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Rain Dog

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Tudo que Rain Dog publicou

  1. Hoje a vir de Aveiro para Viseu, com as condições horríveis que apanhei na A25, decidi apanhar o IP5 a pensar que a viagem ia ser mais calma. Tive toda a razão, mal entrei no IP5 apanhei um velho num Seat com 200 anos a uns constantes 23km/h. Fui atrás dele durante uma hora sem poder ultrapassar até chegar a Viseu. E tudo isto enquanto ia à rasca para mijar
  2. Rain Dog

    Sonhos

    Na noite passada tive um sonho incrível (ou vários), estive à espera o dia todo para o escrever em algum lado. Estava numa praça qualquer, numa zona urbana, com um amigo meu. A praça estava cheia de gente porque ia acontecer o lançamento de um foguetão e ali tinha-se as melhores vistas. Eu e o meu amigo estavamos só de passagem mas aproveitamos para assistir também. O lançamento acontece e inicialmente parece um sucesso...até que de repente o foguetão perde momentum e faz uma curva de 180°. O público, em vez de reagir com choque, começa a rir-se do que está a acontecer. A trajetória do foguetão começa então a alterar-se. Está completamente fora de controlo, a cair em espiral e na horizontal, e começa a aproximar-se, e a aproximar-se, e a aproximar-se...e vem em direção à praça onde estamos. No entanto, agora que está perto, pode ver-se claramente que não é um foguetão, mas sim um helicóptero com um carro dos bombeiros amarrado por baixo com fita cola americana. Fugimos todos para dentro de um edifício que está no meio da praça, que parece a Casa da Música, para tentar proteger-nos do impacto inevitável. Há gente aos gritos. O helicóptero passa por cima do edifício e vai despenhar-se uns metros a norte, seguramente matando peões. Há gente que sai então e vai a correr para o local do impacto e começa a espalhar-se imediatamente o rumor de que isto foi premeditado e que foi suicídio do piloto. Eu e o meu amigo saimos também para ver a situação de mais perto mas, quando estamos quase lá, alguém grita "Cuidado!" e aponta para trás de mim. Eu viro-me e vejo uma nuvem muito negra, em formato clássico de ovni, a vir a grande velocidade contra mim. Inicialmente toda a gente, eu incluído, pensou que fosse outro helicóptero, mas na verdade não era nada físico, nada material, era mesmo uma nuvem. Quando chegou mesmo à minha frente, a nuvem parou subitamente, evaporou-se lentamente e, de repente, materializa-se outra nuvem, branca, em forma de tambor, no chão precisamente à frente dos meus pés. Esta nuvem fica lá durante uns segundos e depois evapora também. Acontece exatamente a mesma coisa a todas as outras pessoas. Há nuvens negras em forma de ovni a ir em direção a toda a gente, individualmente, a parar de repente, evaporar-se e depois a aparecer uma pequena nuvem branca com a forma de um tambor à frente de cada um. Eu decido, enquanto isto ainda está a decorrer, dirigir-me uns metros a leste do edifício, onde há uma máquina de venda automática de tabletes de chocolate. Ao decidir o que vou comprar, dou conta que todos os chocolates são da mesma marca, que se chama "Banjul". E é aqui que o sonho entra numa side story surreal, porque eu lembro-me então que houve uma empresa misteriosa chamada Banjul que, anos antes, tinha comprado todas as marcas de chocolate do mundo e detinham agora um monopólio absoluto sobre todo o chocolate fabricado e comercializado globalmente. Não só isso, mas lembro-me também que se tornou absolutamente normal haver máquinas de venda de tabletes de chocolate e que toda a gente no mundo come chocolate diariamente como se fosse uma tradição que transcende culturas. Tiro uma tablete da máquina. O meu amigo, que é português mas neste sonho era espanhol, diz-me que a embalagem para ele está em espanhol, apesar de eu a ver claramente em português. Há coisas misteriosas a acontecer, claramente. Evito pensar mais nisso e lá como o meu Banjul. Fim do ato 1. Acordo num grande armazém rectangular, muito limpo, completamente vazio à exceção da minha cama junto ao portão de cargas e descargas. É a minha casa. Ao fundo do armazém, no lado oposto, há uma casa de banho e umas escadas para um andar de cima (que é fisicamente impossível de existir uma vez que eu vejo o telhado de chapa do armazém). Dirijo-me, nu, para as escadas. Sei que o andar de cima tem a cozinha e outra casa de banho. No início vou a caminhar à pinguim, como se tivesse as pernas atadas uma à outra, mas depois de alguns passos penso para mim mesmo "não preciso de caminhar assim" e começo a andar normal. Quando chego às escadas, vejo que está bloqueada por uma daquelas portinholas que se usam para vedar acesso a crianças ou animais e penso: "é melhor não subir e acordar o meu cão, vou mas é à casa de banho cá em baixo" e, ao virar-me para ir à casa de banho, vejo que afinal o meu cão está ali mesmo, acordado e ao meu lado. Vou na mesma à casa de banho e tomo um duche. Fim do ato 2. Estou na cozinha da casa da minha avó, nu e molhado do duche. Há um vendedor de detergente para a roupa a mostrar-me vídeos no seu telemóvel de vários modelos e marcas de detergente para eu comprar. Sinto-me completamente envergonhado, a tentar tapar os genitais com as mãos, mas ele não parece interessado no facto de eu estar nu, só em mostrar-me os vídeos de publicidade. No fim de cada vídeo, oferece-me o preço de cada detergente, por kilo. A certa altura decido que já chega e quero que ele se vá embora, então aceito uma proposta. Subitamente há uma máquina de lavar roupa à nossa frente e ele começa a meter cápsulas do detergente que eu comprei para me mostrar a sua eficácia. Eu digo que não é preciso e consigo conduzi-lo à porta de saída. Ele sai, vira-se para mim, olha para algo nas minhas costas e diz "Olhó Quaresma!". Fim do ato 3. O Ricardo Quaresma tinha as mãos mais femininas e delicadas em que já toquei. Vivo com ele na casa da minha avó. Não sei porquê, mas quando ele entra em cena, digo-lhe "Que susto!" e ele estende a mão para me cumprimentar e dizer bom dia. O aperto de mão mais frouxo e mais flácido que possam imaginar, a fazer lembrar aquele teu sobrinho que é forçado a cumprimentar-te nos jantares de natal enquanto está a jogar counter strike, sem nunca tirar os olhos do monitor. Desapontante. Nisto entra o Nani pela porta de entrada com uma notícia importante: está confirmado que o acidente do dia anterior foi um suicídio do piloto. Isto traz-me de volta à terra porque dou conta que toda essa situação aconteceu mesmo e que não foi um sonho. O Nani estava a confirmá-la. A verdade é que eu me sentia muito mais lúcido agora, e também quando acordei no armazém, do que durante a história do acidente e das nuvens sobrenaturais. Além disso, como tinha esta componente sobrenatural que eu não podia explicar, tinha dúvidas sobre o que realmente aconteceu. Sentia que era possível que estivesse sob o efeito de drogas durante o lançamento do foguetão. O Nani diz então que sabe que foi um suicídio porque conheceu duas pessoas que lhe disseram. Duas pessoas que eram de...Banjul. Fico em choque. "Wow, wow, wow, espera aí Nani, eles eram de onde?!" "Sei lá, de Banjul ou lá o que era, nem sei onde isso é" "Não é no Senegal?" diz o Quaresma "Não, não, a capital do Senegal é Dakar, não pode ser o Senegal" digo eu, "Banjul é uma capital" Faz-se silêncio. Nenhum de nós sabe onde é Banjul. Mas sei que isto é importante. Há algo de muito estranho aqui. Fim do ato 4. Acordo no meu quarto. Estou a dormir no chão. Na minha cama há outro eu, a dormir. Parece-me normal. Fico deitado de barriga para cima a pensar em tudo o que está a acontecer. Sei que as nuvens têm de ter uma explicação científica. Pego na minha carteira e saco um cartão de crédito. Contemplo o cartão durante muito tempo, passo as minhas mãos no relevo do meu nome. E isto faz-me, por fim, perceber. Faz-se luz. É o chocolate! É uma alucinação coletiva. Nada daquilo foi real, é manipulação coordenada pela empresa Banjul. Estão a fazer testes em humanos com chocolates alucinogénicos. Por isso é que o rumor de suicídio pegou imediatamente, antes de alguém sequer ter a menor ideia do que tinha acontecido. Faz todo o sentido! Pego no telemóvel e envio uma mensagem ao amigo que estava comigo nesse dia, mas quem já alguma vez sonhou com enviar mensagens sabe o quão difícil é ser coerente, então a minha mensagem dizia apenas "Xocolata." Leu a mensagem e não me respondeu. Será que também trabalha para a Banjul? Fim. Ontem à noite fui para a cama à 1:10 da manhã e não adormeci logo. Tinha um voo cedo para apanhar, por isso tinha o despertador para as 4:50. Sonhei isto tudo em cerca de 3h.
  3. Rain Dog

    Empregos

    faz lembrar a quantum computing inc, com um market cap de 3.4 mil milhões de dólares, ex-fabricante de refrigerantes
  4. bonito ver o Quenda todo contente pelos golos do Blopa
  5. eu até fico surpreendido que o Vieira não tenha mais votos. Tenho um amigo que votou nele e é sempre com a mesma justificação: com todo o prestígio que ele trouxe ao Benfica, pode roubar à vontade
  6. Se os gráficos forem apenas os remastered, sem dar para mudar para os originais com um botão como na versão MCC, não recomendo para quem for passar o jogo pela primeira vez, especialmente para áreas interiores. Os originais têm obviamente menos qualidade mas a atmosfera é 100000x melhor. EDIT: Vi agora que é um jogo "novo" refeito no UE5, por isso não vai ter os gráficos originais. Por outro lado parece que mudaram a iluminação interior (pelo menos no silent cartographer) em relação ao anniversary edition, o que é muito positivo. Mesmo assim recomendo a todos jogarem o original. O meu jogo favorito de longe btw. Normalmente Halo 2 é considerado o melhor da triologia inicial mas eu sempre preferi o Halo 1. Faço uma campaign 1x por ano desde para aí 2003
  7. Alissonball se vendemos este meco por alguns milhões até vou de joelhos a Fátima
  8. Mas quem é que precisa de casa? Eu tenho uma DD Tarp XL que bem configurada caibo eu e a minha omnium mini-max mas muito fácil. Levo alho e cebolas no frame bag, roubo castanhas a caminho do trabalho, cago nas florestas ao lado da autoestrada. Já alguma vez grelharam rãs? Tenho tudo o que preciso. E ainda recebo reembolso do IRS todos os anos. A vida é só coisas belas. Há catedrais em todo o lado para aqueles com olhos para ver.
  9. eu ganho tão pouco que não consigo alugar casa sozinho e vivo na casa do meu patrão, se alguém conseguir bater esta que se pronuncie
  10. mano ouve bem o que eu te digo crazy taxi roguelite
  11. Só precisamos de uma grande depressão para que os problemas do povo sejam levados a sério. A sorte é que está mesmo aí à porta. No dia em que o S&P500 cair 15% os boomers borram a cuequinha toda e já não podem dizer que antigamente era pior porque não havia iphones nem wifi
  12. Estou com um feeling que o Trump bate a bota no espaço de 2 semanas
  13. Rain Dog

    Sonhos

    Sonhei que o Trump se tornou diretor do meu antigo liceu e que criou uma cerimónia de final de curso no 12° ano como na América, e por alguma razão todos os estudantes tinham de andar sempre com uma bíblia durante toda a cerimónia.
  14. engraçado que eu sinto-me estrangeiro no meu país, sem dúvida. Mas as pessoas que me fazem sentir estrangeiro no meu país não me fazem sentir inseguro. Ou será que não se está a referir ao mesmo perfil de pessoas? Hmmmmmm 🤔🤔🤔
  15. e a melhor francesinha do porto, onde é?
  16. sentem-se cheios de força porque o partido de extrema direita que está firmemente estabelecido como 3° grande e com risco sério de poder governar o país em breve conseguiu poucas juntas de freguesia numas autárquicas tá bem então
  17. eu estou nos 30 e identifico-me quem me dera viver o resto da minha vida num raio de 15km
  18. também os mails automáticos de out-of-office de gente na função pública foram alterados da mesma maneira imagina meteres um "volto quando o shutdown acabar" no gmail e no dia em que voltas ao escritório vês a caixa de saída cheia de "the crooked radical left" e toda a gente com quem lidas na tua vida profissional a achar que és um lunático
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