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[FM26] Road to World Cup 2026: Todas as Seleções
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Lol outra vez a Escocia na final! Mas isso com a Argentina 'e easy mode! -
Grande epoca again. Epa tu deves andar colado ao FM
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[FM26] LLM - Unemployed Vol 29. - Grassroots
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Outubro de 2026 - Podemos fazer melhor... O mês de outubro de 2026 trouxe desafios exigentes para o Royston Town no Garden Walk, com Diogo Van Sant a enfrentar um período desportivamente cinzento e com bastantes sobressaltos. O treinador português admitiu que este não foi o melhor mês da equipa, visto que a consistência defensiva pareceu desvanecer-se no relvado. O último jogo do mês acabou mesmo por se transformar num festival de golos frente ao Bromsgrove Sporting, resultando num emotivo e caótico 3–4 que deixou um amargo de boca devido aos erros cometidos atrás. Antes deste desfecho, Van Sant analisou os encontros num mês curto, onde a calendarização permitiu um menor volume de jogos, mas com intensidade máxima. A equipa técnica tentou ajustar o posicionamento tático sem o sucesso desejado, e o balneário acusou alguma frustração com os golos sofridos em momentos cruciais. O técnico registava no seu bloco as correções urgentes a fazer nos treinos, ciente de que a exigência da Southern League Premier Central não dava espaço para distrações. A primeira grande desilusão do mês aconteceu com a eliminação na FA Trophy, onde o percurso terminou abruptamente na terceira eliminatória. A derrota por 2–3 diante do Farnham Town custou a aceitar no Garden Walk, principalmente porque, ao intervalo, a equipa já perdia por uns claros e comprometedores 3–0. Na segunda parte, a reação foi notória, mas insuficiente para apagar a má imagem deixada no primeiro tempo e evitar a eliminação precoce. Seguiu-se o regresso ao campeonato num embate muito aguardado contra o Bury Town, um dos principais candidatos à subida de divisão. Jogando perante o seu público, o Royston Town não conseguiu impor o seu jogo e sofreu uma nova e dolorosa derrota caseira por 1–2. Dois jogos consecutivos com muitos golos sofridos ligaram os alarmes da estrutura, e Van Sant não escondeu a preocupação com a facilidade com que os adversários marcavam. Apesar dos desaires recentes, a tabela classificativa trazia uma réstia de conforto, pois o Royston Town mantinha-se na primeira posição do campeonato. Contudo, a vantagem pontual era agora extremamente curta e perigosa, com apenas cinco pontos a separar o líder do sexto classificado. Com 17 jogos já disputados, a competição aproximava-se a passos largos da metade, tornando cada jornada uma autêntica final. Nas estatísticas individuais, Harlow Hale continuava a ser o grande destaque, mantendo a melhor classificação média da equipa e da própria liga. Todavia, no balneário, começavam a surgir os primeiros sinais de insatisfação interna, com alguns atletas menos utilizados a pedir publicamente mais tempo de jogo. A lista de transferências começava a ganhar nomes com vista ao mercado de inverno, visando libertar espaço salarial para os ajustes que a equipa exigia. Diogo Van Sant identificou lacunas urgentes, centrando a prioridade máxima na contratação de um defesa central com estofo de líder e de um médio-centro ofensivo para dar nova dinâmica ao ataque. Analisando os números globais, a equipa apresentava um registo curioso: detinha o ataque mais demolidor da prova, mas os 24 golos sofridos colocavam a defesa numa posição modesta a meio da tabela. Van Sant planeou uma abordagem mais cautelosa para os compromissos futuros, focando os treinos na transição defensiva. O calendário oferecia agora um período de sete dias sem competição, uma semana limpa fundamental para preparar o exigente mês de novembro, que marcaria a metade do campeonato. Pela frente, o Royston Town teria um primeiro embate contra o Leiston e, logo a seguir, três duelos decisivos contra rivais diretos pelo topo: Bishop's Stortford, St. Albans City e Peterborough Sports, jogos que ditariam se o sonho da subida continuaria bem vivo. Obrigado a quem segue a quem comenta mais uma aventura! -
[FM26] LLM - Unemployed Vol 29. - Grassroots
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Yap foi o jogo da epoca por agora Isso era bom era! -
Siga para a Liga 3 que a 4 foi rapido de mais!
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[FM26] LLM - Unemployed Vol 29. - Grassroots
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Setembro de 2026 - Primeiro topo O outono começava a desenhar-se no horizonte de Hertfordshire, trazendo consigo as primeiras tardes cinzentas e os relvados tipicamente pesados do futebol britânico de base. Para Diogo Van Sant, a mudança nas condições climatéricas não era apenas um pormenor de calendário, mas sim uma variável tática que obrigava à readaptação constante do seu modelo de jogo assente na posse e na circulação rápida. O Royston Town já não era a surpresa do campeonato; o estatuto de candidato silencioso impunha agora a responsabilidade de assumir o favoritismo em terrenos onde os adversários se fechavam com linhas duplas e blocos ultra-defensivos. Nos treinos à porta fechada no Garden Walk, o técnico português insistia na paciência com a bola e na largura total do terreno, utilizando os alas para esticar o jogo e desmontar as muralhas contrárias. A receção ao Mickleover Sports foi o exemplo perfeito dessa nova realidade competitiva, num embate onde a ansiedade das bancadas contrastou com a frieza dos jogadores em campo. Sem pressas e com uma maturidade invulgar para a divisão, a equipa mastigou o jogo até encontrar a brecha decisiva, carimbando um triunfo por duas bolas a zero que premiou a persistência coletiva. A meio da semana, a mística da FA Cup voltou a chamar pelos adeptos, ditando uma deslocação emotiva ao terreno de um histórico em queda que procurava na taça a salvação da época. Van Sant, demonstrando uma leitura cirúrgica do momento físico do plantel, optou por uma rotação calculada, lançando três segundas linhas no onze inicial sem desvirtuar a identidade tática da equipa. A resposta dos menos utilizados foi categórica, provando que o espírito de união e a competitividade interna eram os verdadeiros combustíveis deste Royston Town. O jogo foi intenso, disputado sob uma chuva miudinha que acelerava a trajetória da bola e testava os reflexos dos defesas a cada lance dividido. Num contra-ataque desenhado a papel químico nos manuais de treino, a equipa gelou o estádio adversário com um golo de belo efeito, segurando a vantagem mínima de 1–0 com unhas e dentes até ao apito final. A qualificação para a eliminatória seguinte foi festejada de forma ruidosa junto das centenas de adeptos que viajaram de Hertfordshire, estreitando ainda mais os laços de comunhão entre o plantel e a comunidade local. De regresso à dura realidade da Southern League Premier Central, o calendário apertado começou a cobrar o seu preço sob a forma de pequenas queixas musculares em peças fundamentais do xadrez de Van Sant. A viagem para defrontar o Stratford Town apresentou-se como o teste definitivo à profundidade do banco e à resiliência psicológica do grupo de trabalho. O adversário, fisicamente muito agressivo e forte no jogo aéreo, procurou explorar o desgaste acumulado do Royston, empurrando a equipa para o seu terço defensivo nos minutos iniciais. Foi necessária uma exibição de enorme sacrifício por parte do quarteto defensivo, que limpou com eficácia todas as bolas bombeadas para a grande área. Quando a partida parecia condenada a um nulo cinzento e sem história, o génio tático de Van Sant voltou a sobressair através de uma alteração posicional que libertou o médio criativo entre as linhas adversárias. Num lance de inspiração individual aos oitenta e oito minutos, o Royston desfez o empate e garantiu uma vitória por 2–1 que teve sabor a campeonato, demonstrando que a equipa também sabia ganhar quando o futebol vistoso dava lugar ao pragmatismo puro. Contudo, a invencibilidade e o estado de graça sofreram um rude golpe na jornada seguinte, aquando da receção ao Coalville Town, um conjunto que soube anular com perfeição as transições ofensivas do Royston. O cansaço acumulado de quatro jogos em catorze dias fez-se sentir na falta de discernimento no último passe e na lentidão de processos no meio-campo. O adversário aproveitou duas transições rápidas na primeira parte para fixar um resultado de 0–2 que deixou o Garden Walk em silêncio e quebrou a série vitoriosa. No balneário, longe dos holofotes da imprensa regional, Diogo Van Sant não levantou a voz, preferindo apelar ao orgulho e recordar que o caminho para o topo é feito de tropeções inevitáveis. A semana de trabalho que se seguiu foi inteiramente dedicada à correção do posicionamento defensivo nas transições e à recuperação mental de um grupo que não estava habituado a perder. A resposta humilde dos jogadores nos treinos deu ao técnico a certeza de que a liderança estava blindada contra crises de confiança. O teste de reabilitação estava marcado para o último sábado do mês, com uma deslocação complicadíssima ao reduto do Leiston, sob um ambiente de enorme pressão. Sabendo que um segundo desaire consecutivo poderia abrir brechas no moral da equipa, o Royston entrou em campo com uma postura mandona e agressiva na recuperação da bola. A pressão alta sufocou a saída de jogo do Leiston, forçando erros sucessivos que a linha atacante do Royston não perdoou, construindo uma vantagem de dois golos ainda antes do descanso. Na segunda metade, gerindo os ritmos com inteligência e congelando a bola sempre que necessário, a equipa de Van Sant carimbou um triunfo por 3–1 que dissipou quaisquer dúvidas sobre a sua estabilidade emocional. O mês terminava com o Royston Town isolado na vice-liderança da tabela, com o melhor ataque da competição e uma identidade de jogo que continuava a apaixonar os puristas do futebol de base inglês. Diogo Van Sant fechava mais um ciclo com o seu caderno cheio de notas, ciente de que o inverno seria longo, mas com a certeza absoluta de que tinha construído uma máquina competitiva pronta para lutar até ao último segundo por um lugar na história do clube. Obrigado a quem segue a quem comenta mais uma aventura! -
[FM26] LLM - Unemployed Vol 29. - Grassroots
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Sim fomos melhorando com o entrusamento Vamos ver... -
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Isto deve ser um favor ao Milei que tal como o Infantino fazem parte daquela liga da justica ou do crl das nacoes inventada pelo Trump
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Hoje je suis
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Era as Falkland criarem uma seleccao a pressa e jogarem...bem na qualificacao Africana e vencerem um grupo com Sao Tome, Lesotho, Seychelles, South Sudan e Botswana...irem ao Mundial em 2030 e ficarem no grupo da Argentina. Bastava o UK querer e "naturalizarem" umas dezenas de jogadores da League One ou assim...
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BS em Paranhos!
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[FM26] LLM - Unemployed Vol 29. - Grassroots
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Agosto de 2026 - De baixo para cima! O mês de agosto de 2026 começou de forma muito complicada para o Royston Town de Diogo Van Sant. O treinador português enfrentou logo de entrada uma dura derrota por 3–1 contra o Real Bedford. Apesar do resultado desfavorável, os números do jogo mostraram que, embora a equipa adversária tenha sido superior em campo, o castigo acabou por ser excessivo para o futebol apresentado pelo Royston. Seguiu-se um nulo (0–0) frente ao Awley Nomads, num jogo marcado pela falta de eficácia ofensiva de ambas as partes. Estes primeiros embates evidenciaram que a nova temporada traria desafios de enorme exigência competitiva, obrigando o técnico a ajustar peças e a trabalhar afincadamente na consistência tática e mental do seu plantel. O primeiro grande momento de celebração aconteceu à terceira jornada, com uma vitória tangencial por 1–0 frente ao Banbury United, garantindo os primeiros três pontos oficiais na tabela. No entanto, a tão desejada estabilidade demorou a afirmar-se, com a equipa a somar novo empate (1–1) na receção ao Barwell. Ao analisar detalhadamente as estatísticas deste confronto, a frustração de Van Sant tornou-se evidente: o Royston dominou amplamente a posse de bola e registou um volume de golos esperados (Expected Goals - xG) muito superior ao do adversário. Esta incapacidade temporária de traduzir o claro domínio estatístico em vitórias confortáveis começava a testar a paciência dos adeptos no Garden Walk, deixando antever a necessidade urgente de maior frieza na finalização. A reviravolta na dinâmica da equipa deu-se a meio do mês com uma exibição categórica frente ao Halesowen Town. O Royston Town aplicou uma expressiva goleada de 6–1, num jogo perfeito onde todos os processos ofensivos funcionaram na perfeição. Esta vitória esmagadora serviu como um autêntico balão de oxigénio, injetando enorme confiança nos jogadores e transformando por completo o ambiente no balneário. A partir desse momento, o futebol rendilhado e determinado de Van Sant estabilizou de vez, encadeando uma excelente sequência de vitórias consecutivas no campeonato que catapultaram o clube para a frente da tabela, provando que o processo de trabalho estava finalmente a dar os frutos desejados. Agosto trouxe também a estreia absoluta da equipa nesta temporada na prestigiada Emirates FA Cup, disputando a First Qualifying Round. O sorteio ditou um confronto fora de portas contra o Hitchin Town, equipa de um escalão inferior. Fazendo valer o favoritismo e o excelente momento de forma, os comandados de Diogo Van Sant não deram qualquer hipótese de surpresa e repetiram a receita da goleada anterior, vencendo categoricamente por 6–1. Esta passagem tranquila à eliminatória seguinte não só reforçou o prestígio da equipa a nível nacional, como também garantiu um importante encaixe financeiro para os cofres do clube, consolidando a excelente rotação e profundidade de um plantel que começava a sonhar com voos mais altos. No balanço final de um mês incrivelmente preenchido — com um total de nove jogos realizados —, o Royston Town fechou agosto num brilhante 3.º lugar da Southern League Premier Central. Mas o dado mais impressionante surgiu na análise avançada das estatísticas da liga: se a classificação fosse ordenada puramente pelo xG (Golos Esperados), o Royston seria o líder isolado do campeonato. Esta excelente prestação coletiva foi amplamente sustentada por exibições individuais de enorme nível, com claro destaque para o extremo-esquerdo Harlan Hale, que se assumiu como um dos jogadores com melhor classificação média de toda a competição, acompanhado de perto pelas exibições consistentes de Jaden Odumosu e do médio-centro Ken Ryley. Com o mês de setembro a trazer novos embates para a liga e para a taça, Van Sant espera manter esta dinâmica vitoriosa para fixar a equipa definitivamente nos lugares de promoção. Obrigado a quem segue a quem comenta mais uma aventura! -
Esta nao 'e do Ticampos
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f*dasse coitadas das p*tas...
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@Ticampos pede ao Claude que te indique "coisas que possa fazer para ocupar a mente e que sejam positivas para a comunidade" Tambem podes perguntar a um Claudio ou Claudino qualquer na tua rua, mas ficam as sujestoes: - Comunidade Vida e Paz - https://www.cvidaepaz.pt/ - distribuir alimentos noite fora a quem precisa. - Ajudar quem necessita - https://sosanimal.com/ - Como gostas de IT e assim, a Santa Casa tem um programa de voluntariado para quem quer ensinar a pessoas mais idosas a "trabalhar com computadores" - Ler - https://bibliotecas.dglab.gov.pt/ - Jogar FM e fazer um save no EMEM ....
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Como o senhor que lhe deixou comprar um avancado
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[FM26] Road to World Cup 2026: Todas as Seleções
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Pois isso com a Argelia ou tinhas um Slimani top ou no maximo quartos -
Toda a gente entra...comeca com todas as 211 seleccoes registadas na FIFA, Primeiro eliminatoria a um jogo entre as seleccoes 211 e 175 do ranking - 18 apuradas Segunda eliminatoria a um jogo entre as 18 apuradas e as 174 a 66 do ranking - 63 apuradas 63 apuradas mais as 65 primeiras do ranking - Grupos de 4 - passam os primeiros 2 64 avos de final 32 avos 16 avos oitavos quartos meias final Ainda tinhamos bonecada como as Ilhas Salomao, Lesotho e Bhutan na fase de grupos, mas a segunda eliminatoria seria uma carnificina onde podiamos ter um Ghana que andava pelos 60s-70s do ranking, a jogar contra Macau, Samoa ou Ilhas Cook
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Julho de 2026 - Pa subir! A nova época de 2026/2027 começa com ambições totalmente renovadas para Diogo Van Sant no comando do Royston Town. Ao contrário da temporada anterior, em que assumiu o clube a meio do campeonato e com a equipa à beira da descida, o técnico português teve agora a oportunidade crucial de planear toda a estrutura desde a raiz. A primeira grande linha de ação foi uma reestruturação profunda da equipa técnica, trazendo uma forte e estratégica presença lusa para o clube. André Pinto, antigo defesa português com uma internacionalização no currículo, foi anunciado como o novo treinador adjunto. A chegada de Pinto reflete o desejo de Van Sant em rodear-se de homens da sua inteira confiança, capazes de traduzir a sua filosofia de rigor e união dentro de um balneário que precisava de uma identidade forte e coesa para aguentar as exigências do futebol de base inglês. A transformação do plantel para este novo ciclo foi quase absoluta, restando pouquíssimos sobreviventes da época transata. Com o departamento de observação a trabalhar arduamente, Van Sant garantiu reforços cirúrgicos a custo zero, uma realidade incontornável e vital nestas divisões. Entre as novidades mais promissoras está Harlan Hale, um médio ofensivo criativo que atua preferencialmente pela ala direita, uma posição onde a equipa sofria de uma falta crónica de opções. Para conferir solidez e equilíbrio ao miolo, o Royston garantiu a contratação de Cody Pennington, um médio defensivo com formação de elite no Liverpool, passagens pelo Birmingham City e que jogou no Oxford na última temporada. A baliza também foi blindada com a experiência de Ben Dudzinski, guarda-redes com um vasto currículo nos escalões inferiores. A juntar a estas caras novas, o avançado Joe Iaciofano regressa finalmente de uma longa lesão para liderar o ataque, acompanhado pelo jovem promissor Riley Noran, cedido por empréstimo pelo Wimbledon. Os testes de pré-época deixaram os adeptos no Garden Walk com fortes motivos para sorrir. O Royston Town realizou cinco jogos amigáveis marcados por exibições dinâmicas e uma veia goleadora assinalável, somando vitórias frente ao Wembley, Hayes & Yeading, Mildenhall Town e Enfield Town. O único desaire aconteceu diante do Scarborough Athletic, equipa de uma divisão superior, num taco a taco que terminou em 3–3 (com derrota nos penáltis por 3–2). Embora a direção do clube tenha traçado como meta oficial um lugar seguro na metade superior da tabela, o discurso interno de Diogo Van Sant não deixa margem para dúvidas: o grande objetivo para esta temporada é lutar categoricamente pela subida de divisão. Com a equipa inteiramente moldada à sua imagem, o Royston inicia a sua caminhada na Southern League Premier Central com o espírito e a estrutura necessários para transformar o sonho em realidade. Obrigado a quem segue a quem comenta mais uma aventura! -
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Maio de 2026 - Muito a mudar O mês de abril trouxe ao Garden Walk a confirmação de que o projeto Grassroots enfrentava a sua provação mais exigente. Diogo Van Sant olhava para o plantel do Royston Town com a certeza de que aquela tinha sido uma época para esquecer, marcada por fragilidades evidentes e pela falta de soluções. A equipa, que outrora demonstrara organização defensiva, parecia agora desgastada e incapaz de suster o rumo dos acontecimentos. Nenhum jogador se conseguia notar individualmente, com os índices de rendimento a fixarem-se em valores medíocres. O técnico português, no seu habitual tom sereno, reconhecia que faltava estofo e qualidade para garantir a tranquilidade pretendida. O caderno de notas de Van Sant, antes preenchido com frases de esperança, registava agora a necessidade urgente de uma reformulação profunda. O balneário acusava o toque da pressão e o ceticismo inicial da imprensa local parecia ganhar força face aos resultados. Não havia milagres possíveis com um grupo que dava sinais claros de esgotamento físico e mental. Abril não foi um mês de renascimento, mas sim de confrontação com as limitações reais do clube. Cada treino tornava-se um exercício de paciência para o treinador luso, focado em fechar a época com dignidade. Os adeptos, embora fiéis, partilhavam da desilusão coletiva que se instalara nas bancadas do estádio. O futebol de base mostrava-se cruel e implacável para quem não tinha argumentos para competir ao mais alto nível. Van Sant sabia que a manutenção era o único objetivo que restava para salvar a honra do Royston. E assim, com mais suor do que inspiração, a equipa arrastava-se num calendário que parecia não dar tréguas. análise estatística e o rendimento individual dos jogadores expunham as carências do Royston Town. Nenhum atleta apresentava uma nota média que justificasse destaque, sendo a mediania a regra geral. Os avançados mostravam-se inofensivos e o meio-campo revelava uma incapacidade crónica na transição e criação de jogo. As raras exceções de exibições aceitáveis vinham de elementos isolados, mas insuficientes para alterar o coletivo. Van Sant tentava mexer na estrutura, alternando táticas e promovendo dinâmicas diferentes, mas sem sucesso prático. Os jogadores pareciam não compreender as diretrizes ou, simplesmente, faltava-lhes a capacidade técnica necessária. A defesa, que no início da era do técnico português tinha sido o pilar, cedia agora com facilidade gritante. O desespero do treinador era visível nas conferências de imprensa, onde pedia paciência e união. O mercado de transferências fechado impedia a chegada de reforços que pudessem abanar o balneário. A dependência de um ou dois elementos para alvejar as redes adversárias tornava o Royston previsível. A equipa técnica desdobrava-se em sessões de vídeo para corrigir posicionamentos elementares que continuavam a falhar. O orgulho dos atletas estava ferido, mas a reação em campo tardava em aparecer de forma consistente. Cada jogo ganho ou empatado era visto como uma autêntica odisseia face às contrariedades sentidas. Van Sant escrevia: "A vontade não substitui o talento, mas é o mínimo que posso exigir a este grupo". Era o retrato fiel de um plantel limitado e entregue às suas próprias debilidades. O grande calcanhar de Aquiles do Royston Town residia na gritante falta de eficácia ofensiva. À exceção do avançado principal, os números de golos marcados pela restante equipa eram alarmantes. O segundo melhor marcador do clube apresentava um registo paupérrimo, o que traduzia a falta de faro pelo golo. Os extremos e médios ofensivos falhavam sistematicamente na assistência e na finalização. As bolas paradas, outrora uma arma forte, passavam a ser desperdiçadas de forma consecutiva. O Royston criava poucas oportunidades e, quando as conseguia, a ansiedade impedia a concretização. Van Sant lamentava a falta de um "instinto matador" na grande área adversária. Os treinos específicos de finalização não surtiam o efeito desejado nos encontros oficiais. A equipa passava jogos inteiros sem conseguir efetuar um remate enquadrado com a baliza. Esta seca goleadora colocava uma pressão desmedida sobre o setor defensivo, obrigado a não errar. Bastava sofrer um golo para que a derrota parecesse um cenário inevitável e definitivo. O público no Garden Walk desesperava a cada transição perdida e a cada passe falhado no último terço. O treinador português tentava dar confiança aos seus atacantes, mas a falta de golos era um fantasma constante. A imprensa local não poupava críticas à apatia ofensiva demonstrada pela equipa jornada após jornada. "Sem golos não há vitórias, e sem vitórias o projeto afunda-se", lia-se nos jornais de Hertfordshire. O Royston era, por larga margem, um dos ataques menos concretizadores da Southern League Premier Central. Se a equipa principal oferecia motivos de preocupação, o escalão de Sub-21 não trazia melhores perspetivas. Van Sant procurava desesperadamente na formação soluções para colmatar as falhas do plantel sénior. Contudo, a realidade encontrada nos escalões jovens era desanimadora e desprovida de talento imediato. Nenhum jovem jogador se destacava ao ponto de merecer uma chamada ou uma oportunidade na equipa principal. A qualidade técnica do plantel de Sub-21 estava muito abaixo das exigências competitivas do clube. O treinador português sentia-se de mãos atadas, percebendo que o futuro próximo não passava pela prata da casa. Havia uma falta gritante de competitividade interna que impedia a evolução natural dos atletas mais jovens. Os responsáveis pela formação pareciam falhar na deteção e desenvolvimento de novos talentos. Esta lacuna obrigava o clube a olhar exclusivamente para o mercado externo na preparação da próxima época. Van Sant sublinhava a necessidade de reestruturar também as bases do futebol juvenil do Royston. Não bastava reformar a primeira equipa; era preciso semear para colher a médio e longo prazo. A ausência de "sangue novo" aumentava o cansaço dos habituais titulares, sem concorrência à altura. O projeto Grassroots, que devia assentar na comunidade e nos jovens, falhava nesse propósito essencial. As promessas de integração de jovens promessas ficavam na gaveta por manifesta falta de qualidade. O diagnóstico era claro: a estrutura do futebol jovem precisava de uma revolução total e urgente. O desfecho do campeonato confirmou o Royston Town na penúltima posição da tabela classificativa. A equipa terminou no 18.º lugar, salvando-se da descida de divisão por uma margem curtíssima. A diferença de golos revelou-se decisiva, com o clube a beneficiar de ter menos um golo sofrido que os rivais. O registo final mostrava um total alarmante de 21 derrotas ao longo da exigente caminhada desportiva. O Royston somou apenas 48 golos marcados, partilhando estatísticas com equipas do fundo da tabela. Em termos defensivos, a equipa fixou-se como a terceira pior de toda a competição. Apenas o Quorn, último classificado, apresentou números mais desastrosos no setor recuado. A salvação foi conseguida a ferro e fogo, num sofrimento que se estendeu até ao último segundo. Van Sant respirou de alívio, mas o semblante carregado denotava a insatisfação com a prestação global. O Royston terminou em igualdade pontual com o Stamford, que acabou por ser despromovido. A imprensa desportiva local classificou a campanha como um "milagre de sobrevivência" em Hertfordshire. A reputação do clube continuava baixa, reflexo de uma época penosa e sem brilho. Os adeptos celebraram a permanência, mas com a consciência de que os erros não podiam ser repetidos. A tabela final não mentia e espelhava na perfeição as fragilidades de um ano atribulado. O projeto mantinha-se na Southern League Premier Central, mas o aviso para o futuro estava dado. Com o fecho da cortina competitiva, Diogo Van Sant apontava baterias para o mercado de transferências. O treinador português sabia que a única via para a sobrevivência passava por uma revolução no plantel. Era imperativo contratar jogadores com experiência e estofo para aguentar as exigências da liga. O planeamento para a nova época começava no imediato, sem tempo a perder com lamentações. Fardas novas, mentalidade renovada e caras novas eram as promessas de Van Sant para os adeptos. O clube precisava de recuperar o respeito dos adversários e a dignidade perdida nos relvados. As reuniões com a direção intensificavam-se para definir o orçamento disponível para reforços. O técnico sublinhava a importância de errar o menos possível no perfil dos atletas a contratar. O Garden Walk precisava de voltar a ser uma fortaleza intransponível para quem o visitasse. O ceticismo em redor de Van Sant mantinha-se, mas a permanência garantia-lhe o benefício da dúvida. O treinador escrevia na última folha do caderno: "O futuro constrói-se com decisões difíceis e coragem". A reconstrução emocional dava lugar à necessidade prática de competência e qualidade futebolística. No frio que antevia a preparação da nova época, o Royston Town preparava-se para mudar de pele. Van Sant sabia que o verdadeiro teste à sua liderança começaria com as escolhas que fizesse no verão. E, com o mercado à porta, o treinador português iniciava a batalha mais importante da sua carreira. Obrigado a quem segue a quem comenta mais uma aventura! -
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So para a proxima epoca... -
Isto 'e mais um projecto inacabado?
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Tudo a dar no AI como eu Com os Bafana Bafana ja muito fizeste tu, com a Alemanha, acaba por ser estranho a final ter sido com o Egipto, mas conquista sem espinhas! -
[FM26] LLM - Unemployed Vol 29. - Grassroots
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End of April 2026 - Tensao total O mês de abril de 2026 trouxe a reta final e mais dramática da Southern League Premier Central para o Royston Town de Diogo Van Sant. A estabilidade conseguida em março foi posta à prova no momento mais tenso do ano. A equipa começava o mês sabendo que dependia apenas de si própria para carimbar a permanência na divisão, mas a margem de erro era curtíssima e o calendário não dava tréguas. Nos bastidores, as águas agitaram-se com as eleições do clube. Steve Jackson foi reeleito como presidente após um escrutínio renhido e enviou de imediato uma mensagem clara ao técnico português. Apesar de demonstrar alívio pelo desfecho eleitoral, Jackson foi perentório ao afirmar que as finanças do clube estavam no limite e que não haveria qualquer margem para investimentos no plantel na janela de transferências que se avizinhava. Van Sant teria de fazer muito com muito pouco. A caminhada em campo começou com uma receção muito complicada frente ao Bishop's Stortford no Garden Walk. Num jogo de nervos à flor da pele, o Royston Town superiorizou-se em quase todos os capítulos estatísticos, mantendo a posse de bola e controlando os ritmos da partida. A exibição foi coletivamente sólida, mas a falta de eficácia no último terço voltou a assombrar a equipa. Contra a corrente do jogo, os visitantes conseguiram desferir um golpe fatal já perto do final do encontro, fixando o resultado num frustrante 0–1. A derrota caseira deixou um sabor amargo e as repercussões foram ainda mais graves a nível físico: o avançado Yassine Ofano contraiu uma lesão grave durante o encontro. Sem o seu principal homem de referência no ataque, Van Sant via-se obrigado a reinventar a equipa para as derradeiras batalhas pela sobrevivência.A resposta tinha de ser imediata e a deslocação ao terreno do Stourbridge foi encarada como uma autêntica final. Com o fantasma da despromoção à espreita, o Royston Town apresentou-se compacto e altamente focado na estratégia delineada pelo treinador. O jogo desenhou-se muito equilibrado e disputado a meio-campo, com ambas as equipas a revelarem receio de errar. Contudo, a capacidade de sofrimento e o pragmatismo dos Crows valeram ouro. Dois golos certeiros na fase final do encontro ditaram uma vitória categórica por 0–2. Estes três pontos foram oxigénio puro para o balneário, que celebrava um triunfo essencial mesmo sem o seu ponta de lança titular, restabelecendo a confiança do grupo para os desafios que faltavam. Com a manutenção à distância de um pequeno passo, o Royston Town regressou ao Garden Walk para defrontar o Harborough Town. O encontro seguiu a bitola da competitividade extrema que define a divisão. Num jogo de parada e resposta, a equipa de Van Sant bateu-se com brio, mas a frieza dos visitantes nas bolas paradas e nas transições acabou por fazer a diferença. O Royston cedeu por 1–2, num resultado que relançou a incerteza total para a última jornada do campeonato. A decisão final ficava guardada para o reduto do Bromsgrove Sporting, onde um deslize poderia deitar tudo a perder se os rivais diretos vencessem os respetivos compromissos. O jogo decisivo contra o Bromsgrove Sporting foi uma autêntica montanha-russa emocional. O Royston Town entrou personalizado e dominou a partida em vários períodos, exibindo bom futebol coletivo. No entanto, a eficácia do adversário foi implacável: em poucas aproximações à baliza contrária, o Bromsgrove castigou severamente os erros defensivos e fixou um pesado 3–1 no marcador. O apito final trouxe momentos de enorme angústia no relvado, com os jogadores e a equipa técnica à espera de notícias dos outros estádios. O alívio acabou por chegar vindo de Worcester. O Stamford, único rival com capacidade para ultrapassar o Royston na tabela, não foi além de um empate a zero contra o Worcester City. Com este desfecho, o Royston Town garantiu a manutenção matemática na Southern League Premier Central. Van Sant cumpriu o objetivo principal da época, mas o fecho do ano civil deixou um aviso claro: há muito trabalho de reestruturação pela frente para preparar a próxima época e evitar novos sobressaltos. Obrigado a quem segue a quem comenta mais uma aventura!
