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Descartes

Challengers

Publicações recomendadas

Fred Gil bateu o Diez na estreia por 6-3 7-6(4).

 

Cação bateu o Nuno Deus em 3 sets.

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Murta vs Carballes Baena

Domingues vs Prajnesh Gunneswaran

Fred Silva vs Guilherme Clezar

Gastão vs Joris De Loore

Gonçalo vs Qualifier

Monteiro vs Taro Daniel

Pedro vs Nikola Milojevic

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Dzumhur não recuperou a tempo da p*ta que apanhou ontem nos Santos e foi de vela com o Munoz de La Nava.

 

o Oliveira ganhou ao Escobar em 3 sets e o Murta ainda sacou um set ao Carballes-Baena

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Belos resultados do Fred Silva e do Gonçalo.

 

O Quinzi arrasou com o Pavlasek!

 

 

E o Elias está a ver se arruma já a raquete. Perdeu o 1º set e já foi breakado no 2º...:roll:

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Cheguei agora do CIF, o jogo do Pedro Sousa passou para amanhã às 11h.

Nunca tinha estado num torneio Challenger (aproveitei o meu feriado extra, Descartes :carinhoso:) e portanto não tenho termo de comparação. Mas fiquei impressionado, é uns nível acima de um Future (claro), mas tem uma infraestrutura bastante sólida - achei bastante bem organizado, o espaço também pareceu bem aproveitado apesar de inicialmente confuso para quem nunca tinha estado no CIF. Tem umas 5 barraquinhas de comes e bebes aos preços da praxe, 3 courts e temos uma proximidade com o ténis português como não temos oportunidade em mais lado nenhum: Frederico Gil, Rui Machado, João Lagos, o Pedro Felner, Pedro Sousa, Gastão Elias, João Domingues a pedir roupa interior e chinelos para o duche ao treinador, os miúdos todos (o Fred, o João Monteiro, o Cunha e Silva júnior), o Carlos Ramos - passei a menos de 5 metros de todos e qualquer uns e ainda bebi um café na mesa ao lado de um De Loore nervoso a bater dedos na mesa, revi alguns antigos parceiros de treino e é um ambiente bastante tenístico numa semana que Lisboa só pensa nos Santos.

 

O pior para mim, e à falta de ter algo mais a apontar, continuam a ser parte das pessoas - se no Estoril Open chateam-me os que vão lá pela mania e pelas fotos e estão bem a cagar-se para a modalidade, em todo o lado apanho sempre o "esquadrão de 4 ou 5 putos betos que jogam ténis mas são altamente mal educados" que passam os jogos no telemóvel e a conversar alto "ai eu disse ao meu pai que ele tem que me oferecer um Rolex no fim do curso", "ai o juíz de linha está só a olhar para aqui, se eu quero estar no meu telemóvel, estou", "se me vierem cá expulsar, eu digo que ponho um processo em cima da segurança e despeço-a". Não me exaltei pela desigualdade numérica e porque lá se lembraram de ir ver outro jogo.

No fim, continuo a achar um piadão a torneios menores e mais "nossos" e do "ténis português" que ao Estoril Open - também por ser à borla, mas por ser uma rampa espetacular para miúdos que querem dar um salto, ou querem ver o que há para lá do muro dos Futures e não se lhes justifica a despesa de ir para o estrangeiro sozinhos apanhar um mais forte na 1ª ronda do qualifying e voltar de mãos a abanar. Também nestes torneios tenho uma perceção melhor da "pessoa" atrás do "jogador", do esforço e do sacrifício que é estar neste nível do ténis.

 

Acabei por andar sempre no court principal e mais de olho nos portugueses do que numa ou noutra "estrela" que, pelo que sei e a pensar no Dzumhur, Pavlasék e no Giraldo, não estavam muito para ali virados.

Gonçalo Oliveira - Escobar: 16 63 76

Apanhei o jogo, com o Gonçalo a perder 52 no último set. Nunca tinha visto o Gonçalo a jogar nem tinha nenhuma informação sobre ele, mas fiquei espantado com a capacidade de jogo, de domínio e resiliência mental de quem quer singrar neste nível e está a crescer. Recuperou para 5-4, salvou um match point e conseguiu chegar ao 5-6 no serviço e chegar ao tie-break. Foi duro e no fim custou um bocado a fechar, pediu o apoio do público e acho que foi uma vitória importantíssima para o Gonçalo que se estreou no top-300 de ótima forma. Ainda o vi fora do court e de todos, achei-o de uma humildade tremenda, gostei do miúdo. Espero não estar enganado.

 

João Domingues - Gunneswaran: 75 64

Outro jogo que também parecia a qualquer momento pender para qualquer lado. O João não é um jogador matador que se imponha fisicamente, mas que por enquanto tem corrido bem pelo seu nível mental e técnico, onde consegue dominar um jogo pelos detalhes. O adversário parecia ter nível para mais, mas o João conseguiu safar-se nos detalhes e foi com um break em cada set que conseguiu ganhar.

 

Gastão Elias - De Loore: 67 46

Favorito à vitória, a jogar em casa, na sua superfície e clube, queria ver este jogo por ser adepto do Gastão, mas que nunca tinha ocorrido a oportunidade de o ver ao vivo. Para quem esteve coisa de 15 minutos ao lado de um adversário pensativo, nervoso, de olhos postos no jogo do Domingues, com os dedos em pensos a martelar na mesa e inquietos, pensei, Gastão em 2 sets. Se fosse o Gastão bom. Não vezes 2, veio o Gastão mau e um miúdo belga de grande qualidade, com uma altura que justifique serviços constantes a rondar os 200 km/h e difíceis de responder, estava ali quase um Raonic. O Gastão que veio, foi o Gastão reclamão que apesar de estar a safar-se em jogo, tinha que vir sempre comentar com o Rui Machado, era o serviço, não estava a conseguir acelerar a bola, com aquele gajo tinha que mandar só balões, etc. Pelo que percebi, o seu amigo Carlos "Espingardeiro" Ramos não perdoou e eventualmente deu-lhe um Code Violation por Coaching, a estrela portuguesa ainda deu um dos seus famosos Time Warnings ao De Loore, mandou vir que a malta no restaurante estava a falar muito alto, e para um gajo nas bancadas não bater palmas entre serviços. O Gastão estava sem capacidade de resposta frente a um adversário de grande qualidade e com mais força, mas também não variou o jogo, não experimentou nada, não procurou pontos fracos nem amorties de quebra de ritmo que tanta diferença fazem na terra batida - foi acompanhando o adversário na pontuação, num jogo bastante disputado (não me lembro de um jogo que não tenha ido a vantagens), mas perdeu por pouco mais que detalhes - tivesse feito algo mais e poderia ou não ter perdido o 1º ou ter levado o jogo a um 3º.

 

Gostei bastante e ver se consigo voltar na quinta ou no fim-de-semana. Desta próxima, com protetor solar que isto é todos os anos a mesma miséria.

Editado por Ricardo Gouveia

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2ª Ronda:

 

Domingues vs. Attila Balazs

Fred Silva vs. Joris De Loore

Gonçalo vs. Gleb Sakharov

Pedro (se passar o Milojevic) vs. Federico Coria

 

 

Todos têm possibilidade de seguir em frente. E nenhum tem um passeio pela frente. Prevejo jogos equilibrados e espero que pelo menos 3 deles sigam para os quartos de final.

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o de Loore não ganhou cá um título ao João há uns tempos atrás? ou foi outro belga? é que a parte do serviço era igual. :-k

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o de Loore não ganhou cá um título ao João há uns tempos atrás? ou foi outro belga? é que a parte do serviço era igual. :-k

 

O Arthur De Greef ganhou um Future no Porto em 2015. Ganhou ao João Domingues na final.

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Os portugueses perdem e acabam logo os comentários...:lol:

 

O Pedro Sousa, último ainda em prova, despediu-se hoje nos quartos de final. O Quinzi foi demasiado forte e ganhou por 36 76 62.

 

Era bonito se o italiano ganhasse o torneio. :D

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Jogo mal perdido pelo Pedro. Teve break acima no 2º set e mini-break à maior no tie-break....a partir daí foi sempre a descer

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Em Lisboa, os finalistas são o Taro Daniel e o Oscar Otte.

Interessante.

 

O Taro Daniel dispensa apresentações, já o Oscar Otte tem tido resultantes muito interessantes no circuito Challenger, tenho acompanhado alguns resultados mas nunca o vi jogar.

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O jogo do Taro Daniel com o Quinzi deu na Sporttv 2

 

E a final também será transmitida na SPORT.TV 2, às 15h.

 

O Paolo Maldini recebeu um wild card para o challenger de Milão :lol:

 

Vencendo, para tal, um torneio de qualificação. Muito bom! :prayer: Mas atenção que é para a competição de pares.

Editado por Peplin

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