Ir para conteúdo

Lebohang

Moderador Geral
  • Total de itens

    38.549
  • Registo em

  • Última visita

Tudo que Lebohang publicou

  1. Seria importante o Noronha conseguir mais de 40% dos votos nesta 2ª volta mas está mais que visto que sairá uma vitória talvez por 66-34 a 62-38, muita gente do Manteigas acha mesmo que o JDM conseguirá fazer melhor do que o Noronha em 2029 contra uma máquina sem escrúpulos e impiedosa a espalhar desinformação. É que as pessoas da candidatura ou que apoiam a candidatura do JDM que pensam votar branco ou, como ele disse na sua declaração, no Rui Costa (!) precisam de perceber que a força do bloco da oposição sairá desta 2ª volta e deixar o Rui Costa ganhar a eleição com mais de 60% e vencer a votação nos dois Pavilhões da Luz não é exatamente a mesma coisa do que vencer com menos de 60% e perder a votação aí.
  2. Dois apontamentos deste "debate": 1. Sinto mais nojo de Rui Costa do que alguma vez sentirei de Luís Filipe Vieira; 2. Dia 9 dou o gtfo deste clube, os valores que esse indivíduo professa e que a maioria suporta não são definitivamente os meus e não é o facto do clube ter o mesmo emblema, a mesma camisola e jogar no mesmo Estádio do (outrora) Benfica que me farão mudar de ideias.
  3. Rombo nas finanças já é real, no ano passado foram 97M de euros em prémios de competições entre UCL e Mundial, este ano se não passarmos a FG serão para aí uns 45M. Estamos a falar logo de 50/60M no vermelho...
  4. Sugestões de países africanos onde um grupo de portugueses de bem consiga liderar de forma remota um partido na clandestinidade em Portugal? Costa do Marfim já foi sugerida em 2020 btw
  5. "Espero que o Rui Costa ganhe agora sobre o futebol não está nada bem" "Gostava que o Benfica crescesse mais mas o Rui Costa tem que melhorar e mudar a forma de jogar" Reportagem da SIC Notícias no Porto, esta massa adepta parece um sketch do Gato fedorento.
  6. Parafraseando o poeta Ricfazeres esse zeca nem para mula do chat serviria.
  7. Esse motivo do "novo Vale e Azevedo" não cola. Daqui a nada estamos em 2050 e o VA será tão mitológico para a massa associativa como o Gilgamesh era para os sumérios. Tratemos os bois pelos nomes: a maior parte da massa associativa vota de forma idiota porque é idiota. Basta ter passado os olhos e ouvidos no último Sábado pela TV: "Voto nele porque foi um grande jogador" "Porque é benfiquista" "Porque está a aprender" "Voto nele mas quero mudança" "Votaria no Rui nem que tivesse zero títulos" "Dou mais 4 anos ao Rui e logo se vê". Um deles até citou os 4 títulos que ele conquistou em 4 anos de mandato, como se isso fosse uma proeza do crl. Não há motivo lógico para votar no Rui Costa e o próprio Rui Costa sabe isso. Basta ver a sua campanha, a colocar imagens do Rui Costa jogador, a tirar selfies com os adeptos ou a assinar camisolas dele do tempo do Benfica. Quando ele faz a tirada patética do "Espero ser melhor Presidente que Jogador" que qualquer pessoa com dois neurónios percebe que é um atestado de incompetência ao seu mandato, os idiotas veem como um sinal de esperança para validar o seu voto irracional. Já agora sobre este voto até vou classificá-lo de um voto com o padrão Chega por dois motivos: (1) o facto de as pessoas não terem um motivo unificado para votar Rui Costa porque, obviamente, não há motivos para o terem com este mandato de fracassos. Têm ali um menu de 14 pratos, uns com Rui Costa Jogador, outros Anti-Noronha e o sócio escolhe 3 ou 4 e segue para a cabine de voto e (2) o voto de pouquíssima exigência que, obviamente, só resultará num mandato 2025-29 de pouquíssima exigência
  8. Vitória da dupla Cabral/Miedler por 75 63 frente ao Granollers/Zeballos
  9. O investigador Artur Santos conclui que, embora o Halloween tenha sido adotado e reinventado em Portugal, as suas raízes simbólicas — o culto dos mortos, a colheita, a partilha e o convívio — sempre fizeram parte da cultura portuguesa. Vilar de Perdizes, onde as bruxas são de origem portuguesa De norte a sul do país, as celebrações assumem formas muito distintas. Artur Santos destaca essa diversidade e o contraste entre o meio urbano e o rural: “O Halloween, enquanto produto de consumo, tem uma componente claramente urbana. Ganha força nas grandes cidades, onde o comércio, as escolas e as redes sociais promovem o imaginário norte-americano. Já no interior, o movimento é inverso: procura-se resistir a essa influência e preservar as tradições locais, sobretudo o espírito do magusto, que mantém viva a identidade comunitária”, explica o investigador. Um dos exemplos mais marcantes dessa preservação cultural é a Noite das Bruxas de Vilar de Perdizes, uma pequena aldeia de Montalegre, situada no extremo norte e interior de Portugal, junto à fronteira com Espanha. Neste local, o Halloween ganha um significado muito diferente do modelo globalizado. O evento, profundamente simbólico e ritualizado, combina o sagrado e o profano, a superstição e a religiosidade popular. Durante a celebração, tochas são acesas e as “bruxas” dançam à sua volta, num espetáculo que mistura teatro, mito e tradição oral. O momento culmina quando o padre da paróquia apaga as tochas e as lança numa grande fogueira — um gesto que, segundo os habitantes, serve para afastar os males e purificar o espírito da comunidade. “Em Vilar de Perdizes, o Halloween não é uma festa importada, mas sim uma reinvenção das antigas crenças populares. Aqui, o fogo é um elemento de limpeza e de renovação. É um ritual de continuidade com o passado”, explica Santos. Embora este ritual também se realize nas sextas-feiras 13, é na noite de 31 de outubro que ganha a sua expressão mais intensa, respeitando o ciclo simbólico do outono e reforçando o elo entre o mundo visível e o invisível. Noite das Bruxas As raízes irlandesas A tradição portuguesa tem assim uma construção própria, mas o Halloween propriamente dito tem as suas origens na Irlanda, nas antigas celebrações celtas do festival de Samhain, que marcava o fim das colheitas e o início do inverno — a estação mais escura e fria do ano. Os celtas acreditavam que, na noite de 31 de outubro, o véu entre o mundo dos vivos e o dos mortos se tornava mais fino, permitindo que os espíritos regressassem à Terra. Para afastar as almas malignas e proteger as aldeias, acendiam-se fogueiras e usavam-se disfarces feitos de peles e máscaras grotescas, num ritual de proteção e comunhão com os antepassados. Com o passar dos séculos, e com a expansão do cristianismo pela Europa, esta celebração pagã foi sendo adaptada. A Igreja Católica procurou cristianizar os costumes populares e instituiu o Dia de Todos os Santos, a 1 de novembro, como forma de integrar e dar novo significado ao antigo festival. Assim, a noite anterior ficou conhecida como “All Hallows’ Eve” — a Véspera de Todos os Santos —, expressão que, com o tempo, se contraiu até formar a palavra Halloween. Ou seja, afinal até foi o catolicismo a moldar as raízes pagãs, e não o contrário. A tradição viajou depois com os imigrantes irlandeses e escoceses para os Estados Unidos, onde ganhou novas formas e uma dimensão mais festiva e comercial. Lá, consolidaram-se práticas como o “trick or treat”, as abóboras esculpidas (inspiradas na lenda de Jack O’Lantern) e as fantasias temáticas, que acabaram por se tornar ícones globais, pela crescente presença nos meios de comunicação e, nos últimos anos, nas redes sociais.
  10. Então estão a assobiar o quê? Foi nisto que votaram nem há 4 dias atrás!
  11. A FPF e a Liga a dar tudo para o Costa ganhar as eleições mas nem precisam, os iletrados já fazem o trabalho
  12. Só para recordar que o Sporting com os regens já ganhava por esta altura 2-0 enquanto o titulares do Benfica não desatam um 0-0 contra os suplentes do Tondela. Tá? Obrigado e boa noite.
  13. Parabéns aos 42% que querem afundar ainda mais o clube dando mais 4 anos ao estágio IEFP do Rui Costa, isto é mesmo revoltante
  14. XI: Samuel Soares; Aursnes, António Silva, Otamendi e Dahl; Enzo, Leandro Barreiro e Sudakov; Lukebakio, Schjelderup e Ivanovic. Banco: Trubin, Obrador, Tomás Araújo, João Veloso, Richard Ríos, Prestianni, João Rego, Henrique Araújo e Pavlidis LOL
  15. 63 76(8) para a dupla Cabral/Miedler Segue-se a dupla Granollers/Zeballos
  16. Que tratado do Sr.Bagão, os três comentadores residentes pareciam burros a admirarem um palácio.
  17. Falar dos casos e casinhos não resulta e tendo em conta que o eleitorado do Rui Costa vota irracionalmente mesmo tendo dados do péssimo último mandato falar destes 4 anos é perder tempo. O melhor talvez seja mesmo falar do projeto, do futuro e cair de pé para depois nas próximas Presidenciais (que, acredito, não deverão ser daqui a 4 anos) atacar com o falhanço do projeto 2025-29
  18. O Parsimente já percebeu que quanto mais gente desinformada for, mais votos tem.
×
×
  • Criar Novo...