Plastikman Publicado 6 Abril 2013 O Matri tira-me do sério. O gajo tem grande faro de golo, posiciona-se e movimenta-se muito bem, faz golos importantes. Mas se tiver que dar um toque na bola que não para finalizar é uma jogada estragada Compartilhar este post Link para o post
johan Publicado 6 Abril 2013 Matri > Palacio? É sempre a mesma coisa, migo. Quando um jogador está mal e marca poucos golos é criticado, mas agora tenho a consciência que o Rodrigo está em grande forma mesmo, e está a ser fulcral na época do Inter. Mas enfim, essas conversas já estão fartas se serem postadas, não vale a pena ter outro carregamento de páginas sobre esse assunto. Neste momento: Palacio > Matri. Mas de longe. :) No Inter. Bigada migo, não sabia mesmo! :compinchas: Compartilhar este post Link para o post
Refutador Publicado 6 Abril 2013 Neste momento: Palacio > Matri. Mas de longe. Neste momento e sempre, o Palacio é muito mais jogador que o Matri. Compartilhar este post Link para o post
johan Publicado 6 Abril 2013 Neste momento e sempre, o Palacio é muito mais jogador que o Matri. Claro, claro. :) Compartilhar este post Link para o post
Refutador Publicado 6 Abril 2013 Não tem a ver com o facto do Palacio estar num bom momento e o Matri não. Já há algum tempo que acho que o Matri só serve para o último toque, para definir em zonas de finalização. Para um clube como a Juve, é preciso mais. Compartilhar este post Link para o post
johan Publicado 6 Abril 2013 (editado) Pois, a Juve teve um crescimento quase astronómico nestes últimos cinco anos, não sei como, mas teve. Deve ser da óptima "gestão" que os seus administrativos sempre tiveram. Todavia, sempre foi um clube com bastante dinheiro e parece que são os únicos que não passam por dificuldades financeiras, de momento. Com essa evolução, admito, que necessitam de jogadores mais talentosos que o Matri. Precisam de um jogador como o Milito de há três anos! Saudades... Editado 6 Abril 2013 por Bombonero Compartilhar este post Link para o post
Scirea Publicado 7 Abril 2013 http://desporto.sapo.pt/futebol/liga_italiana/artigo/2013/04/06/_poca_pode_ter_acabado_para_rodr.html Compartilhar este post Link para o post
johan Publicado 7 Abril 2013 É tudo a ajudar o Strama, depois de perder o Milito perde o Rodrigo. Enfim, não sei como nos vamos safar só com o Cassano. Não vejo alternativas que me dão garantias de sucesso. Compartilhar este post Link para o post
Keef Publicado 7 Abril 2013 (editado) anda a aprender umas coisas com o Balotelli...ou quis imitar o Daniel Alves :- ahh,e falta a barbicha,mas deve ter se esquecido Editado 7 Abril 2013 por Redboy96 Compartilhar este post Link para o post
Che Publicado 7 Abril 2013 Isto ainda deve durar mais uns aninhos. :( Que os de San Siro se consigam reabilitar. O Milan já começou, felizmente. Compartilhar este post Link para o post
johan Publicado 7 Abril 2013 Mete em spoiler que isso até me faz mal aos olhos. Compartilhar este post Link para o post
Ricardo Moura© Publicado 8 Abril 2013 (editado) Se isto for verdade :prayer: Editado 8 Abril 2013 por Ricardo Moura© Compartilhar este post Link para o post
Victarion Publicado 8 Abril 2013 http://en.wikipedia.org/wiki/Maria_Redaelli Compartilhar este post Link para o post
johan Publicado 8 Abril 2013 f*da-se o Cassano também se lesionou, já não percebo nada disto. Porra. Compartilhar este post Link para o post
Mary Publicado 9 Abril 2013 Equipas Históricas: Juventus 1980-1986 Grandes feitos: Vencedora da Taça Intercontinental(1985), Vencedora da Liga dos Campeões (1984-1985), Vencedora da Supertaça Europeia (1984), Vencedora da Taça das Taças (1983-1984), Tetracampeã Italiana (1980-1981, 1981-1982, 1983-1984 e 1985-1986) e Campeã da Taça de Itália (1982-1983). Foi o primeiro clube da Europa a vencer os três principais torneios da Uefa (Liga dos Campeões, Taça das Taças e Taça Uefa). Equipa base: Tacconi (Bodini/Zoff); Favero, Gentile (Caricola/Brio), Scirea e Cabrini; Briaschi (Vignola), Bonini e Tardelli; Platini, Boniek e Rossi (M. Laudrup). Técnico: Giovanni Trapattoni. A Juventus da segunda estrela. E das estrelas. As melhores equipas da história do futebol cravaram os seus nomes com títulos, apresentações mágicas e façanhas inéditas. Mas poucos clubes no mundo podem orgulhar-se dos seus feitos de maneira tão grande e tão linda quanto a Juventus da década de 80. De 1980 até 1986, a Itália, a Europa e o Mundo ficaram vidrados no ecrã da TV, ou presentes nos mais variados estádios, para acompanhar verdadeiros bailes de uma equipa que aliava uma força estupenda na defesa (com Zoff, Cabrini, Gentile e o mito Scirea), laterais e médios de puro talento (Tardelli, Bonini e Favero) e um ataque simplesmente fenomenal, com Rossi, Boniek, Laudrup e um gênio para comandar toda aquela orquestra: Platini. No banco, um treinador para fazer tudo funcionar como um passo de mágica: Trapattoni. A Juventus protagonizou uma hegemonia histórica em Itália, colecionou trofeus internacionais e conseguiu a tão sonhada segunda estrela no seu escudo, ao vencer o 20º título italiano em 1982. Para completar, a equipa ganhou a Uefa Plaque, congratulação pela então inédita façanha de ter conquistado todos os três principais títulos do continente europeu (Liga dos Campeões, Taça das Taças e Taça Uefa). Pronta para a década de ouro Depois de uma década má, nos anos 60, a Juventus fartou-se de ver os rivais Milan e Internazionale levantarem troféus e mais troféus e resolveu “acordar” a partir da década de 70.A equipa conquistou 5 campeonatos italianos entre os anos de 1972 e 1978, tendo como destaques os craques Zoff, Bettega, Altafini, Causio e o líbero Scirea, considerado por muitos como o melhor na posição na história do futebol. Mesmo com os títulos, faltava algo naquela Juventus do início dos anos 80. A equipa já tinha um padrão de jogo bem definido pelo técnico Trapattoni, com uma defesa sólida, meio de campo coeso e um ataque eficiente, mas faltava alguém para dar magia e arte. Esse alguém chegaria á equipa apenas na segunda metade do ano de 1982... Começar com o pé direito Na temporada 1980-1981, a Juventus voltou a conquistar a Itália com mais um Scudetto, o 19º da sua história, ao deixar para trás Roma, Napoli e Internazionale. Sem envolvimento no escândalo Totonero, que vitimou clubes como Milan e Lazio, a Juve venceu 17 partidas, empatou 10 e perdeu apenas3. Foram 46 golos marcados e 15 sofridos, registando a melhor defesa da competição. Em 1981, a equipa contratou o avançado Rossi, que teve que esperar até 1982 para se estrear pela equipa, já que estava suspenso pelo escândalo de manipulação de resultados. Mas a Juve nem ligou. O clube estava-se a preparar para armar uma equipa para a história. A segunda estrela. E a chegada da estrela. Na temporada 1981-1982, a Juventus conseguiu o feito histórico de conquistar o bicampeonato italiano e conquistar o scudetto pela 20ª vez. O título fez o clube tornar-se o primeiro (e até hoje único) a poder estampar acima do seu emblema uma segunda estrela (lembrar que, em Itália, cada estrela equivale a 10 títulos nacionais). A campanha foi ainda melhor que no ano anterior, com 19 vitórias, oito empates e 3 derrotas, com 48 golos marcados e apenas 14 sofridos, tendo a Juve novamente a melhor defesa. Os adeptos fizeram a festa e comemoraram como nunca a hegemonia do clube no país. Mas era pouco. Aquela equipa podia mais, muito mais, como sabiam os adeptos e o técnico Trapattoni. Foi então que após o Campeonato do Mundo d3 Espanha, em 1982, com a Itália a conquistar o tricampeonato mundial graças a seis jogadores que eram da Juventus (Zoff, Scirea, Cabrini, Gentile, Tardelli e Rossi), chegou a Turim a maior estrela do futebol francês da época: Platini. O craque era, enfim, o gênio do futebol-arte que faltava para a Juventus deixar de ser tão nacional e transformar-se numa potência a nível continental - o único troféu europeu do clube até então era uma Taça Uefa no longínquo ano de 1977. No mesmo ano, o polaco Boniek também chegou para integrar o ataque bianconnero. Pronto: a Juventus estava preparada para começar a escrever algumas das páginas mais laureadas e brilhantes da sua história. Decepções que assustam Na primeira temporada da Juve com as suas estrelas, a equipa não esperava ter tantos revezes e sustos. No Campeonato Italiano, a equipa não conseguiu superar a Roma de Falcão, que conquistou o scudetto. Na Liga dos Campeões, a equipa fez uma boa campanha, eliminando Hvidovre (Suíça), Standard Liège (Bélgica), Aston Villa (Inglaterra) e Widzew Lódz (Polônia). Rossi, Boniek e Platini se entendiam muito bem e dominaramos melhores marcadores do torneio, com Rossi no topo com 6 golos e Platini na vice-liderança com 5. Porém, na final, tudo correu mal e a Juventus sucumbiu diante do Hamburgo (Alemanha) e do talento de Magath, autor do único golo do jogo. A decepção foi enorme, afinal, era a segunda vez que a Juve chegava a uma final de Champions e perdia pelo mesmo resultado (na década de 70, a Juve perdeu por 1 a 0 para o Ajax de Cruyff). O único troféu de uma temporada que era para ser recheada de glórias foi aTaça Italia, vencida sobre o Verona, com uma vitória por 3-0 (um golo de Rossi e dois de Platini). Os adeptos ficaram ressabiados, ainda mais pelo fato de o guarda redes Zoff se retirar. Mas não era motivo para pânico. Platini resolveria tudo em 1983-1984, ainda mais depois de conquistar a Bola de Ouro da Revista France Football. Voltar a reinar em casa Picada pelo fato de ter perdido o scudetto em 1983, a Juve voltou a levantar o caneco nacional em 1984, em detrimento da Roma, com 17 vitórias, 9 empates e 4 derrotas, registando o melhor ataque (57 golos) e a terceira melhor defesa (29 golos sofridos). Platini foi decisivo e melhor marcador com 20 golos marcados. Como titulo de regresso a casa, a Juve aproveitou como nunca a oportunidade de conquistar um trofeu internacional naquela temporada: a Taça das Taças. Para dominar o continente Na Taça das Taças, a Juve eliminou facilmente o Lechia Gdansk (Polonia) por 10-2 no agregado, o Paris Saint-Germain (França), ao empatar 2 -2 em França e segurar um empate sem golos em Itália, avançando pelo critério dos golos fora de casa, e ao vencer os dois jogos contra o Haka (Finlândia) por 1-0. Nas semifinais, os italianos empataram por 1-1 com o Manchester United em Inglaterra, e venceram por 2-1 em Turim, com golos de Boniek e Rossi. Na final, a Juve defrontou o Porto e venceu por 2-1, com golos de Vignola e Boniek. A equipa conquistava pela primeira vez a Taça das Taças e tinha apenas a Liga dos Campeões como o trofeu que faltava para conseguir a façanha de ter todos os principais troféus do continente. Ainda em 1984, a Juve lconquistou a Supertaça Europeia, ao vencer o poderoso Liverpool na final por 2-0, com mais um show de Boniek, autor dos dois golos do jogo. Com três troféus na temporada, a Juve estava com tudo e embalada. Era hora da epopeia na Europa. Foco total na Liga dos Campeões A Juventus não queria saber de outra coisa na temporada 1984-1985: o foco era total na Liga dos Campeões. O clube menosprezou sem dó o Campeonato Italiano, que ffoi conquistado pelo surpreendente Verona. A Juve teve o melhor ataque e pela terceira vez seguida o melhor marcador, Platini, com 18 golos, mas ficou na 6ª posição. Os adeptos não ligaram, e a Juve partiu com tudo em busca do troféu que faltava no seu palmarés.. Na estreia, a equipa eliminou o Ilves (Finlândia) com duas vitórias (4-0, com três golos de Rossi) e 2-1 (dois golos de Platini). Nos oitavos de final, mais duas vitórias contra o Grasshopper (Suíça), 2-0 (golos de Vignola e Rossi) e 4-2 (golos de Briaschi, Vignola e Platini, duas vezes). Nos quartos de final, a vitória por 3 a 0 no primeiro jogo contra o Sparta Praga (República Checa), com golos de Tardelli, Rossi e Briaschi selaram a classificação da equipa italiana, que perdeu por apenas 1-0 na segunda mão. Na meia final, duelo complicado contra o Bordeaux (França). No primeiro jogo, em Itália, a Juve passeou e venceu 3-0, com golos de Boniek, Briaschi e Platini. Na segunda mão, os franceses sufocaram os italianos, fizeram 2-0, mas não conseguiram chegar ao terceiro golo, para alívio dos bianconneri, que chegaram a mais uma final de Champions. Era hora de, enfim, levantar a cobiçada taça. O sonhado título na mais terrível tragédia No dia em que os adeptos da Juventus e do Liverpool, adversário dos italianos na final, tinham tudo para celebrar, vibrar e torcer, a Europa e o Mundo viram uma barbárie. A cidade de Bruxelas, na Bélgica, foi palco de uma tragédia que ficou conhecida como a “Tragédia de Heysel”, quando um confronto dos hooligans ingleses provocou a queda de uma vedação e matou 39 adeptos da Juventus, além de deixar centenas de feridos. No meio de tanto drama, o jogo que tinha tudo para ser espetacular, ficou em segundo plano naquele dia 29 de maio de 1985. Sem vibração alguma, a Juventus jogou o básico para vencer o Liverpool por 1-0, golo de penalti de Platini, e conquistar a primeira Liga dos Campeões da sua história. Naquele dia trágico, a equipa prestava uma justa homenagem aos seus falecidos adeptos ao tornar-se na primeira equipa da Europa a conquistar todos os principais torneios da entidade máxima do futebol continental. O feito fez a Juve vencer a “The Uefa Plaque”, que eternizou o feito com os dizeres: “Tribute The Uefa to Juventus F.C. First club having won the three international Uefa club competitions European Champions Clubs' Cup European Cup of the Winners' Cup Uefa Cup.” Ninguém podia com os comandados de Trapattoni. Muito menos com Platini e Boniek. A Europa já estava dominada. Mas ainda faltava o Mundo. Apogeu Em 1985, a Juventus completou a sua festa com a conquista da Taça Intercontinental, ao derrotar o Argentinos Juniors num jogo emocionante. A equipa argentina abriu o marcador por Ereros, aos 55 minutos. Platini, de penalti, empatou aos 63. Castro colocou os argentinos na frente novamente aos 75, mas Laudrup empatou de novo, aos 82. Depois de um prolongamento sem golos, as equipas foram para os penalties e a Juventus venceu por 4-2. Platini foi eleito o homem do jogo e a Juventus escrevia mais um feito inédito e histórico no futebol: o clube tornava-se no primeiro (e até hoje único) a vencer todos os títulos continentais e internacionais possíveis para um clube, o que inclui Liga dos Campeões,Taça das Taças, Taça Uefa, Taça Intertoto, Supertaça Europeia e Taça Intercontinetal. A última dança e o fim de uma equipa majestosa Depois de vencer tudo, a Juventus começou a enfraquecer-se na temporada 1985-1986. O clube venceu apenas um título, a Serie A, ao vencer 18 jogos, empatar 9 e perder 3, marcando 43 golos e sofrendo 17 (melhor defesa do torneio). O atacante da Roma, Pruzzo, acabou com a hegemonia de Platini e foi o melhor marcador com 18 golos. Na Liga dos Campeões, o clube de Platini foi eliminado nos quartos de final pelo Barcelona, que seria vice-campeão ao perder uma final incrível contra o Steaua Bucareste, da Romênia. Em 1987, Platini decidiu retirar-se do futebol, para o choro e tristeza de todos os amantes do futebol. Com ele, foram também Scirea, em 1988, e Cabrini, em 1989. O técnico Trapattoni já tinha deixado o clube em 1986 e a Juventus que encantou tudo e todos, fez história e embelezou os relvados com as atuações geniais de Platini, chegou ao fim. Com o início da hegemonia do Milan de Maldini, Baresi, van Basten, Gullit e Rijkaard, o clube de Turim só voltaria a brilhar em meados da década de 90, com mais conquistas nacionais e, principalmente, internacionais. Novos craques despontaram, mas o brilho e as façanhas dignas do Guinness Book da Juventus 1980-1986 permanecem intactas, enormes e épicas, como é a Juventus, e como foi Scirea, Cabrini, Gentile, Tardelli, Rossi, Boniek e Platini. Craques imortais numa equipa mais do que imortal. As personagens: Dino Zoff: um dos maiores ídolos da história da Juventus, Zoff teve o “azar” de se retirar justamente quando a Juventus estava a começar a montar a sua equipa histórica com Platini e Boniek. Venceu inúmeros Campeonatos Italianos, duas Taças da Itália e uma Taça Uefa, além de ter sido o capitão da Itália na conquista do Campeonato do Mundo de 1982. Stefano Tacconi: brilhante guarda redes, Tacconi substituiu com muita autoridade o ídolo Dino Zoff a partir do ano de 1983. Na baliza da equipa, o guarda redes garantiu segurança, óptimas defesas e muita agilidade. Colecionou títulos com a equipa bianconnera. Luciano Bodini: foi rsuplente de Zoff e de Tacconi na fase áurea da Juve, mas teve participação essencial na conquista da Taça de Italia de 1983. Ficou 10 anos no clube. Luciano Favero: grande defesa da Juve, Favero ajudou a equipa a vencer a Serie A de 1986, a Supertaça Europeia de 1984, a Liga dos Campeões de 1985 e a Intercontinentall de 1985. Jogou de 1984 a1989 na equipa de Turim. Claudio Gentile: jogou na Juve de 1973 até 1984, perdendo a oportunidade de conquistar a Liga dos Campeões, mas entrou para a história do clube como um dos melhores defesas da história da Juventus. Raçudo, às vezes violento, mas muito eficiente, Gentile marcou uma época e foi um monstro no Mundial de 1982, quando anulou Maradona e Zico, sendo peça crucial para a Squadra Azzurra levantar o tricampeonato. Nicola Caricola: foi o ajudante de serviço no meio de tantas estrelas, mas esteve bem quando exigido, ao actuar em mais de 50 partidas no Campeonato Italiano de 1983 até 1987. Sergio Brio: defesa talentoso e cheio de vontade, Brio disputou mais de 370 partidas pela Juventus de 1974 a 1990, acabando a carreira na equipa de Turim. Ganhou 12 títulos e fez história ao lado dos talentosos colegas de clube. Gaetano Scirea: antes de Baresi, a Itália teve Scirea como seu maior líbero no futebol. Dono de notável técnica, muito estilo e comportamento exemplar dentro e fora de campo, Gaetano Scirea comandava a defesa e o meio campo da Juventus e da Nazionale no Mundial de 1982 com muita maestria. Disputou 78 jogos pela seleção e 552 jogos pela Juventus, sendo o segundo em número de partidas com a camisola bianconnera. Foi um mito do futebol mundial e um dos poucos a ter vencido todos os títulos internacionais possíveis por um clube. Antonio Cabrini: um dos melhores laterais da história da Juventus, Cabrini foi o substituto do brilhante Facchetti na lateral esquerda da seleção Italiana e ajudou a Azzurra a conquistar o Mundial de 1982. Divino na defesa, Cabrini ajudava tambem no ataque, quer fosse em cruzamentos ou em remates fora de área. É o nono na lista dos jogadores com mais partidas realizadas pela Juventus: 440 jogos de 1977 a 1989. Massimo Briaschi: médio e até avançado, Briaschi jogou na Juve de 1984 a1987, disputando partidas decisivas e contribuindo nos títulos da Serie A de 1986, da Liga dos Campeões de 1985, Intercontinental de 1985 e da Supertaça Europeia de 1984. Beniamino Vignola: despontou no Verona, em 1978, até chegar à Juve em 1983. Bom médio, Vignola ajudou a equipa a vencer quatro troféus, entre eles a Ligados Campeões. Massimo Bonini: exímio trinco, era a segurança do meio-campo da Juventus, jogando com muita categoria e disposição. Disputou, de 1981 até 1988, mais de 290 jogos com a camisola da Juventus, vencendo oito títulos. Nasceu em San Marino e é o único jogador na história do pequenino país a ter conquistado uma Liga dos Campeões. Marco Tardelli: era outro craque do meio-campo da Juventus, cheio de talento e peça-chave na seleção de Itália campeã do mundo em 1982. Jogou dez anos na equipa de Turim, disputando mais de 370 jogos e marcando 51 golos. Ganhou 11 troféus com a Juve e marcou uma geração de ouro. Michel Platini: antes de surgir Zidane, foi Platini o rei do futebol em França. E na Juventus. O médio prodígio simplesmente arrasou o futebol europeu e mundial na década de 80, que é sempre lembrada como a década dele. Foi ídolo instantâneo na Juventus, referência máxima com os seus remates poderosos, dribles primorosos, livres perfeitos e muitos e muitos golos. A única decepção na carreira do jogador foi não ter vencido um Mundial pelo seu país. Ganhou três Bolas de Ouro consecutivas, em 1983, 1984 e 1985, mesmo período em que foi melhor marcador do Campeonato Italiano. Zbigniew Boniek: depois de Lato, Boniek foi o maior nome do futebol Polaco da história e marcou uma época no ataque da Juventus com muita habilidade, técnica, visão de jogo e golos. Ganhou seis troféus com a camisola da Juve de 1982 até 1985. Um dos grandes nomes na história do clube italiano. Paolo Rossi: depois de viver um drama no começo da década de 80, ao ser suspenso pelo escândalo do Totonero, Rossi deu a volta por cima e tornou-se na maior estrela da Itália no Mundial de 1982, sendo o melhor marcador com seis golos em três jogos e vencendo o título Mundial, a Bola de Ouro e a Chuteira de Ouro. No auge da carreira, Rossi fez daquele Mundial a resposta pessoal a todos os que não acreditavam que ele pudesse dar a volta por cima depois do escândalo que o suspendeu por dois anos. Na bola, na habilidade e com golos, ele calou a boca a toda a gente e virou ídolo nacional e da Juventus, clube que acreditou no atacante ao contratá-lo em 1981 e onde Rossi entupiu os adversários de golos tanto em Itália quanto em competições europeias. Michael Laudrup: um dos melhores jogadores dinamarqueses da história, o médio atacante chegou á Juve em 1983, foi emprestado à Lazio entre 1983 e 1985 e voltou em 1985, assumindo a titularidade no lugar de Boniek e ajudando a Juve a conquistar a Intercontinental de 1985 e o Campeonato Italiano de 1986. Deixou o clube em 1989 para fazer história no Barcelona. Giovanni Trapattoni (Técnico): ao lado de Udo Lattek, é o único treinador da história a ter vencido os três principais torneios europeus (Liga dos Campeões, Taça UEFA e Taça das Taças). Foram 10 anos na Juventus, de 1976 até 1986, e uma coleção de títulos (13 trofeus), recordes, feitos históricos e idolatria dos adeptos. Conseguiu unir todos os talentos da Juve e formar uma equipa histórica, que encantou e marcou uma época. É uma lenda na Juventus. E no futebol italiano. Compartilhar este post Link para o post
de16rossi Publicado 9 Abril 2013 f*da-se o Cassano também se lesionou, já não percebo nada disto. Porra. Sabes qual é o problema???? É que o Inter sem Milito, Palácio, Cassano e Guarin vai conseguir eliminar a Roma. Compartilhar este post Link para o post
Mary Publicado 9 Abril 2013 Noticia de 2010, mas que nao deixa de ser interessante no que diz respeito como foi resolvido o CalcioCaos e como houve um clube que passou inexplicavelmente entre os pingos da chuva. Calciopoli, parte dois Bastaram dois anos para que o futebol enterrasse as sentenças desportivas do Calciopoli: a Juventus venceu a Serie B, o Milan foi campeão europeu e mundial, Fiorentina e Lazio reconquistaram lugares na Europa e a Reggina, na época, conseguiu uma salvação inesperada. O processo judicial, porém, teve de seguir. Descobriu-se que o número de interceptações, que era de 30 mil, na verdade, é de 171 mil. No dia 30 de março do ano passado, o tenente-coronel Attilio Auricchio, responsável pela investigação em que se baseia o processo, declarou que não haviam telefonemas entre os máximos dirigentes das equipas e os designadores de árbitros. No dia 4 de março desse ano, o jornal italiano La Stampa, num exclusivo de reportagem, reproduziu três destes diálogos. Num deles, o protagonista é o falecido Giacinto Facchetti, ex-presidente do Inter. Nos outros, quem aparece é Adriano Galliani, administrador-delegado do Milan, e Leonardo Meani, já punidos. O receptor é sempre Paolo Bergamo, um dos chefes dos árbitros daquela altura. Facchetti e Bergamo teriam falado horas antes da partida entre Inter e Sampdoria, no dia 9 de janeiro de 2005. O Inter venceu por 3-2 uma partida que perdia por 2 a 0 até os 38 minutos da etapa complementar. Reproduzimos abaixo o diálogo que foi divulgado pelo jornal: Facchetti: Pronto, Paolo, quem fala é Facchetti. Bergamo: Bom dia, Giacinto. Facchetti: Estou ia ir para o estádio e disse aos meus para ter um certo tato com Bertini, [o árbitro] uma certa disponibilidade. Falei com os jogadores, com [Roberto] Mancini e com os outros. Bergamo: Vai ser um belo jogo, você vai ver. Facchetti: Tudo bem. Bergamo: Ele [bertini] vem predisposto a fazer um bom jogo. Facchetti: Sim, sim, tudo bem. Bergamo: Verá que vamos vencer este desafio juntos. Facchetti: Só queria dizer-lhe o que eu fiz [instruir os jogadores quanto ao comportamento]. Bergamo: Você vai ver que as coisas vão ser feitas da forma certa. E, depois, a equipa está a recomeçar a ter confiança, a fazer resultados, isto dá moral. No espaço de apenas dois dias, surgiram outros tantos telefonemas. De Moratti a Bergamo, de Facchetti a Mazzei (outro dos responsáveis pela arbitragem, na altura), de Meani a Collina, de Massimo Cellino (presidente do Cagliari) a Bergamo. Todas estas interceptações são trunfos da defesa de Luciano Moggi, não para alegar sua inocência, mas justamente para demonstrar que não existe inocência nesta história. Mais: que a aparente distração com as provas, que não levaram em conta muitas destas intervenções que agora fazem parte do argumento da defesa, foram seletivas. É definitiva, para este fim, a declaração de Coppola, ex-auxiliar de arbitragem, o qual foi categórico em dizer que "os policias não se interessavam pelo Inter". Coppola relatou um incidente numa partida de 2001, em que o Inter venceu o Veneza por 2-1. Disse que o ex-presidente do Inter, Facchetti, invadiu o balneário dos árbitros para protestar contra a arbitragem e fazer pressão, de modo a que um soco de Córdoba em Bettarini, no relatório, fosse transcrito como acidental. Segundo Coppola, os chefes da arbitragem, Bergamo e Pairetto, eram sensíveis às pressões, e assim se faziam os jogos - e que, por não ter mudado o relatório, o arbitro dessa partida nunca mais atuou na Serie A. Mesmo com este tipo de histórico, segundo ele, os investigadores não se interessavam pelo Inter nas questões do Calciopoli. Muito, muito interessante. Compartilhar este post Link para o post
George Kaplan Publicado 9 Abril 2013 (editado) Isto ja se sabe faz muito tempo. A companhia telefonica era em parte de Moratti, Facchetti ja morreu. desenterrar o calciocaos parece-me desnecessario para tentar matar agora o Inter. e de uma vez por todas a serie Agora é levantar mas é a serie A, outra vez para o lugar onde deveria estar. que era a lutar com a liga inglesa e a espanhola pelos melhores jogadores e pelos grandes trofeus europeus Quanto a Galliani, este nao deveria fazer bem o seu trabalho, porque Berlusconi ha anos que queria substituir o Galliani pelo Moggi. Este rejeitava deixar a Juve e esta era campea varias vezes. Editado 9 Abril 2013 por byoplayer Compartilhar este post Link para o post
johan Publicado 9 Abril 2013 Sabes qual é o problema???? É que o Inter sem Milito, Palácio, Cassano e Guarin vai conseguir eliminar a Roma. Sinceramente, não tenho confiança nenhuma. Só com o Rocchi? Talvez o Ricky me surpreenda mais uma vez e enterre a Roma, mas duvido muito. Compartilhar este post Link para o post
George Kaplan Publicado 9 Abril 2013 3 jogos de suspensao ao Balotelli. Baril! Compartilhar este post Link para o post
Victarion Publicado 9 Abril 2013 3 jogos de suspensao ao Balotelli. Baril! que é que ele fez? Compartilhar este post Link para o post
Keef Publicado 9 Abril 2013 palavras dirigidas ao árbitro,acho Compartilhar este post Link para o post