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Burkina2008

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Tudo que Burkina2008 publicou

  1. Esta explicado... A malta do PC entre 1989 e 1992 teve uma vida demasiado stressante e angustiante
  2. Nao me lembro de usar alguma rede social ou nao. Mas tenho VPN no telefone e do que me lembro no meu numero da AT&T funcionava tudo...nao me lembro se levei o portugues ou o alemao comigo tambem...
  3. A culpa de ser ditador desde 2013 que veio substituir outro que tambem foi ditador (entre 1999 e 2013) sao as sancoes que comecaram em 2015? Em 2015 quando comecaram as sancoes a inflacao ja andava nos 180%, foi culpa das sancoes? A elasticidade mental que certas pessoas teem de fazer para justificar apoio a ditadores porque sao de uma certa cor politica...
  4. Eu fui em 2023. So ha dois problemas, tens de voar via Turquia/Dubai/Egipto/Qatar. Como os cartoes de credito e debito nao funcionam, tens de levar USD/EUR e trocar la, e eles sao bastante picuinhas sendo que as notas teem de estar quase sem circular. Ha um way around, que 'e abrires uma conta com um cartao UnionPay online num pais "amigo" tipo num banco do Dubai, transferir dinheiro para la antes de ires para a Russia e esses funcionam sem problema. Dito isto o USD no mercado negro/paralelo tem exchange rate melhor... De resto nao sei com o passaporte portugues, mas com o alemao ja nao necessitas de visto ha uns anos e quando cheguei ninguem perguntou nada sem ser "Quantos dias ia ficar e se ia fazer alguma viagem de aviao dentro do pais"
  5. Esta tao bom que ao fim de 2 meses consegue ter um numero tao baixo de jogadores que as outras edicoes demoraram quase 10 meses a chegar...continuem a insistir que este 'e o caminho certo...
  6. Qualquer empresa com Betriebsrat faz com que qualquer despedimento sem ser por razoes de "compliance" seja impossivel sem chegar a acordo...e qualquer empresa que tenha 200 empregados tem Betreibsrat na maioria das vezes e com 500 ou mais nao conheco um unico caso que nao tenha.
  7. Eu conheco varias realidades, Portugal, Dinamarca, Alemanha como assalariado e Alemanha e States como "patrao" e sem existir uma formula perfeita, acho que Portugal tem um equilibrio muito bom nas leis actuais. Nao sao perfeitas, mas nos States dependendo de cada estado 'e mais ou menos uma bandalheira, na Alemanha e na Dinamarca, sobretudo a nivel de multinacionais existe uma inflexibilidade tao grande que se criam provisoes para gente que fica encostadas apenas porque nao quer trabalhar/actualizar-se. Agora uma coisa 'e certa e aqui 'e que a malta que defende o patronato se engana. Mais flexibilidade, nao 'e apenas desastroso para a pessoa e a sua familia, mas para a sociedade. Basta olhar para os custos sociais, estigma e ate problema medicos de pessoas que de um dia para o outro se veem nessa situacao. E aqui o Estado, que somos todos nos, tem de defender os direitos das pessoas e nao o lucro das empresas. Mesmo o gajo que alguem mencionou, que era director na Romenia e depois voltou para Portugal. Alguem o colocou l'a, se calhar por isso a mulher deixou de trabalhar para ir com ele, tem obrigacoes com imoveis, com os lares dos pais, com o que quer que seja. Agora que ja nao presta, vamos correr com ele?
  8. Ista decisao deve ter sido inspirada nos Monty Python...no Irao onde a homosexualidade da pena de morte Deve ser porque os jogadores de ambos os lados se vao recusar a jogar e assim as duas seleccoes ficam logo banidas e assim temos ja as duas que passam no grupo H, Belgica e Nova Zelandia
  9. Basicamente Verde = paises colonizados Amarelo = colonizadores Vermelho = wierdos do costume Deveriam inventar um simulador qualquer de mundos paralelos para mostrar que sem colonizacoes, o Reino do Benin e o Imperio Inca seriam as maiores pontencias mundias do seculo XXI
  10. Podem nao ouvir os pais aos 13 anos, mas quantas pessoas (incluindo voces mesmos) conhecem que votam de forma diferente dos vossos pais? E quando digo diferente, nao digo casos como PS e Livre/BE ou PSD e CDS. Quantos conhecem que os pais votam no PS e os filhos vao votar no Chega? Ou que os pais sao do CDS e os filhos votam no Livre? Podem nao ouvir os pais, mas com 20% da populacao a votar no Chega, sera mesmo um misterio que pelo menos 20% desses miudos tenham ideias cheganas? Nao estou a excluir o tema das redes sociais, mas tambem ai, por um lado qualquer partido tem uma plataforma para fazer o mesmo que faz o Chega e por outro "regular" as redes socias seria impedir que um partido que de momento esta legal e tem representatividade de expor as suas ideias (por mais palermas e racistas que sejam).
  11. Hmmm...sinceramente o mar Adriatico ou mesmo o Mediterraneo nada teem que ver com praia em Portugal As praias portuguesas podem ser lindas, mas para fazer surf ou entrar e sair rapido. Se queres estar meia hora dentro de agua sem ficares com hipotermia, ir para a praia em Portugal nao 'e uma opcao. Achar que temos boas coisas no nosso pais, nao quer dizer que nao existam melhores noutros sitios.
  12. Nada bate atravessar a 5th Avenue num Black Friday ou certas partes de Hong Kong ou Manila ao fim de semana.
  13. Excelente uso de espaco. Acho que reduzirem o painel da equipa para 1/3 com scroll ainda ficava melhor
  14. Radnički Obrenovac: The Rise of Diogo Van Sant and Serbia’s Surprise Package By Marko Petrović | May 2024 | Obrenovac When the summer of 2023 arrived, few in Serbian football circles were talking about Radnički Obrenovac. The club had been drifting in the lower leagues, its facilities modest, its reputation local at best. In real life, Radnički had finished 17th in the Second League Belgrade the previous season, a campaign marked by inconsistency and dwindling crowds. Expectations were low, survival was the goal, and the idea of promotion seemed fanciful. Into this environment stepped Diogo Van Sant, a manager with no coaching badges, no Serbian pedigree, and no reputation beyond whispers. His appointment was met with skepticism. Yet within weeks, the tone around Obrenovac began to change. Van Sant’s first task was recruitment. He knew the squad he inherited could not sustain a serious campaign. With no budget, he turned to the free agent market, gradually adding reinforcements. Contrary to early rumors, Lazar Marković never joined Radnički; his name appeared in transfer dealings, but he was not part of Van Sant’s squad. This detail matters, because the rise of Radnički was not built on marquee names, but on journeymen and overlooked talents who found new life under Van Sant. Preseason offered the first glimpse of what was to come. Radnički tore through friendlies with swagger. The goals flowed freely, the defense looked organized, and the team played with intensity. At the heart of it all was Filip Đorđević, a striker who had never been considered a star. Under Van Sant, he became a predator, scoring in nearly every match, often within the first five minutes. “Filip is our heartbeat,” Van Sant told reporters. “He sets the tempo.” Alongside him, Nikola Janković emerged as the man for late goals, sealing victories in stoppage time with uncanny regularity. The tactical setup was clear: a 4‑2‑3‑1 wide formation, emphasizing high pressing, fast transitions, and positional discipline. It was not revolutionary, but it was perfectly suited to the squad’s strengths. The league campaign began in August, and Radnički exploded out of the blocks. Every match felt like déjà vu: Đorđević struck early, Janković sealed it late, and the defense held firm. Crowds swelled. The town buzzed with pride. “We haven’t seen this in years,” said one supporter. “Van Sant has given us back our club.” By October, Radnički were in the top half of the table, beaten but feared. The board, initially cautious, began to dream... December brought a pause, but Radnički used it to sharpen their blade. More importantly, new names began to shine. Nikola Nedeljković became a box‑to‑box dynamo, scoring and assisting with equal ease. Kristijan Bjelanović added goals from midfield, often in clutch moments. Luka Dragojević brought creativity and bite, linking play between midfield and attack. Uroš Damjanović grew into a midfield general, dictating tempo and breaking up opposition attacks. The squad was no longer reliant solely on Đorđević and Janković. Depth had arrived, and with it, resilience. By April, the league table was tight. Brodarac, Zvezdara, and Radnički BG were all in contention. Radnički Obrenovac sat in the top three, fighting for promotion. Every match became a final, and Van Sant’s men showed no signs of cracking under pressure. Đorđević finished the season with over 30 goals in all competitions, cementing his status as the league’s deadliest striker. Nedeljković added double digits in goals and assists, while Bjelanović and Dragojević chipped in with crucial contributions. The defense, led by Rodić and Gajić, remained one of the stingiest in the league. Off the pitch, Radnički made strategic moves. The club signed a national partnership with first division mid table Željezničar, opening doors for player loans and friendlies. It was a sign of ambition, a club looking beyond the league, beyond Serbia, toward a future in bigger competitions. Van Sant, still without formal coaching badges, became a cult figure in Obrenovac. His pragmatic style, tactical clarity, and emotional intelligence turned a patchwork squad into a winning machine. He kept the squad grounded, rotated smartly, and maintained morale. “We don’t have stars,” he said. “We have a team.” The board, initially cautious, now spoke openly of long‑term plans. The fans, once skeptical, now packed the stadium week after week. Van Sant had given Obrenovac its pride back. Whether Radnički clinched promotion or narrowly missed out, the season was a triumph. From tactical masterclasses to transfer coups, from fan engagement to squad development, Van Sant’s first year was a blueprint for modern management. The club’s value rose, the average attendance soared, and the squad gelled into a unit that could challenge anyone. In a league full of sleeping giants and forgotten names, Radnički Obrenovac became the story. Not because they had the biggest budget or the flashiest players, but because they had belief, identity, and a manager who turned potential into performance. As the curtain falls on the 2023–24 season, one thing is clear: Radnički are no longer just a name in the Serbian third tier. They are a team with momentum, ambition, and a future worth watching. And if this was just the beginning, Serbia better brace itself for what comes next.
  15. Jogadores activos hoje FM26 - 37k, FM24 - 16k Comparar com qualquer series como o EA FC26 - 44k FC25 - 10k Atraves de dados simples se verifica quao m*rda este FM26 esta...
  16. yap comprei o FM26, joguei 20 horas, achei uma m*rda, refund e continuamos no FM24 nao mudem nao, que rapidamente alguem subsidia metade da equipa de FM para um outro sitio e comecam um jogo alternativo ao gusto da comunidade
  17. A Guine-Bissau esta a dar mais uma licao de democracia ao mundo!
  18. Hitler reeleito na Namibia. Mais votos para o Chega https://www.youtube.com/watch?v=gsI2JytKw9c
  19. Nunca! JMV a primeira e depois logo se ve
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