Ir para conteúdo
Entre para seguir isso  
Sincèire

Os 100 Melhores Futebolistas De Todos Os Tempos

Publicações recomendadas

Rivvelino :prayer: A 1º vez que vi uma reportagem dele fiquei fã.

 

O elástico, ou vírgula segundo ele foi um "aperfeiçoamento" que ele fez a um drible que um colega dele usava, um Sérgio Oguro se não me engano. Ele dizia na entrevista que esse Sergio inventou e ele aperfeiçoou

Compartilhar este post


Link para o post

robertocarlos.png

 

Nome: Roberto Carlos da Silva Rocha

País: Brasil

Posição: Defesa-lateral esquerdo

Clubes: União São João (1990-92), Atlético Mineiro (92), Palmeiras (93-95), Inter (95-96), Real Madrid (96-2007), Fenerbahçe (07-09), Corinthians (10-11), Anzhi (11-?)*

Internacionalizações/golos: 125/11

*em atividade

 

"Fazia os 100 metros em 10,6 segundos, rematava a 170 quilómetros por hora e lançava a bola com as mãos 36 metros para a frente. Estes dados físicos são normais para um jogador decatlonista. Num futebolista resultariam desde logo em alguém especial. Junte-se então técnica apurada, doses elevadas de determinação e um sentido tático desenvolvido com o tempo e chegamos a Roberto Carlos, talvez o melhor lateral-esquerdo de todos os tempos, seguramente um dos grandes jogadores mundiais da viragem do século.

Nasceu em Garça, no interior de São Paulo, cresceu numa fazenda a ajudar os pais na lida agrícola, brincou com bolas de trapos. Começou por baixo, no União de São João de Araras. Por baixo mas muito cedo: aos 16 anos já era titularíssimo, facto que o colocou debaixo de olho dos principais emblemas. O principal emblema do Brasil é o da seleção nacional, claro está. Roberto Carlos integrou o grupo brasileiro no Mundial Sub-20 de Portugal - terminou em segundo atrás de Figo, Peixe, João Pinto e companhia - ainda como atleta do União.

Seguiu para o Palmeiras, onde conquistou nada menos que dois títulos brasileiros consecutivos, além de dois estaduais, numa das mais fortes equipas da história do país.

Foi também eleito o melhor lateral-esquerdo dois anos seguidos.

Teria de entrar na Europa por uma porta dourada, no caso a do Inter. Na primeira época, jogou e marcou ao seu nível ( incluindo na estreia ) mas a equipa não correspondeu. Roy Hodgson, então técnico nerazzurro, dispensou-o alegando indisciplina tática. Tanto melhor, o Real Madrid desejava um lateral-esquerdo. Forma onze anos de "blanco", quatro ligas espanholas, três ligas dos Campeões e mais duas intercontinentais, e este é o currículo em versão concentrada.

Pela seleção do Brasil foi campeão do mundo em 2002 e somou 125 jogos, superado apenas pelo contemporâneo Cafu, com quem constituiu uma dupla de laterais ao nível da velha sociedade entre Djalma e Nilton Santos, nos anos cinquenta e sessenta. Num daqueles 125 jogos, marcou à França ( a um Barthez boquiaberto ) um golo histórico, num remate "banana" que ganhou a eternidade, em Junho de 1997.

A seguir a Madrid, começou a decair: passou pelo Fenerbahçe e pelo Corinthians, onde ganhou com um intervalo de 16 anos novamente o prémio de melhor lateral-esquerdo do Brasil mas sofreu na pele a ira dos adeptos paulistas por causa de uma eliminação da Taça Libertadores aos pés do modesto Tolima. Resolveu então fugir para um inóspito Anzhi Makhachkala, da Rússia, magoado e triste. Não importa se Roberto Carlos chorou ou se sorriu, o importante é que emoções ele viveu."

 

http://www.youtube.com/watch?v=oGeMZ3t8jn4&feature=fvst

Compartilhar este post


Link para o post

Melhor lateral esquerdo que vi jogar, uma vez que já só vi Maldini jogar ao centro. Roberto Carlos :prayer:

Compartilhar este post


Link para o post

Riva. :prayer:

 

"(...)Não importa se Roberto Carlos chorou ou se sorriu, o importante é que emoções ele viveu."

 

Gostei do trocadilho com o jogador e o cantor. :mrgreen:

 

Roberto Carlos jogava e joga muito. Bons tempos do Winning Eleven de PS1 jogando com o Roberto Carlos no ataque do Real. :prayer:

 

Pena que a maior falha da carreira dele custou a eliminação na Copa. :-|

Compartilhar este post


Link para o post

romario.jpg

 

Nome: Romário de Souza Faria

País: Brasil

Posição: Ponta-de-lança

Clubes: Vasco da Gama (1985-88), PSV Eindhoven (88-93), Barcelona (93-95), Flamengo (95-96), Valencia (96), Flamengo (96-97), Valencia (97), Flamengo (98-99), Vasco da Gama (2000-02), Fluminense (02-03), Al Saad (03), Fluminense (03-04), Vasco da Gama (05-06), Miami (06), Adelaide United (06), Vasco da Gama (07-08), América (09)

Internacionalizações/golos: 70/55

 

"Os pecados de Romário eram, como ele, pequeninos: um treino falhado aqui, uma saída secreta a meio de um estágio ali, um choque de egos com um parceiro de equipa acolá. O Baixinho é carioca, aprendeu, como a maioria dos cariocas, a conviver com pecados capitais debaixo do seu nariz desde que nasceu. Por isso, que importância tem uma quebra de compromisso, uma escapadinha, um bate-boca bem humorado? Pouca. Para Romário, e para a generalidade dos cariocas, nenhuma. A vida no Rio de Janeiro é assim mesmo, resistir às tentações, ceder-lhes, resistir-lhes, ceder-lhes, constantemente. Um carioca como Romário nasce, cresce e vive entre duas opções: trabalho ou praia? Romário sabia que se podia entregar à segunda, porque era genial na primeira.

Foi por causa desse génio, que o Baixinho, filho de Seu Edevair e Dona Manuela, natural do Jacarezinho, criado na Penha, conseguiu dobrar os técnicos europeus mais circunspetos, de Hiddink a Cruyff, passando pelo mais bonacheirão Bobby Robson. Todos toleraram os seus pecados porque, como ele dizia a Hiddink, "na hora de resolver, Romário resolve", assim, falando na terceira pessoa, à Maradona. Cruyff chegava a apostar com ele viagens ao Rio em troca de bis ou hat-tricks. Robson cruzava os braços, num misto de indignação e divertimento, perante os desvios do talentosíssimo número 11.

Começou no Vasco da Gama, o seu clube do coração, onde voltaria três vezes. Passaria mais tarde por Flamengo e Fluminense para se assumir definitivamente como rei do Rio, à frente de todos os outros craques da época, como Edmundo Animal, com quem manteve uma relação de amor-ódio. Nos relvados, nas quadras de futsal e na praia desenvolveu o drible em vírgula e os suaves remates de bico, duas imagens de marca.

Do Rio voou para a Holanda, ajudou o PSV Eindhoven a crescer, marcou golos, ganhou títulos, deixou técnicos à beira de colapsos. Mas o PSV era pequeno para Romário: seguiu-se o Barcelona, a fama global, os títulos mais importantes, os companheiros mais talentosos, como Koeman, Laudrup, Stoitchkov.

E chegamos a 1994. O Baixinho conquistou o Mundial americano, tornou-se a estrela maior da prova, acima de Baggio, Stoitchkov ou do companheiro Bebeto e ofereceu o tetracampeonato ao Brasil, 24 anos depois do tri. O mundo era, definitivamente, dele.

A partir daí, Romário mudou a agulha das suas ambições. Quis sair do Barça para voltar ao Rio, andou entre continentes ao sabor da vontade do coração ( estar em Ipanema ) ou do que lhe exigia a razão ( jogar na Europa, centro futebolístico mundial ) e focou-se apenas em duas coisas: jogar mundiais e chegar aos mil golos. O primeiro objetivo esbarrou na intransigência da dupla Zagallo-Zico, em 1998, e depois na de Scolari, em 2002. O segundo foi atingido, com controvérsia, e depois de um penoso prolongamento da carreira.

Hoje em dia é deputado. Mas trocou a primeira sessão parlamentar por uma partida de fute-vólei na Barra da Tijuca. Um pecado baixinho."

 

http://www.youtube.com/watch?v=kUjP-qQ2gL0

Editado por Sincèire

Compartilhar este post


Link para o post

ronaldinhogaucho55967.jpg

 

Nome: Ronaldo de Assis Moreira ( Ronaldinho Gaúcho )

País: Brasil

Posição: Médio-ofensivo

Clubes: Grémio (1998-2001), Paris Saint-Germain (01-03), Barcelona (03-08), Milan (08-10), Flamengo (10-?)*

Internacionalizações/golos: 88/32

*em atividade

 

"Depois de Ronaldo "Fenómeno", apareceu uma espécie de caricatura do craque: com truques futebolísticos ainda mais vistosos, com sucesso no Barcelona ainda mais significativo, com casos extracampo ainda mais comuns, com transferências ainda mais agitadas, com um regresso ao Brasil ainda mais prematuro, com dentes ainda maiores. A caricatura chama-se Ronaldinho Gaúcho.

Natural de Porto Alegre, órfão de pai desde os 8 anos, irmão de Assis ( internacional brasileiro com passagem por Portugal ), talento precocemente revelado, Ronaldinho fez carreira juvenil no Grémio. Chegou aos seniores com 18 anos mas só aos 19 ganhou fama nacional e continental - primeiro, ao conquistar o campeonato estadual frente ao Internacional, numa exibição humilhante para Dunga, o seu marcador, e depois na Copa América, quando marcou um golaço à Venezuela, com dois lençóis sobre os defesas.

O Brasil, a América, faltava a Europa. Ronaldinho saiu do Grémio à revelia dos dirigentes gaúchos mas, quando se preparava para seguir os passos do Fenómeno e assinar pelo PSV, acabou por trocar uma letra e transferir-se para o PSG.

Jogava no clube parisiense quando Luiz Felipe Scolari o levou ao Mundial-2002, conquistado pelo Brasil. O Brasil, a América, a Europa, agora, o Mundo.

Voltou a sair de forma conturbada de um clube e rumou a sul, a Barcelona, para desgosto do Manchester United. No Barça, ganhou tudo coletiva e individualmente, criou jogadas exóticas, encantou, foi comparado a Pelé, a Maradona e, claro, a Ronaldo, ganhou dimensão de superstar de 2004 a 2007, com ênfase no Oriente, onde a sua imagem se tornou viral. Até que, como acontece a tantos em tanta atividade, sobretudo aos génios-brasileiros-do-futebol, custou-lhes mais ficar no topo do que lá chegar.

A fama de notívago, que já trazia de Paris, aumentou na mesma medida que o rendimento no campo descia a pique.

A pique não, porque com bola continuava um artista delicioso, o pior era recuperá-la, correr por ela, sofrer pela equipa, lutar pela vitória. Quando o Barça o pôs à venda, podia, mais uma vez, ter rumado a Manchester, ao City no caso, mas preferiu continuar a seguir as pisadas do homónimo fenomenal e escolheu Milão. Deixou o perfume do seu futebol no Milan mas soube a pouco: saiu sem títulos e com mercado esgotado na Europa.

Seguiu então para o Brasil, aos 30 anos. Ronaldo estava no Corinthians, o clube mais popular de São Paulo, Ronaldinho escolheu o Flamengo, o clube mais popular do Rio de Janeiro e de todo o Brasil. O primeiro já se retirou, amargamente, o segundo deve abandonar um dia cedo de mais."

 

http://www.youtube.com/watch?v=4TIHLdGFEjI&feature=related

Compartilhar este post


Link para o post

O Romário foi o primeiro jogador de que fui fã. Hoje provavelmente já não seria.

Compartilhar este post


Link para o post

O Romário foi o primeiro jogador de que fui fã. Hoje provavelmente já não seria.

pq?

Compartilhar este post


Link para o post

pq?

 

Não tenho por costume gostar de jogadores que tenham atitudes como as várias que o Romário tomou.

Compartilhar este post


Link para o post

Mas podes ser fã na mesma do futebol dele. O q acontece é q n o admiras como pessoa.

Eu pelo menos penso assim. As coisas extra futebol n me interessam quando sou fã de um jogador, apenas sou fã do futebol dele.

Compartilhar este post


Link para o post

Dinho :heart:

 

Nos tempos dele no Barcelona, eu passava horas e horas a ver vídeos dele, golos, dribles, passes...

 

Cada toque na bola era do mais caro perfume!

Compartilhar este post


Link para o post
Visitante
Este tópico está impedido de receber novos posts.
Entre para seguir isso  

  • Todo o Mundial 2026 no CMPT
  • Popular Agora

  • Outros membros neste tópico

    Nenhum utilizador registado está a visualizar esta página.

×
×
  • Criar Novo...