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Victarion

[Núcleo] Serie A

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Citação do jornal "A Bola" online

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«É precisa uma mudança radical no futebol italiano» - Maldini

 

Após o Inter ter ganho a Liga dos Campeões em 2010, mais nenhum clube italiano chegou sequer às meias finais da prova. Para Maldini, histórico defesa do Milan e da seleção italiana, é altura de perceber quais as razões do insucesso do futebol transalpino na Europa e fazer algo quanto a isso.

 

«Para competir com as outras grandes equipas europeias é necessário investir, não há outro caminho para alcançar esse nível.» afirma o antigo jogador. «A Juventus por exemplo, é uma grande equipa em Itália, mas nos jogos contra o Bayern viu-se uma grande diferença entre as formações.»

 

Maldini, que conquistou cinco títulos europeus, na sua carreira de 25 anos, considera que é necessária uma mudança de mentalidade no futebol italiano, aproveitando melhor os investimentos que se fazem. «Em 1990 tínhamos sete grandes equipas – Milan, Inter, Juventus, Parma, Lazio, Roma e Fiorentina. Mas depois fizeram-se investimentos mal pensados e a Lazio e o Parma entraram em bancarrota».

 

«É preciso ganhar dinheiro com o desporto, em vez de perder. Em Itália, todos estão a perder dinheiro no futebol», concluiu o italiano.

 

tudo dito, ó velhote...

Se Deus diz, é porque é assim e acabou. :prayer:

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Por acaso se alguem souber os nomes desses jogadores da Juve Primavera, agradecia que coloca-se aqui.

 

È que dai so tou a ver o Magnusson e o Branescu.

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Nessa situação, diz-se colocasse e não coloca-se. Só um aparte.

 

Ora bem, dessa equipa, só conheço o Beltrame, o Padovan e o Mattiello. Para além daqueles que referiste, claro.

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Untersee (DD) e Beltrame são os melhores dos que conheço. Mattiello é o que me deixa mais curioso, mas nunca vi noventa minutos dele.

 

Dos que não referiram, acrescento o Rugani (DC) e o Schiavone (MC).

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JUVE (3-5-2): Branescu; Rugani, Magnusson, Garcia; Mattiello, Slivka, Schiavone, Kabashi, Untersee; Padovan, Beltrame.

 

Foi este o 11.

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Apareceu no face, que o filho do Pirlo morreu vitima de Cancro.

 

:-|

 

:-|

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nvm Rumores falsos ftw...

Editado por Scirea

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O Sebastian Leto do Panathinaikos, já assinou pelo Catania. Mais um Argentino para a equipa mais Argentina de Itália :D

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O Sebastian Leto do Panathinaikos, já assinou pelo Catania. Mais um Argentino para a equipa mais Argentina de Itália :D

 

roubou o lugar ao Inter?!

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roubou o lugar ao Inter?!

Sim, o Inter tem 8 argentinos e o Catania 10. E já não deste ano que o Catania é a equipa mais argentina.

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Cada vez mais aumentam os rumores de Allegri na Roma...

 

Por falar em Catania, que é feito do japonês?

 

depois de tanto aquecer banco foi mandado para o Al Nasr da Arabia Saudita

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loooooooooooooooool

 

E o Chiellini trocado pelo Ricardo Carvalho-

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Record diz que Juventus e Real planeiam troca de jogares. Marchisio e Vidal por Higuain e Benzema...

 

NOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

o pior disso é ser dois médios por dois avançados...que lolada

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Foi organizado um evento entre as lendas da Juventus e do Real para angariar fundos para uma causa qualquer e é provavelmente daí que saíram as notícias. Mas arranja-se já um negócio, se quiserem.

 

Coentrão, Di e Benzema pelo Pogba. 8-)

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depois de tanto aquecer banco foi mandado para o Al Nasr da Arabia Saudita

 

Até curtia dele. :(

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'Il Gran Torino', o amigável com o Benfica e o desastre de Superga

 

Quando as pessoas pensam na cidade de Turim e em futebol, é a Juventus que imediatamente vem à mente. É normal, sendo um dos clubes mais famosos da Europa e um dos mais bem sucedidos de Itália, o seu equipamento às riscas, pretas e brancas, é reconhecido em qualquer lugar onde o futebol seja desporto.

 

Pouca gente se lembrará do Torino, clube que passou as últimas décadas a combater graves problemas, tanto dentro como fora de campo. Um emblema em declínio, com performances fracas, logicamente acabaram fora da Série A e a definhar nas profundezas da Série B. Depois de desafiar as probabilidades e ganhar a promoção de volta à primeira divisão em 2005, viu negado o seu lugar na Serie A, após o clube declarar falência, na sequência da exposição de enormes dividas tributárias obtidas com garantias bancárias falsas.

 

Depois de ressurgir das cinzas com um novo nome, eles foram autorizados a prosseguir o seu futebol, na Serie B, devido à sua rica história cultural e futebolística para, exactamente um ano depois, ganharem a promoção de volta à Série A, perante 60.000 fãs.

 

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No entanto, as coisas podiam ter sido bem diferentes. Se voltarmos ao início de Maio de 1949, o Torino era a equipa mais dominante no país e uma das mais temiveis do velho continente...

 

Após ter vencido o último título por um ponto de vantagem sobre o Livorno, antes da interrupção da Serie A devido a eventos relacionados com a II Guerra Mundial, eis que com a paz regressavam os jogos, com um campeonato ganho por apenas um ponto de diferença sobre o rival Juventus. Na curta temporada 1945-1946, mal se sabia que nenhuma equipa chegaria aos calcanhares deste grande Torino durante algum tempo.

 

Foi na temporada seguinte que começaram a cimentar o seu estatuto como a melhor equipa da sua geração. Foi um passeio até ao título, terminando com uma vantagem de 10 pontos, com 104 golos marcados e apenas 35 sofridos, num total de 38 jogos.

 

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Ainda mais impressionante foi a seguinte temporada (1947-1948). Este grupo de jogadores marcou um impressionante número de 125 golos em 40 jogos, sofrendo apenas 33, tendo vencido 19 de 20 jogos em casa. Eram imparáveis.

 

Na temporada 1948/49 não foi surpresa o inicio fulgurante, nada havia mudado e com quatro pontos de vantagem, numa série de 18 jogos sem conhecer o sabor da derrota, chegaram à fase final da temporada, com apenas quatro jogos para terminar a Série A. ‘Il Gran Torino’ não perdia no seu estádio há 93 partidas – um recorde que se estendia no tempo desde 1943.

 

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A 1 de Maio de 1949, os jogadores do Torino voaram para Lisboa, com o intuito de jogar um amigável com o Benfica, para celebrar a despedida do capitão da selecção portuguesa, Francisco “Xico” Ferreira, que havia convencido os dirigentes italianos a marcar um particular na recta final do campeonato com este propósito. A partida foi disputada no dia 3 de maio e seria vencida pelo Benfica por 4 a 3 diante de um público de 40 mil pessoas. Um dia depois, 31 passageiros e tripulantes embarcaram no avião FIAT G-212 com escala em Barcelona e destino a Turim. Foi um dia negro.

 

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Numa colina acima de Turim, há uma cidade pequena chamada Superga, com uma basílica do Séc.XVIII. A chuva forte atacou a cidade e um nevoeiro denso espreitava com ar ameaçador no céu. A visibilidade era próxima de zero. Pouco depois das cinco da tarde, um homem correu em direcção a um restaurante na praça de Superga, solicitando com urgência o uso de um telefone para pedir ajuda.

 

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O avião acabava de embater contra um muro na parte de trás da basílica. Restos de corpos, bagagens e destroços estavam espalhados por uma vasta área, e os bosques ao redor da igreja estavam em chamas. Não houve sobreviventes.

 

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Vittorio Pozzo, ex-treinador da seleção nacional italiana, e agora um jornalista local, foi o infeliz indivíduo encarregue de identificar os corpos. Ele conhecia bem os jogadores, tendo escolhido dez deles como membros da sua última selecção italiana, em 1947.

 

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As suas palavras nos jornais, naquela noite, resumiram a situação de forma cruel: "A equipa do Torino deixou de existir. Ela desapareceu, ardeu, explodiu. A equipa morreu em combate, como um grupo de tropas de intervenção na guerra, que deixou as suas trincheiras e nunca mais voltou. "

 

A tragédia chocou o país inteiro. Edições tardias especiais de jornais foram imprimidas em Turim, e quando a notícia do desastre se propagou, o trabalho parou na fábrica da FIAT da cidade para um minuto de silêncio, e todas as lojas da cidade fecharam as suas portas.

 

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Em breve, as manchetes nos jornais de Milão colocavam de lado todas as rivalidades, dizendo: - 'Itália de luto pelos seus campeões’, ‘Campeões para sempre'.

Em Roma, o Parlamento italiano suspendeu a sessão quando se soube da notícia.

 

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Dois dias depois, mais de meio milhão de pessoas assistiram aos funerais dos jogadores, jornalistas e funcionários que morreram na tragédia. O cortejo fúnebre foi transmitido na rádio nacional. Só naquele dia, mais de trinta mil pessoas fizeram a caminhada até Superga , prestando a sua homenagem, deixando flores no local do acidente.

 

A história do Torino reflecte inteiramente um 'antes' e um 'depois' de Superga. O clube recebeu o ‘Scudetto’ naquele ano, o quinto título consecutivo, alinhando com jogadores juvenis para concluir as 4 jornadas finais do campeonato, exemplo que foi seguido pelos principais clubes da Série A, tendo ganho todos os jogos até ao final. Desde aí, nunca mais o Torino voltou a ter uma equipa que se aproximasse da qualidade dos malogrados, conhecida como ‘Il Grande Torino’. Naquelas cinco temporadas, o clube marcou 483 golos e sofreu apenas 165 - um recorde que se demonstrou impossível de superar desde então.

 

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O capitão da equipa durante esse período foi Valentino Mazzola. Estrela de Itália e do Torino, este médio ofensivo foi algumas vezes referido como o maior jogador de futebol italiano de todos os tempos. Dada a qualidade dos jogadores que a Itália tem vindo a produzir ao longo dos anos, isto só pode ter um significado especial. Em cinco anos de competição, com o Torino, venceu cinco campeonatos e marcou 102 golos, tornando-se um capitão verdadeiramente inspirador. Tinha 30 anos de idade, aquando o desastre.

 

O treinador do Torino na época também tinha um enorme impacto sobre o futebol italiano. Egri Erbstein era um judeu húngaro, que tinha chegado ao Torino antes do auge da Segunda Guerra Mundial. Foi forçado a sair por Mussolini, levado para um campo de concentração nazi durante a invasão a Budapeste. Após a libertação da Hungria, regressou ao Torino como treinador, e foi responsável pela montagem da equipa imbatível.

 

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Egri Erbstein trouxe métodos de treino modernos para Itália, desenvolvendo um estilo odiado pelos seus jogadores, mas que trouxe excelentes resultados. Também revolucionou o jogo posicional táctico, incentivando a equipa a utilizar todo o espaço disponível em campo, ao invés do rigoroso posicionamento fixo.

 

Foi um dos 31 a perecer no acidente, mas as suas ideias e métodos viveram através de outros e daí se formou uma base para muitos dos métodos de treino desenvolvidos nas décadas que vieram após a sua morte.

 

No entanto, não foi apenas o Torino que sofreu com esta tragédia. Demorou à Itália alguns anos para se recuperar dos trágicos acontecimentos de Superga. Os jogadores do clube formavam o núcleo da selecção italiana na altura, selecção essa que não voltaria a ter um bom desempenho num Campeonato do Mundo por mais de vinte anos após o acidente. Tendo vencido os Campeonatos do Mundo em 1934 e 1938, antes da guerra, a equipa nacional não conseguiria passar sequer da primeira fase até 1970.

 

As memórias e medos de Superga levaram a que a selecção italiana viajasse de barco para participar no Campeonato do Mundo de 1950, no Brasil. A viagem durou duas semanas e os jogadores chegaram doentes e enfraquecidos, após terem sofrido duas semanas de enjoo. Acabaram derrotados na estreia, e praticamente eliminados, logo contra a Suécia. Mesmo após a vitória por 2 a 0 sobre o Paraguai, que havia empatado com a Suécia, não foi suficiente e confirmou-se o afastamento.

 

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É impossível saber até que ponto o curso da história foi alterado, bem como o que teria sucedido caso a tragédia de Superga não tem ocorrido. Se o Torino, empurrado pelos êxitos, seguiria com o domínio do futebol em Itália por muitos mais anos, é algo que nunca saberemos. Talvez hoje fossem as camisolas vermelhas do Torino a estar indelevelmente ligadas a Turim e ao sucesso do futebol italiano, ao invés das listas pretas e brancas da Juventus.

 

Fonte: Blog Cabelo do Aimar

 

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Fonte: Blog Cabelo do Aimar

 

:-s

a tragédia deu-se depois de uma visita do Torino a Lisboa para jogar uma amigável com o Benfica em homenagem a Francisco Ferreira, "o perfeito Capitão". Daí que isso seja recordado num blog benfiquista.

 

De resto este Grande Torino, entre vários méritos, teve o de ser a primeira equipa a ter dimensão Europeia. Até aí nenhum equipa tinha tido um impacto noutro futebol que não o seu. O Torino dos anos 40 marcou a Europa toda. Se tem havido LC naquela altura, o Torino tinha ganho umas 4 ou 5 de rajada, a lá Real Madrid.

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