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FC Porto - Futebol

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O Matias Suarez, do que ouvi falar é um bom PL, mas é um alvo irreal, tendo em conta os interessados.

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Entrevista do Moutinho à revista Dragões:

 

 

“Uma conversa com João Moutinho permite perceber porque é que o corpo frágil se agiganta quanto maior é o adversário. O futebol joga-se com os pés, mas é na cabeça que tudo se desenha e se antecipa. Moutinho é especialmente isso, alguém que aprendeu a usar a inteligência em prol da equipa. Talvez por isso seja capaz de manter as rotações sempre no máximo, crie tanta simpatia, até nos adeptos de outras cores, e se lesione tão pouco. No FC Porto encontrou o ambiente ideal para expressar a sua versão de futebol total. Sempre entre a defesa e o ataque e que já lhe valeu a conquista de seis troféus (dois campeonatos, duas supertaças, uma liga europa e uma taça de portugal). Afinal, foi para isso que escolheu o Dragão.

 

Revista Dragões: Que balanço faz destas duas épocas de Dragão ao peito?

 

João Moutinho: Uma análise extremamente boa. Como disse logo no princípio da época passada, a decisão mais correcta que tomei foi ter mudado para o FC Porto. Por tudo o que vi, que senti, que depois mais tarde ganhei, foi a decisão mais acertada. Já sabia um pouco, não muito sobre o FC Porto, de comentários que ouvia, de alguns colegas, como o Postiga, que já tinha cá passado, e o Porto sempre teve um espírito ganhador, de ambição, de querer sempre mais e isso também já se via.

 

RD: Conseguiu logo afirmar-se como titular…

 

JM: Era um objetivo, conseguir jogar o máximo possível, conquistar títulos, que é aquilo para que todos os jogadores trabalham, e isso foi um objetivo amplamente cumprido. Conseguir também, jogando no clube, ter uma presença assídua na seleção também como titular. Felizmente isso aconteceu, devido também a uma boa época que fiz individualmente - coletivamente foi excecional no ano passado - e agora conseguimos todos manter e voltamos a ser campeões nacionais, que era o principal objetivo.

 

RD: Depois daquele célebre elogio de Pinto da Costa, de ser um “jogador à Porto”, acabou mesmo por se tornar um dos jogadores nucleares do FC Porto…

 

JM: Foi o elogio de uma pessoa que posso dizer que já admirava. Depois ainda o fiquei a admirar mais, pelo convívio que aqui tenho. Claro que toda a gente gosta de ouvir elogios, dessa feita foi do presidente de um clube rival, de uma pessoa que tudo tem feito pelo FC Porto e tem tido o maior proveito em títulos. Para mim foi muito bom. Depois do presidente ter dito o que era um jogador à Porto, concordo que tenho muitas dessas características, acho que sim. Este é um clube que nunca está satisfeito, quer sempre mais e é isso que tentamos fazer todos os dias nos treinos e nos jogos, apesar de não conseguirmos ganhar sempre, mas que tentamos sempre tentamos.

 

RD: Após dois títulos de campeão que planos tem para a carreira? Tem a ambição de experimentar outros campeonatos?

 

JM: Não digo que não tenha, porque acho que todos os jogadores têm aquela ideia, deixa ver como é fora de Portugal, mas não é algo em que esteja a pensar agora, estou muito bem no FC Porto, e depois logo se verá o que se vai passar. Uma coisa tenho a certeza, estou muito bem no FC Porto, continuarei a dar tudo o que tenho por este clube que me acolheu e se ficar aqui a minha carreira toda irei ficar com todo o agrado e irei fazer tudo para continuar a conquistar títulos por este grande clube.

 

RD: Tem alguma explicação para a crítica ter sido sempre tão severa com a equipa ao longo da época?

 

JM: Há uma explicação, as pessoas compararam demasiado com a época passada. O que aconteceu a época passada raramente acontece, um campeonato sem derrotas, e as pessoas estão a comparar isso, mas este ano só temos uma derrota e a duas jornadas do fim sagramo-nos campeões. No ano passado tudo felizmente corria bem, em três oportunidades marcávamos duas e às vezes três, enquanto que este ano em cinco marcámos uma, duas. Sabemos que é essa a fase, mas continuamos a ser os mesmos e a melhor prova é que os campeões somos nós. Demonstrámos isso ao longo da época e é por isso que terminamos à frente. Nas outras competições, às vezes não tivemos a estrelinha que se calhar tivemos no ano passado.

 

RD: O que custou mais?

 

JM: A eliminação da Champions, não só por ser a maior competição europeia, mas também porque sabíamos que tínhamos qualidade e tivemos um jogo em que dava o apuramento, com o Zenit, em que jogamos muito bem, críamos muitas oportunidades, mas não saímos com mais do que o empate e com a eliminação. Custou, mas como se diz, tem de se olhar em frente e continuar a trabalhar. O objetivo principal era ser campeão e isso fomos nós que conseguimos, não foram os outros. Também tivemos a eliminação da Taça contra a Académica, tivemos a eliminação com o Manchester City, sabíamos que tínhamos capacidade para mais. O futebol não é como nós queremos, fazemos tudo para ganhar algo mais, mas às vezes não conseguimos.

 

RD: Existe a ideia que quanto mais forte é o adversário melhor é o desempenho da equipa. Há alguma explicação?

 

JM: Quando se defrontam equipas que têm qualidade, que também tentam fazer o seu futebol, impor o seu jogo, atacando, procurando o golo e aí nós sabemos que se estivermos mentalizados a nossa qualidade pode sobressair, porque há um pouco mais de espaço no meio-campo ofensivo e o nosso futebol sai mais regularmente. Quando temos equipas que se fecham há mais dificuldades, temos a arriscar mais, e quando se arrisca aumenta a probabilidade do erro e se calhar erramos mais nesses jogos. Claro que a opinião das pessoas é sempre que se não jogámos tão bem nesses jogos é que não estamos mentalizados, que não estamos focados, mas essa não é a verdade. Entramos sempre com o mesmo espírito de conquista para todos os jogos, seja para a primeira eliminatória da Taça de Portugal, seja para uma final, a nossa mentalidade é sempre ganhadora, mas os jogos não são sempre iguais.

 

RD: Individualmente, qual das duas épocas é melhor?

 

JM: O individual está sempre dependente do coletivo. No ano passado ganhámos tudo, foi uma época extraordinária. Se não ganharmos títulos ninguém vai olhar para nós. Não podemos comparar as duas épocas, mas foram duas épocas muito boas. Este título também soube muito bem.

 

RD: Nasceu no Barreiro, viveu em Portimão, Lisboa e agora no Porto. Como foi a adpatação à cidade?

 

JM: Sinto-me muito bem, adoro, tanto eu como a minha família. Foi muito fácil adaptar-me aqui as pessoas são muito acolhedoras, estão sempre disponíveis e isso traz-nos mais tranquilidade na hora de mudar de cidade. Mudei e desde o primeiro dia que me senti como se estivesse cá há vários anos e tenho de agradecer a todas as pessoas a forma como me receberam. É fácil integrarmo-nos aqui.

 

RD: Tem a imagem de jogador incombustível, que nunca acaba, sempre a correr. E que nunca tem lesões. Qual é o segredo?

 

JM: Acho que tem a ver com a fisionomia, não por ser baixo, mas por ter um corpo que felizmente não é propício a lesões e também é isso que me tem mantido ano após ano a poder dar o meu contributo no máximo possível dos jogos. Felizmente para mim, as lesões não me têm afetado e depois eu tento trabalhar, descansar, alimentar-me bem.

 

RD: Tem cuidado com a alimentação?

 

JM: Não tenho um regime, mas claro que nos dois dias antes dos jogos tenho mais cuidado com a alimentação, de ingerir muitos hidratos de carbono ,arroz, massas, mas durante o resto dom tempo não tenho grandes cuidados, como de tudo um pouco. Se tiver de ir ao McDonalds vou porque também gosto, não vou muitas vezes, não por causa do desporto, mas porque não é um hábito alimentar que tenha, mas como de tudo um pouco.

 

RD: Costuma-se dizer que o descanso é fundamental, concorda com essa ideia?

 

JM: O descanso é muito importante, como eu costumo dizer, às vezes a brincar, mas é sério, nós trabalhamos 24 horas, porque temos treino físico de manhã, mas o treino invisível é descansar bem, comer bem, porque no próximo dia temos mais um treino ou mais um jogo para estarmos no máximo.

 

RD: Nunca aconteceu sentir-se esgotado?

 

JM: Tem muito a ver com a mentalidade, eu posso dizer que estou morto, mas estou morto no final do jogo, porque enquanto lá estiver vou dar o meu máximo em todas as situações. Às vezes, quase a acabar, comentamos com um colega “estou morto” mas se for preciso damos um pique, tanto eu como os meus colegas, em prol da equipa, por um objetivo que é grande, que é podermos ganhar. Tento sempre dar o meu máximo, do princípio ao fim, esteja cansado ou não, sou o máximo.

 

RD: Tu és mais um exemplo de um jogador pequenino de sucesso. Por que é que há tantos bons jogadores pequenos?

 

JM: Não há grande explicação, se calhar é por o jogo se jogar pelo chão, sinceramente não sei. Nós pequenos também temos outras características. Eu tenho de aprimorar outras características, sendo baixinho entre aspas, 1,70 metros não é ser baixo para a média nacional, mas para o futebol é. Antigamente dizia-se que um jogador baixo não podia fazer uma grande carreira, mas as coisas mudaram e hoje não é assim, apareceram uma série de jogadores com muita qualidade e que não são altos. Às vezes, por se se mais baixo, mesmo nas camadas jovens, é preciso aprimorar certas características que os outros, depois, não conseguem ter, tem de se ter outras ferramentas para se ser melhor e se poder competir com as capacidades que outros já têm. Acho que cada tipo de jogador procura aprimorar aquilo que melhor tem.

 

Os melhores momentos

 

Nos seis anos de profissional antes de vir para o FC Porto nunca tinha sido campeão nacional e fui pelo FC Porto, num momento inesquecível, para mais onde fomos campeões. E agora repetimos o título, são momentos inesquecíveis e que vou guardar sempre na minha memória. Também porque tinha disputado uma final que tinha perdido, a final da Liga Europa é um momento importante, como todos os outros das conquistas, como a Taça de Portugal, as Supertaças.

 

Quando penso na Liga Europa penso em todo o trajeto, na final, quando chegamos ao aeroporto e está toda a gente à nossa espera e depois vamos para o meio da cidade que está cheia.

 

Empatia com os adeptos

 

Uma das coisas de que eu gostava, mesmo quando estava no Sporting e que aqui se mantém, é que as pessoas que não são ferranhas, mesmo que não sejam do meu clube gostam de mim. Eu sinto esse carinho. O Porto tem a mentalidade que eu tenho e tenho de agradecer aos adeptos o apoio que me têm dado.

O melhor jogo

 

Há vários jogos que recordo. Há um jogo em que eu acho que estive muito bem, ganhámos 3-1 na Luz, ao Benfica, e viramos a eliminatória da Taça. Estivemos muito bem e posso dizer que as coisas me saíram bem.

 

Euro 2012

 

Excelentes seleções como adversárias, temos de ver jogo a jogo, temos logo o primeiro muito complicado, mas é jogo a jogo que temos que pensar, um objetivo que é passar o grupo e depois logo se verá. O nosso grupo tem qualidade, é um grupo muito unido, muito forte, poderemos chegar longe desde que as coisas nos corram normalmente.”

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Jackson Martínez confirma «saída para o FC Porto»

 

Jackson Martínez confirmou, este domingo, que vai preparar a sua saída para «o FC Porto». O avançado explicou que está concentrado na seleção da Colômbia, mas quando terminarem os trabalhos da equipa «amarela» vai apontar baterias para o campeão nacional português.

 

«Quando há interesse pelo jogador, devemos esperar por uma aproximação do clube, que passou a existir neste momento. Sabia do interesse pelos meios de comunicação, mas agora tudo mudou. Para já, estou focado na minha seleção e depois tratarei da minha saída para o FC Porto», explicou o avançado, em declarações ao jornal mexicano Esto.

 

O atacante explicou que deve «aproveitar esta oportunidade».

 

«Terei o Chiapas sempre comigo, agradeço aos adeptos e à equipa por todo o apoio. Sempre me entreguei ao clube como forma de agradecer tudo o que me deram», referiu Jackson Martínez.

 

Ao menos que seja baratuxo...

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Eu não sei, em todas as noticias com declarações de pessoas que conhecem o jogador parece que estão mesmo a tentar vender um produto melhor que realmente é. Que não seja flop mesmo...

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A confirmar-se, por favor não seja 8M€...

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Ao menos que seja baratuxo...

 

Rejeitaram no "draft" de lá 9,5M€ por ele... portanto não iam rejeitar um valor desses para vender para cá por menos.

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Sentiu que foi importante no balneário?

Se bem que já conhecia muitos companheiros, fui muito bem recebido. E ao conhecer o clube, senti-me importante para dar a minha opinião. Cheguei ao clube com o objetivo de ser campeão e fomos todos fundamentais para o conseguir. Não fui com a intenção de pedir a braçadeira de capitão nem nada disso, simplesmente queria acrescentar o que podia em campo e no balneário para conseguir esse título.

 

Lucho já perdeu a conta às tatuagens que tem por todo o corpo, mas ainda não parou de as fazer. O título nacional conquistado pelo FC Porto não motivou um novo desenho, mas há um em particular que gostava de acrescentar a curto prazo. "Uma vez, prometi ao Mariano González que se ganhássemos a Liga dos Campeões íamos fazer uma tatuagem da "Orejona" [orelhuda, como é conhecido o troféu na Argentina]. Ainda sonho com isso. É um dos objetivos pessoais que gostaria de cumprir. Sei que é difícil porque competimos com clubes que têm um nível económico três ou quatro vezes maior do que o nosso, mas também há surpresas. É por isso que o futebol é lindo.

 

Tem mais dois anos de contrato com o FC Porto. Pensa terminar a carreira em Portugal?

Atualmente, o único ponto que me faz questionar isso é se volto a jogar na Argentina ou não. Sei que me vou retirar no FC Porto, não me passa pela cabeça jogar noutro clube europeu. Depois, terei de decidir o que faço na Argentina. Quando volto ao meu país encanta-me ver futebol, sentir a paixão das pessoas e, é óbvio, gostaria de voltar a jogar aqui. Mas ainda tenho dois anos para pensar nisso.

 

O FC Porto mantém a vontade que o Lucho fique depois de terminar a carreira?

Sim, a relação que tenho com os dirigentes e com as pessoas do clube sempre foi especial. Valorizo muito isso e, por sorte, pude cumprir a promessa de voltar a jogar lá. Sabia que em dois, três ou quatro anos, de alguma maneira regressaria. Sinto-me identificado com o FC Porto, gosto muito da cidade e, por isso, existe um carinho mútuo.

 

Encontrou um clube diferente ou idêntico ao que tinha deixado uns anos antes?

Ainda que os jogadores não sejam os mesmos, porque é um cl ube vendedor, creio que a grande virtude do FC Porto é manter a mística e um estilo de jogo, de treinar e de ganhar, que se incute aos jogadores desde que entram no clube. A estrutura e as pessoas que trabalham são sempre as mesmas. Essa é a chave do êxito de um clube acostumado a vencer. E eu voltei e senti que nada havia mudado.

 

Muito menos a sua relação com os adeptos...

A relação com eles foi sempre muito especial. Têm um carinho muito grande por mim e tinha-lhes prometido que voltaria . Só não imaginava que fosse tão rápido. Surpreenderam- me quando cheguei ao aeroport o porque ninguém sabia que eu viajava, só as pessoas do clube sabiam que tínhamos alugado um voo privado. Foi uma surpresa l inda, emocionante. Um regresso de sonho, ai nda por c ima marquei um grande golo na estreia.

 

Como surgiu a hipótese de voltar ao FC Porto?

Foi tudo muito rápido. Tinha duas propostas para ir jogar para Itália, mas a partir do momento em que o FC Porto manifestou interesse em voltar a ter-me disse ao meu representante que a prioridade era essa e chegámos a acordo porque as duas partes tinham a mesma vontade. Acordámos tudo muito rápido e disse à minha mulher para fazer as malas porque tínhamos de viajar para Portugal. Só depois voltámos a França para buscar o resto das coisas.

 

Qual o companheiro que mais o surpreendeu?

O João Moutinho. Nos quatro anos anteriores foi meu rival e, por isso, já o conhecia. É um excelente jogador e um grande profissional. E houve dois que evoluíram muito: Fernando e Hulk. O Fernando joga como se tivesse 30 anos, com uma tranquilidade incrível, está sempre na posição certa para recuperar a bola, sabe quando jogar a um toque ou a dois... E Hulk está imparável em todos os sentidos: mais maduro, mais tranquilo. Aprendeu quando deve fazer uma jogada individual e quando deve passar a um companheiro. Eles foram os que mais me surpreenderam. O João já tinha demonstrado no Sporting a sua qualidade e, por isso, o FC Porto o foi buscar. O Fernando e o Hulk cresceram muito. Talvez já não estejam no plantel quando voltarem aos trabalhos...

 

Já no mercado passado se falava de várias equipas de Itália para o Fernando e o mesmo com o Hulk de Inglaterra. Sabemos que o FC Porto tem essa característica, tem bons jogadores, sagra-se campeão e, depois, clubes com maior poder económico procuram os seus jogadores. Há que estar preparado para isso. Assim foi quando saiu o Lisandro, quando eu saí e o Quaresma... o clube continuou a ganhar títulos. Essa é a grande virtude do FC Porto: trabalha para que não se sinta as saídas na força da equipa. Se o Fernando e o Hulk saírem é porque o merecem, porque deram muito ao clube e agora querem experimentar outras ligas. Se ficarem, melhor para nós.

 

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Lucho <3

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Fica até aos 40 Lucho :heart:

Editado por JP_

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Rejeitaram no "draft" de lá 9,5M€ por ele... portanto não iam rejeitar um valor desses para vender para cá por menos.

Pode não ser, simplesmente não o queriam num rival.

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Citação do jornal "A Bola" online

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Génova pode devolver Belluschi

De acordo com os últimos relatos provenientes de Itália, o Génova não vai acionar a cláusula de opção por Fernando Belluschi.

Noticia o jornal Corriere Mercantile que o clube italiano não está disposto a pagar os quatro milhões de euros exigidos pelo FC Porto para a contratação em definitivo do médio argentino, de 28 anos, recuando na pretensão de garantir o concurso do jogador.

Belluschi está vinculado aos azuis-e-brancos até 2014.

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O Belluschi penso que podíamos era tentar trazer o Veloso, caso o Fernando saísse e metiamos o belluschi no negócio.

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4M e não querem? :lolada:

Isso é quase dado para a qualidade dele. No entanto duvido que tenha lugar aqui, portanto é arranjar um negócio qualquer e mais uma vez vamos ficar a perder.

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Acho o Fernando melhor que o Miguel Veloso.

...no shit?

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Não disse que o Fernando era pior que o Veloso, mas é obvio que caso saia muito dificilmente arranjamos melhor tendo em conta a nossa realidade financeira, e gostava do Veloso como alternativa, português, tem qualidade,apesar de o achar muito manso para trinco.

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