Ir para conteúdo
Entre para seguir isso  
Victarion

[Núcleo] Serie A

Publicações recomendadas

Os 10 maiores Ibéricos do futebol Italiano

 

Espanhóis e Portugueses tiveram quase sempre a sina de decepcionar quando chegaram ao Calcio. Poucos jogadores oriundos da Península Ibérica conseguiram obter grandes resultados no futebol italiano, talvez por causa do estilo de jogo, talvez por problemas de adaptação – por isso, unimos as duas escolas numa única lista. No total, 54 espanhóis e 48 portugueses jogaram na Serie A, e a maioria deles nem de longe convenceu. Boa parte foi contratada apenas para compor o plantel, mas alguns que poderiam ser estrelas acabaram por fracassar de forma esmagadora .

 

A lista de decepções é grande. O maior flop de todos é, sem dúvida, o médio espanhol Gaizka Mendieta, que chegou à Lazio por 48 milhões de euros – contratado ao Valencia, foi o sexto jogador mais caro do mundo, à época. O basco não jogou nada bem e fez apenas 20 jogos com a camisola celeste. Outros jogadores que estiveram mal, entre os espanhóis, são Iván Helguera (Roma), Iván De la Peña (Lazio), Javier Farinós (Inter), Javi Moreno (Milan), José Mari (Milan) e Bojan Krkic (Roma e Milan). Por outro lado, o médio Víctor Múñoz (Sampdoria) e o guarda redes Pepe Reina (Napoli) foram bem banais nos seus anos italianos.

 

Já entre os portugueses, nenhum jogador decepcionou mais do que o extremo Ricardo Quaresma, que também foi contratado a peso de ouro pelo Inter, mas não rendeu nem um terço do esperado pela equipa de José Mourinho. Outros jogadores que passaram por fases negativas em Itália foram o extremo Paulo Futre (Reggiana e Milan), o defesa Abel Xavier (Bari e Roma), o defesa Jorge Andrade (Juventus) e o médio-defensivo Costinha (Atalanta), que mal jogaram pelos seus clubes. O avançado Nuno Gomes (Fiorentina), o médio Maniche (Inter) e o lateral Dimas (Juventus), tiveram uma passagem satisfatória.

 

Alguns deles, porém, quebraram esse estigma e tornaram-se ídolos na Serie A.

 

Observação: Hoje, 16 Espanhois e 5 Portugueses jogam por clubes italianos. Nenhum foi considerado neste ranking, pelo curto período que integram as respectivas equipas. Os maiores destaques falam castelhano e jogam em Nápoles, Turim, Milão e Florença: os médios Borja Valero e Joaquín (Fiorentina), os avançados Fernando Llorente e Álvaro Morata (Juventus), o guarda redes Diego López (Milan) e o avançado José Callejón (Napoli). Os espanhois de origem africana Keita Baldé (Lazio) e Pedro Obiang (Sampdoria) estão a afirmar-se, assim como o português Bruno Fernandes (Udinese).

 

10º - Josep Guardiola

pep-guardiola-brescia-fc-bayern.jpg

Posição: médio

Clubes em que atuou: Brescia (2001-02 e 2003) e Roma (2002-03)

Títulos conquistados: nenhum

 

Depois de vencer praticamente tudo com o Barcelona, Pep decidiu rumar para Itália em busca de uma nova aventura com o Brescia, treinado pelo folclórico Carlo Mazzone. O médio, considerado um dos melhores da sua geração, continuou a fazer bons jogos e a ser sempre o dono do meio campo, graças ao seu posicionamento e á sua visão de jogo única. A boa temporada, entretanto, foi interrompida por uma punição devido a uma substância proibida, a nandrolona, detectada num exame antidoping, que o afastou dos relvados por quatro meses. Anos depois, mesmo após ter cumprido a suspensão, Guardiola foi declarado inocente.

 

Após a experiência com o clube lombardo, Guardiola foi contratado pela Roma, mas não obteve sucesso na capital, jogando muito pouco. Regressou, então, ao Brescia, onde voltou a ser companheiro de Roberto Baggio, com quem dividiu a liderança da equipa e até, em alguns momentos, a faixa de capitão . Nos dois anos em que Baggio e Guardiola jogaram juntos, o clube rodinelle conseguiu a segunda melhor classificação da sua história: um 9º lugar em 2003.

 

9º - Rui Barros

Rui_Barros_posato-932x695.jpg

Posição: extremo

Clube em que atuou: Juventus (1988-90)

Títulos conquistados: Coppa Italia (1989-90) e Taça UEFA (1989-90)

 

O baixinho de 1,59m surgiu nas categorias de formação do Porto e, após um ou outro empréstimo, conseguiu afirmar-se na equipa principal, sendo elemento determinante para a conquista da dobradinha na temporada de 1987-88, além de vencer também a Taça Intercontinental e a Supertaça Europeia. Foi aí que ele despertou o interesse da Juventus que, à época, o contratou por 7,5 bilhões de liras.

 

Na Juve treinada por Dino Zoff, continuou a boa fase e marcou 15 golos no seu primeiro ano como bianconero. Inteligente e velocíssimo, Rui Barros encontrava sempre espaço para penetrar na área adversária e raramente desperdiçava oportunidades frente á baliza, tendo um comportamento de avançado. Na temporada seguinte, conquistou mais uma dobradinha -- a Coppa Italia e a Taça UEFA -- mas despediu-se da Velha Senhora no final da época, vítima de uma reformulação no clube. Passou ainda por Monaco e Olympique de Marselha antes de retornar ao Porto, onde foi pentacampeão nacional e encerrou a carreira.

 

8º - Sérgio Conceição

328185.jpg

Posição: extremo

Clubes em que atuou: Lazio (1998-2000 e 2004), Parma (2000-01) e Inter (2001-03)

Títulos conquistados: Serie A (1999-2000), Coppa Italia (1999-2000 e 2003-04), Supercoppa Italiana (1998), Taça das Taças (1998-99) e Supertaça Europeia (1999)

 

Após destacar-se também no Porto e ser eleito melhor jogador do Campeonato Português em 1998, Conceição desembarcou em Itália, contratado pela Lazio milionária de Cragnotti. No seu primeiro jogo oficial pelo novo clube, marcou, nos descontos da segunda parte, o golo que deu aos romanos a Supercoppa contra a Juventus em Turim. A partir dai, para o português cair nas graças dos adeptos foi um passo. O treinador Sven-Göran Eriksson confiou-lhe a faixa direita do meio-campo, onde viveu duas temporadas fantásticas, conquistando, ao todo, cinco títulos.

 

Em 2000, porém, o camisola 7 foi envolvido na transferência que levou o goleador Hernán Crespo para a Lazio, e rumou para o Parma. Em solo emiliano, disputou uma temporada discreta, partindo para o Inter no fim do campeonato. Permaneceu por dois anos em Milão, onde não conseguiu muito espaço, também devido a uma lesão. Em 2003, regressou à Lazio, mas deixou novamente o clube cinco meses depois, quando foi cedido ao Porto.

 

7º - Paulo Sousa

402779_311492395614836_522906866_n.jpg

Posição: médio

Clubes em que atuou: Juventus (1994-96), Inter (1998-99) e Parma (2000)

Títulos conquistados: Serie A (1994-95), Coppa Italia (1994-95), Supercoppa Italiana (1995) e Liga dos Campeões (1995-96)

 

Paulo Sousa jogou no Benfica e no Sporting, dois dos maiores clubes de Portugal, antes de chegar à Juventus, em 1994. Viveu dois anos gloriosos na equipa bianconera, fazendo parte do plantel que venceu Campeonato, Copa e Supercopa em 1995. Titular e peça importante do meio-campo na formação de Marcello Lippi, o camisola 6 formava um trio de qualidade com Antonio Conte e Didier Deschamps.

 

Mas o auge de Paulo Sousa na Juve viria na sua segunda temporada, com a conquista da Liga dos Campeões sobre o Ajax. Repetiu o feito com o Borussia Dortmund no ano seguinte e regressou para a Itália em 1998, agora para defender as cores do Inter. O jogador, porém, não repetiu o sucesso da sua primeira passagem pela Velha Bota, pois já vinha a sofrer com muitas lesões e não se firmou em Milão, sendo cedido ao Parma após um ano, mas permanecendo apenas meia temporada com os gialloblù.

 

6º - Joaquín Peiró

suarez-peiro%CC%81.jpg

Posição: avançado

Clubes em que atuou: Torino (1962-64), Inter (1964-66) e Roma (1966-70)

Títulos conquistados: Serie A (1964-65 e 1965-66), Coppa Italia (1968-69), Liga dos Campeões (1964-65), Taça Intercontinental (1964 e 1965)

 

Nascido na capital espanhola, Joaquín Peiró (à direita, na imagem) destacou-se ainda muito jovem no Atlético de Madrid, onde conquistou a Taça das Taças de 1962, contra a Fiorentina, marcando inclusive um golo em cada partida da final. Quase imparável devido à sua grande velocidade, o ponta-esquerda despertou o interesse do Torino. Com a equipa granata, Peiró fez uma primeira temporada fraca, mas em seguida recuperou o bom futebol, tanto que foi cedido ao Inter de Helenio Herrera, em 1964. Em Milão, encontrou o seu compatriota Luis Suárez (à esquerda na foto) e fez parte do Grande Inter que venceu uma Liga dos Campeões, duas Taças Intercontinentais e duas Serie A.

 

Na meia-final da prova europeia, o espanhol foi personagem de um lance polémico: enquanto o guarda redes do Liverpool batia a bola no chão para ganhar tempo, o camisola 9, inteligentemente, tirou-a com o pé esquerdo e só teve o trabalho de empurrá-la para a baliza deserta. Apesar de muita contestação, o golo foi validado. O lance foi decisivo para o apuramento da Beneamata para a final, já que os ingleses haviam vencido o jogo da primeira volta e o Inter conseguiu a reviravolta. Apesar das boas atuações, a concorrência no elenco interista era forte. Na época, ainda não se realizavam substituições durante os jogos, e havia uma regra em que as equipas italianas só podiam utilizar dois estrangeiros por jogo – no Inter, o espanhol Suárez e o brasileiro Jair da Costa eram titulares. Assim, o hispânico decidiu rumar para a Roma em 1966. Com a camisola giallorossa, Peiró voltou a ter grandes momentos, como a Coppa Italia de 1969, que venceu praticamente sozinho. Chegou a ser capitão da equipa da capital, onde permaneceu por quatro anos até encerrar a carreira.

 

5º - Fernando Couto

vialli%2Bcouto%2B1995.jpg

Posição: defesa cental

Clubes em que atuou: Parma (1994-96 e 2005-08) e Lazio (1998-2005)

Títulos conquistados: Serie A (1999-2000), Coppa Italia (1999-2000 e 2003-04), Supercoppa Italiana (1998 e 2000), Taça UEFA (1994-95), Taça das Taças (1998-99) e Supertaça Eurpeia (1999)

 

 

Fernando Couto já era um colosso da defesa do Porto quando, em 1994, foi contratado pelo Parma, equipa que à época fazia frente aos grandes de Itália. O defesa de cabelos fartos e boa estatura tinha também um ótimo senso de posicionamento, o que fazia dele uma grande arma no jogo aéreo, tanto defensiva como ofensivamente. Logo no seu primeiro ano com os emilianos, conquistou a Taça UEFA, mas na temporada seguinte não conseguiu manter o nível e, em 1996, foi cedido ao Barcelona.

 

Após duas temporadas em Espanha, Couto regressou à Velha Bota, agora para defender a Lazio, que o contratou junto com Iván De La Peña – que se tornaria um dos inúmeros flops espanhóis no futebol italiano. No clube biancoceleste, o português fez parte de uma das melhores defesas da Europa, tendo como companheiros atletas do calibre de Nesta e Mihajlovic. Em sete temporadas com a águia sobre o peito conquistou sete títulos, incluindo um scudetto. Apesar de ter ficado marcado por alguns momentos de descontrolo, foi capitão de equipa no final da sua passagem pela capital. Regressou ao Parma em 2005 e após três temporadas, retirou-se.

 

4º - Luis del Sol

2rm2qn7.jpg

Posição: médio

Clubes em que atuou: Juventus (1962-70) e Roma (1970-72)

Títulos conquistados: Serie A (1966-67), Coppa Italia (1964-65)

 

Revelado pelo Betis e com óptimos momentos no Real Madrid (pelos Merengues, venceu a Liga dos Campeões e a Taça Intercontinental), Del Sol passou na Juventus a maior parte da sua carreira. Cobrindo todos os espaços do meio-campo com muito fôlego, o espanhol era o grande "motor" da Vecchia Signora e o principal responsável pela distribuição de jogo. Uma espécie de regista à moda antiga. Em oito temporadas no Piemonte, foi bastante regular, jogando sempre em alto nível. Apesar de tudo, venceu apenas um Scudetto e uma Coppa Italia, pois o período da Juve não era dos melhores. Ademais, a Serie A tinha, à época, o domínio do Inter, com algumas inserções do Milan.

 

Aos 35 anos, passou a defender as cores da Roma, onde jogou por duas temporadas. Ainda que a sua idade fosse avançada, Del Sol manteve uma boa condição física e não decepcionou na capital, conquistando os adeptos da Maggica e a braçadeira de capitão.

 

3º - Luís Figo

43f8351edd38358e4bdb2b4616158bf8.jpg

Posição: extremo/médio

Clube em que atuou: Inter (2005-09)

Títulos conquistados: Serie A (2005-06, 2006-07, 2007-08 e 2008-09), Coppa Italia (2005-06) e Supercoppa Italiana (2005, 2006 e 2008)

 

Figo chegou ao Inter em 2005 após cinco temporadas no Real Madrid e sob muita expectativa. Afinal, quem era Figo? Um multicampeão, que conquistou quase todos os títulos que disputou, e com uma Bola de Ouro e o prémio de melhor do mundo pela Fifa. Um dos maiores craques dos tempos recentes do futebol, que chegava a Itália para um desafio no final da sua carreira – quando chegou a Milão, tinha 32 anos. No entanto, a trajetória italiana de Figo poderia ter começado bem antes. Em 1995, quando atuava pelo Sporting, ele assinou contrato com Juventus e Parma, o que gerou uma disputa judicial e o impedimento de que ele assinasse por qualquer clube italiano por dois anos. Assinou pelo Barcelona, fez história na Catalunha, passou para o Real Madrid e o resto é história.

 

Em Milão, Figo começou com a corda toda. Venceu na primeira temporada, a Supercopa, a Coppa Italia e, após as sentenças do Calciopoli, viu o Inter ficar também com o Scudetto. Na temporada seguinte, o Inter perdia a Supercopa para a Roma por 3-0. No prolongamento, depois que a Beneamata tinha conseguido um milagroso empate, um golo do português, de livre, deu o troféu. No entanto, Figo dividia a titularidade com Vieira e Stankovic, e quase deixou a equipa rumo à Arábia Saudita, o que fez os adeptos, no último jogo de 2006-07, demonstrar todo o carinho pelo jogador, pedindo que ele marcasse um pênalti contra o Torino e a sua permanência. Figo teve os seus desentendimentos com o treinador Roberto Mancini, que, junto com algumas lesões (a mais grave, depois de uma falta de Nedved, num tenso dérbi contra a Juventus), atrapalharam o seu rendimento. Um dos episódios mais famosos foi quando ele se recusou a entrar em campo durante um jogo contra o Liverpool. A chegada de José Mourinho, em 2008, foi um dos motivos da permanência do camisola 7, que, apesar de tudo, ainda tinha os seus momentos brilhantes. A sua técnica refinada e visão de jogo acima da média, aliada a uma grande precisão nos passes e remates, ajudaram o Inter a conquistar quatro dos seus cinco scudetti consecutivos. Hoje, Figo permanece ligado aos nerazzurri, como dirigente.

 

2º - Rui Costa

1024.jpg

Posição: médio

Clubes em que atuou: Fiorentina (1994-2001) e Milan (2001-06)

Títulos conquistados: Serie A (2003-04), Coppa Italia (1995-96, 2000-01 e 2002-03), Supercoppa Italiana (1996 e 2004), Liga dos Campeões (2002-03) e Supertaça Europeia (2003)

 

Rui Costa passou por todas as etapas das categorias de formação do Benfica, onde jogou até 1994, até ser comprado pela Fiorentina. Dotado de uma técnica finíssima, era o principal responsável por municiar o goleador Batistuta. Com a Viola, o Maestro conquistou duas Coppa Italia e uma Supercoppa, além de levar a equipa à Liga dos Campeões. Depois da saída de Batigol, em 2000, jogou a sua última temporada com a braçadeira de capitão, conquistando a sua segunda taça nacional. Foi vendido para tentar salvar (sem sucesso) a Fiorentina da falência. Até hoje, é um dos 20 maiores marcadores da história do clube.

 

No Milan, porém, foi onde Rui Costa conquistou os seus maiores títulos, jogando tão bem quanto em Florença. Apesar de marcar poucos golos, compensava com as suas assistências sempre na medida para os avançados. Ao todo, foram uns impressionantes 65 passes para golo na sua passagem pelo clube rossonero, com o qual chegou ao topo da Itália e da Europa. Na conquista da Liga dos Campeões, em 2003, destacou-se por ter dado todas as assistências na goleada por 4-0 sobre o Deportivo La Coruña, em plena Espanha, e por ter efetuado um lindo lançamento, de 60 metros, para Shevchenko violar as redes do Real Madrid. O craque foi ofuscado por Kaká nos seus últimos dias de Milan, mas é lembrado até hoje, como um dos grandes camisolas 10 que passaram pelo Diavolo.

 

1º - Luis Suárez

suarez.png

Posição: médio

Clubes em que atuou: Inter (1961-70) e Sampdoria (1970-73)

Títulos conquistados: Serie A (1962-63, 1964-65 e 1965-66), Liga dos Campeões (1963-64 e 1964-65) Taça Intercontinental (1964 e 1965)

 

Contratado pelo Inter após vencer o prémio Bola de Ouro no Barcelona, Suárez reencontrou na Itália o seu ex-treinador Helenio Herrera. Chegando com a pompa de ser o jogador mais caro do mundo, à época, ele foi protagonista do Grande Inter que conquistou a Europa e o mundo por duas vezes. Em nerazzurro, o espanhol foi reinventado pelo "Mago" Herrera, que o colocou para jogar mais recuado, como regista. O seu futebol não perdeu a qualidade e, na verdade, Suárez mostrou grande inteligência e habilidade para se adaptar num momento já avançado na carreira – tinha 26 anos. Os seus lançamentos longos eram uma grande arma para os contra-ataques quando se tinha na frente jogadores como Jair da Costa, Sandro Mazzola e Mario Corso.

 

Até hoje considerado um dos melhores da sua posição, Luis Suárez defendeu o Inter por nove temporadas e totalizou mais de 300 jogos com a camisola da Beneamata, marcando 58 golos. Ao todo, conquistou sete títulos com a equipa de Milão, e ficou com amargo de boca na Serie A de 1964, quando o Inter perdeu o Scudetto no jogo de desempate contra o Bologna de Bulgarelli, Nielsen e Haller. Ingressou na Sampdoria em 1970 e por lá permaneceu por três anos, mas, já aos 35 anos, não tinha mais o brilho de outrora. Após terminar a carreira, chegou a ser treinador do Inter por três ocasiões, e também treinou os juvenis do Genoa e as equipas principais de outros clubes italianos, como Cagliari, Spal e Como, antes de treinar a seleção espanhola. Suárez foi ainda dirigente do Inter nos anos 1990, nos primeiros anos da gestão de Massimo Moratti.

Editado por Mary

Compartilhar este post


Link para o post

Entretanto, mais 2 jogadores apontados á Juve: Widmer da Udinese e Everton Ribeiro do Cruzeiro.

plz no

Compartilhar este post


Link para o post

Hoje na Gazzetta analisam os jogadores com maior percentagem de vitorias na serie A (com mais de 400 jogos na liga).

 

1 - Nesta (57,8%)

2 - Buffon (56,5%)

3 - Del Piero (56,1%)

4 - Pirlo (55,5%)

5 - Zanetti (54,6%)

 

Nesta <3

Compartilhar este post


Link para o post

O Nesta teve a sorte de pertencer sempre a equipas bem estruturas e talentosas. Do que me recordo, nunca esteve envolvido em nenhuma reestruturação de plantel (mais radicais, claro), mas isso não lhe retira mérito.

 

Zanetti :heart:

Compartilhar este post


Link para o post

B1C2yeCIQAABzoB.jpg

 

Buffon vai fazer amanhã o jogo 500 ao serviço da Juve.

 

Lenda!

Compartilhar este post


Link para o post

Nao há topico para esta jornada da Serie A?

 

Ontem Sassuolo venceu o Empoli...hoje segue com

 

Cagliari - Milan

Fiorentina - Udinese

Genoa - Juventus

Inter-Sampdoria

Roma - Cesena

 

Só para citar alguns jogos

Compartilhar este post


Link para o post

Memories - 29/10/97: A 19 anni, Gianluigi Buffon debutta in Nazionale contro la Russia

 

B1GMph7IAAA3ecx.jpg

Compartilhar este post


Link para o post

Festa para o ídolo: Buffon completa 500 jogos pela Juventus

B1HeCvHIUAAFrKI.png

 

O jogo da Juventus nesta quarta-feira (29), contra o Genoa, no estádio Luigi Ferraris, será especial para o clube, que celebra os 500 jogos do ídolo Gianluigi Buffon pela Velha Senhora.

 

O guarda redes, que chega á marca histórica após 13 temporadas completas pelo clube, terá no jogo uma braçadeira de capitão especial, com o número gravado em sua homenagem.

 

O guarda redes mais valioso

Em 2001, um jovem guarda redes destacava-se no Parma já há algumas temporadas. Só que o clube da região do Norte da Itália fazia jogo duro para o libertar. Tratava-se de Buffon.

 

Foi preciso apostar alto para convencer o Parma. A Juventus chegou com um camião de dinheiro: cerca de 47 milhões de euros, o maior valor pago por um guarda redes até hoje no futebol mundial.

 

Não tinha como o Parma o segurar. Não tinha também como a aposta ser mais certeira. Ao longo dos anos, o jogador transformou-se num dos maiores ídolos da história da Velha Senhora.

 

Titular desde sempre

Pelo investimento, mas principalmente pela qualidade, Buffon foi titular desde a primeira temporada no clube de Turim. Logo os adeptos adoptaram o grito "Salta con noi Gigi Buffon", algo como "salta conosco, Gigi Buffon", na tradução livre.

 

Logo na primeira temporada, a Juventus, com Buffon como titular, conquistou o título da Serie A. Foram 45 jogos do guarda redes naquela temporada, 34 no Campeonato Italiano.

O primeiro deles aconteceu num sábado, 25 de agosto de 2001. No antigo Delle Alpi, os Bianconeri receberam o Venezia, e venceram por 4-0, dois de Del Piero e outros dois de David Trezeguet, dupla inesquecível no ataque da Juve.

 

No terceiro jogo, Buffon sofreu os primeiros golos. O carrasco foi o avançado Massimo Marazzina, na época no Chievo. O clube de Verona perdeu, por 3-2, mas Marazzina balançou as redes duas vezes.

 

A transformação em ídolo

Gianluigi Buffon conquistou, ao longo dos anos, cinco vezes o Campeonato Italiano, uma vez a Taça, cinco a Supertaça e uma vez a Taça Uefa.

 

Só que talvez o título que mais tenha ficado na memória dos adeptos bianconeri não seja o mais importante em grandeza de conquista, mas no contexto.

 

A temporada de 2006 foi de sonhos e pesadelos para Buffon. Campeão mundial pela Itália, como titular, o guarda redes viu o seu clube ser rebaixado para a segunda divisão após o Calciopoli.

 

Ao contrário de alguns jogadores de renome, que resolveram abandonar a equipa, Buffon disputou a Serie B, conquistou o título e recolocou a Juve na primeira divisão nacional. Postura de ídolo eterno, que ficou na memória dos adeptos.

 

A nova era

Após o período desastroso, as glórias voltariam ao Delle Alpi. Ou melhor, voltariam agora para o Juventus Stadium, inaugurado para a temporada 2011/12.

 

Foi exatamente a temporada na qual a Juventus voltou a comandar o futebol italiano. Com Buffon na baliza e o novo estádio como palco, a Juve conquistou o tricampeonato italiano, e busca o tetra na atual temporada.

 

Ídolo do passado, mas também do presente. Buffon une a época vitoriosa do Delle Alpi com o futuro promissor, e já vitorioso, do Juventus Stadium. Acima de tudo, ídolo. Nesta quarta-feira, a festa será toda dele: 500 vezes Buffon.

 

 

499 Jogos

296 Vitórias

129 Empates

74 Derrotas

 

 

10414854_795492267190107_5245134038637343049_n.png?oh=0a05c995a9379cda5731800936d56983&oe=54AB9323

Compartilhar este post


Link para o post

10169200_795535530519114_8922588883746195868_n.png?oh=225568bb2330909f7f3bb9f90014f478&oe=54AEA860&__gda__=1420907964_78d9d323b50f7d13e3c2eaa444c03aff

 

Un record e un orgoglio per Gianluigi Buffon: una fascia che richiama le 500 presenze con la maglia della Juventus

Editado por Trenza

Compartilhar este post


Link para o post

Mais uma 1ª parte muito fraca da Juve.

 

Lichststeiner de longe o melhor em campo. O resto pouco mais que zero.

 

Vidal e Llorente estão absolutamente horriveis.

Compartilhar este post


Link para o post

Muito bem feita esta derrota da Juve.

 

1 vitoria nos ultimos 4 jogos.

 

Culpa de quem escolheu o Allegri.

Compartilhar este post


Link para o post

Um dia fomos irmãs...

Um dia um dia longínquo e perdido no passado, em que a glória cobria os relvados da Bell'Italia, em que pela península se passeavam os maiores craques da bola, em que para lá dos Alpes seguiam as grande vitórias europeias, um dia, agora muito longínquo, nos picos dos 90's, haviam Sette Sorelle, sete irmãs do calcio que conquistavam a Europa e traziam orgulho para a Itália. Sem ordem fixa eram Milan, Juventus, Inter, Roma, Lazio, Fiorentina e Parma. 7 equipas que arrebatavam corações pelo mundo fora, corações como o meu e, certamente, de muitos outros companheiros aqui do fórum... Mas esse dia foi há muito tempo, muita água já correu debaixo da ponte e esses tempos acabaram.

 

Hoje, a Irmandade cessou. Uma das irmãs faliu e desceu três escalões, voltando dois anos mais tarde; outra faliu mas aguentou-se uns tempos até que desceu também, mas voltou de seguida; outra das irmãs portou-se mal, montou um esquema e foi mandada para o escalão abaixo como castigo, regressando de imediato; outras três irmãs entraram no esquema destoutra irmã e também sofreram castigos; uma irmã prosperou no meio deste caos e alcançou até a ultima página de glória do calcio, mas quatro anos volvidos também se encontra na decadência. Outras meias-irmãs que entretanto tenham subido de proeminência (Nápoli, Udinese, Palermo), não lograram alcançar nem um pingo da glória das irmãs de antanho. Já ninguém traz a glória à Itália. nem as irmãs, nem ninguém.

 

Em suma, hoje todas as irmãs se encontram, cada uma à sua maneira, arruinadas, desprestigiadas e incapazes de brilhar para cá dos Alpes. Não assustam os adversários e não arrebatam os jovens corações. Não chegam sequer a entusiasmar os tiffosi locais, que não preencher nenhum dos outrora cheios coliseus do calcio. As irmãs já não têm allure, já não atraem, estão velhas e feias. Algumas já nem se atravem a sair de casa para ir à Europa mostrar-se. Outras, as que vão, fazem figura triste e cinzenta, muito longe do colorido e glorioso passado.

 

Um dia, um dia longínquo e perdido no passado, fomos irmãs...

Editado por IlidioMA

Compartilhar este post


Link para o post

Um dia fomos irmãs...

Um dia um dia longínquo e perdido no passado, em que a glória cobria os relvados da Bell'Italia, em que pela península se passeavam os maiores craques da bola, em que para lá dos Alpes seguiam as grande vitórias europeias, um dia, agora muito longínquo, nos picos dos 90's, haviam Sette Sorelle, sete irmãs do calcio que conquistavam a Europa e traziam orgulho para a Itália. Sem ordem fixa eram Milan, Juventus, Inter, Roma, Lazio, Fiorentina e Parma. 7 equipas que arrebatavam corações pelo mundo fora, corações como o meu e, certamente, de muitos outros companheiros aqui do fórum... Mas esse dia foi há muito tempo, muita água já correu debaixo da ponte e esses tempos acabaram.

 

Hoje, a Irmandade cessou. Uma das irmãs faliu e desceu três escalões, voltando dois anos mais tarde; outra faliu mas aguentou-se uns tempos até que desceu também, mas voltou de seguida; outra das irmãs portou-se mal, montou um esquema e foi mandada para o escalão abaixo como castigo, regressando de imediato; outras três irmãs entraram no esquema destoutra irmã e também sofreram castigos; uma irmã prosperou no meio deste caos e alcançou até a ultima página de glória do calcio, mas quatro anos volvidos também se encontra na decadência. Outras meias-irmãs que entretanto tenham subido de proeminência (Nápoli, Udinese, Palermo), não lograram alcançar nem um pingo da glória das irmãs de antanho. Já ninguém traz a glória à Itália. nem as irmãs, nem ninguém.

 

Em suma, hoje todas as irmãs se encontram, cada uma à sua maneira, arruinadas, desprestigiadas e incapazes de brilhar para cá dos Alpes. Não assustam os adversários e não arrebatam os jovens corações. Não chegam sequer a entusiasmar os tiffosi locais, que não preencher nenhum dos outrora cheios coliseus do calcio. As irmãs já não têm allure, já não atraem, estão velhas e feias. Algumas já nem se atravem a sair de casa para ir à Europa mostrar-se. Outras, as que vão, fazem figura triste e cinzenta, muito longe do colorido e glorioso passado.

 

Um dia, um dia longínquo e perdido no passado, fomos irmãs...

 

:(

 

Que saudades de um Calcio como deve ser, pqp.

Compartilhar este post


Link para o post

Muito bem feita esta derrota da Juve.

 

1 vitoria nos ultimos 4 jogos.

 

Culpa de quem escolheu o Allegri.

 

O Allegri já está a fazer a sua magia. :carinhoso:

Compartilhar este post


Link para o post

Pazzini ao que tudo indica irá sair em Janeiro. Fala-se hoje (depois de muitos outros clubes) no Parma onde iria compor o ataque do Parma e recriar a dupla fatal Cassano-Pazzini.

 

Não me oporia, e se conseguíssemos sacar um direito de opção sobre Mauri, Cerri ou mesmo Jeraldino que falam ser um fenómeno e faz parte dos quadros jovens do Parma ainda melhor

Editado por George Kaplan

Compartilhar este post


Link para o post

LE CLASSIFICHE DI CM: I 10 STRANIERI PIU' GRANDI DAL 1980 A OGGI

 

1 - Maradona

2 - van Basten

3 - Platini

4 - Ronaldo

5 - Zidane

6 - Matthaus

7 - Falcao

8 - Ibrahimovic

9 - Rummenigge

10 - Zico

 

Van Basten ja agora cumpre hoje 50 anos. Melhor ponta de lança de todos os tempos. :) Uma matador na area

Compartilhar este post


Link para o post

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisa de ser membro desta comunidade para poder comentar

Criar uma conta

Registe-se na nossa comunidade. É fácil!

Criar nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Autentique-se agora
Entre para seguir isso  

  • Todo o Mundial 2026 no CMPT
  • Popular Agora

  • Outros membros neste tópico

    Nenhum utilizador registado está a visualizar esta página.

×
×
  • Criar Novo...