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.Aimar

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Tudo que .Aimar publicou

  1. Falou com a boca cheia ou vazia?
  2. Já para eles não nos invadirem é que nomeamos o Salazar como o maior português de sempre.
  3. E os outros também não perderam pontos, nomeadamente o Sporting? Vale zero este tipo de discurso do Mourinho. O que me parece factual é que estamos claramente uns furos abaixo dos outros 2, em termos de qualidade de jogo, e isso é responsabilidade do treinador. Merecemos o lugar em que estamos.
  4. Quem diria 😂 Quando estiver operacional avisem, para ir lá depositar o não.
  5. É muito por aqui, na minha opinião. Não vai ser bonito, para nós europeus, quando os EUA decidirem entrar pela Gronelândia.
  6. Bom ano a todos, menos aos que votaram na continuidade! Esses merecem o ano que vão ter.
  7. É que o investimento é absurdo e sem sentido algum se depois não tiramos proveito desportivo do mesmo, no que interessa. O Sporting tem um Simões a fazer-se jogador e nós cá andamos a jogar com um cepalhão a 10, quando temos um Gonçalo Moreira com um potencial tremendo a dar cartas na B. Se o Mourinho é o treinador que precisamos para apostar nos miúdos? Não de todo. Se vai ser preciso cairmos para uma LE para deixarmos de torrar 30M em jogadores estrangeiros e outros 20M no mercado nacional, com um José Neto a aparecer p.e.? Vai ser preciso. Não se exige um 11 base da formação - isso é impossível se quisermos ser competitivos, mas uma equipa bem treinada e estruturada em que haja a possibilidade de alguns da formação poderem ter o seu devido espaço. Não faz sentido os nossos rivais investirem menos na formação, terem melhores resultados e ao mesmo tempo terem espaço para que jogadores da formação possam aparecer. Está tudo errado do nosso lado. Relembro que jogamos para a taça da carica, contra os suplentes do Tondela, com 7 jogadores que são habitualmente titulares! A única competição que vamos ganhar é a liga da verdade do Rui Santos, de quem o Mourinho parece ser fã.
  8. Já entrou em modo "a culpa é dos outros". É do árbitro, é da falta de plantel, é da falta de descanso, wtv. Entretanto foram 10 pontos ao charco em quantos jogos, 12? A decisão de jogar com o Barreiro a 10 é dele, tal como a de encostar o Sudakov à linha, entre outras. Pensa que está a treinar o União de Leiria, não se treina organização ofensiva e depois ainda há quem se queixe do Pavlidis, que é dos poucos que rendem neste futebol miserável. No Sporting, na falta de um jogador para uma posição, vão à B e os putos lá vão começando a entrosar-se na equipa principal e a máquina funciona, porque há trabalho do treinador. Aqui chora-se durante meses por extremos, por alas e mais o diabo a 4, mas treino é pouco e o investimento avultado que se faz na formação (MUITO SUPERIOR aos dos restantes) é só para enganar uns parolos durante 5 minutos por jogo. Há falta de tudo. De treinador, de estrutura e de um modelo sustentável e estruturado para o futebol. Ontem ainda estive para me chatear e mandar estes fdps para um certo sítio com a tirada da vitória, mas prefiro continuar a desligar-me disto. A maioria escolheu o clube que tem.
  9. ECW Hardcore TV – 05/08/1995 Local: Pensilvânia – Público: 1.000 – Rating Geral: 30% Resultados: Flex Kavana derrotou Rocco Rock por pinfall Chris Jericho derrotou Axl Rotten por submissão The Dudley Brothers derrotaram The Headwreckers em Extreme Rules; vitória de D-Von Dudley por pinfall Terry Funk & Jerry Lynn derrotaram Eddie Guerrero & Tully Blanchard no Main Event Hardcore; pinfall de Terry Funk Resumo dos segmentos: Terry Funk celebra o ECW World Title; Eddie Guerrero e Tully Blanchard interrompem e proclamam a nova liderança da Franchise Empire. Jerry Lynn junta-se a Funk para enfrentar a dupla. Chris Jericho tenta seduzir Woman, incentivando-a a afastar-se do Sandman. Paul Heyman informa Chris Benoit e Dean Malenko que terão uma oportunidade pelos títulos de tag team caso vençam uma Extreme Tag Team Battle Royal na semana seguinte. Raven, acompanhado por Cactus Jack e Beulah McGillicutty, envia uma mensagem ameaçadora a Tommy Dreamer, afirmando que o próximo combate dele decidirá o destino de sua “alma”. ECW Hardcore TV – 12/08/1995 Local: Pensilvânia – Público: 1.000 – Rating Geral: 45% Resultados: Chris Benoit & Dean Malenko venceram a Hardcore Battle Royal envolvendo Public Enemy, The Can-Am Express, The Dudley Brothers, The Gangstas, The Pitbulls. Eddie Guerrero derrotou Too Cold Scorpio por pinfall Sabu derrotou Terry Funk em Extreme Rules para conquistar o ECW World Heavyweight Title, após final polêmico (Bill Alfonso screwjob) Resumo dos segmentos: Terry Funk e Sabu têm um confronto verbal intenso; Sabu desafia Funk pelo título e o combate é marcado para o main event. Chris Jericho e Woman continuam a tensão romântica, com Jericho tentando atraí-la para o seu lado. Tommy Dreamer aceita o desafio de Raven e propõe um combate dentro de uma jaula, prometendo acabar com a rivalidade. Após perder o título, Terry Funk persegue Sabu e Bill Alfonso no backstage; uma grande brawl ocorre, terminando com Funk furioso e prometendo vingança. ECW Hardcore TV – 19/08/1995 Local: Pensilvânia – Público: 1.000 – Rating Geral: 45% Resultados: Al Snow & Mikey Whipwreck venceram Public Enemy em Extreme Rules Chris Jericho derrotou Psicosis após distração de Woman Raven derrotou Tommy Dreamer em combate na jaula (pinfall) Resumo dos segmentos: Sabu e Bill Alfonso proclamam que foram subestimados pela gestão e assumem o crédito pela conquista polêmica do ECW World Title; Terry Funk invade furioso e exige revanche. Chris Benoit e Dean Malenko entregam os cinturões de Tag aos Headwreckers e avisam que vão conquistá-los na próxima semana. Eddie Guerrero e Tully Blanchard provocam Jerry Lynn, afirmando que voltarão a conquistar o ECW World TV Title; Lynn responde com confiança e promete defender o título com tudo. Vídeo de hype para o combate na jaula entre Raven e Tommy Dreamer. Após a luta na jaula, Raven, Cactus Jack, Stevie Richards e Beulah McGillicutty atacam brutalmente Tommy Dreamer; Raven declara que agora possui a “alma” de Dreamer enquanto a Raven’s Nest arrasta Dreamer para o backstage. Resultados: Dean Malenko e Chris Benoit derrotaram The Headwreckers para conquistar os ECW World Tag Team Titles; pinfall de Malenko Too Cold Scorpio derrotou La Parka por pinfall Buh Buh Ray Dudley, Big Dick Dudley e D-Von Dudley derrotaram Pitbull #1, Pitbull #2 e Axl Rotten em Extreme Rules; pinfall de Buh Buh Eddie Guerrero derrotou Jerry Lynn em Extreme Rules para conquistar o ECW Television Title Resumo dos segmentos: Chris Benoit e Dean Malenko, após vencerem os títulos, mostram respeito a Al Snow e Mikey Whipwreck. Woman tenta desmentir rumores sobre ela e Chris Jericho numa entrevista com Joey Styles, mas Jericho aparece e ataca Joey Styles, revelando cumplicidade entre os dois. Raven, Cactus Jack e Beulah McGillicutty enviam uma mensagem sombria para Tommy Dreamer, afirmando que o quebraram e que ele inevitavelmente voltará para a Raven’s Nest. Sabu e Bill Alfonso, num beco, declaram que Sabu é o rei da ECW e aceitam enfrentar Terry Funk novamente na próxima semana.
  10. Flex Kavana, filho do lendário lutador Rocky Johnson. As Novas Caras da ECW: O Futuro Começa Agora Os primeiros seis meses de 1995 na ECW foram uma montanha-russa de caos, violência, inovação e mudança constante. Mas por entre veteranos, regressos chocantes e guerras sangrentas, emergiu um grupo de novos talentos que prometem moldar o futuro da companhia. Alguns já provaram o seu valor dentro de ringues fervilhantes de emoção, outros ainda enfrentam a batalha para conquistar o coração dos fãs da ECW — um público tão exigente quanto apaixonado. Chris Jericho – O Prodigioso que Encanta e Provoca Entre as novas estrelas, Chris Jericho destaca-se como talvez o mais tecnicamente dotado. Desde que chegou à ECW, protagonizou clássicos instantâneos contra Dean Malenko, Chris Benoit e outros pesos pesados do grappling puro. A sua velocidade, resiliência e capacidade de aprendizagem contínua tornaram-no rapidamente numa das figuras mais comentadas da promoção. Alguns já o apontam como um futuro ECW World Champion, e circulam rumores de que há planos que o envolverão numa storyline com uma das figuras da ECW, com vista a o elevar para o próximo patamar. The Dudley Brothers – Caos com Apelido e Sem Travões A Dudley Family expandiu-se e tornou-se uma força incontrolável da divisão de equipas. Combinando humor anárquico, violência gratuita e uma imprevisibilidade que faz tremer qualquer ringue, os irmãos Dudley já conquistaram os ECW Tag Team Titles e cimentaram a família como um dos pilares da ECW moderna. Com a chegada de novos membros e a constante ameaça de destruição que representam, os Dudleys tornaram-se um símbolo do espírito imprevisível da ECW. Psicosis e La Parka – A Revolução Lucha Libre na Costa Leste A ECW também abriu portas a uma nova geração internacional: La Parka e Psicosis trouxeram a explosão de adrenalina do estilo mexicano para o público americano. A sua velocidade, agilidade e estilo aéreo redefiniram o wrestling técnico dentro da ECW, criando um contraste electrizante com a habitual brutalidade hardcore. Não são apenas visitantes — são pioneiros de uma nova onda que promete alterar permanentemente a forma como o wrestling é visto na companhia. The Gangstas – Mustafa & New Jack: Sangue Novo, Violência Velha New Jack e Mustafa chegaram para incendiar a ECW com um estilo diretamente saído das ruas. A sua violência crua e a atitude desafiante confrontaram imediatamente o roster estabelecido. A ECW sempre se orgulhou da sua aura de realismo, e os Gangstas acrescentaram-lhe mais uma camada brutal. Combinando armas, insultos, caos e personalidade explosiva, tornaram-se rapidamente numa das equipas mais temidas — e mais autênticas — da promoção. Flex Kavana – O Diamante em Bruto Ainda por Lapidar Por fim, há Flex Kavana — um jovem com sangue de wrestling a correr-lhe nas veias e talento atlético evidente. Tem vencido combates de forma limpa, esforça-se para ganhar respeito e tenta ser aceite pelos fãs. Mas na ECW, esse caminho é sempre o mais duro. A plateia não perdoa, mas também nunca ignora talento verdadeiro. Kavana pode ainda não ter encontrado a sua voz nem o carinho do público, mas é visível que existe ali potencial para algo maior. Talvez a ECW precise dele — ou talvez ele precise da ECW — e os próximos meses determinarão que estrela poderá vir a ser.
  11. 🔹 Capítulo 4 — A Fundação da Raven’s Nest e a Caça a Tommy Dreamer - A feud que define a ECW A história da ECW nos primeiros meses do ano não pode ser contada sem abordar um dos pilares emocionais, psicológicos e narrativos da promoção: a guerra entre Raven e Tommy Dreamer. O confronto entre ambos transcendeu o ringue e assumiu contornos profundamente pessoais, tornando-se numa das rivalidades mais marcantes e complexas da ECW — e, para muitos, de toda a história do wrestling norte-americano. As Raízes do Ódio: O Passado Partilhado A rivalidade entre Raven e Dreamer sempre assentou num elemento raro no wrestling: um passado comum que moldou o futuro de ambos. Raven (Scott Levy) e Tommy Dreamer foram apresentados como antigos colegas de colónia de férias. Dreamer era o “miúdo bonito” e popular; Raven, então conhecido como Scotty, era o rapaz atormentado, deixado de lado e inferiorizado. O ressentimento acumulado com os anos tornou-se a base emocional da história — e da vingança. Beulah McGillicutty, peça crucial deste enredo, acrescentou mais um capítulo à obsessão de Raven: – Beulah fora uma rapariga excluída e ignorada que se apaixonara por Dreamer. – Rejeitada, regressou anos depois aliada a Raven, como uma mulher transformada e emocionalmente marcada. – Tornou-se uma arma psicológica de Raven na guerra contra Dreamer. O Nascimento da Raven’s Nest Para transformar a sua vingança numa perseguição implacável, Raven começou a recrutar aliados: Stevie Richards — o Obcecado O primeiro membro, Stevie Richards, era um jovem fanático, quase devoto, que via Raven como uma figura messiânica. O seu comportamento errático oscilava entre admiração, medo e necessidade de aprovação. Stevie era, simultaneamente, a arma e o escudo de Raven. Beulah McGillicutty — a Chaga do Passado Beulah, como referido, acrescentou profundidade e crueldade ao plano de Raven. Mais do que uma aliada, era um lembrete vivo do passado. O seu envolvimento emocional com Dreamer tornou a história explosiva. Cactus Jack — o Caos Personificado Com o tempo, Raven adicionou mais uma peça ao puzzle: Cactus Jack. O contraste entre ambos — o messiânico e o nihilista — dava ao grupo um ar imprevisível. Cactus, sempre à procura de dor, conflito ou significado, tornou-se o braço armado perfeito na guerra contra Dreamer. Assim nasceu a Raven’s Nest: um culto emocional, psicológico e físico que orbitava em torno da dor passada e da destruição futura. A Perseguição a Tommy Dreamer Durante meses, Dreamer foi humilhado, atacado, manipulado e derrotado. A Raven’s Nest transformou a vida de Dreamer num inferno: ataques fora do ringue armadilhas psicológicas chantagem emocional derrotas acumuladas que apesar de injustas, aumentavam o seu estatuto de “eterno underdog” Dreamer tornou-se o símbolo do sofrimento — e da teimosia heroica. Nunca desistiu, mesmo quando todos esperavam o contrário. As Lesões que Abalaram a História A storyline sofreu atrasos e interrupções devido a lesões reais de: Stevie Richards Cactus Jack e o próprio Raven Essas ausências criaram lacunas, mas também prolongaram a tensão, pois Dreamer nunca conseguia concluir o seu capítulo final contra Raven. A história tornou-se, assim, quase mitológica: cada regresso reacendia a chama e cada pausa deixava Dreamer a sangrar tanto física quanto emocionalmente. Um Novo Capítulo: O Turning Point Agora, com Raven, Stevie Richards e Cactus Jack recuperados, tudo converge para um momento decisivo: Raven vs. Tommy Dreamer No primeiro Cage Match da história da ECW. A jaula representa mais do que um palco de violência: – é o fim de uma estrada marcada por mágoas antigas, – é a fronteira final entre predador e presa, – é a única arena onde Dreamer pode tentar, pela milionésima vez, quebrar o ciclo. E a pergunta que paira sobre a ECW é simples e esmagadora: **Conseguirá Tommy Dreamer finalmente derrotar Raven? Ou está destinado a ser, para sempre, a vítima escolhida?
  12. 📘 ECW – Primeiros 7 Meses: 🔹 Capítulo 3 — "La Nueva Cara de ECW" Se há um nome que, ao longo destes primeiros sete meses de 1995, se firmou como uma das forças mais respeitadas, imprevisíveis e tecnicamente brilhantes da promoção, esse nome é Eddie Guerrero. Desde o momento em que pisou na arena da ECW pela primeira vez, Eddie trouxe consigo algo raro: a combinação letal de técnica refinada, intensidade emocional e a confiança inabalável de quem sabe que está destinado a ocupar um lugar de topo. A Era dos Clássicos Técnicos A ascensão de Eddie passou inevitavelmente pelas batalhas que travou com três dos melhores wrestlers técnicos do mundo: Dean Malenko, Chris Benoit e Chris Jericho. Cada confronto entre Eddie e qualquer um destes atletas foi uma lição viva de grappling, reversões, counters e pacing perfeito — combates que elevaram o prestígio do ECW World Television Championship e redefiniram o que o público da ECW poderia esperar de wrestling técnico. Contra Malenko, Eddie protagonizou uma rivalidade marcadapela perfeição técnica, duas mentes brilhantes a tentar superar-se centímetro a centímetro no tapete. Com Benoit, o tom era outro: intensidade quase selvagem, strikes rígidos e uma agressividade que fazia cada encontro parecer um teste de sobrevivência. Já com Jericho, Eddie mostrou a sua versatilidade completa, protagonizando combates mais rápidos, fluidos e estratégicos — verdadeiras demonstrações de química e inovação no ringue. Estes confrontos solidificaram não só o nome de Eddie, mas também a sua reputação como um dos pilares técnicos da ECW. A Conquista do ECW World TV Title Quando finalmente conquistou o ECW World TV Title, Eddie provou que não era apenas um dos melhores lutadores do roster — era o lutador a moldar o futuro da ECW. Segurou o título com orgulho, defendendo-o em combates que continuaram a elevar a fasquia e cimentando-o como o standard de excelência dentro da divisão. A Queda Temporária e a Viragem Estratégica Porém, o ouro não dura para sempre na ECW. Eddie perdeu o título para Jerry Lynn — um combate que simbolizou tanto a evolução de Lynn como a imprevisibilidade constante da ECW. Mas, mesmo na derrota, Eddie não saiu diminuído. Pelo contrário: tudo indicava que o próximo capítulo da sua carreira seria ainda maior. E assim foi. O Franchise Empire e a Ascensão ao Poder A aliança com Shane Douglas e Tully Blanchard transformou Eddie de estrela em ascensão em figura central de poder. Ao aprender com Douglas, ao absorver a astúcia de Blanchard e ao adaptar-se às exigências políticas e estratégicas do topo, Eddie evoluiu de wrestler fenomenal para líder em formação. E quando Shane Douglas deixou a ECW rumo à WWF, alguém tinha de ocupar o lugar deixado vago. Eddie não hesitou. Assumiu naturalmente o comando do Franchise Empire, consolidando a sua posição como figura dominante, calculista e ambiciosa — ou como ele próprio se autointitula agora: “La Nueva Cara de ECW.” Com o ECW World TV Title novamente em seu horizonte, o apoio de Tully Blanchard e a confiança absoluta de que pertence ao topo, Eddie Guerrero está na posição mais forte da sua carreira na ECW. Tudo indica que o futuro da empresa terá de passar inevitavelmente por ele — quer o público goste, quer não.
  13. 📘 ECW – Primeiros 7 Meses: 🔹 Capítulo 2 — A Ascensão Improvável de Jerry Lynn: Da Humilhação ao Ouro Enquanto Shane Douglas dominava o topo da ECW, uma outra história — muito diferente, muito mais humilde — começava a ganhar forma nas sombras da companhia: a jornada de Jerry Lynn, um jovem técnico, talentoso, mas completamente perdido no caos extremo da ECW. Lynn entrou na ECW com esperança… e saiu das suas primeiras semanas com uma realidade brutal: perdeu os seus primeiros nove combates consecutivos. E não foram derrotas normais — foram verdadeiras lições de sobrevivência nas mãos de alguns dos lutadores mais violentos e imprevisíveis do roster. Entre os nomes que o derrotaram estavam: Taz, numa fase em que estava prestes a explodir como a maior força destrutiva da companhia; Cactus Jack, que o destruiu tanto fisicamente como psicologicamente; The Sandman, que o humilhou repetidas vezes, garantindo que Lynn fosse visto como um "miúdo perdido"; Sabu, que o arrasou com uma velocidade e ferocidade impossível de acompanhar. Cada derrota agravava a imagem de Jerry Lynn como um rookie sem rumo. E a ECW, um mundo movido por violência, personalidade e impacto, começava lentamente a ignorá-lo. A Humilhação Pública O turning point só chegaria quando Joel Gertner, o arrogante anunciador e comentador, o começou a humilhar semanalmente em ringue, chamando-o de “o maior perdedor da ECW”. Eddie Guerrero, já com o ego a inflamar-se, juntou-se ao coro de desprezo, afirmando publicamente que Lynn “não tinha estaleca para estar no mesmo balneário”. O pior momento, no entanto, viria no backstage. O Ultimato de Paul Heyman Paul Heyman, cansado da falta de resultados, confrontou Lynn directamente: Ou ganhava o próximo combate, ou estaria em risco de ser dispensado. O ultimato pesou-lhe como um mundo inteiro. E a oportunidade chegou no dia 1 de julho de 1995. O adversário? Eddie Guerrero, então ECW World Television Champion, convencido de que aquela noite seria apenas mais uma humilhação do jovem. A Noite da Viragem Mas naquela noite, Jerry Lynn não era o mesmo lutador perdido dos meses anteriores. A pressão, o desgaste, a vergonha — tudo se acumulou numa performance que ninguém esperava. Num dos grandes momentos emocionais da ECW em 1995, Jerry Lynn conseguiu finalmente vencer o seu primeiro combate na companhia… e não apenas isso: conquistou o ECW World Television Title, derrotando Eddie Guerrero limpo, no centro do ringue. A arena explodiu. O underdog tinha finalmente encontrado o seu momento. Depois de nove derrotas, humilhação pública e um ultimato que o podia ter afastado da companhia, Jerry Lynn tornou-se campeão — e, mais importante ainda, provou que pertencia à ECW. O capítulo da ascensão de Jerry Lynn estava apenas a começar. Próximo Capítulo: Eddie Guerrero - "La nueva cara" de ECW
  14. Também é mais velho do que o Veloso. Ambos já deveriam estar a jogar em contexto de primeira liga. Se não têm lugar na equipa A, ou se só servirão para jogar 5 minutos para o treinador poder dizer que lançou mais 2 miúdos, é deixá-los ir para outro clube e ficar com a opção de compra.
  15. 📘 ECW – Primeiros 7 Meses: 🔹 A Era do Franchise — O Fim de um Ciclo Shane Douglas continuou a sua longa dominação como ECW World Heavyweight Champion, consolidando o seu reinado e estabelecendo-se como a face da companhia. Após a sua infame recusa do cinturão da NWA em 1994, ele moldou a identidade extrema da ECW e carregou esse espírito pelo ano seguinte, defendendo o título com arrogância e agressividade constantes. Durante este período, Douglas também formou a Franchise Empire ao seu redor — inicialmente com um aliado inesperado em Tully Blanchard, que começou como rival, mas acabou por se aliar ao campeão num laço de conveniência reforçado por promessas de poder e sucesso, tendo Eddie Guerrero se juntado mais tarde. 🛡️ Defesas e Rivais da Franchise Empire Sob o reinado de Douglas, a concorrência foi feroz: vs. Ron Simmons — um confronto entre titãs para provar quem dominaria a ECW. vs. Tully Blanchard — inicialmente um teste de força que evoluiu para uma parceria instável. vs. Terry Funk (duas vezes) — Funk provou ser um oponente resiliente, levando Douglas ao limite. vs. Taz — quando tudo apontava para que Taz estava posicionado para ser o tal a derrubar o Franchise, uma lesão atrapalhou seus planos, retirando-o temporariamente da disputa e abrindo caminho para que Funk voltasse à ribalta. vs. Psicosis — outro atleta perigoso no cenário hardcore, testando a versatilidade do campeão. Este período foi marcado por combates convincentes e storytelling forte em ringue e nos segmentos, enquanto a ECW evoluía para um produto mais cru e emocionalmente envolvente. Shane Douglas foi finalmente derrubado, no seu último dia na ECW. Vai rumar agora à WWF e o futuro parece risonho para o "Franchise". 🔥 A Ascensão de Terry Funk Depois de meses de confrontos intensos, surpresas e reviravoltas, Terry Funk finalmente recuperou o ECW World Heavyweight Championship, pondo fim ao dominante reinado de Douglas que durou 489 dias no total. A vitória de Funk simbolizou não só a queda do “Franchise” mas também um novo capítulo para a ECW — um retorno às raízes do combate extremo e da resistência. Funk, que passou por várias guerras ao longo da companhia, foi celebrado pelos fãs e pelos restantes lutadores como uma lenda viva que voltou para salvar o título que muitos consideravam perdido. 📈 Consequências e Futuro O fim da era Douglas abriu espaço para novos protagonistas e rivalidades renovadas. A ECW posicionou Funk no centro do seu ethos hardcore, ao mesmo tempo que outras estrelas como Taz, Eddie Guerrero, Raven, Cactus Jack e Tommy Dreamer começaram a ganhar destaque nas storylines principais. O cenário ficou pronto para confrontos explosivos, alianças improváveis e um futuro imprevisível — exatamente o que tornou a ECW uma das promoções mais amadas e influentes daquela era.
  16. Claro que espero que haja alguma lógica nas decisões que tomam. Estás a supor que serão 2 rematches como combates cartaz da WM, já que teremos um Punk x Bron dia 5 de janeiro. Em relação ao Bron, se o Seth estiver apto parece-me evidente que lutarão os 2.
  17. Não têm a necessidade de mais um Roman x Cody quando atualmente têm o Lesnar e Punk. Podem perfeitamente criar 2 main-events só com estes 4 e o buzz será o mesmo. Se fosse 2023/2024, concordava contigo. O Roman estava claramente acima de todos e o Cody já era o quarterback sem ter o título, os restantes estavam um nível abaixo.
  18. Coitado do Manchester, vão ser gamados outra vez 😂 Benfica em 11º é pior que vietname, cruzes.
  19. Pois, eu tenho quase a certeza que o Roman e o Lesnar vão estar no mesmo combate, estão a preparar isso desde o Survivor Series. Agora, até acho que a certa altura o objetivo poderia ser um triple threat pelo WWE Title, mas se vão dar este push ao Gunther faz mais sentido este ir contra o principal campeão do que um rematch com o Punk, daí a minha previsão: - Cody vs Gunther - Punk vs Roman vs Brock
  20. Não acho que vá acontecer na Wrestlemania e muito menos acho que o Reigns será campeão com o número de aparições que tem feito.
  21. Depois de sábado, sim. Não tenho grandes dúvidas que o objetivo é esse, para que o Gunther mais à frente possa por o próximo super babyface over. A minha aposta vai para o Gunther vencer a Royal Rumble e o WWE Title na Wrestlemania.
  22. O Gunther seria top heel fosse agora ou fosse contra o Bruno Sammartino. Encaixa nesse papel em qualquer era. Se restringirmos o main-event da WWE aos big 4 (Cody, Punk, Roman e Lesnar), ontem o Gunther alcançou esse patamar. Mais do que vencer um World Title, aquele combate definiu a carreira do Gunther. Não estou a ver outro wrestler que fosse um melhor oponente para o último combate do Cena e que pudesse beneficiar com isso.
  23. Supostamente querem prolongar a rivalidade entre o Cody e o Drew por mais uns tempos. Diria que a probabilidade do Drew conquistar o WWE Title e larga-lo depois para o Cody é grande. A passagem para a Netflix é o maior flop da era do Triple H. Efetivamente o booking estava melhor há 2 anos do que está agora e geriram mal as expetativas dos fãs - Toda a gente esperava um show com menos filtros do que é atualmente. O ano 2025 foi carregado pela tour de despedida do Cena. Vão ter de sacar alguma coisa para o ano. Um bocado difícil quando se trata de um ano civil. Teria sido mais interessante terem criado um "Ruthless Agression" PPV. Falou mais alto o dinheiro da ESPN 🖕
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