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Sincèire

Os 100 Melhores Futebolistas De Todos Os Tempos

Publicações recomendadas

Este tópico é mesmo para isso Mario, viagem ao passado.

 

Prepara-te para os próximos que aí vêm :happy:

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Há aqui jogadores que nunca tinha ouvido falar. Este é um exemplo.

 

Nunca tinhas ouvido falar no Passarella?

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Nunca tinha ouvido falar de nenhum dos jogadores que foram postados nesta página. :oops:

 

OS outros 2 eu também não. Mas o Passarela lembro-me perfeitamente dele a selecionador.

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Nunca tinhas ouvido falar no Passarella? :espanto:

Nop. :|

 

OS outros 2 eu também não. Mas o Passarela lembro-me perfeitamente dele a selecionador.

LOL, eu não me lembro de nada dele.

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Só fiquei a conhecer o Nilton dos Santos por causa do documentário sobre o Garrincha que deu há uns dias na Sport Tv

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pelee.jpg

 

Nome: Edson Arantes do Nascimento ( Pelé )

País: Brasil

Posição: Avançado

Clubes: Santos (1956-74), Cosmos Nova Iorque (75-77)

Internacionalizações/golos: 92/77

 

"Nasceu em 1940 e nunca vai morrer o jogador que se não tivesse nascido homem teria nascido bola e cujo universo ultrapassa o futebol como o dos Beatles o da música ou o da Coca-Cola o das bebidas! Tem de ler a frase de seguida, sem vírgulas, porque a grandeza de Pelé não permite paragens ou hesitações, apenas um ponto de exclamação no fim. Pelé, aliás, devia escrever-se Pelé! porque o nome foi mais vezes gritado do que falado.

O nome deriva da forma atabalhoada como o craque, enquanto garoto, se referia a Bilé, um guarda-redes da terra onde cresceu. Se Bilé em português não quer dizer nada, em hebraico significa milagre. Em português, parece milagroso o nome da terra onde veio ao mundo, Três Corações. Como Jesus Cristoo, com todo o respeito, também de Pelé não se sabe ao certo a data de nascimento, entre 21 ou 23 de Outubro. No caso dele ( "dele" com letra minúscula, embora num livro sobre futebol pudesse estar perfeitamente em maiúscula ), nem se sabe ao certo o nome: os pais queriam homenagear Thomas Edison e escolheram Edison, entretanto abrasileirado para Edson, se bem que nalguns registos apareça Edison Arantes do Nascimento com o i.

O jovem Pelé, filho de um mediano futebolista, foi descoberto por Waldemar de Brito, ex-internacional brasileiro, que aconselhou ao Santos aos 15 anos. "Eis o melhor jogador do mundo", anunciou Waldemar. Aos 15, Pelé estreou-se na primeira equipa e com 16 já era titular e melhor marcador do campeonato paulista. Com 17, marcou 58 golos na prova, uma marca jamais alcançada, e sagrou-se campeão mundial na Suécia, pelo Brasil.

No Santos, conviveu de 1956 a 1975 com Zito, Pepe, Coutinho, Clodoaldo ou Carlos Alberto, ganhando tudo no país, na América do Sul e no mundo, incluindo onze vezes o troféu para melhor marcador do Paulistão, de 1957 a 1973. Pela seleção, é o único ser humano três vezes campeão do mundo, de 1958, com 17 anos, a 1970, com 29, passando por 1962. Foram 14 anos na canarinha, noventa jogos e 77 golos. Mais tarde, no Cosmos de Nova Iorque, já como astro, continuou a ganhar. No total marcou mais de mil golos.

Por causa de Pelé nasceu o "gol de placa", em homenagem a um marcado ao Fluminense que, de tão soberbo ganhou uma placa no Maracanã. Por causa de Pelé, o Brasil é a pátria do futebol e ainda por causa dele é dos países mais facilmente identificáveis do globo.

Pelé foi um jogador com velocidade, técnica, drible, passe, cabeceamento, pé direito e pé esquerdo fabulosos. E foi ainda bom guarda-redes, o melhor de entre os não especialistas de todas as equipas que integrou. O melhor de sempre?

A FIFA acha que sim e o L´Équipe até o elegeu Atleta do Século. Numa palavra? Pelé!"

 

http://www.youtube.com/watch?v=pOg4c_m2PGQ

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Não conhecia. :confuso: :mrgreen:

 

Pelé. :prayer:

Editado por Phaat

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platini.jpg

 

Nome: Michel François Platini

País: França

Posição: Médio-ofensivo

Clubes: Nancy (1972-79), Saint-Étienne (79-82), Juventus (82-87)

Internacionalizações/golos: 72/41

 

"A noite de 8 de Fevereiro de 1977 separa as duas metades das carreiras de Michel Platini: a dura, de lesões, de dúvidas, de altos e de baixos; e a fantástica, de títulos, de distinções, de certezas, de crescimento. Nessa noite, a Itália recebeu a França em Nápoles num jogo de preparação para o Argentina-78. Os olheiros queriam ver o tal Platini, de quem se falava. Às tantas, livre a favor dos gauleses, Michel junto à bola e Zoff atento entre os postes. O número 10 dispara e golo! Mas o árbitro não tinha apitado e manta repetir.

O número 10 dispara novamente e golo! Zoff e os italianos ficam pálidos, mais ainda quando Platini marcou outro golo de livre no jogo. Juventus, Milan, Nápoles, Arsenal, Saint-Étienne, PSG, Barcelona e Valencia, todos representados no estádio, sublinharam aquele nome nas agendas.

Platini, neto de italianos, não aparentava ser um jovem aos 12 anos: tinha um ar intelectual, o mesmo que hoje passeia como presidente da UEFA, um olhar cerebral e um corpo de ancas largas, mais para fato e gravata do que para chuteiras e calções. Em casa só ouvia falar de matemática, através do pai, professor de liceu. E tinha problemas respiratórios e suspeita de defeito cardíaco, de acordo com os testes realizados no Metz, clube de infância.

No Nancy aceitaram-no, no entanto. Os primeiros anos foram intercalados por lesões, fraturas, operações. O clube desceu. A tropa intrometeu-se. Mas chegou às seleções jovens, participou nos Jogos Olímpicos de 1976 e despertou a atenção do novo selecionador Michel Hidalgo. Foi destaque na qualificação para o Argentina-78, teve aquela noite memorável em Nápoles e o resto foram só sucessos. Com um parêntesis. No Mundial não se destacou, foi criticado pelo público francês e ainda teve de suportar nova fratura.

Assinou, no entanto, pelo Saint-Étienne, estabeleceu-se na seleção e realizou um ótimo Mundial-82, conduzindo a França às meias-finais. Em 1984, marcou nove golos em cinco jogos (!) e foi o rei do Europeu francês. No ano seguinte, já na Juventus, foi campeão europeu no jogo da tragédia de Heysel Park. Ganharia uma Taça das Taças perante o FC Porto, mais dois títulos italianos e três troféus de goleador da Série A, mesmo sendo um 10. Genial, extraterrestre, ouviu de tudo em Itália, enquanto empurrou a França para mais uma meia-final do Mundial, em 1986.

Em 1987 retirou-se com aquele ar de homem de gabinete que desceu ao relvado só para ensinar como se faz. Foi selecionador francês, hoje é presidente da UEFA. Porque o futebol joga-se com os pés e, desde Platini, também com o cérebro."

 

http://www.youtube.com/watch?v=_mmdJRODm-Q

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Faltou ai dizer que foi Pelé que imortalizou a camisa 10, que depois dele passou a ser a camisa que identificava o craque da equipe. :prayer:

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Eu sei que já passou o Nilton Santos mas queria contar outra "história" sobre ele

Esta passou-se no jogo contra a Áustria no Mundial de 1958 e tem a ver com o video que o Sincere postou

 

O Nilton pegou na bola, fintou um jogador e passou do meio campo, então o Feola começa a gritar

"Desça Nilton desça!"

Pelos vistos ele ignorou isso e continuou a avançar, o Feola já estava a começar a ficar irritado, mas eis que o Nilton marca golo e o Feola não tem outro remédio do que dizer

"Tá bom Nilton. Bom golo"

 

 

Quanto aos outros, não conhecia o sueco; o Passarela conheço-o como seleccionador e tambem por ser dos defesas com mais golos da história; o Pelé é dos melhores de sempre; e quanto ao Platini tenho a mesma opinião que o Pedro-D

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Isso estava mais ou menos escrito no texto. Imagino a resignação do homem quando foi golo :lol:

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Nome: Purczeld Biró Ferenc ( Puskás )

País: Hungria

Posição: Avançado

Clubes: Kispest (1943-49), Honvéd (49-55), Real Madrid (58-66)

Internacionalizações/golos: Hungria, 85/84, Espanha, 4/0

 

"Antes de o Real Madrid conquistar Espanha e a Europa no final dos anos cinquenta, a equipa que dominava o continente era o Kipest Honvéd, base da formidável seleção húngara do pós-guerra. A referência das três, Madrid, Honvéd e Hungria, foi Ferenc Puskás, eleito o maior goleador do século XX pela federação internacional de estatística e considerado um dos mais brilhantes canhotos da história do futebol.

Nasceu Ferenc Purczeld mas mudou o nome, de origem alemã, durante a Segunda Guerra Mundial. Foi também Miklos Kovacs, nome falso para poder jogar futebol em escalões superiores. E acabou Puskás, que significa espingarda em húngaro. Filho de um razoável defesa-central do Kipest Honvéd, começou por ser apanha-bolas até se tornar jogador do clube ao lado do amigo de infância Bozsik, futuro patrão do meio-campo magiar. Aos 16 anos já era titular e aos 18 internacional húngaro.

Estruturalmente baixo, tendencialmente gordo, "O Major Galopante" tinha drible, força, velocidade e um pé esquerdo tão extraordinário que disfarçava as insuficiências do direito e do jogo de cabeça.

Essas qualidades foram demonstradas na liga húngara, que venceu cinco vezes, sendo o melhor marcador em quatro delas, numa ocasião acumulando com toda a Europa. Na seleção, foi o espantoso líder da equipa campeã olímpica em 1952 e vice-campeã mundial em 1954.

Em 1958, fugiu da Hungria para integrar a equipa do Real Madrid, onde chegou desacreditado pelo evidente excesso de peso. Trocava a sociedade com Kocsis, Czibor, Bozsik ou Hidegkuti por uma ainda mais triunfante com Di Stéfano, Gento, Kopa ou Rial. Cinco ligas espanholas, três taças dos Campeões, uma Intercontinental e quatro Pichichis ( troféu para melhor marcador ) depois e já era, oficialmente, um dos maiores da história, com direito a ser chamado de "Cañoncito pum pum" ou simplesmente de "Pancho" pelo país que adotou.

Foi ao mesmo tempo um quebra-cabeças para os defesas e um atacante capaz de escapar das marcações mais cerradas.

Uma mistura feliz do cubo de Rubik e dos truques de Houdini, o segundo e o terceiro húngaros mais famosos do século passado, depois do incontornável Ferenc Puskás."

 

http://www.youtube.com/watch?v=xU4K12SpDzo

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raulgonzalez186865l.jpg

 

Nome: Raúl González Blanco

País: Espanha

Posição: Ponta-de-lança

Clubes: Real Madrid (1994-2010), Schalke 04 (2010-?)*

Internacionalizações/golos: 102/44

*em atividade

 

"A representação máxima de todos os valores do Real Madrid". A frase, a propósito de Raúl, é de Emilio Butragueño, nada mais nada menos do que a representação máxima de todos os valor do Real Madrid, durante os 16 anos como profissional do clube ultrapassou Sanchís, em número de jogos, e Di Stéfano, em número de golos. Jamais foi expulso. Levantou três taças dos Campeões Europeus, a competição fetiche dos "blancos". Marcou 15 golos, mais do que qualquer outro, no superclássico com o Barcelona. É o rei dos goleadores na Champions.

Raúl, no entanto, nunca foi o melhor do mundo. Oficialmente. Os jornais espanhóis provocaram a FIFA ao dizer que se ele se chamasse Raulzinho teria ganho, aludindo ao domínio brasileiro no prémio. Nunca foi o melhor do mundo mas "foi um génio porque ninguém fica no topo assim tantos anos". Não foi Butragueño quem disse isto, foi Diego Maradona, admirador confesso do espanhol.

Tinha razão El Pibe: Raúl ficou seis vezes entre os dez melhores da FIFA, nunca jogou menos de 26 jogos na Liga Espanhola ao longo da carreira e somou 102 internacionalizações.

Sintomas de regularidade, perseverança, espírito de sacrifício e, já agora, de uma qualidade extraordinária. Uma qualidade traduzida sobretudo num pé esquerdo eficaz, num instinto goleador permanente, numa inteligência brilhante.

No início, Dani era interior-esquerdo e vestia a camisa rojiblanca do Atlético Madrid. Não, de repente não começámos a falar de outra pessoa, simplesmente Raúl usava um nome falso para poder jogar em escalões superiores, como Puskás fizera, mesmo numa posição recuada marcava mais golos do que qualquer outro e só saiu do popular Atleti porque o inefável presidente Gil y Gil decidiu acabar com as camadas jovens.

O destino dele, estava escrito, teria de ser o Real Madrid.

Foi o treinador Valdano quem os resgatou dos juniores aos 17 anos e por isso o primeiro filho de Raúl chama-se Jorge. Foi Fabio Capello que lhe ensinou tudo o que de mais importante tem o futebol além da estética. Foi José Mourinho que lhe pediu encarecidamente para que ficasse no clube em 2010.

Recusou porque queria jogar sempre. Assinou pelo Schalke 04. Mas mesmo na Alemanha seguirá como a representação de todos os valores do Real Madrid: está lá no bilhete de identidade o nome Blanco para que ninguém se esqueça."

 

http://www.youtube.com/watch?v=r_jznDNXMP8&feature=related

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O Major Galopante que foi recusado pelo Inter porque era muito velho (apesar de ter 28 anos) e que depois se tornou numa lenda no Real. Sincere, no Puskas podias também por um video do Inglaterra 3 Hungria 6 naquela que foi a primeira derrota da Inglaterra em casa frente a uma equipa fora do Reino Unido

 

Já o Raul dispensa apresentações, um autêntico senhor em qualquer parte do mundo e sem duvida um jogador que todos gostariam de ter nem que seja como um modelo a seguir para os mais novos. Fiquei com pena de ele não ter sido convocado para o Euro 2008 e nesse europeu a Espanha ter sido campeã, o Raul merecia um titulo pela Roja :(

 

Mesmo não sendo tu o autor dos textos mereces o meu aplauso pelo trabalho que estás a fazer :handclap:

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