ao pequeno almoço.
  4. Tenho comprado tambem da Masmusculo. Eu acho um bocado doce, mas para o preço e qualidade que tem serve bem. Há uns meses comprei tambem da Marvelous, com sabor a Speculoos. Espetacular
  5. Ahah sim, somos nós mesmo! 😅 Temos partilhado um bocadinho da nossa história em alguns grupos — nunca pensei é que iria chegar a alguém do CMPT por aí Obrigado por estares atento e por vires dizer olá por aqui também!
  6. Ha alguma novidade sobre o conflito?
  7. Abraxas

    Fórmula 1

    Alguém aqui sabe o que foi feito do Mick Schumacher e do Daniel Ricciardo?
  8. Bom, eu não fazia ideia quem era o senhor e estava apenas a partilhar por causa do twitt e do vídeo (e no facto de ser curto) 🤣
  9. Importante salientar que a caixa traz 4 mini cookies de cada sabor fixo, num total de 16 unidades 😉 - 18,50€ https://thecustardcookies.com/products/cookie-bites Perfeita para quem quer provar tudo… sem ter de escolher só um 😄
  10. Abraxas

    Fórmula 1

    https://www.instagram.com/reel/DK9LMkIopHY/?igsh=MWxoamFtdGQ4bmxuaQ== 😂😂😂
  11. Sim 😅 Achei que tinha ficado subentendido, mas ainda bem que perguntaste, é uma dúvida comum. (mas prometo que vale a pena)
  12. Boa pergunta, e ainda bem que perguntaste! 😊 Não é "só uma bolacha" — cada cookie pesa cerca de 120 a 150g (mais do dobro de um pastel de nata), é feita com chocolate belga e recheios artesanais. As nossas cookies seguem o formato das cookies americanas super recheadas — são mais uma sobremesa em formato de bolacha do que uma bolacha “normal”. Mas claro, percebemos que é diferente do habitual — quem prova costuma perceber logo porquê 😄 Se tiveres curiosidade, espreita o nosso Instagram, temos vários vídeos e fotos a mostrar o interior e o processo! 👉 E se quiseres experimentar sem te comprometer logo com as grandes, temos também uma caixa com 4 mini cookies — os nossos 4 sabores fixos em versão pequena, ideal para provar tudo.
  13. Se não for incomodo segue no instagram! ajuda imenso! https://www.instagram.com/thecustardcookies
  14. Muito obrigado! Muito obrigado, a sério! Na verdade, quem faz a magia acontecer na cozinha é a minha mulher — eu fico mais nos bastidores a tratar da marca, envios e a tentar não comer o stock 😅 É mesmo um projeto de equipa, e temos posto tudo nisto! Fico super contente com o teu feedback. Quando quiseres experimentar, é só dizeres — e se partilhares, então ainda melhor! Já agora, deixo aqui mais uma foto para abrir o apetite: E combinamos a troca natalícia mais perto da data! 👊
  15. Ahahah percebo-te tão bem! Também ando no ginásio todos os dias, faço bodybuilding… por isso se eu consigo gerir as cookies e ainda manter o plano, tu também consegues 😅💪 E essa ideia da troca no Natal? Fechadíssima! Bora fazer isso acontecer 👊
  16. Estás na Europa? 😄 Temos um acordo com os CTT Express e conseguimos enviar para toda a Europa a um preço acessível! Dá uma vista de olhos nos sítios para onde já enviámos (slide 2 - Europa): https://www.instagram.com/p/DCmqR33Nwi3/?igsh=MWl2dWN5ZmgzZzJ4Zw== Se quiseres experimentar mais cedo, estamos por cá 🍪
  17. Tudo começou na Holanda. Vivíamos lá e, com saudades de casa, começámos a fazer pastéis de nata para vender. Sem grandes planos — só vontade de levar um pouco de Portugal à nossa cidade. A coisa cresceu, e muito. Mas em 2022, voltámos. A família precisava de nós. Foi aí que veio a viragem: 👉 E se deixássemos os pastéis... e apostássemos tudo em cookies? Começámos a testar receitas sem saber muito bem onde isto ia dar. Queríamos criar algo que não existia por cá: Cookies grandes. Gulosas. Com recheios absurdos e chocolate belga de verdade. Nada de misturas em pó ou truques de pastelaria industrial. Fizemos dezenas de testes. Queimámos fornadas. Deitámos massa fora. Mas continuámos. Apostámos em sabores originais e recheios feitos à mão, sem atalhos. Arriscámos em combinações improváveis — e algumas surpreenderam até quem não gosta de doces. Hoje vendemos online para todo o país. E cada caixa que sai da nossa cozinha vai com a mesma obsessão que tínhamos no início: fazer a melhor cookie que alguma vez comeste. As preferidas do pessoal? OG Chocolate Chip Red Velvet com recheio de cream cheese & frutos vermelhos Cookie de Pastel de Nata (sim fizemos, e é fantástica) Pistachio & Lemon Curd (a edição que desaparece em dias) Nutella, Doce de Leite, M&M... tudo com MUITO recheio ⚠️ Avisamos já: isto não são bolachas secas. É para quem quer uma experiência a sério numa dentada. 👉 Vê tudo aqui: www.thecustardcookies.com 📷 E segue o backstage no Insta: @thecustardcookies P.S. Um giveaway exclusivo para este fórum está a caminho. Fica atento. ---- Isto começou com dois fornos e muita teimosia. E tudo o que conseguimos até agora foi graças a quem acreditou e partilhou. Se achas que isto merece ir mais longe, dá uma ajuda: Segue no Insta Espalha a palavra Ou simplesmente deixa um comentário por aqui.
  18. Abraxas

    Fórmula 1

    Lando a cada semana que passa consegue dar mais argumentos para uma pessoa não gostar dele. Fico feliz pelo Piastri e pelo Russel, Alonso volta a ganhar pontos, gostava de o ver num carro melhor, continuo a ter pena do Hamilton, ele merece muito melhor.
  19. Todas as proteínas estão super caras. Bons tempos em que 40-50€ serviam para comprar uma proteína estilo ON e ainda achávamos caro. Creatina está com o mesmo problema, está tudo absurdo desde há coisa de 2 anos com o disparar da inflação.
  20. Abraxas

    Fórmula 1

    Eu continuo impressionado com o Alonso. Se ele tivesse na Red Bull ou na Mclaren podia bem disputar pela compeonato tambem. O que ele faz no qualifying com aquele Austin Martin é absurdo.
  21. Entendo o teu ponto — e sim, ninguém é perfeito, nem o Ronaldo. Mas o que estou a dizer não é que ele devia ter sido adorado sem crítica. O problema não foi haver críticas, foi a forma, o tom e a constância com que ele foi tratado em Portugal, especialmente nos primeiros 10-15 anos da carreira. Não era análise tática, técnica ou debate saudável. Era pessoal. Era o ‘é vaidoso’, ‘só pensa nele’, ‘é arrogante’, ‘o Messi é que é humilde’. Foi gozado por chorar, acusado de querer mais protagonismo que os colegas, e até houve quem dissesse que ‘não sente a camisola’. Achas mesmo que isso é crítica normal? Lá fora, onde ganhou tudo, o respeito foi sempre maior e mais imediato. Quanto ao segundo ponto: ninguém está a dizer que os colegas dele foram inúteis ou maus jogadores. Mas há que ter noção: entre 2006 e 2016, Portugal teve uma geração com talento muito irregular. Havia bons jogadores? Claro. Mas o Ronaldo estava claramente um nível acima da maioria — e foi ele quem manteve Portugal competitivo quando muita gente já não esperava nada. Dizer isso não é desrespeito. É contexto. Não estou a diminuir ninguém — estou a reconhecer que houve anos difíceis, que ele aguentou muita pressão, e que foi preciso ele ser fora de série para conseguirmos o que conseguimos. Aliás, reconhecer isso devia ser visto como homenagem ao coletivo também — porque se hoje temos uma geração cheia de talento, é em parte porque durante anos houve alguém a puxar Portugal para a linha da frente quase sozinho
  22. Claro que a geração de 2008 e 2012 tinha alguns bons jogadores, ninguém está a dizer o contrário. Mas uma coisa é ter uma equipa decente, outra é ter uma geração de ouro. E essa geração estava longe de ser isso. Por exemplo: Patrício era sólido, mas nunca foi top 5 na Europa — em mundiais ou euros, raramente foi decisivo. Bruno Alves era fiável, mas limitado com bola e muitas vezes demasiado bruto. Raul Meireles teve bons anos no Porto e ganhou uma Champions no Chelsea, sim, mas jogava ao lado de monstros como Lampard e Drogba. Moutinho foi sempre um relógio suíço, mas nunca teve aquele impacto de um Xavi, Pirlo ou Modric. Coentrão, para mim, foi dos poucos com verdadeiro brilho — chegou a ser top mundial na sua posição, mas durou pouco. Lesões, problemas físicos e pessoais tiraram-lhe qualquer hipótese de legado duradouro. Nani, talvez o mais subvalorizado da lista, teve sim momentos geniais, mas mesmo assim andou sempre entre ser titular e ser substituído no Manchester United. E depois olha à volta: Hélder Postiga, Hugo Almeida, Carlos Martins, Silvestre Varela, Nelson Oliveira, Eliseu, Rolando, Miguel Lopes, Custódio, Ricardo Costa, André Almeida, Danny... Estamos a falar de jogadores que, com todo o respeito, em muitos casos não tinham sequer lugar nas segundas linhas de seleções como Espanha, Alemanha ou França na altura. Portugal viveu anos de transição em que Ronaldo foi a única estrela autêntica. Era ele quem resolvia. E isso é exatamente o ponto — Ronaldo manteve Portugal competitivo apesar da falta de talento de elite à volta dele. Se ele tivesse tido ao lado dele, nessa fase da carreira, um plantel como o que temos hoje (Bernardo, Bruno Fernandes, Rúben Dias, João Cancelo, Vitinha, etc), talvez a história fosse outra. O pessoal hoje fala com orgulho do Ronaldo, mas esquece-se de durante quase 20 anos esteve rodeado de jogadores muitos furos abaixo. Sobreviveu, brilhou, aguentou críticas injustas e ainda nos deu títulos. Isso é de um nível de grandeza que poucos conseguem sequer compreender. Dizer que o Ronaldo nunca levou com ódio ou críticas pesadas em Portugal é fingir que a memória colectiva falhou. Não é preciso ser fã cego para reconhecer os factos. Em 2004, com 19 anos, chorou na final do Euro — foi gozado por isso em vez de receber empatia. Muitos comentadores portugueses disseram que um 'líder não chora', e ficou com essa imagem durante anos. Em 2010, após a eliminação com a Espanha no Mundial, disse ‘perguntem ao Queiroz’ quando questionado sobre o jogo — e foi arrasado pela imprensa portuguesa por 'fugir à responsabilidade'. A sua braçadeira de capitão foi publicamente posta em causa. Durante boa parte da sua carreira, foi acusado de ser 'vaidoso', 'individualista', 'só pensar nele', e comparado negativamente com o Messi pela imprensa nacional: "Messi é o génio humilde, Ronaldo é o robô arrogante." Em 2016, no próprio Europeu que Portugal venceu, falhou um penálti contra a Áustria e a imprensa caiu-lhe em cima: "Ronaldo está mais preocupado em ser herói do que em ajudar a equipa." Só depois da final — onde ele nem pôde jogar por lesão — é que muitos mudaram o discurso. Mais recentemente: ‘já está velho, devia sair da seleção’, ‘tem mais poder que o selecionador’, ‘faz o que quer na FPF’. Parece que há sempre alguém pronto para o deitar abaixo. Como se ser ambicioso e ter liderança fosse crime. O ponto aqui não é pintar o Ronaldo como mártir, é ser honesto: ele foi muitas vezes desvalorizado dentro do próprio país, mesmo quando lá fora já era considerado um dos melhores da história. Hoje é fácil dizer que sempre o apoiámos. Mas quem tem memória sabe: o reconhecimento unânime só veio depois do Euro 2016 — quando o legado se tornou impossível de ignorar. Até lá, ele teve de carregar a seleção e ao mesmo tempo lidar com um nível de exigência e julgamento interno que muitos preferem agora fingir que nunca existiu.
  23. Mais ou menos, o Bruno Alves já estava no Zenit, Nani tinha 26 anos mas teve uma lesão complicada durante o ano e esteve algum tempo parado. Depois havia muitos jogadores que sempre foram bons jogador mas estavam muitos furos abaixo daquilo que era necessário e toda a equipa sentia isso.
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