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[Núcleo] Pastel de Belém

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Bem, lá vou sozinho ver o jogo. Devo ser um dos 100 adeptos presentes.

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Bem, lá vou sozinho ver o jogo. Devo ser um dos 100 adeptos presentes.

Estamos lá como sempre :) Vou com o meu amigo do Belém mas se te vir por lá já sabes :compinchas:

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A

FESTA... DO PORTO

Eramos os 4 grandes: o Belenenses, o Benfica, o Sporting, o F.C.Porto. Foi neste quadro que eu nasci. Os jogões eram com os outros 3 e só com os outros 3 (ou, então, com equipas de outros países).

No entanto, os jogos com o Porto nunca tiveram para mim o mesmo palpitar, a mesma carga instintiva, a mesma importância, que as partidas com os outros dois.

Com efeito, para mim, que vejo com tanto ou mais interesse as bancadas (leia-se, as pessoas nas bancadas e as suas reacções) do que as movimentações dos jogadores (bem sei que, nisto, estou no clube errado e até oposto…), o azul (nós) e o azul e branco (eles) não tinham o contraste distintivo bem evidente nos confrontos com verdes e encarnados.

A esta razão, acrescia outa: no início dos anos 70, quando me tornei consciente do mundo do futebol, Belenenses e Porto eram clubes da mesma igualha. Passava uma década sem os portistas ganharem no Restelo. Vinham relativamente poucos adeptos seus ao Restelo. Num parêntesis, diga-se que em 1970, no tempo de Meirim, o Belenenses quase encheu metade do estádio das Antas. Quantos podem dizer isso?

Mas adiante: naquele tempo, o Benfica reinava, e o Sporting era o contraponto (quebrava de 4 em 4 anos a hegemonia lampiã). O Porto e o Belenenses eram ou outros grandes, embora como fidalgos longe dos melhores tempos, que às vezes até se deixavam ultrapassar (não no conceito geral mas em épocas pontuais) por Académica e Vitória de Setúbal, então equipas da moda. Talvez possamos ilustrar isto com o primeiro de todos aqueles cadernos de início de época, editado em 77/78 pelo jornal A Bola. O Belenenses era (como ainda é) o 4º, mas bem em cima do Porto; e com mais do dobro dos pontos do 5º, no acumulado dos Campeonatos. Em massas associativas, eramos também o 4º; mas com o dobro dos sócios, por exemplo, do Vitória de Guimarães ou do Braga.

Portanto, ganhar ao Porto não era nada de mais. Além disso, Pinto da Costa estava a transitar de total desconhecido para figura em ascensão (fim da década de 70). Os presidentes da FPF eram indicados rotativamente por Benfica, Sporting e Belenenses. Factos são factos. O Benfica e o Sporting, mas muito nitidamente o Benfica, dominava(m) as arbitragens. Não tinha chegado o tempo dos Guímaros, dos Calheiros, dos Veiga Trigos e outros. Era o tempo dos árbitros que diziam a jogadores do belenenses que deviam ter vergonha de vestir a nossa camisola, e que festejavam golos do Benfica dentro de campo, era o tempo do Humberto Coelho como fiscal de linha a levantar o braço para o árbitro assinalar fora de jogo aos adversários dos lampiões, do Adolfo e do Malta da Silva, laterais daquele clube, que davam sarrafada de criar bicho nos adversários mas a culpa de estes caírem era sempre do mau estado do terreno. Era o tempo em que milhares de lampiões invadiam o relvado da Luz a meio do jogo para agressões e ainda assim o Benfica recebia um ponto...

Era também o tempo em que os jogos eram todos ao domingo à mesma hora mas em que quando havia um Benfica-Sporting, ninguém podia interromper de um outro campo sequer para informar de um golo, ou era repreendido com a emissão no ar. Era um menino mas lembro-me como se fosse hoje: estávamos na época de 72/73. O benfica já era campeão, e o Belenenses estava (e acabou) em 2º. O Sporting terminou em 5º. Pois, no dia do Benfica-Sporting, só bem depois de acabarem este jogo é que conseguir saber o resultado do Belenenses. A meio do Benfica-Sporting, um locutor interrompeu doutro estádio, para gritar um golo do Leixões. Levou uma rabecada pública, com reiterado aviso para os restantes, pelo atrevimento de interromper o irrelevante Sporting- Benfica.

Conto isto, porque as coisas mudam muito e há quem não saiba ou não se lembre daqueles tempos. Hoje o Porto está repimpado nos “três” (nunca na vida, nem sob tortura, disse ou direi “três grandes”, até porque não nasci no tempo em que os três grandes eram Belenenses, Sporting e Porto, e depois Belenenses, Benfica e Sporting). Os seus adeptos, sobretudo os mais jovens, os Miguéis Sousa Tavares deste mundo, tratam-nos com desprezos, ignaros ou esquecidos do tempo em que eram gozados em todo o lado, e em Lisboa tinham no Belenenses os únicos amigos (amigos, não súbditos, note-se bem!).

Mas eu não esqueço. E por isso, até percebi reacções iniciais do Porto para sacudir um sistema que então lhe era adverso. Nisso, Pinto da Costa teve mérito e sagacidade. E afinal, o Benfica nem nunca precisou de comprar árbitros e jornalistas: metade ou mais são seus adeptos, e fazem-lhe graciosa e despudoramente os jeitos e a propaganda. Já nesse tempo havia os Fernando Guerra e os Querido Manha, os Pedro Henriques e os Bruno Paixão.

Com o passar dos anos, das décadas, da reacção normal e compreensível, o Porto foi crescendo em poder até ao nojo. E a malta fraca (porque é fraqueza) adora é quem ganha. Hoje, até em Lisboa, há muitos que “só querem ver Lisboa a arder”. Não que isso de Lisboa ou do Norte me incomode o que seja. Não sou dado a tais provincianismos e guerras de quintal. Para mim, o Belenenses tem sede em Lisboa, ou melhor, em Belém (não, não é no Restelo; é em Belém!) mas é de Portugal e do mundo inteiro.

Vem isto a propósito do Belenenses – Porto do próximo sábado. Estar na 2ª divisão, para mim, é um pesadelo. Nem me venham com a conversa de que “sou do Belenenses com muito orgulho, esteja na 1ª ou nos distritais”. Claro que sim, que sou. Mas eu também sou eu se só fizer coisas mal feitas, sem que por isso deixe de detestar fazê-las. Regressar à 1ª é, pois, um enorme um alívio, e ter novamente um jogo contra um dos grandes rivais históricos, no nosso estádio, deveria ser uma festa.

Só que no Belenenses, infelizmente, já tiraram tudo aos (seus) adeptos e o futebol só já é negócio puro e duro, sem respeito por nada nem ninguém. Estamos sob sodomização continuada e às claras (e há quem goste!). Neste jogo atingiu um pico de requinte mas virá pior. E sim, virá também quando jogarmos, por exemplo, com o Benfica. A festa, afinal, vai ser da Casa do Porto de Lisboa. É a grande reunião anual de portistas, no (agora) “seu” Restelo. E ainda temos que levar com lagartos a querem porradinha com os andrades, e lampiões a quererem que o Porto perca pontos (a mim, claro, só me interessa que o Belenenses os ganhe).

Vou ver o jogo mas sem “aquela” alegria. Sei que dignos Belenenses-mesmo-Belenenses se recusarão a ir. Não os censuro, entendo-os muito bem, até porque já tive reacções semelhantes. Em todo o caso, respeitosamente, direi que me parece melhor que fossem. A nossa presença é uma posição, um protesto, uma resistência face àqueles para quem somos indesejados e uma espécie a extinguir de vez.

Do mesmo modo, não sou contra a homenagem ao Pepe. O Pepe merece todas as homenagens e sou sensível a todas. Na minha opinião, claro. Sou agreste e sempre acutilante quando se trata do Belenenses, mas é por o querer; por o querer amado ou respeitado. Ainda no sábado, eu que não gosto do Sporting, me sensibilizei com a atitude correcta dos seus adeptos no minuto de silêncio pelo Pai de um jogador nosso, e até os aplaudi silenciosa e discretamente. Sempre que afrontarem o Belenenses (sem razão), saltarei como uma mola. Em contrapartida, quem respeitar o Belenenses a sério (nada daquelas chachadas do “são tão simpáticos, coitadinhos) terá em mim um amigo leal e para sempre.

No entanto, há um “se” e um “mas”: O Pepe jogou no Clube de Futebol “Os Belenenses” e não na SAD, muito menos nesta SAD. A sua morte, por envenenamento, aos 23 anos, foi uma tragédia em muitos aspectos, sobretudo pessoais. Mas foi-o também clubística. Em 5 épocas de Pepe, o Belenenses foi 2 vezes Campeão de Portugal e 3 vezes Campeão de Lisboa. Nenhum dos "três" fez tal. Iam começar os campeonatos Nacionais. Na década ou dúzia de anos de carreira que normalmente teria Pepe, quase certamente o Belenenses teria conquistado títulos que, assim, foram para o Benfica, o Sporting, o Porto, os clubes da malta da SAD. E então, para concluir, na homenagem não tem que estar ninguém da SAD mas sim da Direcção do Belenenses, clube onde o Pepe jogou e a quem pertence o monumento que lhe foi erigido.

@cfbolivaisblog

Vale a pena ler, vale a pena relembrar o quão grande fomos. Gostei muito do texto, tirando alguns exageros, acho que é bem elucidativo.

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Bétis prepara-se para atacar Fredy em janeiro

 

Fredy, extremo de 23 anos, que tem sido peça fundamental na equipa do Restelo esta temporada, é um dos alvos do Bétis de Sevilha na reabertura de mercado em janeiro

Espanhóis impressionados com exibição diante do FC Porto.

 

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O clube espanhol que, recorde-se, venceu ontem o Vitória de Guimarães na Liga Europa (1-0), há muito que segue o percurso do luso-angolano formado nos azuis.

 

Das várias notas retiradas sobre o extremo, o interesse subiu de tom precisamente no recente duelo com o FC Porto (1-1) em que Fredy foi uma das figuras da partida e um dos principais responsáveis pelo ponto conquistado.

 

Uma exibição que terá sido fundamental para que o clube espanhol decida avançar para a sua contratação já em janeiro. Apesar de ainda não terem surgido os primeiros contactos, o Bétis terá de convencer os azuis, que, para já, sabe A BOLA, só admitem negociar Fredy no final da temporada.

 

Depois do interesse de um clube russo no final da última época, o Belenenses, recorde-se, conseguiu segurar Fredy, tendo, inclusive, prorrogado o seu contrato até 2015, na altura juntamente com Ricardo Alves e Tiago Caeiro.

 

Assim, ao que tudo indica, sem querer abrir mão de um dos jogadores de maior influência na equipa, adivinha-se uma tarefa complicada para a equipa espanhola que deverá em breve apresentar uma proposta formal para tentar levar o extremo na próxima janela de transferências.

@abola

Nem pensar. Bazem daqui!

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From Port Vale to Portugal: Matt Jones could be the answer to Roy Hodgson's goalkeeping conundrum

 

Goalkeeper rejected by Port Vale and West Brom could be the man to solve England’s problems

 

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From Port Vale to Portugal: Matt Jones could be the answer to Roy Hodgson's goalkeeping concundrum

 

English goalkeeper available: Matt Jones (right), in action for Belenenses against Porto, is a potential addition to England's keepers.

 

 

In Lisbon on Sunday temperatures crept into the 20s, and the sun glinted off a calm, still Tagus. Days like these make Matt Jones appreciate expatriate life, above all when the job is going well. His club had given the players a rest from practice, family time for those not called up by their national squads.

 

 

Jones would be entitled to wonder how far away he might be from an international summons.

 

 

He is an English goalkeeper with a first XI spot in one of the top five domestic leagues in Europe. That alone makes him a rarity.

 

 

In the Premier League, only two keepers eligible for England started matches this weekend; in the last round of Champions League games, Celtic’s Fraser Forster was the sole, active English custodian.

 

 

Train the radar wider in pursuit of back-up to Joe Hart, and it bleeps only at Championship level. It probably ought be picking up some sort of signal from the Portuguese Primeira Liga.

 

Jones, 27, plays for Belenenses, the Lisbon club who live somewhat in the shadow of Sporting and Benfica, but are prospering after promotion back to the top division that has been their customary home.

 

Their tall, blond keeper is banking much credit for an unbeaten run, now five matches, including draws at Benfica, and, most recently, at home to top-of-the-table Porto, a contest featuring a razor-sharp, close-range scoop over the bar from Jones.

 

His distribution is also praised, an important part of Belenenses’s counter-attacking arsenal. Adept footwork would be among the qualities Jones believes his experience in Iberia has honed.

 

“Over here it is crucial,” he says, “and something I’ve worked at. We have a lot of Brazilian keepers in Portugal and the things they do with the ball are phenomenal. I’ve got to a reasonable level with my kicking, though the strange thing is, that was something I struggled with when I was in England.”

 

Even stranger, or at least unusual, is the route Jones followed from his English apprenticeship to where he finds himself now. “I took the long way round, so to speak,” he said with a smile, as he outlined to Telegraph Sport his picaresque journey from Port Vale to Portugal.

 

Jones comes from Stoke. He was a Vale fan as a boy and then a crestfallen Vale discard at 14, told, after spell as a junior there, he would not be retained.

 

“They thought I wasn’t going to be big enough, physically,” he explains. “In a way I was a late developer.” He is 6ft 3in.

 

West Bromwich Albion showed faith, but at 18, the crossroads time, he suffered the cut familiar to many young English keepers of his generation.

 

Tomas Kuszczak, the Pole, was among those in a long WBA queue ahead of him.

 

At that point, Jones felt ready to shelve the football dream. But an American university offered him a full sports scholarship provided he passed their academic entry exams.

 

He did, and spent a rewarding three years on Connecticut pitches – “the facilities were excellent” – and in lecture halls, and established himself as a good enough keeper that the professional avenue reopened, with interest from Major League Soccer and, via a college contact, from Portugal.

 

After graduation, he trialled at Santa Clara, of the second division, who were coached by the rising Vitor Pereira. They said ‘sim’.

 

“It was an opportunity to carry on playing, a contract, so it was a no-brainer, with no negotiations on my part. I just wanted to get pen on paper.”

 

The wages? Not exactly a Prem-sized pay packet. He earned €1,500 (£1,250) a month.

 

As Jones recalls, “it was enough to get by”.

 

Santa Clara are in the Azores, the Atlantic archipelago. His life had changed.

 

“In America I was half an hour from New York. The Azores is beautiful, but there’s very little to do. That allowed me to just concentrate on football, to mature as a player.”

 

He learned the language, moved on to Uniao de Madeira, another tier-two club, on another island.

 

After a season there, Belenenses identified Jones as the keeper to get them promoted and, with that achieved at a canter, to protect their goal in the Primeira, a division ranked fifth in the current Uefa co-efficient, just under Italy’s Serie A, a notch above France’s Ligue 1.

 

What the Portuguese top flight does not have is the same global television exposure as those leagues. Jones knows he has limited “visibility” internationally.

 

On the local radar, though, his name registers louder and louder.

 

He has been monitored by Porto as a possible successor to their long-serving Brazilian keeper, Helton, initially on the recommendation of his old coach at Santa Clara, Pereira, who left the Azores to join Andre Villas-Boas at Porto, and would succeed the now-Spurs manager at the Portuguese champions.

 

Jones prefers not to speculate on a next step upwards, but nor will he put a ceiling on where his unorthodox journey might peak.

 

“You just have to keep putting in the performances,” he says.

 

“I look at someone like Rickie Lambert. It’s a bit of a fairy story for him to have come up all the divisions and be doing what he’s doing now. That gives a lot of hope to players.”

@telegraph

Que notícia fantástica! Não estava nada à espera, pensei que nem soubessem quem ele é!

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Visitante

Boas notícias para vocês:

Fredy renovou o seu contrato com o Belenenses «por mais duas temporadas», ficando assim ligado ao clube do Restelo até 2016, informam os responsáveis do conjunto de Belém, através do seu site oficial.

 

O valor da rescisão não é conhecido, mas a nota informativa aponta que «esta assinatura resultou num aumento significativo da cláusula».

 

O extremo, de 23 anos, é titular indiscutível no Belenenses, clube onde se formou. Em 2012, Fredy passou pelo Recreativo Libolo.

 

se não tiver a confundir, gostei muito dele contra o Porto

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Boas notícias para vocês:

 

 

se não tiver a confundir, gostei muito dele contra o Porto

É sim, ainda bem que renovou!

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http://www.dailymail.co.uk/sport/football/article-2508152/Matt-Jones--Belenenses-goalkeeper-benefiting-moving-Portugal.html

 

English goalkeeper who's No 1 in Portugal... Jones is reaping the rewards of career gamble after release from West Brom

The net has been cast far and wide for prospective England goalkeepers in the wake of Joe Hart’s struggles, but not far or wide enough it seems.

 

Not as far as Portugal, where a 27-year old product of the Potteries is making a name for himself for Belenenses.

 

There is no pretence that Matt Jones should be lined up to replace Hart, though a scouting trip to Lisbon cannot be ruled out if he performs as he has over the last 18 months.

 

Either way, his story is a lesson for those marginalised by the influx of foreign players.

 

Rather than drop divisions or out of the game, they should fight fire with fire, according to Jones, and rebuild abroad.

 

The Stoke-born keeper bucked the trend after failing to make the grade at boyhood idols Port Vale and finding his route to a deal at West Brom blocked by Polish import Tomasz Kuszczak.

 

‘After West Brom let me go, I attended an exit trial at Lilleshall and was offered a place at an American university by a guy

representing them,’ he said.

 

‘I was hoping for trials at other English clubs, but he came back to me two weeks later and said it included a full scholarship, living expenses, the lot. It was a big step, but I had a great time. It was near New York, I won awards with the college team and ended up with a degree in business management.

 

‘I also discovered that when you are prepared to take a risk, doors often open.

 

'The coach at college was Portuguese — he recommended me to a team who invited me for a trial. Two days later, they (Santa Clara) offered me a two-year contract. It happened that quickly, and a couple of years later, I was signing for Belenenses, who were traditionally considered Portugal’s fourth-biggest club but hit financial trouble a decade ago and dropped down the leagues. They had just been taken over and set a target of getting back into the top flight. We did it as second division champions last season, and the club gave me a new three-year contract. I do appear to be first choice, and just the other week, I was lining up in the tunnel at Benfica alongside Oscar Cardozo, waiting to step out in front of 50,000.

 

‘It was a leap of faith leaving home, but it has made me the player and person I am.

 

‘I have experienced different cultures and learned a new language, and it has enriched my life. I wake up to sunshine and I’m playing against world-renowned players. I’m as happy as I’ve ever been. I miss my family and friends, but not much else. Portugal now feels like home as much as England does.

 

‘It’s a worry for young English talent, and the national team, to see so many foreign players in the Premier League.

 

‘It’s like our boys are up against the rest of the world, rather than the rest of the country, in the battle for places. So why not try your luck abroad?’

 

‘But, no, I wasn’t shouting, “What about me?” at the TV! It’s going well here, but I’m not getting ahead of myself.

 

‘I don’t even know whether I will return to England at club level before I finish. It would have to be a step forward.’

 

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Parece que o Rambém anda inspirado. É uma questão a analisar.

 

Por favor, deixem-no ficar por cá até final da temporada :compinchas:

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Por favor, deixem-no ficar por cá até final da temporada :compinchas:

Não te preocupes que ele fica :)

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Melhores até podem não ser mas o ano passado foi o menos utilizado,só era chamado em termos pontuais.Os mais utlizados, e que ficaram esta época, eram o Caeiro e o Diawara :)

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Sturgeon renova até 2018

 

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O Belenenses anunciou, esta quinta-feira, a renovação de Fábio Sturgeon, avançado de 19 anos, formado no clube do Restelo.

 

O atacante fica ligado até ao final da temporada 2017/2018 e com uma cláusula de rescisão de 7,5 milhões de euros.

@abola

Ambicioso, gosto!

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Caros,

 

o que se passou com aquele jogador de andebol que festejou o golo do Benfica?

Editado por RAG

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Caros,

 

o que se passou com aquele jogador de andebol que festejou o golo do Benfica?

RAG :)

 

Os Belenenses - Andebol

A Secção de Andebol do Clube de Futebol " Os Belenenses " repudia os ataques de que o nosso atleta Nuno Pinto tem sido alvo.

 

No Decorrer do jogo entre as equipas do SLB e da nossa equipa DELTA/BELENENSES, e numa altura em que o resultado final estava em discussão, o nosso atleta, a par de algumas pessoas da assistência, comemorou a possivel defesa do nosso Guarda-redes, situação que demonstra bem a vontade que o atleta e toda a equipa, tinham de trazer a vitória para o nosso Clube.

 

A secção de andebol do Clube de Futebol " Os Belenenses" convida todos os sócios e simpatizantes para assistirem aos jogos ao vivo e ai constatarem todo o orgulho que os atletas têm em vestir a camisola do nosso Clube.

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O Rambé foi emprestado ao Farense ou saiu em definitivo ?

 

Merci ;)

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O João Paulo do Aves é bom? Estamos interessados nele.

Está quase certo mas penso que não é o que precisamos.

 

O melhor central, na minha opinião claro, nem tem jogado :compinchas:

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