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[Núcleo] Pastel de Belém

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O Louro, Nuno Santos e, talvez, o Armador são os únicos com potencial para chegar à Primeira Liga. O resto é tudo muito mediano.

 

Mas o Nuninho é muito amor.

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O Louro, Nuno Santos e, talvez, o Armador são os únicos com potencial para chegar à Primeira Liga. O resto é tudo muito mediano.

 

Mas o Nuninho é muito amor.

Assinar contrato com o João Oliveira... :lol: . O Nuno anda com problemas de moral, parece-me. Aquele golo falhado no último jogo parece-me sintomático!

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Chegou há relativamente pouco tempo. Está pouco entrosado com os restantes. Mesmo assim, nota-se a léguas que tem mais pézinhos que os outros todos juntos :lol:

 

Esse lance demonstra bem a qualidade do Nuno. Pecou na finalização (pé menos forte), claro, mas há que ter em conta o contexto - quase a bater os 90 minutos e foi depois de fazer uma cavalgada enorme com bola. Aliás, depois disso, estoirou e saltou fora. Já não dava mais.

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O Filipe Mendes renovou até 2020.

 

O Ventura e o Yebda também foram convidados a renovar.

Parece haver um principio de entendimento e o jogador deve renovar até 2019.

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Como se previa vai haver um concorrente à lista do Patrick

 

 

Será apoiado pela SAD do clube.

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O Filipe Mendes renovou até 2020.

 

O Ventura e o Yebda também foram convidados a renovar.

 

 

Parece haver um principio de entendimento e o jogador deve renovar até 2019.

O Ventura não deve renovar. Já era esperado.

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Caros pastéis, existe algum sítio (de preferência online) onde possa consultar as fichas dos jogos contra o Atlético? E se houver crónicas dos encontros em questão era mel. E sem ser o zerozero.

Editado por p4nd3m0n1uM

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São fontes onde eu já tinha ido e que pouco ou nada me ajudaram, infelizmente. Estou a listar todos os jogos do Atlético em competições oficiais, e há muitas falhas, nomeadamente em divisões secundárias e nas Taças de Lisboa.

 

Anyway, apanhei, agora mesmo, o melhor resultado do Belenenses na Tapadinha, e passei a odiar profundamente todos aqueles desgraçados que vieram de azul, a 31 de Outubro de 1948, a Alcântara.

 

ATLÉTICO – BELENENSES, 1-7

7.ª Jornada

31 de Outubro de 1948

Estádio da Tapadinha, em Lisboa.

ÁRBITRO: ?

 

ATLÉTICO: Francisco Correia; Abreu, Pereira, Rosário, José Lopes, Gregório dos Santos, Armando Carneiro, Américo Barbosa, Demétrio, Caninhas e Rogério Simões.

TREINADOR: Pedro Areso.

 

BELENENSES: José Sério; Vasco Oliveira, Serafim Neves, António Feliciano, António Nunes, Inácio Rebelo, David, Vicente do Ó, Pinto de Almeida, Sidónio e Narciso.

TREINADOR: Artur Quaresma.

 

DISCIPLINA: n/a.

 

MARCADORES: 0-1, Vicente do Ó (11); 1-1, Caninhas (30); 1-2, Sidónio (42); 1-3, António Nunnes (50); 1-4, Vicente do Ó (55); 1-5, Sidónio (57); 1-6, Inácio Rebelo (70); 1-7, Vicente do Ó (75).

 

- - -

 

Quer dizer, isto é gente sem um pingo de educação. A gente recebe-os na nossa casa e eles armam-se aos cucos e marcam 7 golos. Podiam ter parado aos 42 minutos. Já dava os dois pontos.

 

Convém dizer que nessa época o Atlético sofria de um a bipolaridade assustadora. Ora goleava, ora era goleado. Ainda fomos a Elvas levar 7, com o Patalino a fazer um poker. E no entanto também fomos à final da Taça de Portugal. Acho que foi isso que salvou a cabeça do Pedro Areso, que é um dos melhores técnicos que passou por aqui.

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Caros pastéis, existe algum sítio (de preferência online) onde possa consultar as fichas dos jogos contra o Atlético? E se houver crónicas dos encontros em questão era mel. E sem ser o zerozero.

 

Pesquisa no Diário de Lisboa. Estão quase todos publicados neste site desde 1924 a 1990:

 

http://www.fmsoares.pt/diario_de_lisboa/ano.php

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O Gonçalo Silva, com uma lesão muscular na coxa direita, está em dúvida para o jogo com o Estoril.

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@Silvering e Jone Gracias :wink:

 

Novamente, caros pastéis, venho aqui, por este meio, perguntar se, por acaso, têm informações sobre Alexander Licker. Ponta-de-Lança húngaro que vocês foram buscar ao Atlético no verão de 1952 (só jogou uma época nas Salésias).

 

Caso não saibam, foi o primeiro estrangeiro a vestir a camisola do Atlético em jogos oficiais. Deixo-vos com um artigo de Carlos Fernandes, editor do Jornal «O ATLÉTICO», na mesma publicação, n.º 49, Agosto-Setembro de 1954.

 

Corria a época de 1951/52 e o Atlético encontrava-se em situação melindrosa na tabela do Campeonato Nacional. A equipa não «carburava» e domingo a domingo a turma da Tapadinha «rolava» assustadoramente para o abismo.

 

A situação tomou-se aflitiva e por um cabelo não foi por água abaixo o tenaz esforço de muitos anos em defesa deste baluarte desportivo à beira do Tejo, de Alcântara a Santo Amaro. E como o «onze», embora valioso, não «rendia», não houve outro remédio senão fortalecê-lo, insuflando-lhe as vitaminas necessárias para o «sacudir» da letargia em que se encontrava.

 

Assim, graças à gentileza de «mestre» Cândido de Oliveira, surgiu de Espanha a tábua de salvação. Na pátria de Cervantes estavam «desempregados» Licker e Imbelloni e daqui a alinharem na equipa do Atlético foi um ápice.

 

Licker chegou primeiro. Parece que estamos a vê-lo, feições rectilíneas, falando uma «algaraviada, difícil de entender, mas fazendo esforços para que o entendêssemos. Falava um pouco de espanhol mas às vezes «distraia-se» e metralhava-nos com o idioma húngaro, como se estivesse a conversar com o Puskas, o Lantos ou o Czibor. Bom rapaz, o Licker granjeou rapidamente a simpatia dos «atléticos».

 

Nasceu na cidade de Temesver, na Hungria, e começou a jogar futebol aos 12 anos. Com 14 anos fazia parte do grupo infantil do Kinizso e aos 16 anos era titular da primeira categoria no lugar de extremo.

Profissionalizado, tentou a sua sorte ao mesmo tempo que iniciava uma vida de «caminheiro». Foi para a vizinha Áustria e aqui representou o nosso conhecido Admira. No clube vienense, onde jogou durante quatro anos, foi campeão de Viena por duas vezes e vencedor da «Taça da Áustria». Em 1946 transferiu-se para o Wiener S. C. e, chegado o ano de 1948, Licker viu-se forçado a um interregno devido ao «momento europeu».

 

Retomou a actividade em 1949, mas na Itália. Um grupo de húngaros - de que fazia parte o célebre Kuballa - formou uma equipa que jogava futebol amigável. Chamava-se Hungária e era um conjunto temível, como atestam as vitórias sobre a Selecção do Norte de Itália (4-1) e do Sul (5-2). A fama da equipa começou a alastrar, razão porque realizou depois urna «tournée» a Espanha. No Estádio Metropolitano a selecção espanhola não pôde evitar uma derrota por 2-1.

 

Foi então que o clube espanhol Granada o contratou, até que apareceu o convite do Atlético e Licker resolveu «marchar» para Lisboa.

 

A sua estreia na equipa de Alcântara-Santo Amaro efectuou-se em Guimarães, contra o Vitória, desafio do Campeonato Nacional. Deu-se o facto no dia 16 de Março de 1952. O Atlético perdeu por 1-0 e alinhou com Correia; Baptista, Armindo e Vítor Lopes; Armando Carneiro e Germano; Avelino, Demétrio, Licker, Rogério Simões e Silva Pereira.

 

Também foi vosso jogador, por isso ficam a saber mais um pouco dele. Já agora, é o senhor da direita na foto abaixo, o outro teve bem mais destaque na Tapadinha, e é Mario Imbelloni. A foto é de 1952.

 

nKSJY10.jpg

 

Estou a tentar descobrir mais sobre ele, por razões óbvias: foi o primeiro estrangeiro a jogar no Atlético.

 

Se me puderem ajudar, fico agradecido.

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Já tinha achado essa (esse site é um trabalho meritório já agora) caro compincha.

 

E é verdade. Houve uma Assembleia Geral em 1952, com o intuito dos sócios pagarem uma quota suplementar com vista à contratação de jogadores estrangeiros. Mas antes dessa Assembleia a Direcção falou com os jogadores para saber se concordavam ou não com a decisão de pagar a jogadores estrangeiros. O plantel concordou e então a Direcção avançou para a dita Assembleia.

 

Os Sócios aprovaram a nova quota suplementar (salvo erro de 2$50 escudos) e vieram o Licker e o Imbelloni, já no final da época de 1951/52. Em 1953/54 chegou o Mesiano e o Castiglia, completando assim o trio argentino que ainda hoje é recordado com saudade.

 

O Licker de início aceitou a proposta do Atlético, mas lá das vossas bandas acenaram-lhe com mais dinheiro ainda e, bem, ele lá fez a sua opção. Acabou por jogar pouco nas Salésias e saiu no fim da época 1953/54.

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Expectável. Ridículo. Vergonhoso. Não exactamente por esta ordem, mas dá para entender a ideia. Isto é tudo um pesadelo, não é? Só quero que esta época (estes últimos anos?) acabem de vez. Que cansativo e desgastante.

 

Agora venha de lá um m*rda. Ou o mito urbano Daúto Faquirá, ou o Jorge Costa ou o Domingos. Vai ser um destes... :lol:

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O Daúto é alguém com provas dadas no futebol português. Não me admiraria que, após vários anos sem treinar, regressasse ao ativo pela mão do Belenenses. Ele e o Zé Luís são velhos conhecidos, desde os tempos do Amadora.

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