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Burkina2008

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  1. April 2026 - Com o Board a perna O mês de março arrancou com contornos cinzentos para o Royston Town de Diogo Van Sant. A 7 de março, a equipa recebeu o Barwell no Garden Walk e acabou derrotada por 1–2. Num jogo equilibrado, os visitantes selaram o triunfo aos 87 minutos, deixando o golo tardio dos Crows sem capacidade de reação. A dinâmica negativa estendeu-se à jornada seguinte, com uma deslocação ao terreno do Spalding United a 14 de março. Apesar de a equipa ter equilibrado as contas da posse de bola, a superioridade ofensiva dos visitados foi evidente. O Royston cedeu por 3–1 face a um adversário muito mais agressivo no último terço, agravando a pressão sobre as escolhas do técnico luso. A resposta de orgulho surgiu a 21 de março, numa das exibições mais completas da temporada. Diante do Needham Market, os comandados de Van Sant assinaram um triunfo categórico por 3–0 que fez explodir as bancadas do Garden Walk. A equipa apresentou-se segura, vertical e com o setor avançado em noite de inspiração. Os golos coroaram um domínio absoluto e trouxeram três pontos que eram vitais para respirar na tabela classificativa. No final, Van Sant elogiou a eficácia dos seus avançados, num momento em que o clube desesperava por golos para carimbar a tranquilidade. O fecho do mês, a 28 de março, guardou o desfecho mais frustrante no terreno do Banbury United. O Royston Town foi, de longe, a melhor equipa em campo, controlando o ritmo e sufocando o adversário. Contudo, a bola teimou em não entrar e o Banbury castigou os Crows com um golo solitário, fixando o injusto 1–0. Com este resultado, o Royston mantém-se à tona da água na 16.ª posição com 41 pontos, guardando uma vantagem de 5 pontos sobre a linha de água, ocupada pelo Stamford. A quatro jogos do fim da liga, a manutenção parece próxima, mas o ambiente interno adensou-se. A nova direção do clube, recém-eleita, não se mostra satisfeita com o rendimento da equipa, pairando no ar a necessidade de uma reestruturação profunda ou de parcerias com outros clubes para a próxima época. Obrigado a quem segue a quem comenta mais uma aventura!
  2. Epa nesses anos sair a noite era bastante diferente do que 'e agora. Eu como beto estava sempre entre Alcantara-Santos (como uma ou outra ida ao Imaviz. Andar por ali a noite era bastante mais "perigoso" do que hoje...bastantes drogados, bastante mitra...havia droga a ceu aberto... Alem disso a minha mae era medica num centro de saude que tinha sede no Intendente logo, eu mesmo ainda nos anos 80 durante as ferias ia muito para o centro de saude passar o dia com as "administrativas" e tenho duas coisas que me chocaram bastante mas que depois comecei a achar quase normais. 1o a malta a injectar-se...uma das minhas primeiras mesmorias 'e de um gajo "desmaiado em frente ao centro de saude, com um garrote na perna, a seringa ainda enfiada e sangue seco que correu entre a zona da seringa e o pe...a segunda foi uma miuda que devia ser ainda menor a injectar-se no pescoco, usando o espelho de um retrovisor externo de um renault 5 cor vermelho comido pelo sol... 2o era que no largo do Intendente existia um estacionamento de camioes/camionetas e no meio estavam em plena luz do dia, prostitutas e os seus clientes no acto, com uma gritaria, facada ou porrada a serem coisas quase diarias... Eu vi Lisboa (o Porto tambem mas nao vivi la) a dar uma volta de 180 graus com os programas da metadona e a liberalizacao. Foi uma das melhores coisas feitas neste pais que aos poucos esta a ser destruida...mas 'e melhor rir da situacao que ficar deprimido
  3. Saudades de 1995 em que tinhas putaria no Intendente, Cais do Sodre, Tecnico, Maria Amalia, Monsanto e mesmo na Avenida de Ceuta...e para os mais alternativos tinham todo o tipo de escolhas no Conde Redondo Saudades do morro do Casal Ventoso onde entre barracas e drogas era uma festa, mas onde nem nos tinhamos de afastar muito para encontrar cavalo, porque era abundante tambem no Regueirao dos Anjos, Cais do Sodre, Encarnacao e varias zonas limitrofes... De facto 'e bom reviver os tempos de juventude
  4. Lol mas tu nao sendo brasileiro andas a responder a sondagens do brasil???
  5. Mesmo ai nao 'e assim tao barato... Epa conheco malta que trabalha em start-ups com um rendimento de 150k+ e que vive numa autocaravana toda f*dida num parque de estacionamento... Arrendar 'e simplesmente caro...o mesmo em Manhattan, Dumbo, Hoboken e umas 3 ou 4 zonas de LA
  6. March 2026 - Ainda la luta para nao descer Fevereiro abriu com uma deslocação exigente ao Halesowen Town, a 7 de fevereiro. Vinda de três derrotas em janeiro, a equipa de Diogo Van Sant esteve amorfa e sem criatividade. Produziu escasso perigo (3 remates, 0.21 de xG) e sofreu o golo da derrota aos 88 minutos, por J. Bullock. A resposta ao rude golpe surgiu no dia 14, na visita ao Redditch United em pleno Dia dos Namorados. H. Brown faturou logo ao minuto 4, após assistência primorosa de M. Saunders. Os Crows controlaram o jogo (53% de posse e 1.53 vs 0.90 de xG), segurando um triunfo por 0–1 fora de portas que devolveu a estabilidade e a confiança ao plantel. De regresso a casa, o Garden Walk engalanou-se para receber o Kettering Town a 21 de fevereiro. Os adeptos assistiram à exibição ofensiva mais vertical e eficaz desde a chegada do técnico português. O guião da semana anterior repetiu-se: golo fulminante aos 4 minutos por K. Iscolofere. A pressão alta deu frutos e A. Williams ampliou para 2–0 aos 44 minutos. Na segunda parte, R. Mottyar assinou o 3–0 ao minuto 64. Um autogolo de J. Iscolofere (84') ainda reduziu para o Kettering, mas A. Osmond fechou a goleada em 4–1 aos 90 minutos. Com 9 remates à baliza e 3.05 de xG, Van Sant via o seu ataque rápido dar frutos consistentes. A 28 de fevereiro, a deslocação ao reduto do AFC Sudbury trouxe uma contrariedade precoce: logo aos 16 minutos, o médio Tommy Whitehead lesionou-se e foi substituído. Ainda assim, o Royston assumiu as despesas do jogo com uns impressionantes 58% de posse de bola. O domínio materializou-se aos 70 minutos, quando J. Morford abriu o marcador. Contudo, o futebol distrital voltou a ser cruel perto do fim. Aos 87 minutos, um autogolo infeliz de H. Brown ditou o injusto empate de 1–1. O Sudbury somou apenas 5 remates, contra as 12 tentativas e o xG de 1.43 do Royston. Apesar do amargo fecho de mês, as contas de fevereiro ditam uma evolução clara. Em quatro jogos, o Royston somou duas vitórias, um empate e uma derrota, com 6 golos marcados e 3 sofridos. Os 7 pontos conquistados dão oxigénio na tabela e cimentam a fuga à despromoção. Van Sant estabilizou os índices anímicos e provou que o seu modelo é competitivo fora de portas. Com o campeonato na reta decisiva, a equipa parece pronta para o que resta jogar. "Fomos mais equipa, mas a margem de erro continua a ser nula", anotou o timoneiro luso. Obrigado a quem segue a quem comenta mais uma aventura!
  7. Depois deste futebol champanhe, das duas uma, ou levamos 3-0 da Croacia e vamos ja de vela ou ganhamos isto estilo Euro 2016
  8. Esta bimbalhice...depois de meterem o "Jota e o irmao" a baila, estava so a espera de entrar Fatima e a um conjunto de forcados...
  9. February 2026 - Altos e baixos O mês de janeiro de 2026 abriu com Diogo Van Sant focado em remodelar o plantel do Royston Town. O treinador português identificou a necessidade de trazer sangue novo para garantir a manutenção. Logo no dia 3 de janeiro, o clube garantiu a contratação do médio-centro Ethan Burnett, ex-Reading. A 24 de janeiro, a linha defensiva foi reforçada com o defesa-central Kain Ryan, formado no Brighton. No último dia do mês, a baliza ganhou uma nova cara com a contratação do experiente Jack Rose. Por outro lado, o avançado John Shamalo, descontente com os poucos minutos desde a chegada de Van Sant, pediu para sair. A sua insatisfação culminou na transferência definitiva para o FC Talokas, a 9 de janeiro. Shamalo deixou o clube com um registo de 22 jogos e 3 golos nesta época. Van Sant sabia que mexer no grupo a meio da temporada era um risco necessário para agitar o balneário. O novo ano civil começou da melhor forma possível para os adeptos do Royston Town. No dia 3 de janeiro, a equipa recebeu e venceu o Quorn por uns claros 3–0. Foi uma exibição segura em casa, onde a eficácia ofensiva superou as dificuldades habituais. O balanço positivo estendeu-se à jornada seguinte, com uma deslocação ao terreno do St. Ives Town. Num jogo equilibrado a 10 de janeiro, o Royston Town conseguiu arrancar uma vitória por 2–1. Um golo dramático nos minutos finais acabou por garantir os três pontos fora de portas. Com seis pontos somados em duas partidas, o "efeito Van Sant" parecia estar a catapultar o clube na tabela. Nas bancadas do Garden Walk, a esperança de uma manutenção tranquila começava a ganhar força. Contudo, a euforia inicial rapidamente deu lugar à desilusão com três derrotas seguidas. A 17 de janeiro, o Bury Town visitou o Royston e venceu por 1–2, num jogo em que fomos a pior equipa. Os erros defensivos reapareceram, agravados pelo cansaço e por algumas lesões no plantel. Seguiu-se uma deslocação difícil ao terreno do Leiston, no dia 24 de janeiro, que resultou num desaire por 2–0. O mês fechou no dia 31 de janeiro com uma derrota dolorosa frente ao Stratford Town por 2–3. O Royston ainda recuperou de duas desvantagens, fixando o 1–1 e depois o 2–2. Contudo, no último suspiro da partida, aos 90+4 minutos, o Stratford fez o golo da vitória. Estes três desaires consecutivos deitaram por terra o excelente arranque de mês. Ao fechar as contas de janeiro, a realidade bateu à porta de Diogo Van Sant. O Royston Town terminou o mês na 19ª posição da liga, com 31 pontos em 30 jogos. A equipa está apenas um lugar acima da zona de rebaixamento, numa luta feroz pela sobrevivência. Faltam agora apenas 12 jogos para o final do campeonato e a margem de erro extinguiu-se. Van Sant admitiu que o plantel precisa de um novo ponta-de-lança para colmatar a saída de Shamalo. O calendário de fevereiro promete ser um teste de fogo, com três jogos consecutivos fora de portas. "Temos de fazer pontos, a realidade é essa", assumiu o técnico no fecho do seu balanço mensal. Obrigado a quem segue a quem comenta mais uma aventura!
  10. Serie B do Brasil com o premio para o golo mais ridiculo do ano
  11. January 2026 - Mais ou menos... O mês de novembro trouxe um novo rosto ao Garden Walk. Diogo Van Sant, o treinador sem qualificações, assumia o comando do Royston Town num momento de incerteza. O clube, 19.º classificado na Southern League Premier Central, estava à deriva, com apenas 20 pontos em 20 jogos. A chegada do técnico português foi recebida com curiosidade e ceticismo. A imprensa local falava em “aposta romântica”, enquanto os adeptos viam nele uma última esperança. O primeiro jogo, a 29 de novembro contra o Bromsgrove Sporting, terminou num empate sem golos — um ponto que, apesar de modesto, trouxe estabilidade. Seguiu-se outro 0–0 em Worcester, onde a equipa mostrou organização defensiva e espírito coletivo. Van Sant começava a moldar o grupo à sua imagem: disciplinado, humilde e trabalhador. O balneário, antes silencioso, ganhava voz. O treinador escrevia no seu caderno: “O futebol de base é feito de pessoas, não de estatísticas.” Era o início de uma reconstrução emocional. Em janeiro, o Royston Gazette publicou a primeira grande entrevista com Van Sant. A manchete dizia: “Van Sant encara o primeiro revés — mas mantém fé no projeto.” O treinador falava com serenidade sobre os primeiros jogos e o desafio de devolver dignidade ao clube. “Não vim para prometer milagres, vim para trabalhar”, dizia. Até então, o Royston somava quatro jogos sem perder — empates com Bromsgrove, Worcester e Alvechurch (3–3), e uma vitória convincente sobre o Stamford por 5–2. O ambiente mudava. Os treinos tornavam-se intensos, o público voltava às bancadas, e os jogadores começavam a acreditar. Mas o futebol, como a vida, não perdoa ilusões. No último jogo do ano, o Real Bedford impôs um duro 3–0. A derrota trouxe realidade, mas não destruiu o espírito. Van Sant, na entrevista, foi claro: “O futebol de base é feito de quedas e recomeços — e nós estamos a aprender a levantar-nos.” A frase tornou-se símbolo do projeto. Com o ano a terminar, o Royston Town mantinha-se fora da zona de descida, mas ainda longe da tranquilidade. A tabela mostrava Stratford Town isolado na liderança com 62 pontos, seguido por Spalding United e Harborough Town. O Royston, agora com 23 pontos, subia ligeiramente, deixando para trás St. Ives Town, AFC Sudbury e Quorn. O progresso era pequeno, mas palpável. O clube começava a recuperar respeito. A imprensa local falava em “renascimento silencioso”. Van Sant tornava-se uma figura de culto — o treinador que, sem diplomas, devolvia alma ao futebol. No Garden Walk, o público voltava a cantar. As luzes fracas do estádio iluminavam um grupo que jogava com coração. O ano civil terminava com dúvidas, mas também com esperança. O projeto Grassroots estava vivo. E, no frio de Hertfordshire, Van Sant sabia que o verdadeiro jogo ainda estava por começar. Obrigado a quem segue a quem comenta mais uma aventura!
  12. November 2025 - Royston Town O vento frio de novembro soprava sobre Hertfordshire quando Diogo Van Sant atravessou os portões enferrujados do Garden Walk. O campo, gasto pelo tempo, parecia um espelho da sua própria história — um treinador sem currículo, sem qualificações, mas com uma vontade feroz de provar que o futebol ainda podia ser puro. A notícia da sua contratação espalhou-se rapidamente: “Crows hire Van Sant in landmark season.” O Royston Town celebrava 150 anos de existência, e a escolha de um desconhecido para liderar o clube causou espanto. As manchetes falavam de risco, de loucura, mas também de esperança. Van Sant, aos 40 anos, trazia consigo apenas uma mala, um caderno de notas e o sonho de devolver dignidade ao futebol da cidade. O seu contrato era modesto — €2.1K por mês — e o desafio, monumental. O clube estava afundado na 19ª posição da Southern League Premier Central, com apenas 20 pontos em 20 jogos. A atmosfera era de desânimo, mas também de oportunidade. O treinador sem experiencia olhou para o campo e viu mais do que relva desgastada: viu um palco para renascer. Os primeiros dias foram um choque. O balneário respirava frustração, e os olhos dos jogadores refletiam descrença. Van Sant reuniu o grupo e falou com voz firme: “Não temos dinheiro, não temos reputação, mas temos tempo e coragem.” O orçamento era quase inexistente — transferências: €0, salários: €9.52K/mês, scouting: €24K. O Board exigia um “Top half finish”, uma meta que parecia utópica. A tabela mostrava Stratford Town e Spalding United a dominar, enquanto Royston lutava para evitar o abismo. As derrotas recentes contra Spalding (1–2) e Needham Market (3–0) ainda ecoavam. Mas havia lampejos de esperança: uma vitória fora contra Bishop’s Stortford e um empate suado com Banbury United. Van Sant começou a moldar o grupo com disciplina e simplicidade — treinos em campos lamacentos, conversas francas, e uma filosofia de “futebol de comunidade.” O clube não era apenas um emblema; era um símbolo de resistência. Cada treino tornava-se um ritual, cada jogo uma batalha contra o esquecimento. O treinador sabia que o caminho seria longo, mas também sabia que o futebol, no seu estado mais puro, nascia da adversidade. À medida que o calendário se aproximava de 29 de novembro, Van Sant ainda não tinha comandado um jogo. Passava os dias entre o campo e o pequeno escritório do clube, estudando relatórios, observando treinos e tentando compreender o coração da equipa. O Garden Walk tornava-se o seu laboratório — um espaço de reconstrução emocional. O treinador via os jogadores como peças de um puzzle: jovens sem confiança, veteranos cansados, e um grupo que precisava de acreditar novamente. As manhãs começavam com neblina e terminavam com conversas longas sobre identidade e propósito. Van Sant escrevia no seu caderno: “O futebol é feito de pessoas, não de estatísticas.” O público local começava a aparecer nos treinos, curioso com o novo rosto à frente dos Crows. A imprensa chamava-lhe “o desconhecido de Hertfordshire”, mas dentro do clube, algo mudava — uma energia discreta, uma vontade de lutar. O treinador sabia que o jogo contra o Bromsgrove Sporting, marcado para o dia 29, seria o verdadeiro início. Até lá, tudo era preparação, introspeção e fé. Van Sant ainda não tinha liderado a equipa, mas já tinha começado a mudar o clube. Obrigado a quem segue a quem comenta mais uma aventura!
  13. esta malta da rota das sedas é tudo sarrafeiro
  14. Isto por agora esta com um cheirinho a 2002... Hoje limpamos isto por 4-0, para depois fazermos uma figura de m*rda com a Colombia, ficar em 3o no grupo e que seja o que Deus quiser...
  15. This time in Chad it was a close call...the president lost 10 seats in the parliament, having won only with 85%
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