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62 60 com o nº 161?

 

O que é que se passa com o Gastão? Este não era o que eu conhecia e defendia, que levava adversários muito superiores ao último set em terra batida e fazia quase sempre boas prestações nos Challengers. Foi de ter arranjado namorada?

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62 60 com o nº 161?

 

O que é que se passa com o Gastão? Este não era o que eu conhecia e defendia, que levava adversários muito superiores ao último set em terra batida e fazia quase sempre boas prestações nos Challengers. Foi de ter arranjado namorada?

O Travaglia está em grande forma, não é um número 161 propriamente neste momento. Eu já tinha avisado dois posts acima que não me admirava que ele perdesse este encontro.

 

O Gastão já tem namorada antes de entrar sequer no top-100 pela primeira vez.

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62 60 com o nº 161?

 

O que é que se passa com o Gastão? Este não era o que eu conhecia e defendia, que levava adversários muito superiores ao último set em terra batida e fazia quase sempre boas prestações nos Challengers. Foi de ter arranjado namorada?

 

Temos que relativizar as coisas. O facto do Travaglia ser o nº 161 do ranking diz muito pouco. No estado atual do ténis mundial um Top 200 é um bom jogador. Não surpreende que um Top 200 faça a vida negra a muitos Top 100. Os exemplos são mais do que muitos.

 

Por outro lado o Travaglia não é um jogador qualquer. Eu acompanho-o há vários anos. Ele teve um percurso diferente do que costuma acontecer com os italianos. Os seus primeiros anos do circuito foram passados na Argentina. Há 6/7 anos atrás os Futures disputados na terra batida argentina eram dos mais competitivos a nível mundial. Comparáveis (para melhor) em termos de qualidade e quantidade aos espanhóis. E o Travaglia dava cartas, disputando com os nomes mais sonantes (o Delbonis, por exemplo) os títulos nesses torneios. Na altura em que preparava a transição para os Challengers regressou a Itália e começou a disputar os torneios europeus. E estava bem encaminhado para se tornar numa figura de topo da sua geração (no patamar abaixo do Dimitrov, do Tomic ou do Raonic mas equivalente, por exemplo, ao Goffin). Depois teve uma lesão estúpida que quase lhe acabou com a carreira. Pelo que me lembro teve uma queda no hotel e deu cabo de um joelho em 2011. Esteve mais de um ano de "molho". Nunca mais foi o mesmo e entretanto teve mais 2 ou 3 lesões complicadas (uma delas valeu-lhe mais uma baixa de 6 meses no ano passado). Mas agora parece estar de volta ao seu melhor. Ganhou o Challenger de Ostrava na semana passada e entrou pela primeira vez no Top 200.

 

A derrota do Gastão não é grande surpresa. Surpreendente é o parcial. 62 e 60 é grande tareia...

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O Pedro ganhou ao Mikael Ymer por 61 57 61. Segue-se o Rogerio Dutra Silva.

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Por outro lado o Travaglia não é um jogador qualquer. Eu acompanho-o há vários anos. Ele teve um percurso diferente do que costuma acontecer com os italianos. Os seus primeiros anos do circuito foram passados na Argentina. Há 6/7 anos atrás os Futures disputados na terra batida argentina eram dos mais competitivos a nível mundial. Comparáveis (para melhor) em termos de qualidade e quantidade aos espanhóis. E o Travaglia dava cartas, disputando com os nomes mais sonantes (o Delbonis, por exemplo) os títulos nesses torneios. Na altura em que preparava a transição para os Challengers regressou a Itália e começou a disputar os torneios europeus. E estava bem encaminhado para se tornar numa figura de topo da sua geração (no patamar abaixo do Dimitrov, do Tomic ou do Raonic mas equivalente, por exemplo, ao Goffin). Depois teve uma lesão estúpida que quase lhe acabou com a carreira. Pelo que me lembro teve uma queda no hotel e deu cabo de um joelho em 2011. Esteve mais de um ano de "molho". Nunca mais foi o mesmo e entretanto teve mais 2 ou 3 lesões complicadas (uma delas valeu-lhe mais uma baixa de 6 meses no ano passado). Mas agora parece estar de volta ao seu melhor. Ganhou o Challenger de Ostrava na semana passada e entrou pela primeira vez no Top 200.

 

Tenho acompanhado com algum interesse a formação italiana, que tem andado a formar alguns jogadores interessantes em bom rumo para serem participantes ativos do top-100, mas desconhecia tanto pormenor do Travaglia. Não refuto a grande forma nas últimas semanas (o que também poderia causar algum desgaste físico ou motivacional) e os Challengers na Rep. Checa costumam ser ótimos indicadores de talentos na terra batida - mas ainda que o seu favoritismo ao Gastão seja considerável, o resultado indica ser bastante fraco - 2 jogos apenas, 0 no segundo set. Acho que o Gastão em condições normais só com um top-10 conseguiria só ganhar 2 jogos.

 

Entretanto, o Pedro Sousa já começou o jogo (stream) com o Dutra da Silva, 2º cabeça-de-série, parece ter começado o jogo a dar uma boa réplica. Seria uma vitória interessante, aqui.

 

EDIT: Jogaço do Pedro, ganhou 63 67 76. Nos quartos-de-final apanha o Julien Benneteau. Jogo renhidíssimo até ao final, apesar de um 1º set bastante unidirecional - a partir daí e apesar de o Pedro ter tido uns 2 match points (bem defendidos com mérito do Dutra Silva), é daqueles jogos que até ao último ponto pode cair para qualquer lado.

Editado por Ricardo Gouveia

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Entretanto, o Pedro Sousa já começou o jogo (stream) com o Dutra da Silva, 2º cabeça-de-série, parece ter começado o jogo a dar uma boa réplica. Seria uma vitória interessante, aqui.

 

venceu 6-3 6-7 7-6

joga com o Benneteau na sexta

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Tenho acompanhado com algum interesse a formação italiana, que tem andado a formar alguns jogadores interessantes em bom rumo para serem participantes ativos do top-100, mas desconhecia tanto pormenor do Travaglia. Não refuto a grande forma nas últimas semanas (o que também poderia causar algum desgaste físico ou motivacional) e os Challengers na Rep. Checa costumam ser ótimos indicadores de talentos na terra batida - mas ainda que o seu favoritismo ao Gastão seja considerável, o resultado indica ser bastante fraco - 2 jogos apenas, 0 no segundo set. Acho que o Gastão em condições normais só com um top-10 conseguiria só ganhar 2 jogos.

 

Entretanto, o Pedro Sousa já começou o jogo (stream) com o Dutra da Silva, 2º cabeça-de-série, parece ter começado o jogo a dar uma boa réplica. Seria uma vitória interessante, aqui.

 

EDIT: Jogaço do Pedro, ganhou 63 67 76. Nos quartos-de-final apanha o Julien Benneteau. Jogo renhidíssimo até ao final, apesar de um 1º set bastante unidirecional - a partir daí e apesar de o Pedro ter tido uns 2 match points (bem defendidos com mérito do Dutra Silva), é daqueles jogos que até ao último ponto pode cair para qualquer lado.

 

Não entendas das minhas palavras que eu considerava o Travaglia favorito. Nada disso. O Gastão era naturalmente favorito. E a derrota seria sempre uma desilusão. E com aquela expressão, então... Só que o Travaglia não é nenhum coxo. Tem qualidade e condições para ganhar ao Gastão sem que isso tenha que ser qualificado como escândalo.

 

 

Pedro :prayer: Garantiu novamente uma melhor posição de sempre no ranking. O 165º lugar está garantido no ranking da próxima segunda-feira. E pode ser melhor (neste momento está em 159º no live).

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3ª vitória da carreira perante um Top100! Grande Pedro! :prayer:

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Segue-se o Chardy.

 

O Pedro já garantiu uma posição entre o 128º e o 155º. No ranking live está neste momento em 152º.

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E o Pedro esteve 2-5 abaixo no 2º set. O Benneteau foi Benneteau a partir daí também.

 

Jogou bem melhor contra o Rogerinho, mas foi mais uma grande vitória num grande torneio. O Chardy já deve ser areia a mais, ainda assim.

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Não entendas das minhas palavras que eu considerava o Travaglia favorito. Nada disso. O Gastão era naturalmente favorito. E a derrota seria sempre uma desilusão. E com aquela expressão, então... Só que o Travaglia não é nenhum coxo. Tem qualidade e condições para ganhar ao Gastão sem que isso tenha que ser qualificado como escândalo.

Ora essa, percebi o que quiseste dizer. :compinchas: Eu é que desatribuo o favoritismo por o Gastão em num péssimo momento de forma, ainda para mais sendo um adversário a jogar em casa e em ascensão de forma. Tanto que a minha desilusão veio do resultado e da sua expressão, não do facto de ter perdido.

 

Pedro Sousa a impressionar novamente, depois de derrotar o 2º e o 8º cabeças-de-série, apanha o Jeremy Chardy, o famoso colega de Grand Slams do Frederico Gil em 2008. O Pedro fica às portas do top-150 e num bom momento de forma até ter que defender os pontos todos da Tunísia.

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O Pedro vai jogando com o Chardy. Para já, perdeu o 1º set por 6-4.

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6-4 e 6-1 para o Chardy. Derrota um pouco pesada, mas que em nada retira o mérito à boa semana do Pedro. O top150 está aí à porta.

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O Gastão soma e segue. Derrota de 6-4, 6-1 para o Benneteau

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O Pedro Sousa passou à 2ª ronda de Bordéus com uma vitória por duplo 6-4 frente ao Gleb Sakharov. Segue-se o Maxime Janvier para discutir um lugar nos quartos de final.

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O João Domingues é o 2º CS no Challenger de Veneza. Joga na 1ª ronda com o polaco Kamil Majchrzak.

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O Domingues segue em frente. Ganhou por 26 63 64.

 

Segue-se o vencedor do jogo entre o Gianluca Mager e o Marc Sieber.

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O Domingues já fez o seu tradicional 1º set de aquecimento, ganhou agora o 2º, 36 64

A dar bons indicativos contra o qualifier Mager, está ao alcance do Domingues.

 

EDIT: Mager a fazer dupla falta e pedir Medical Timeout, que demorou bastante tempo a chegar. O Domingues a perder um pouco a paciência e, se o jogo continuar, poderá ter o ritmo quebrado.

EDIT 2: Nope. 61 no 3º set. Domingues nos primeiros Quartos-de-final de um Challenger - apanha o Marsel Ilhan (7º cabeça-de-série, melhor turco e 255 ATP) ou o Matteo Viola (local de Mestre e antiga presença frequente no top-200).

Editado por Ricardo Gouveia

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Vi o jogo e jogou bastante mal o João. Aquela impressão que deixou no Estoril que tinha melhorado a esquerda foi fogo de vista, continua uma nulidade e enquanto assim estiver não pode ambicionar pelo top-100. A direita está realmente incrível e já valem vitórias a este nível.

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Finalmente está disponível a Entry List do Challenger de Lisboa: aqui.

 

Temos para já o Gastão, o Domingues e o Pedro Sousa no quadro principal. Há também uns nomes interessantes como Santiago Giraldo, Damir Dzumhur (1º cabeça-de-série, à partida) e o Daniel Taro.

 

Há 4 Wild Cards que dificilmente fogem a portugueses - apostaria no Gonçalo Oliveira, no Fred Silva e no João Monteiro, pelo menos - apesar de que gostava de ver o André Gaspar Murta neste nível, ou talvez o Fred Gil. Se Roland Garros não correr lá muito bem, não fazia lá muito mal ao João Sousa também meter-se nisto.

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