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[FM10] Fleetwood Town - O Porquê de Começar na 6ª Div. Inglesa

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Parabens pelo 3º lugar no mundial

Fizeste bons resultados

 

Obrigado. agora vamos ver o futuro.

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Muito fraco. Não há cá desculpas. Fraco!

 

ultimamente tens sido do contra... :mrgreen:

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ultimamente tens sido do contra... :mrgreen:

 

So devias era ter sido campeão mundial. Agora perder em 3º, pfff, isso já foi feito duas vezes (pelo menos), antes de ti.

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So devias era ter sido campeão mundial. Agora perder em 3º, pfff, isso já foi feito duas vezes (pelo menos), antes de ti.

 

portugal ficou apenas em 3º? pra mim foi muito bom, apesar de termos apanhado o adversário mais forte na semi-final, mas que provou só ter passado devido à enorme sorte que teve. eu fiz o que a federação pretendia e a prova disso é que eles ficaram muito agradados com o percurso da selecção. quanto à irlanda do norte, ainda vai surpreender muito boa gente! :blink:

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Deixo aqui um breve resumo sobre a 1ª época do Fleetwood Town Football Club com o novo treinador búlgaro, Stoichkov. Ganharam novamente o campeonato, foram mais uma vez aos quartos de final da Liga dos Campeões e ganharam a Supertaça Inglesa contra o Birmingham, a Supertaça Europeia contra o Real Madrid, perderam na 4ª eliminatória da Taça de Inglaterra e foram à meia final da Taça da Liga. Aplicaram ainda algumas goleadas internas (6-1 ao Middlesbrough, 5-1, 4-1 ao Liverpool e Chelsea ambos fora, mais alguns 4-1 e 4-0 várias vezes e ainda se deram ao luxo de nos últimos jogos perderem em casa por 4-0 frente ao Liverpool e 3-1 nos últimos 2 jogos. Nas competições europeias ficaram em 1ºs do grupo e espetaram 6-0 ao Benfica nos oitavos de final depois de terem ganho em casa por 2-1. Ganharam ainda por pontapés de grande penalidade o Campeonato Mundial de Clubes. Época muito boa, onde poderiam apenas ter ido mais longe na Champions, quando foram derrotados pelo Atlético de Madrid e na Taça de Inglaterra. Promete sucessos, esta equipa do Fleetwood!

 

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Mais logo regresso aqui com novidades acerca do meu futuro. Há algum palpite? :-

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hoje já não deve ser possível fazer o update, com sorte amanhã à tarde ou então só à noite, que vai ser uma tarde complicada.

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Eis que depois de me ter demitido de funções da selecção de Portugal, candidatei-me à selecção da Rosa, mais conhecida por selecção inglesa. Eu sei, sou um oferecido, mas a verdade é que isto deu frutos. Recebi um convite do outro lado do Atlântico, mais propriamente do Brasil, mas no mesmo dia e enquanto estudava a proposta, surgiu uma outra, vinda do meu país. A proposta brasileira era tentadora, a selecção estava habituada a ganhar, embora tenha perdido fulgor nos últimos anos, mas ser seleccionador do nosso país é uma oportunidade fantástica.

 

Assim sendo, foi com natural regozijo e satisfação que me reuni com os dirigentes federativos da FA (Football Association) e acertámos um contrato válido para os 4 consequentes anos. Nesse tempo teria tempo de preparar a selecção para o Europeu da Bélgica e depois para o Mundial do México, tentando, ao mesmo tempo, renovar os quadros competitivos, apresentando ao mundo novos jogadores e reorganizando os escalões de formação também.

 

Optei por manter à frente da selecção de sub-21 o meu amigo de muitas batalhas e actual treinador do Arsenal, Stuart Pearce e adicionei Nigel Martyn como treinador de GR, já que Paul Robinson não queria assumir essa função, mas sim a de seleccionador ou adjunto. Convidei Alan Shearer, uma grande figura inglesa, mas como este estava em Espanha a treinar não queria andar sempre em viagens. Ao Michael Owen idem, nem sequer cheguei a oferecer-lhe o cargo, já que treinava o Osasuna. procurei e vi poucas soluções. Precisava de um homem experiente e habituado às grandes competições para a posição de meu braço direito. Em conversa com Pearce, este, no seu estilo "punk rock", telefona ao Sol Campbell depois do meu aval e assim adicionámos o penúltimo membro do nosso staff. Com 73 internacionalizações e 1 golo pela selecção, certamente terá muita experiência para transmitir. Foi contratado também Tim Knox, que saíra comigo quando eu abandonei o clube e que estava no Birmingham, Richard Impey, um jovem de grande valor para a função de preparador físico e ainda outro fisioterapeuta que está no Fleetwood também, Nick Worth, em substituição de um semi-reformado. Assim a estrutura da selecção ficou completa.

 

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Fiz uma pequena limpeza de balneário, deixando apenas 4 ou 5 membros mais velhos para garantir alguma estabilidade e convoquei muita gente nova para o nosso primeiro jogo, um amigável contra a Grécia, já previamente marcado pela federação. Nesta partida fizemos uma boa exibição geral e gostei do que vi, mesmo deixando alguns potenciais seleccionáveis de fora e alguns com lugar já certo.

 

 

Para o apuramento começámos com uma excelente vitória contra Malta e Montenegro, num grupo dominado em parte pelas selecções britânicas e de língua inglesa (Malta). Montenegro era a única excepção. Depois vencemos o País de Gales fora num jogo muito, muito difícil e suado e a Escócia foi facilmente dominada por nós em nossa casa, em Saint James Park, com muitos escoceses a aderirem ao jogo, já que jogámos perto da fronteira.

 

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A segunda volta iniciar-se-ia com esta classificação:

 

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No primeiro jogo da segunda volta íamos defrontar Malta, aquela fantástica selecção que neste momento luta com Andorra para se tentar livrar do recorde de pior selecção europeia, já que não ganha um jogo desde 2008 numa fase de qualificação e poucos golos tem marcado desde aí.

Com algumas novidades no 11 inicial, alguns jogadores sem internacionalizações e muito entusiasmo e força de vontade, conseguimos uma goleada das antigas, mas que de vez em quando ainda vão acontecendo no futebol. 8-0 para revelar que continuávamos sem sofrer golos e já levávamos 19 marcados em 5 jogos, taco a taco com a selecção transalpina.

 

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O que é certo é que o resto do calendário correu conforme esperado e ainda conseguimos sofrer apenas mais 2 golos no restante da qualificação, sofridos às mãos da equipa de Montenegro, que chegou a dar-nos alguns calafrios durante a partida e logo depois contra a Escócia em casa deles, já com o apuramento garantidíssimo. O Campeonato da Europa estava agora à porta e teríamos apenas algum tempo mais para afinar a máquina. De destacar que marcámos tantos golos quantos os de Itália e Portugal e sofremos apenas 3, ficando com a 3ª defesa menos batida juntamente com a Espanha. A Irlanda do Norte marcou apenas 10 golos em 8 jogos, mas também só sofreu 1 e foi a defesa menos batida, contando, mesmo assim, com 2 empates em 10 jogos e ficando à frente da Alemanha (20 pontos contra apenas 15, mas apurando-e as 2 equipas).

Vamos a caminho da Bélgica!

 

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No final do apuramento registavam-se as seguintes contas:

 

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Pelo meio fizemos mais alguns amigáveis, estreando sempre na selecção uns quantos jovens em cada uma das partidas. Com a Dinamarca em sua casa estivemos regulares, poder-se-á dizê-lo, sofrendo 1 golo, mas conseguindo a vitória após o empate. Com a índia fizemos um jogo também fora numa comemoração da inauguração da Federação Indiana de Futebol e goleámos. Levámos só 3 ou 4 peças importantes (para a imprensa indiana não ficar triste) e acabámos por, mesmo assim, golear por 6-2 num jogo de sentido atacante por parte das duas equipas, beneficiando o espectáculo. Voltámos à qualificação e 4 dias depois defrontámos a Hungria em casa, que tem vindo a a ascender no ranking e se revelou um adversário por vezes duro de roer.

Antes dos dois últimos jogos de qualificação fomos até Lisboa e defrontámos no Estádio da Luz a minha ex-selecção. Fomos superiores, marcámos 4 golos e viemos felizes da vida embora por termos derrotado o 3º ou 4º do ranking mundial em casa deles e por uma diferença de 2 golos. Valeu a pena esta deslocação! Foi um jogo emotivo, aberto e com alguma indecisão até no marcador até voltarmos a desnivelar a contenda.

 

 

No entanto nem tudo foi um mar de rosas. Quando chamei Jonjo Shelvey do Chelsea para ocupar a vaga de um lesionado num jogo de preparação contra Portugal, este recusou-se a aceitar a chamada, dizendo que não era 2ª escolha e que se eu quisesse convocá-lo, teria que ser sempre de início. Não quis fazer deste caso outro igual ao de Afellay e não dei muita importância, dizendo apenas à imprensa que respeitava a decisão dele, mas que também teria que aceitar a minha caso eu não o convocasse numa próxima vez, numa espécie de anunciada despedida forçada da selecção. Com 31 anos mas em excelente forma, foi pena perder um jogador deste calibre, mas não somos um país pequeno e jogadores ávidos de conquistarem o seu espaço não faltam! O presidente da federação gostou da forma como eu intervim, lembrando que o evitar de um escândalo foi uma boa solução, não fazendo disto um bicho de sete cabeças nem alimentando a imprensa com polémicas desnecessárias.

 

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Logo após a convocatória contra a Escócia foi notória a falta do médio, que até aí vinha sendo quase sempre chamado. Foi pena, mas quem tomou a atitude de não se disponibilizar para a selecção como "2ª" escolha foi ele... Confia-se nas pessoas e depois dá nisto!

 

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Antes de começar a descrição do Europeu da Bélgica 2024, fica aqui só um prémio obtido pelo meu jogador ainda em 2022, logo após eu ter deixado o comando da selecção portuguesa e quando estava a iniciar a qualificação com a selecção inglesa. Amadeu Xavier acabou por ser eleito o melhor jogador do mundo, em parte pelas suas exibições na AS Roma, mas com maior visibilidade por ter sido o melhor marcador no Mundial e por ter sido um dos melhores nesse torneio também a assistir e a abrir as defesas. Prémio merecido, portanto.Em 2º lugar o meu pupilo no Fleetwood Town e actual seleccionado de Inglaterra.

 

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Agora sim, o Eurpeu de 2024. Após uma fase de qualificação em que passeámos alegremente entre os jogos, surgiu o sorteio da fase de grupos logo após os playoffs, que viram a Alemanha, Áustria, Noruega, País de Gales e Grécia alcançarem as últimas vagas disponíveis. No nosso grupo calhou-nos em sorte Portugal, 1º destacado do seu grupo (10 pontos de avanço em relação a Dinamarca e Eslováquia) e com o nosso último confronto a ser ganho por nós por 4-2 e do qual já aqui falei; o País de Gales, nosso rival e que transitou do nosso grupo de apuramento para o grupo do Europeu; e por último a República Checa, vencedora também do seu grupo com 4 pontos de avanço da Turquia e Croácia. Um grupo equilibrado, com talvez o País de Gales a ser considerado o que menos oportunidades teria.

 

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Começámos então o Europeu com uma derrota, sofrida a muito custo às mãos de um dos primeiros do ranking. Um 3-2 que deu muita luta aos portugueses, mesmo assim. Começávamos mal, depois de uma classificação praticamente sem máculas e seria obrigatório vencer os dois jogos seguintes.

Com a selecção britânica vencemos por 2-0 e equilibrámos as contas do grupo. Nada a apontar, vitória necessária, mas tranquila. Por último, o conjunto checo, que precisava de nos vencer para se apurar. 3 pontos para cada equipa, vantagem para nós na diferença de golos. 1-0 foi o resultado, a favorecer as nossas cores. Muito suada a vitória, mas saborosa. O empate até acabaria por chegar, já que à mesma hora Portugal, já apurado em 1º lugar, empatava e fazia 7 pontos. Agora teríamos que lutar imenso. Considero o Campeonato Europeu sempre mais difícil que um Mundial e este não seria excepção.

 

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O nosso próximo adversário dava pelo nome de Alemanha e todos sabem o currículo que estes germânicos têm. Mesmo estando longe de outros tempos, é nesta competição que o seu estilo frio e calculista de ataque maciço mostra as garras. No entanto, não foram adversário de valor para nós, mesmo estando a fazer um Europeu magnífico, fruto de 3 vitórias no grupo contra França, que se apurou também com apenas 3 pontos, Croácia e Áustria, também todas com 3 pontos. 5 golos marcados e apenas 1 sofrido era o seu score quase pleno. A nossa equipa lutou e aproveitou os momentos-chave para vencer por 2 golos sem resposta, seguindo-se outro adversário de ainda maior valor.

A Itália, que se tinha apurado com 6 pontos, logo atrás da Espanha, com 7, derrotara nos oitavos a Noruega, ao passo que a Espanha seria mais um 1º classificado a ser logo eliminado pela República da Irlanda, que agora defrontava Portugal e conseguia triunfar por 1-0. Nós também igualámos o resultado e avançámos até à final.

Essa final foi histórica por várias razões, entre as quais por ser novidade, por apresentar 2 conjuntos que perderam o seu 1º jogo do grupo, por serem países vizinhos e fazerem parte do Reino Unido, por terem imensos jogadores nos campeonatos ingleses da Premiership e Championship, por terem os seus adeptos arraçados de Hooligans a invadirem Genk, cidade palco da final, etc, etc, etc. No Estádio Tyl Ghyselinck encontravam-se cerca de 40000 adeptos alguns viajando directamente de Inglaterra e Irlanda do Norte no próprio dia do jogo, mas com muitos a passarem umas "férias" regadas da bela cerveja belga neste país do centro da Europa durante uns dias. Pilsner era a cerveja de eleição, patrocinadora do torneio e acreditem que não saíam copos de 0.20l ou 0.33l para estes britânicos, mas sim de meio litro e mesmo de litro!

 

Bem, poder-se-á dizer que todo este aroma a cerveja no ar fez com que a Irlanda do Norte entrasse em força no jogo, marcando o seu 1º tento logo aos 6min, retraindo-se depois, qual Itália matreira à espera da sua presa. Só perto da meia-hora começámos a criar mais perigo e foi logo após esse marco horário que conseguimos marcar por intermédio de um ex-jogador meu, Schofield. Os irnalndeses já não rematavam, limitavam-se a colocar homens nas alas para que estes procurassem algum cruzamento fatídico que pudesse dar golo, mas tal não acontecia. Por outro lado, nos aumentávamos a pressão cada vez mais e íamos rematando, mas de longe, procurando alguma brecha, mas em resultados práticos.

Assim chegou o intervalo e assim chegou o final dos 90min, num atípico jogo nada ao estilo britânico, mas que prometeu até aos 2 golos marcados. No prolongamento decidi atacar, tal como tinha feito com Portugal contra a França. A Irlanda remeteu-se à defesa e mais o fez na 2ª metade, não saindo praticamente do seu campo e aliviando bolas para o nosso lado ou para fora, numa tentaiva de perder tempo para chegar aos penaltis. E foi precisamente isso que aconteceu. Todos estavam cansados, nas bancadas previa-se o melhor e o pior para os dois lados. A Irlanda do Norte falhou no 2º penalti, festa do lado dos ingleses. Na mesma série a Inglaterra falha, gozo por parte dos irlandeses, que tinham sido gozados 2min antes. No 3º penalti a Inglaterra falha e ficámos a perder, mas no 4º a Irlana também falha, voltando tudo ao início após golo nosso. Só ao 8º penalti é que a Irlanda marca, por intermédio de mais um ex-jogador meu e nós falhamos, com outro meu ex-pupilo a falhar.

A Irlanda do Norte tornava-se vencedora e mais extraordinário ainda, era uma selecção que nas cotações antes do início do Campeonato Europeu estava com uma diferença de 1 £ apostada para cada 27£ ganhas caso se tornasse vencedora, ou seja, era das equipas com pior rating para ser vencedora, mas a verdade é que aconteceu tal fenómeno. Mesmo antes do jogo cada inglês que apostasse 1£ na sua selecção ganharia 1,18£, os irlandeses se apostassem 1£ ganhariam 3.1£, logo se pode ver o favoritismo atribuído à nossa selecção, cuja federação tinha pedido para chegar no mínimo à meia final. Éramos os 4ºs no rating, mas surpreendemos mais um pouco, tanto pela positiva como pela negativa, infelizmente para as nossas cores.

 

Agora seguir-se-á o apuramento para o Mundial do México 2026...

 

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Perder a final de um Europeu pa Irlanda do Norte COM A INGLATERRA? Eu não quero cá desculpas, perder para um pais vizinho é humilhante. Desiste de selecções, não são para ti :mrgreen:

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Perder a final de um Europeu pa Irlanda do Norte COM A INGLATERRA? Eu não quero cá desculpas, perder para um pais vizinho é humilhante. Desiste de selecções, não são para ti :mrgreen:

 

nem digas nada, até a imprensa me atacou!!! :medinho:

 

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Eu cá voltava para a 6ª divisão :mrgreen:

 

não, que agora isto está bem encaminhado na selecção. o difícil é chegar à final, depois o resto vem pro acréscimo. o importante é chegar LÁ.

na 6ª divisão não me meto tão cedo, dá muito trabalho subir equipas! :biggrin:

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Voltámos às lides internacionais em Setembro, defrontando um adversário fácil neste início de época. Como alguns africanos fortes estavam já com o calendário ocupado, procurei o Kenya, mas estes também já tinham compromissos e a solução acabou por ser a Suazilândia. Com alguns jogadores importantes a prepararem-se para os seus últimos jogos importantes depois do Mundial em 2026, convoquei desde já alguns jovens para ver o que havia a nível de mão-de-obra e quais seriam os jogadores nos quais poderia apostar futuramente. O resultado foi fraco, no entanto a exibição acabou por ser positiva.

30 remates, 2 bolas nos ferros, 64% de posse de bola e... só faltaram mais uns 3 ou 4 golos.

 

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Ora começámos, 4 dias depois e já em casa, a qualificação para o Campeonato do Mundo de 2026 no México. Do Norte da Europa defrontaríamos as Ilhas Feroés, Noruega e Suécia e do Centro/Leste a Áustria e o Cazaquistão. Goleámos por 5-0, mas cerca de 1 mês depois tivemos uma desilusão quando quase todos pensavam que iríamos ganhar novamente, com maior ou menos dificuldade. Já não perdíamos um jogo de apuramento para uma fase final desde 14.10.2020 em casa da Hungria e com 1 golo sofrido apenas, ou seja, há 4 anos menos 2 dias. 1V e 1D era o nosso saldo e havia que começar a trabalhar a sério ou iríamos ao playoff ou ficaríamos até fora do Mundial, o que não seria a primeira vez. No mês seguinte descemos no ranking pela 1ª vez em vários anos. O 1º lugar passaria a ser da Espanha e teríamos que olhar para cima a partir daqui.

 

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Então nos 2 jogos seguintes ganhámos e ao 3º jogo para continuar a equilibrar as contas surgiu um empate contra uma das mais fortes selecções, a Áustria, que andava pelo 30º lugar do ranking, mais coisa menos coisa. Depois mais 2 jogos vitoriosos. e no 1º poderíamos ter marcado mais 1 ou 2 golos, no 2º vingámo-nos da derrota com os vikings e goleámos em casa, mostrando que aquele 1º resultado tinha sido apenas fruto do acaso e que nós é que éramos os verdadeiros conquistadores.

 

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O resto do apuramento revelou-se fácil. 7-2 ao Cazaquistão num jogo onde os cazaques foram 3 ou 4 vezes à nossa baliza e marcaram 2 vezes estupidamente consentidos pela nossa defesa e com 2 dos nossos jogadores a marcarem por 5 vezes e por último 2 vitórias sobre adversários mais difíceis, mas ambas muito saborosas, a comprovarem o nosso excelente momento. :celebracao:

Com isto ficam os jogos todos e a classificação do grupo:

 

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A Croácia foi a única equipa a ganhar todos os jogos, marcando por 19 vezes e sofrendo apenas 1 golo e tanto a Espanha como a Holanda empataram apenas 2 dos jogos e ganharam o resto. Nós marcámos 32 golos, menos 1 que a Itália, o conjunto que mais marcou. De referir ainda que nos encontramos no 5º lugar do ranking, já que voltámos a descer mais uns lugares. :estrelas:

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daqui a bocado (mas mais certo é ser depois do jantar) irei postar o campeonato do mundo - já que ninguém me liga. :mrgreen:

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2-0 A Suazilândia? Uhahahahaha

 

eu fiz 30 remates! não conta??? pelos vistos parece que não. :-|

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Antes de começar, deixo só aqui o vencedor do prémio do Jogador do Ano após o Europeu, já em Dezembro e quando eu tinha feito alguns jogos de qualificação.

 

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Antes do Mundial planeei um jogo com uma equipa com um estilo de jogo parecido aos mexicanos, que nos poderiam calhar na 2ª fase e que acaba por ter um jogo parecido ao dos franceses, nossos 1ºs adversários no grupo. Os outros seriam o Japão e a Tunísia, curiosamente numa reedição do último Mundial ao serviço de Portugal. Há coisas curiosas, não há? :biggrin: O jogo terminou empatado a 1 bola e surgiram algumas vozes se seríamos capazes de defrontar equipas maiores ou se seria apenas fruto da (ainda) adaptação a um fuso horário e clima diferentes.

 

 

 

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No 1º jogo do grupo surgiu-nos então um dos maiores rivais dos Three Lions, os bleus. Não podia ser um dos embates mais aguardados da 1ªa fase do torneio e logo na 1º jornada. Vencemos 2-0 num jogo equilibrado, mas com os nossos atacantes a assumirem as despesas.

 

No 2º jogo vencemos novamente o Japão e continuámos a não sofrer golos. Nada a dizer neste jogo, a não ser que o Japão poderia ter marcado numa oportunidade flagrante e nós poderíamos ter marcado mais 1 ou 2 golos.

 

No 3º e último jogo, marcámos 4 golos sem resposta a uma Tunísia muito fraca e muito permeável na defesa. No total 9 golos marcados e apenas 1 sofrido!

 

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De salientar 2 ou 3 aspectos: sofremos apenas 1 golo, tal como a Espanha, marcámos mais do que todos, Portugal apurou-se em 2º com 2 vitórias atrás da Irlanda, a Argentina ficou-se pelo 3º lugar no seu grupo, o Brasil, que me fez um convite para assumir a sua selecção após 2 jogos do grupo (!), ficou em último, atrás até da China, provando que vai tudo muito mal no escrete, a Alemanha qualificou-se com 1V, 1E e 1D, ficando também com 1 golo marcado e 1 golo sofrido, os EUA foram os 1ºs no seu grupo e o México, organizador, nem passou da 1ª fase, um escândalo para uma equipa habituada às fases seguintes, no mínimo e que no último Mundial tinha ido aos oitavos. Quanto ao vencedor do Campeonato Europeu e da Taça das Confederações, nem se qualificou para este Mundial, tendo ficado em 3º no grupo de apuramento.

 

A nós calhou-nos em sorte nos oitavos a Costa do Marfim e, excepção feita ao golo sofrido com os tunisinos, continuámos a vencer e a não sofrer golos. O resultado de 2-0 serviu para controlar os ímpetos, fazer descansar alguns jogadores e deixar ganhar tempo no Mundial a outros. Mais 1 internacionalização de Jordan Spencer, que assim passava das 100 e que se ia retirar da cena internacional após o Mundial, mais um jogo para os menos utilizados.

 

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Se me tinham calhado 2 adversários iguais de 3 possíveis, nos quartos calhou-nos a difícil selecção de Portugal, uma das melhores do mundo. Mesmo com o conhecimento da equipa das quinas não me foi fácil dar instruções aos meus pupilos, pois os lusos trocaram-me algumas das ideias. A vencermos com 1 golo cedo e outro logo após o intervalo pensei que teríamos o jogo ganho, mas um desacerto na defesa permitiu-lhes reduzir para 2-1 e mesmo em cima do apito surgiu um penalti favorável a Portugal e a estrela emergente Pedro Pimenta concretizou. O prolongamento apareceu logo depois e aí conseguimos ser mais fortes, mas a muito custo. Só num novo penalti aos 117min é que nos deu algum descanso, ampliado depois por mais um golo tardio, desta feita para nós. 4-2 foi o resultado final e os meus jogagores jogavam mais meia hora que o adversário que iriam defrontar. :medinho:

 

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Quem melhor ara defrontar que uma equipa fraca moralizada ou então uma equipa local, num confronto anglo-americano? Pois, os EUA foram o nosso próximo adversário. Eu estava esperançado em defrontar o México, mas como foram eliminados e estes continuavam em prova, tivemos que os aturar. E que decepção tiveram as 2 equipas, já que os americanos, receosos e ansiosos por chegarem à final, remataram apenas 3 vezes durante todo o jogo e nós rematámos muito mais, mas disparatadamente. Foi com um desinteresse mortífero que novo prolongamento surgiu no nosso horizonte. Corajosamente marcámos 1 golo fortuito e os EUA continuaram sem rematar, sendo bloqueadas as suas acções, visto o seu ritmo ser já muito baixo na 2ª parte do prolongamento, fruto do muito cansaço. A final estava à porta e foi aí que nós entrámos, de peito erguido e corajosamente à procura de uma taça, qual São Jorge, padroeiro dos ingleses! :cool:

A contenda será contra os piratas holandeses, liderados pelo famoso Maarten Stekelenburg, que pouco depois de acabar a carreira assumiu as rédeas da selecção e após um momento falhado em que não saiu da fase de grupos no Europeu chega agora, mais maduro, à sua 1ª final enquanto treinador.

 

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Aposto que vais ganhar o Mundial :yahoo:

 

vamos ver. lá para o fim da manhã posto novidades, já que vou ter que sair daqui a bocado.

 

 

Carrega Irlanda!

 

irlanda??? quem é que falou em irlanda? a do norte nem foi ao mundial, como referi no meu post, a república foi eliminada acho que nos oitavos. tu ultimamente andas muito estranho! :drinkers: :funny:

 

 

Força Inglaterra! :celebracao:

 

agora sim! go, england, go!!! :cachecol: :torcida:

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Final do Mundial de 2026 no México. Não há muito a dizer sobre esta final, dominada inteiramente por uma equipa. O Estádio Azteca completamente lotado para ver duas equipas do Velho Continente disputarem a taça, com quase 105 mil adeptos no estádio, um dia de chuviscos, mas calor e muita festa nas bancadas por parte dos dois países... :torcida: até surgir o 1º golo da partida. Demorámos um pouco a entrar na partida, é certo, mas assim que tomámos as rédeas, marcámos 5min depois.Não demorou muito para que o génio de Simon Hamsher, ex-pupilo do Fleetwood Town, fizesse o 2º da partida e uns minutos depois, ainda na 1ª parte, o 3º da Inglaterra e o seu 2º golo na contenda.

Na 2ª parte foi só controlar as (poucas) investidas dos holandeses e éramos campeões mundiais desde há muitos anos... :cachecol:

 

Era altura de festejar, claro está! :drinkers: :partyman:

 

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Os muitos prémios conquistados por nós seguem logo abaixo.

 

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E fui ainda recebido como um herói no meu país natal...

 

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Agora vou decidir o meu futuro novamente... :adeus:

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Já está?! Pareceu-me um bocado fácil :mrgreen: Parabéns :handclap:

 

Por favor não acabes o save...

Editado por SequeiraRicardo

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Já está?! Pareceu-me um bocado fácil :mrgreen: Parabéns :handclap:

 

Por favor não acabes o save...

 

eu simulei, como tenho andado a fazer desde que sou seleccionador. só joguei uns 3 ou 4 com a Inglaterra. Até eu fiquei espantado!

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