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BFC=Trincos_Everywhere

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  1. A centralização veio tarde demais. E tudo o resto que falta para fazer, ainda mais.
  2. Eu fico com a mesma sensação, mas daí, eu aterrei de paraquedas, sei bem pouco do desporto para fazer uma afirmação dessas.
  3. Jason Wilcox há alguns meses atrás: https://www.bbc.com/sport/football/articles/cedw8qq9l7po "I am a coach at heart. I am a coach inside even though I know I have a different job now. That is a strength in my role but it also causes me a bit of a problem because I always want to interfere in what the managers are doing." Rio Ferdinand ontem sobre o Wilcox: https://x.com/RioMeets/status/2008596151704932664 “He has a complete understanding of what Man United should be playing like” ------ tudo comprado Todos eles puxam os cordelinhos para tirar um pouco para si. https://x.com/UtdXclusive/status/200791721155463185 "Ex Manchester United players Nicky Butt & Paul Scholes believe Roy Keane should have been given a chance as United manager"
  4. Mas ele não foi despedido por causa disso. Apontar razões desportivas e comparar com migalhas inconsequentes de outros treinadores que fracassaram na perspetiva dos fans e media do United, não faz jus ao que se passou que levou ao despedimento dele. Ser esse o centro da atenção é uma perspetiva redutiva porque normaliza-se a aceitação que um treinador que está a poucos pontos do top 4 seja despedido a meio do ano zero, sem ter em conta que até tu próprio admites que um treinador melhor não seria capaz de um top 4. A solução encontrada pela direção é que não vão querer mais um treinador que tenha qualquer tipo de influência nos bastidores e vão voltar aos yes men. Isto a nível de reestruturação, independentemente se o Ole consegue levar o clube outra vez á LC, é cagativo. Uma estrutura que permite jogadores agirem de forma infantil nas redes sociais e com uma linguagem corporal nada profissional, que permite que um batalhão de ex jogadores possam ter influência nos altos cargos de uma estrutura, está condenada a nunca conseguir atingir a glória de antigamente. Por isso contextualizar que o Ole é um yes man - de que forma nada surpreendente - é uma escolha consensual por vários amigos pundits, importa. Até podia apontar que ganhou zero com o United, por isso mesmo do ponto de vista estatístico, não sei o que interessa estar falar sobre segundos lugares se a nível estrutural o clube continuou estagnado (e mais tarde piorou). Por isso é preciso falar sobre razões extra desportivas em vez isolar os números como se tornasse este acontecimento previsível e razoável.
  5. Saiu Antony, Garnacho, Rashford, Eriksen. Entrou Mbeumo e Cunha. Não sei se são 2 jogadores que vão fazer essa diferença. Principalmente quando houve alturas que o Cunha nem era o escolhido ou esteve lesionado. E o Sesko definitivamente não é um dos responsáveis por isso. O Maguire teve relevo a nível defensivo, mas não diria mais que o De Ligt. O Lisandro que está disponível nota-se que fez falta num dos eixos (nem o Yoro ou o Shaw tem o perfil adequado para um central tipo Inácio). Mas isso de com melhores jogadores uma equipa se torna melhor é um efeito universal, o que interessa é saber como é que a nível coletivo houve melhorias. Se tivessemos a falar que meio plantel foi mudado era uma coisa, mas só o ataque (e mais tarde o GR) é que teve mudanças no 11 titular.
  6. Porque senão ficava refém das vicissitudes do clube, desde a estrutura até ao poder dos jogadores no balneário. Até acho que jogou essa carta de intransigência por muito tempo mais para ser respeitado do que propriamente ser inflexível. Esse equiíbrio do que é sensato ou não só é fácil de se fazer depois de analisar as consequências, na verdade acho que qualquer treinador com uma personalidade forte faria o mesmo. A estrutura é claramente incompetente.
  7. Eu só consideraria o ano zero como prova de se ele consegue ou não, e tendo em conta que na temporada anterior havia Onana e uma série de atrasadinhos na frente de ataque, basta notar que a chegada de um guarda redes competente consegue transformar derrotas em pelo menos em empates. Eu pergunto-me como seria com um médio centro natural competente para se aliar ao Casemiro. A nível ofensivo a equipa notou uma evolução e em jogo jogado também. Eu acho que dizer o contrário é uma parvoíce de todo o tamanho, claramente ninguém se lembra que esta equipa nem conseguia fazer 3 passes seguidos quando ele lá chegou, e tinham uma força anímica de um palito. Mal sofriam um golo, era um desastre, borravam-se todos - e isto já vinha do tempo do Ten Hag nesse ano. O Amorim tem a sua dose de culpa na organização defensiva da equipa (o Ugarte ao lado do Casemiro já devia ter sido considerado há muito tempo atrás) e em algumas substituições decisivas. Mas também é verdade que a estrutura tem zero visão de um projeto. Não se justifica despedir um treinador com um banco de chavalos a poucos pontos do topo para agora trazer um treinador com novas ideias e que pode correr muito mal. Então têm dinheiro para pagar uma indemnização de milhões, mas não têm dinheiro para trazer um jogador no mercado de inverno?
  8. Continuação da última vez que falei sobre isto, é isso mesmo. É nestas alturas que o tal falatório sobre a arbitragem na Premier League faz a diferença. Lá segue jogo, aqui é um lance "discutível". Os contras de obviamente em situações ocasionais haverem faltas para amarelo que nem sequer são assinaladas coloca em risco a integridade física dos jogadores, mas os pontos a favor são demasiados para serem ignorados se a tendência da arbitragem portuguesa fosse mais leniente - e acima de tudo abordasse os lances de uma perspetiva contextual. Olhando para a linguagem corporal dos 2 jogadores, faz zero sentido que esta falta tivesse sido marcadaa. Mas isto vai para além de haver multas mais pesadas e mais proteção aos árbitros em Portugal. No geral as faltinhas são marcadas o que incentiva este tipo de contato físico flor de estufa que os jogadores - e bem - aproveitam. É a formação? Se retirarmos a cultura tóxica dos dirigentes e atuação da equipa técnica nos bancos, algo muda? Não sei a resposta, mas algo influencia de certeza.
  9. Eu gosto porque ao contrário da maioria das ligas eles são mais tolerantes ao choque físico. Existe maior agressividade, ás vezes é ridículo a não mostragem de cartões em certos lances. E é certo que ás vezes borram a pintura na marcação de alguns penaltis, mesmo com VAR. Mas no geral é uma lufada de ar fresco a quantidade de vezes que a mão vai á bola e segue em frente. Ou este tipo de lances em que claramente o Otamendi não é penalizado de alguma forma naquele lance, eu não ganhou a bola e nem foi impedido de a disputar. O braço é um choque normal que ele fez fita de caraças. Contexto é tudo, e acho sinceramente na Premier League a tendência de serem mais tolerantes favorece o espetáculo mais do que o contrário.
  10. Não concordo, mas já digo isso faz há muito tempo. O pessoal não gosta das faltinhas, mas nestas questões em favor do clube as coisas mudam logo de figura. Não há consistência de opinião. Isto é uma parvoíce marcar-se penalti.
  11. Tenta saltar a correr de forma lateral com a maior impulsão que consegues e mantém o braço perto do corpo, e depois diz-me se isso é natural.
  12. Primeiro jogo que vejo da liga portuguesa, alguns segundos, um lance de um penalti de um defesa que ganha a bola sem que impeça o Otamendi de a disputar e já após ter cabeceado com um movimento natural do braço. Um gajo lembra-se dos lances da Premier League e cagam de alto para choques destes, mas aqui é tudo florzinha de estufa.
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