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Lestonks

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  • Data de Nascimento 04-07-1990

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    Marinha Grande

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  1. Só na Tunísia? Andas a dormir. K BTW o Hitler gostava muito de cães. E até era artista.
  2. Lestonks

    Criptomoedas

    o pump vai parecer pequeno quando virem o dump. it's all a scam.
  3. Que anjinho ó Vaart. é completamente ridículo homenagear um homem que esteve envolvido em ataques bomba, em homicidios... Que não se esqueça: 5 de maio de 1980 - assassinado o soldado da GNR Henrique Hipólito, em Meirinhos, Mogadouro, 13 de maio de 1980 - Assassínio de Agostinho Ferreira, 6 de outubro de 1980 - assassinato de José Lobo dos Santos 6 de Dezembro de 1982 - Assassínio de Diamantino Bernardo Monteiro Pereira, 3 de Outubro 1981- Morte de dois militares (Adolfo Dias e Evaristo Ouvidor da Silva) da GNR vitimas da explosão de um carro armadilhado em Alcaínça 13 de outubro de 1981 - assassinado um cliente do banco, Fernando Abreu, com um tiro certeiro no coração. 28 de Outubro 1981 - Disparos nas pernas de um administrador da empresa Carides, João Mesquita de Oliveira, em Vila Nova de Famalicão; ( justificada como uma resposta aos salários em atraso e aos despedimentos efectuados na empresa) 6 de Dezembro de 1982 - Atentado mortal sobre o administrador da Fábrica de Louças de Sacavém, Diamantino Monteiro Pereira, em Almada (A organização justificou-o como uma resposta aos graves conflitos laborais e despedimentos verificados na empresa) 6 de Dezembro de 1983 - Rebentamento de engenhos explosivos com difusão de panfletos em Almada, Barreiro, Lisboa e Setúbal; No atentado em Setúbal é ferido uma criança de apenas 12 anos 30 de Janeiro de 1984 - Assalto a uma viatura de transporte de valores do Banco Espírito Santo, na Marinha Grande que resulta em ferimentos graves (tetraplegia num dos casos) em dois dos seus ocupantes; 30 de Abril de 1984 - Morte de Nuno Dionisio, um bebé de quatro meses e da sua avó num atentado à bomba na casa da sua família em São Manços, Évora. Nuno Dionísio, o bebé de 4 meses, morre da “amputação traumática do membro superior direito no terço médio do braço, bem como uma ferida contuso-perfurante do hemitorax e o esmagamento, com exposição e perda de massa encefálica, do crânio” 23 de Março de 1985 - atentado mortal sobre o empresário da Marinha Grande, Alexandre Souto, 19 de Julho 1985 - Atentado mortal sobre um dos ‘arrependidos’ da organização (José Barradas), na Costa da Caparica, Almada 15 de Fevereiro de 1986 - Assassínio do Director-geral dos Serviços Prisionais Gaspar Castelo-Branco, à porta de sua casa, em Lisboa. 16 de Agosto de 1987 - assassinato do Álvaro Militão (não inclui os muitos mais feridos graves, tetraplégicos e tentativas de bomba e assassinato em casa das pessoas que não mataram porque não conseguiram) ”Que direito tem a justiça de não achar provas entre as provas factuais, os documentos e os testemunhos vivos das acções político-militares deste Movimento Otelista?", interroga-se ainda Macedo Correia, que sublinha: "As provas que existem contra Otelo e os outros políticos do Projecto Global/FP's 25 são tantas que nem precisariam de comprovação de testemunhas" Macedo Correia, ex-FP 25 sobre Otelo, condenado que serviu tempo de prisão e só sai por amnistia. Que se lembrem hoje, acima de tudo, as vitimas e famílias que sangraram. Não pela liberdade que essa já existia vários anos antes. Ps: reconheço que Otelo teve uma participação na obtenção da liberdade em Portugal. Não consigo apenas lembrar isso e esquecer o que fez a muita gente. Pelos vistos há quem ache que participar numa revolução pode conceder o direito de organizar e ordenar a morte de diversas pessoas, filhos e avós inocentes. https://observador.pt/especiais/a-lei-da-bala-os-25-anos-sobre-a-amnistia-as-forcas-populares-25-de-abril/ "Para quem não sabe, a semelhança de apelidos com Gaspar Castelo-Branco não é uma coincidência, é um orgulho. Lembro-me da primeira vez que dei uma entrevista. Teria cerca de 20 anos e quis partilhar a perspectiva das vítimas das FP-25 de Abril. Lembro-me de quanto isso me custou e da violência que representou para a minha família. Lembro-me da mãe do bebé Dionísio, que rompeu num pranto quando foi entrevistada pela Rádio Renascença, mais de 10 anos depois de este ter sido morto à bomba, com apenas 4 meses. É uma recordação permanente, sempre que por ali passo, em São Manços. Lembro-me da mulher do agente Álvaro Militão, grávida de cinco meses aquando do crime, que além do marido perdeu também o filho, que nunca chegou a nascer. Lembro-me do Luís, filho do administrador da Fábrica de Loiças de Sacavém, assassinado à porta de sua casa em Almada, com quem me cruzei profissionalmente e de quem me tornei amigo, mas com quem nunca falei sobre este tema, porque a dor é privada e não gostamos de a partilhar. Foram anos, décadas, até que cada um de nós conseguisse abordar o tema, sem uma tensão ou emoção descontroladas, sem ficar várias noites sem dormir. Isto porque a dor das vítimas não se esgotou no momento da morte do seu ente querido, mas pelo contrário foi alimentada pela revolta crescente que foram sentindo, na injustiça, o ostracismo ou o silêncio ostensivo a que foram votadas, de factos que se iam acumulando: um julgamento que nunca foi terminado, uma amnistia que branqueou os criminosos, um jornalismo displicente que não hesitava em promover Otelo Saraiva de Carvalho a herói da liberdade, anualmente, no mês de Abril. Fazê-lo não foi apenas um jornalismo insensível, sem isenção e sem rigor. Fazê-lo desta forma foi o que permitiu que hoje, passados 41 anos sobre a formação dos primeiros atentados e 25 anos depois da amnistia, o País não saiba quem foi esta gente e os crimes que praticaram. Se a violência política contra uma ditadura tem óbvias atenuantes, a violência política contra a democracia só pode ter agravantes. Por isso me obriguei, passados 25 anos sobre a amnistia, a escrever este pequeno ensaio. Não foi, no entanto, um texto fácil de escrever. Por um lado, havia que garantir a fidelidade dos factos, limitada pela reduzida dimensão do ensaio, quase incompatível com a complexidade política e jurídica do tema. Esta é agravada pela abundância de fontes, desde as sentenças dos tribunais, os vários artigos e entrevistas dos intervenientes, do “Expresso” ou do “Diário de Noticias” aos extintos “O Semanário”, “O Jornal” e “O Diário Popular”, aos noticiários da RTP, etc. Meios de várias sensibilidades políticas, mas que nem por isso deixaram de relatar factos objectivos. Por outro lado, havia uma sensibilidade pessoal, expressa em dor e revolta, que tive como objectivo expurgar do ensaio, sem que com isso perdesse a minha visão critica. Espero tê-lo conseguido. Infelizmente, tudo o que se escreveu até à data foi pouco e muito parcial: primeiro pelos advogados de defesa, depois nas biografias de alguns dos acusados, logo nos anos a seguir ao julgamento, ou o contraditório feito por mim, uns anos mais tarde, em blogues ou em jornais, tarefa que assumi com sacrifício e determinação. Sem falsas modéstias, acredito que contribuí para ajudar a equilibrar o prato da balança, mas não o suficiente. A bem da verdade, seria útil que passados todos estes anos fosse possível que alguém independente, descomprometido, pudesse explicar de A a Z o que aconteceu neste período negro da nossa democracia. Para bem do rigor histórico e pela defesa da liberdade e da democracia. Porque a história não se apaga, nem se reescreve, goste-se ou não dela. Dedicado ao meu Pai, pela sua coragem, justiça e sentido de dever." Portanto vai começar o branqueamento geringonçal de um dos maiores crápulas que este regime pariu, devidamente amnistiado pelo criminoso "pai fundador". Imagino que o luto nacional não deva tardar a ser declarado (não em meu nome, seguramente). https://observador.pt/programas/emissao-especial/hoje-para-mim-morreu-o-assassino-do-meu-pai-mas-nao-e-um-dia-de-alegria/ - a ouvir estas declarações, que descrevem perfeitamente o crápula que foi. É como assassino que tem de ser recordado, por muito que custe a muitos. Morreu um "Herói " : Maio 1980, atentado bombista contra administrador fabril. Maio 1980, morte de um militar da GNR Outubro 1980, morte de um cliente de um banco durante um assalto. Novembro 1980, ferimentos graves em agentes da PSP e civis após ataque com granada. Fevereiro 1981, Um ferido civil em atentado bombista num banco. Março 1981, civil baleado fica paraplégico. Março 1981, administrador empresarial baleado na pernas. Abril 1981, civil baleado nas pernas. Maio 1981, disparos de rocket contra alvo civil. Junho 1981, troca de tiros com a PSP. Junho 1981, administrador empresarial baleado nas pernas. Agosto 1981, administrador empresarial e motorista baleados gravemente. Setembro 1981, atentado à bomba em Felgueiras. Outubro 1981, morte de dois militares da GNR num atentado com carro armadilhado. Outubro de 1981, assassinado um cliente de um banco durante o assalto. Outubro 1981, administrador empresarial baleado nas pernas. Dezembro 1981, atentado bombista contra 3 postos da GNR. Janeiro 1982, atentado bombista contra posto da GNR. Janeiro 1982, atentado bombista contra residência de um industrial. Abril 1982, atentado bombista contra residências de dois industriais. Junho 1982, atentado com armas de fogo contra dirigentes de cooperativa. Agosto 1982, atentado com carro armadilhado. Agosto 1982, atentado com explosivos contra companhias aéreas. Dezembro 1982, assassinato de um empresário. Fevereiro 1983, tiroteio com PSP, agente da PSP ferido. Março 1983, Guarda Fiscal e Segurança gravemente feridos num assalto. Novembro 1983, atentado bombista contra posto da GNR. Novembro 1983, dois atentados bombistas provocam ferimentos num civil. Novembro 1983, atentado bombista contra empresário. Novembro 1983, funcionário de uma empresa ferido, com lesões permanentes, durante assalto. Dezembro 1982, atentado bombista contra agência bancária. Dezembro 1983, criança de 12 anos ferida em consequência de vários rebentaments de explosivos. Dezembro 1983, atentado bombista contra empresário. Janeiro 1984, atentado bombista contra administradores empresariais. Janeiro 1984, atentado com armas de fogo e cocktail molotov contra residência de administrador empresarial. Janeiro 1984, dois feridos, um fica tetraplegico, em assalto a carrinha de valores. Fevereiro 1984, atentado bombista contra empresários. Abril 1984, atentado bombista contra chefe das Finanças. Abril 1984, morte de bebé de 4 meses e da avó em atentado bombista contra agricultor. Maio 1984, atentado mortal contra administrador empresarial. Junho 1984, ferimentos graves em administrador empresarial em atentado com armas de fogo. Julho 1984, empresário ferido com gravidade em atentado com arma de fogo. Julho 1984, atentado com arma de fogo automática contra posto da GNR. Agosto 1984, atentado à bomba contra empresa. Setembro 1984, atentado com granada contra penitenciária. Setembro 1984, atentado bombista contra agricultores. Janeiro 1985, atentado bombista contra navios NATO. Janeiro 1985, atentado bombista contra agricultor. Fevereiro 1985, atentado bombista contra militares alemães em Beja. Março 1985, assassinato com armas de fogo de empresário. Julho 1985, assassinato de un arrependido. Dezembro 1985, atentado bombista contra objectivo militar em Oeiras. Fevereiro 1986, assassinato a tiro do Director Geral dos Serviços Prisionais. Abril 1986, ataque com arma de fogo contra esquadra da PSP, um agente ferido. Setembro 1986, atentado bombista contra empreendimento turístico. Agosto 1987, morte de agente da PSP por arma de fogo.
  4. Isso é porque vão sempre haver mutações, por isso levem as doses de vacina que quiserem. Eu cá preparo - me para o zombie apocalypse meus queridos. Injetem-se crl o clima agradece.
  5. Se achas que estou a trollar pensas mal. Mas quem sou eu para ordenhar ovelhas por aqui.
  6. Por acaso é o problema de muita gente que fica doente, bebem pouca água. Já agora, Israel que tem uma taxa de vacinação alta os casos estão a aumentar. A culpa é do Benfica
  7. A vacina vai-nos proteger É o único caminho para a liberdade Confiem no governo que faz campanhas para a vacina Bääää
  8. A Merkel disse ontem que quantos mais se vacinar mais livres seremos. Hehe Teorias da conspiração #impfungmachtfrei #hitlertazonde
  9. Alguém me explica que é esta m*rda do João Mário ir para o Benfica??
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