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Lebohang

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Tudo que Lebohang publicou

  1. O norueguês devia ter caído com estilo, como o Paulo Futre
  2. Um iludido que rapidamente vai descobrir o buraco onde se meteu.
  3. Hoje só faltaram realisticamente 5 jogadores: Lukebakio, Tomás Araújo, Dedic, Aursnes e Rios. Schelderup está mais que vendido.
  4. Os receios do CruzamentoBall eram infundados. Estou a ver desde os 60', nem do meio-campo conseguem passar
  5. Para quem não sabe nestas pré-eliminatórias são os clubes que deteem os direitos televisivos até ao Play-off, daí que no ano passado o Benfica-Nice passou em sinal aberto e o Benfica-Fenerbahce não
  6. https://www.zerozero.pt/jogador/jaden-umeh/1264057
  7. ONZE DO BENFICA: Trubin; Bah, António Silva, Lenglet e Dahl; Enzo, Barreiro e Sudakov; Rafa, Jaden Umeh e Pavlidis Suplentes: Samuel Soares, Diogo Ferreira, Franjo Ivanovic, Kaminski, Manu Silva, Gianluca Prestianni, Gabriel Índio, Tiago Gouveia, Banjaqui, José Neto, Anísio Cabral, Miguel Figueiredo, João Rego e Rui Silva.
  8. Entretanto nos Juniores Masculinos final improvável entre um qualifier de 16 anos que antes de chegar a este torneio apenas tinha duas vitórias para amostra (ambas em terra batida) segundo o site da ATP e o filho do Lleyton Hewitt
  9. "Substitui-o (Cristiano Ronaldo) 16 vezes no ano passado" 🗣� "flex" de Jorge Jesus 🇵🇹, na apresentação como seleccionador nacional #AntunesAnalisa : JJ até foi "humilde" pois foram 17 substituições, mas... agora vamos a factos sobre quão "bombado" é este "flex" do rei da táctica: ⏲️ 11 em 17 subs aconteceram para lá dos 80m ⏲️ 7 das 17 subs aconteceram em cima do minuto 90 ou descontos ⏲️ apenas 4 em 17 substituições aconteceram sem que CR7 tivesse marcado ou assistido e nunca antes do minuto 78 (e apenas 1 em 4 antes do minuto 81) ⏲️ apenas 2 em 17 aconteceram cedo no jogo (46m e 57m) e em ambas já após Cristiano ter marcado e/ou assistido e nos dois casos com a equipa a vencer por 4-0 quando saiu ⏲️ apenas 1 vez Jorge Jesus tirou Cristiano a perder e foi frente ao Al-Hilal, já a perder 1-3 e aos 83 minutos ⏲️ Cristiano Ronaldo terminou com uma média de 85.5 minutos por jogo, num total de 37 jogos oficiais em 25/26. Conclusão? Sabes muito, JJ 🙂 #GoalPointFacts @_goalpoint
  10. Amigável #1 SL Benfica vs Flamengo Local: Estádio do Algarve Data: Sábado, 11 de Julho às 19.30 Transmissão:
  11. Tal como Portugal durante a ditadura nem sequer metiam lá os pés na maior parte do tempo. Conseguiram sair mais depressa do buraco que nós porque têm mais população e mais dinheiro, basta ver que nos JO só começaram a chegar às dezenas de medalhas na década de 90 e mesmo assim ainda estão longe do desempenho de Alemanha ou França por edição
  12. Tentem os Centros Comerciais Allegro que em todas as edições abrem um espaço para troca de cromos. O do Montijo hoje estava cheio, portanto Sábado e Domingo deve ser a mesma coisa
  13. Ainda hoje vi uma criança de 8/9 anos a fazer o "SIU" do Ronaldo e estamos a falar de alguém que não apanhou o prime Ronaldo. Nas eleições do Benfica nas reportagens d'A Bola pelas Casas do Benfica estava uma de 18 anos que ia votar no Banana e não apanhou sequer o prime RC ou o Sebastianismo anual de ele assinar pelo Benfica. Eu nem me iludo, há uma parte da população (acredito eu maioritária) que quer CR a titular
  14. Acabou o conto de fadas do Fery: 67 26 46 Agora é o Djokovic a tentar manter o seu.
  15. Esta ideia do 4x4x2 é muito gira mas como disse lá no tópico do jogo contra a Espanha vai dar m*rda, nenhuma seleção que queira ganhar títulos joga com dois avançados porque isso significa abdicar de um jogador no meio-campo onde os jogos são realmente ganhos.
  16. Ironicamente deu a entender que o Ramos também seria para titular
  17. https://www.transfermarkt.pt/cristiano-ronaldo/leistungsdaten/spieler/8198/saison/2025/plus/1#google_vignette Substituições aos 80 e tal minutos...
  18. Presente em França ao longo do torneio, Tovar interpreta a música como “um escape bom encontrado pelos jogadores para se libertarem da pressão social-desportiva daquele mês de competição”. Quem liderou aquela Seleção, assegurando, profeticamente, que só voltaria a casa a 11 de julho e em festa, nega que aquelas palavras se tivessem tornado o mantra do grupo. Fernando Santos rejeita que seja indiferente “jogar bem ou mal”: “Sabíamos que quem joga mal perde muitas vezes”, assegura ao Expresso, puxando de registos que englobam, também, a fase de apuramento: “Realizámos 14 jogos, incluindo a final, e não perdemos nenhum. Quer dizer que jogámos sempre muito bem ou, pelo menos, em poucos casos mal.” A exceção feita regra Por muito que o ex-selecionador não queira colar o lema à conquista, a mensagem entrou na consciência coletiva da bola nacional. O primeiro grande título chegara assim, privilegiando a segurança, sem a mais talentosa das gerações, então poderia erguer-se, a partir dali, uma norma. “Portugal não ter sido exatamente o campeão com mais mérito da história dos Europeus reforçou o pensamento ideológico da maior parte da escola portuguesa, colocando o resultado à frente de qualquer estética ou qualidade exibicional. Lançou, durante vários anos, a ideia de que Portugal não precisava de procurar um futebol apoiado e criativo, adaptado aos seus melhores jogadores”, resume Tomás da Cunha, analista e cronista da Tribuna Expresso. Rui Miguel Tovar recorda como, em Saint-Denis, o prolongamento foi “todo” de domínio nacional. “Eder cabeceia para defesa apertada de Lloris aos 104’, Guerreiro acerta na trave aos 107’ e golo de Eder aos 109’”. Ali ‘matou-se’ a barreira psicológica de não ganhar. Rui Malheiro, que juntamente com Tomás da Cunha protagoniza o “No Princípio Era a Bola”, podcast da Tribuna Expresso, constata que “o crédito” da conquista “é imenso e seria mesquinho regateá-lo”. “A Federação, de Fernando Gomes e Tiago Craveiro, deixou de ser a estrutura de um país de segunda linha e passou a sentar-se à mesa dos grandes com uma legitimidade nova. As receitas dispararam, o poder negocial de Portugal na Europa ganhou uma solidez que a mera qualidade dos jogadores nunca lhe garantira”, atesta Malheiro. O ADN de 2016 deveria ter sido uma “solução de circunstância, não um mandamento”, diz Malheiro Mas nem tudo foi ideal, prossegue: “Portugal consagrou um método, o do sofrimento organizado, da resistência paciente à espera do erro alheio e do lampejo salvador. Num país que idolatra o resultado, consagrar um método é transformá-lo em dogma, que não se discute, replica-se”, teoriza Malheiro, que frisa a “força cultural do resultado”, que deveria ter sido lido como “uma solução de circunstância no seu contexto, não como um mandamento a repetir”. No Mundial e no Europeu seguintes, a seleção não superou qualquer duelo a eliminar. Aí já o ritmo de produção de talento nacional acelerara e novas fornadas adquiriam protagonismo. Só em 2022, sublinha Tomás da Cunha, é que “Fernando Santos se emancipou”, aproximando-se de “uma liberdade criativa” ainda não vista. Acabaria fora do cargo, com Roberto Martínez a reverter os sinais de futuro dados. Não houve qualquer título para as seleções jovens entre 2003 e 2016. Na última década, é um festim: campeões da Europa e do mundo em sub-17, campeões da Europa sub-19; finais perdidas em sub-17, sub-19 e sub-21. FC Porto e Benfica ganharam a Liga dos Campeões sub-19. Década desperdiçada? Apesar disto, a nível sénior há um constante sabor amargo. Findos os companheiros geracionais de Ronaldo — Pepe, Quaresma, Moutinho, Nani… — uma outra camada, cerca de 10 anos mais jovem, não logra repetir o brilhantismo dos clubes. “Houve equipas tecnicamente melhores que 2016, mas poucas vezes apresentando uma identidade que valorizasse ao máximo o talento. Está a acabar uma geração de grande qualidade (Bernardo Silva, Bruno Fernandes, João Cancelo), mas as exibições memoráveis deles pela seleção não são assim tantas”, aponta Tomás da Cunha. Não vencer dois jogos a eliminar na mesma competição desde 2016 não leva Tovar a falar em “década perdida”. O autor de vários livros atesta que “Portugal nunca foi uma potência” e deve ter como “missão prioritária” a “qualificação para as fases finais”, ao que se segue um “carrossel de emoções”, dependente de “muitos fatores”. Rui Malheiro opta por outra expressão, classificando como “década desperdiçada”, por via de se ter produzido, nestes anos, “a geração mais profunda e completa” da história nacional. “Não falhámos por falta de jogadores, falhámos apesar de os termos todos. A seleção não pisa umas meias-finais desde 2016 porque durante demasiado tempo lhe faltou uma identidade, um modelo, uma ideia à altura desse modelo.” Será tudo culpa de um cântico? Certamente não. Mas o êxito contagia, reproduz-se, gera descendentes. Ganhar como em 2016 foi bonito, épico, histórico, único. Ganhar mais vezes, vencer regularmente, recorrendo à fórmula de 2016 é uma impossibilidade comprovada.
  19. "Estava na Síria e chegaram os do Daesh a disparar, gritei "PORTUGAL! PORTUGAL!" e eles responderam "RONALDO!" e deixaram-me ir incólume" Luís Pedro Nunes
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