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Sporting - História do Clube

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Faleceu Manoel

 

Faleceu Manoel da Silva Costa, ou simplesmente o Manoel do Ó, possante avançado brasileiro que esteve no Sporting entre as épocas de 1975 e 1981.

 

Chegado já com a temporada de 1975/76 em decurso numa altura em que o Clube tentava ainda preencher o vazio deixado pela ida de Yazalde para o Marselha, o dianteiro do Internacional nascido em Rio Grande do Sul alinhou ao lado de grandes nomes da história ‘verde e branca’ como Manuel Fernandes, Jordão e Keita, tendo saído no final da época de 1980/81 para o Portimonense com mais de 150 jogos oficiais e 57 golos. O jogador passou ainda por equipas como Sp. Braga, Ac. Viseu, Odivelas, Amora ou Almancilense.

 

Além de ter contribuído para a conquista da Taça de Portugal de 1978 e para o Campeonato Nacional de 1980, Manoel é também recordado pelo ‘hat-trick’ apontado frente ao rival Benfica nos oitavos-de-final da Taça em Março de 1977 (3-0).

 

Manoel faleceu hoje aos 62 anos, vítima de paragem cardíaca. À família e amigos, o Sporting Clube de Portugal endereça as mais sentidas condolências.

 

:(

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Faz hoje (ou melhor, fez ontem) 69 anos de uma das muitas histórias lendárias do nosso clube. A 17 de Novembro de 1946 vencemos o Benfica por 3-1 com o nosso guarda-redes, Azevedo, a jogar praticamente a segunda parte inteira com o braço ao peito por não serem permitidas substituições. Isto depois de Jesus Correia e Veríssimo terem passado pela baliza enquanto ele não voltava.

 

Podem ler mais aqui.

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Aqui está aquilo de que falava.

jesus, o rui só não acaba em 1º se não quiser

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Fez ontem 22 anos que o Cherbakov teve o acidente que o atirou para uma cadeira de rodas e terminou a sua promissora carreira, com apenas 22 anos. Acho que é a mais antiga memória relacionada com futebol que tenho :(

 

Foi uma semana horrível, desde a derrota e consequente eliminação frente a um modesto Casino Salzburgo que ditou o ridículo despedimento do Bobby Robson, a esta tragédia, após o jantar de despedida do mesmo.

 

 

3:00 - foi aqui que o Beckham e o Scholes se inspiraram 8-) Balakov e Cherbakov :heart:

Editado por doom_master

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Faz hoje 3 anos do falecimento do "eterno presidente", João Rocha. (Pouco) Discutivelmente o melhor presidente da história do clube, conhecido pela dinamização das modalidades e pelo grande aumento do número de sócios do clube (chegou acima dos 130 mil em 1985, marca que apenas agora, 31 anos depois, voltámos a igualar), mesmo sem a equipa de futebol obter o sucesso desejado.

 

Que pena nunca ter chegado a assistir à queda da dinastia Roquette, à qual sempre se opôs ferozmente, mesmo no início, quando quase todos viviam iludidos. Que pena também a última imagem que levou consigo do seu Sporting ter sido a que todos sabemos, tendo partido na recta final da pior época da história do clube.

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Tenho pena de não ter conhecido o seu trabalho, infelizmente ja só vi o croquetes a comandar o clube.

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23 de Maio de 1971: O Sporting CP vence o Mindelense por 21-0, sendo ainda hoje esta a maior goleada registada em jogos da Taça de Portugal.

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Guest Dur@cell

[youtubehd]Zds5PsU3JJ[/outubehd]

 

Faz hoje 52 anos. Provavelmente a mais épica reviravolta da nossa história.

 

Até se me levantaram os pêlos da nuca :carinhoso:

Editado por Dur@cell

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"Yazalde amava o Sporting"

 

Carmizé, a portuguesa que roubou o coração de Chirola, recebeu O JOGO em Buenos Aires, onde continua a ser proeminente figura pública e passou em revista instantes marcantes de um avançado sem par. O adeus do argentino foi a 18 de junho de 1997

 

O casamento mudou a sua identidade. Até conhecer o goleador que ficou na história era Maria do Carmo da Ressurreição de Deus. Mas surgiu na sua vida o Chirola e passou a ser para sempre Carmen Yazalde, a esposa de um dos grandes ídolos do Sporting, o Bota de Ouro da temporada 73/74, graças a 46 golos em trinta jogos, o goleador que foi um mito até há 15 anos, quando faleceu aos 51 anos, em Buenos Aires. "Chirola amava o Sporting, foi o clube que mais quis e onde foi mais querido. Era uma loucura por ele", recorda a atriz e modelo portuguesa, a Carmizé, que agora vive e é figura pública na Argentina e anseia por um regresso a Portugal: "Este ano vou a Lisboa, mal posso esperar. Quero conhecer o novo estádio do Sporting e visitar o museu para ver tudo o que têm do Chirola".

 

Como se conheceram?

Ele vivia por cima de uma taberna onde todos os sábados e domingos almoçávamos com a companhia de teatro. Um dia vêmo-lo chegar com Conchita Velasco, uma diva espanhola que estava a fazer uma peça em Portugal e também vivia aí. 'Quem é aquele de cabelo comprido, parecia um índio?', perguntámos e o empregado disse-nos que era um jogador do Sporting, mas que não estava a jogar. Eu já sabia de alguma coisa do género, porque o Camilo de Oliveira, que era o ator principal da peça e era um sportinguista doente, ia falando sempre da equipa. Depois, ao fazer um anúncio publicitário com trinta homens, alguém pediu ao realizador se podia trazer um argentino para passar o dia de filmagens connosco. E apareceu no Guincho. A partir desse dia, não saiu da primeira fila do teatro todas as noites. Convidava-me para jantar, mas não podia esperar até à uma da manhã, senão era multado pelo clube.

 

Então, foram almoçar?

Por fim, o Camilo de Oliveira insistiu para sair com a sua esposa e com o Chirola. Fomos ouvir fados em Alfama e a partir daí começámos a namorar. Ao princípio, andávamos escondidos, ele ainda não podia jogar, porque já havia um estrangeiro no plantel e tinha que esperar que a época terminasse. Foi um instante. Depois, no final de 1972, viajei sozinha para a Argentina para conhecer o seu país, porque ele me dizia que não sabia onde iria terminar a carreira. Fiquei por vários meses e o Chirola viajou quando terminou o campeonato, com todos os documentos para nos casarmos. Foi a 16 de julho de 1973.

 

Ia vê-lo ao estádio?

Sim, tínhamos um camarote. O meu pai era sportinguista, mas não ia ao estádio porque comecei a trabalhar muito nova no teatro e não podia ir. Mas depois comecei a ir pelo Chirola. Ele punha toda a gente doida, era o máximo. Para os adeptos e para os companheiros. Era muito amigo do guarda-redes, o Damas, do Marinho, do Dinis, do Chico Faria... Todos craques. E tal como agora toda a equipa do Barcelona joga para o Messi, toda a equipa do Sporting da altura jogava para o Chirola, que ganhava todos os domingos um carro. Uma empresa que patrocionava o clube premiava o jogador que marcava o primeiro golo, mas ele já tinha um BMW bordô que adorava, era uma máquina.

 

E o que fazia com os carros que ganhava?

Sorteava-os pelos companheiros. Por isso era tão admirado. Os miúdos pobres iam ver os treinos e ele dava-lhes sempre qualquer coisita. Ele tinha tido uma infância como a deles e, então, dava sempre uma ajuda. A sua família era muito humilde, com seis irmãos e uma irmã, e ele ajudou-os a todos.

 

Como foi essa época em que ele ganhou a Bota de Ouro?

Foi impressionante, ele marcava em quase todos os jogos. Sentia-se importante, os companheiros jogavam para ele e o Chirola não perdoava a nenhum guarda-redes. Lembro-me dessa gala em que lhe entregaram a Bota de Ouro. Fecharam o Lido só para nós e o Beckenbauer disse ao Chirola: "Tens a mulher mais linda de todos os jogadores do mundo."

 

Porque deixou o Sporting?

O Sporting teve que o vender depois do 25 de abril de 1974, porque ele ganhava muito e ainda tinha mais dois anos de contrato e o clube não tinha condições para lhe pagar o ordenado. E ele adorava o clube, mas teve que partir devido a questões económicas. Foi assim que fomos para Marselha. Ele tinha a opção de ir para o Real ou Atlético de Madrid, não me lembro bem, mas o Chirola disse: "Vamos para França, assim aprendo outra língua".

 

E ele quis voltar à Argentina?

Voltámos em 1978. Pagou 500 mil dólares para poder sair do Marselha porque ainda tinha dois anos de contrato. Voltou porque lhe tinham prometido que ia jogar o Mundial [em 1978, na Argentina], mas depois não o convocaram e começou a sua depressão. Se tivéssemos ficado na Europa e hoje ainda fosse vivo, o Chirola seria um Platini, um Beckenbauer... Ele era um embaixador, vivia de outra maneira, às 7 da manhã vinha o professor de inglês lá a casa... Mas na Argentina, mudou de vida. Separámo-nos em 1987, dez anos antes da sua morte.

 

www.ojogo.pt - 18 Junho 2012

 

Eterno Chirola :heart:

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46 golos em 30 jogos é surreal. Daqueles que gostava mesmo de ter visto jogar. Porque parece-me que não era apenas um jogador de área.

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Há 15 anos Beto Acosta e Peter Schmeichel faziam o seu último jogo pelo Sporting. Wow.

Editado por doom_master

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