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FC Porto - Futebol de Formação

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Lá está. É uma ideia que também defendo bastante. Os miúdos podem não garantir aquilo que outros garantem, no momento, mas a formação tem de servir para formar, não para ganhar. E, sinceramente, também já o digo há muito tempo, prefiro ficar ficar em último lugar na fase final, ou mesmo ficar pela 2ª fase, se isso significar que os miúdos evoluíram mais, do que ir à fase final de goleada em goleada, e ser campeão. Títulos, na formação, é algo que não me diz muito.

 

O do José Guilherme desconhecia, mas esse do Rafinha e do Pipo também já tinha referido por aí (até por gostar muito do Pipo). O Pipo tinha uma leitura dos lances fantástica. Era impressionante como é que um jogador com aquela estatura se antecipava a calmeirões com mais de 1,80m. Gostava bastante dele. Mas até já esperava que isto acontecesse. E até jogou mais no seu 1º ano de júnior do que no ano passado.

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Ganhamos ao Gil Vicente por 5-0, golos do Ricardo Alves, Adriano, Hugo Basto, Fredéric Maciel e Tozé.

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FC Porto 5 x 0 Gil Vicente

 

CRÓNICA

Partida de qualidade do F.C.Porto, que venceu um desafio em que encontrou pela frente um adversário que jogou "olhos nos olhos". O Gil Vicente não "estacionou o autocarro", realizando um exibição digna que, no entanto, pecou por algumas deficiências defensivas, sobretudo na altura de colocar os avançados adversários em fora-de-jogo. Todavia, há matéria - prima para trabalhar em Barcelos.

 

Já o F.C.Porto recuperou as suas linhas de confiança, e beneficiou com a chegada de Tiago Ferreira para tranquilizar o seu último reduto. Com Lupeta a ser o escolhido para a posição "9" faltou clarividência na hora de finalização, isto apesar das boas exibições do miolo e dos alas, com Frederic e Adriano em óptimo plano.

 

E o jogo, apesar de interessante do ponto de vista técnico, teve pouca emoção, pois o vencedor foi desde cedo encontrado. O Porto começou na mó de cima, e aos 5 Alves, servido por Fredéric, rematou por cima da barra em boa posição. Com os alas a darem cartas, Adriano ganhou a linha aos 8, cruzando para a pequena área onde apareceu Fredéric que, de baliza aberta, rematou ao lado.

 

Mas adivinhava-se o golo, que surgiu aos 15: grande penalidade clara de Gaby sobre Ebo, que Alves converteu sem piedade.Com o Gil Vicente sempre em busca de um jogo de pé para pé, que condimentou o espectáculo, era o FC Porto quem se agigantava. Aos 18 Lupeta assistiu Alves, que contornou o guarda-redes mas viu Coutinho, em cima da linha, negar-lhe o 'bis'.

 

No entanto, seria o Gil Vicente a estar perto do empate aos 23': Elói repôs mal a bola e Mika, de primeira, a quase marcar. Esta jogada parece ter galvanizado os gilistas, que se lançaram na senda do empate. E estiveram perto do golo aos 28': Rui Magalhães, depois de uma série de fintas, viu a defesa portista retirar-lhe o remate final, quando se encontrava já perto de Elói.

 

Para retirar as dúvidas, o FC Porto fez o segundo golo: Paulo Jorge subiu no terreno e assistiu Adriano na direita. O extremo flectiu para o meio e disparou uma bomba, indefensável para Edivaldo. Estava feito o segundo golo, e mais poderiam ter surgido: aos 38 Lupeta falhou quando se encontrava isolado, sendo 'imitado' por Frederic.

 

Mika voltou a rematar com perigo de longe, mas seria o FC Porto a selar as contas do desafio com novo golo: desvio preciso de cabeça de André Teixeira, após canto de Alves. Na segunda metade o técnico dos gilistas deixou Mika no balneário, perdendo com isso muita capacidade ofensiva.

 

O jogo perdeu algum interesse, com menos oportunidades a serem registadas. Ainda assim, destaque para a grande penalidade "infantil" cometida por Paulo Jorge sobre Luís Eugénio. Na conversão Espanhol permitiu a defesa de Elói Silva.

 

O Porto continuou em busca de uma vantagem mais dilatada, mas viu-se traído pela ineficácia de Lupeta: aos 59, após jogada de Paulo Jorge, rematou por cima da barra; e aos 68 foi Alves quem assistiu, mas a bola foi ao lado. Foi já sem Lupeta em campo que o Porto sentenciou o placard final: uma série de tabelinhas, aos 86, deu o golo a Fredéric Maciel, que já na área finalizou com muita calma.

 

A fechar o desafio Tiago Ferreira desmarcou Tozé que, na cara de André (entrara para o lugar do lesionado Edivaldo), desviou com êxito. Vitória justa dos dragões, num jogo bem arbitrado por Pedro Oliveira.

 

 

 

ANÁLISE INDIVIDUAL - FUTEBOL CLUBE DO PORTO:

 

Elói Silva - Apenas uma má reposição da bola em jogo, aos 23', se salienta negativamente numa exibição impecável, segura e determinada. Boa defesa à grande penalidade aos 53'.~

 

Paulo Jorge - Cometeu uma grande penalidade infantil, aos 53', e em certos momentos notou-se falta de rotina, sobretudo quando foi chamado a subir no terreno. No entanto cumpriu globalmente, e esteve bem no auxílio ao miolo, aproveitando o espaço concedido pelo adversário.

 

Tiago Ferreira - Foi voz de comando e protagonizou uma exibição muito segura, controlando o perigo sem entrar em aflição. Deu fluidez à circulação de bola, e procurou os médios com frequência.

 

André Teixeira - Na ficha do desafio por ter marcado o terceiro golo, esteve sóbrio no jogo pela antecipação, entendendo-se em dupla com o seu habitual parceiro, Tiago Ferreira. No último terço do jogo foi chamado à lateral direita, cumprindo sem problemas.

 

Rafael Floro - Só no final do desafio se libertou da timidez, e subiu mais vezes pelo terreno. Na primeira metade Mika causou-lhe alguns problemas sobretudo em velocidade e derivações pelo miolo: por diversas vezes perdeu, noutras ganhou. Regular.

 

Mikel Agu - Bem nas recuperações, e no capítulo da transição defensiva. Não tão bem a construir, quando fica confuso de movimentos e preso de ideias. Com pouca capacidade ofensiva.

 

Ricardo Alves - Muito bem no preenchimento de espaços, sabe jogar a toda a largura do terreno. Controla os ritmos de jogo, e sabe libertar-se para aparecer em zonas de finalização. Está a ganhar peso como jogador de último passe. Neste jogo foi o melhor em campo.

 

Ebo Enoch - De cada vez que acelera, provoca "terramotos" no jogo: é mesmo muito brusco nas suas arrancadas. Graças a tal causou muitos desequilíbrios como interior direito e, na parte final do desafio, também como extremo usou a mesma receita: velocidade.

Frederic Maciel - Dos melhores em campo. Foi um ala constantemente em jogo, quer pela ala ou pelo miolo, em zonas de finalização. Falhou um golo certo aos 8', mas apareceu aos 86' em grande para facturar. Ganha pontos nesta equipa.

 

Adriano Castanheira - Também muito activo, mostrou competência em ambos os flancos: mesmo na direita, quando procurou o meio, revelou muita lucidez e altruísmo. Excelente golo aos 30': o pontapé foi indefensável.

 

Joaquim Lupeta - É difícil criticar um jogador tão disponível, e que sabe abrir linhas de passe e corredores para os colegas. Soube sempre jogar no limite do fora-de-jogo, e beneficiou com isso a equipa. Agora o seu principal problema continua lá: falha golos, falha muitos golos!

 

António Carvalho "Tozé" - Apareceu para pautar o jogo no lado direito do miolo e, com vencedor encontrado, procurou embeleza-lo sem entrar em adornos escusados. Foi prático, mas elegante. Em bom plano.

 

Rui Cardoso - Entrou para central, tal como algumas vezes aconteceu nos sub-17. Não é a sua posição de origem, e parece perder alguma identidade. Contudo, nada a apontar-lhe, pois sabe sair a jogar.

 

Gonçalo Paciência - Deu alguma frescura ao ataque durante o período em que esteve em campo.

Texto: Gil Nunes

Editado por Nuno Valente

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Joaquim Lupeta - É difícil criticar um jogador tão disponível, e que sabe abrir linhas de passe e corredores para os colegas.

 

É por isto que gosto da AdT. :lol:

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Dizem que o Mickaël Bernardo foi para o Gil Vicente. Confirma-se?

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Vi isto num fórum portista...

Editado por Nuno Valente

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Os números nas camadas jovens do Porto não costumam ser 'fixos', penso eu...

Pois, não sei. Vou tentar saber mais informações.

Se alguém tiver a confirmação que aqueles são os números verdadeiros, que diga.

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Visitante
Chegou agora e já está com os craques

 

gil_dias.jpg

 

Vítor Pereira ainda não contou com nenhum dos internacionais e decidiu recrutar um jogador aos sub-19, entre aqueles que não estavam convocados para o encontro da tarde com o Braga (3-0 para os azuis e brancos). O eleito foi Gil Dias, um defesa-central que se estreou a treinar com o plantel principal. Também era difícil que já tivesse lá estado porque acabou de chegar ao clube, proveniente do Gondomar, onde fez toda a formação desde os 11 anos. Foi um dos pilares da equipa que surpreendeu na época passada ao chegar à fase final do campeonato. Trata-se de um central poderoso no jogo aéreo, especialmente "felino" na marcação individual, e rápido. Além disso, foi sempre uma referência no ataque, nas bolas paradas, uma característica que encaixa na perfeição no perfil dos centrais do FC Porto. As exibições ao serviço do Gondomar não só convenceram os responsáveis portistas a avançar para a sua contratação como o levaram à Selecção Nacional de sub-19, onde tem presença assídua nos últimos tempos.

 

NOME COMPLETO Gil Emanuel Viana Dias

IDADE 18 anos (18/08/1993)

ALTURA 1,89 m

PESO 75 kg

POSIÇÃO Defesa-central

CLUBES Gondomar e FC Porto

 

in "ojogo.pt"

 

http://fcportonoticias-dodragao.blogspot.com/2011/09/primeira-vez-de-gil.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+FcPortoNoticias-ODiarioDoDrago+%28FC+Porto+Noticias+-+O+Diario+do+Drag%C3%A3o%29&utm_content=Google+Reader

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Campeonato Nacional de Juniores

Zona Norte - 5ª jornada

 

Braga 0 x 3 FC Porto

(ao intervalo 0 x 2)

 

 

Elói

André, Tiago, Hugo Basto e Floro;

Mikel, Alves e Tozé;

Ebo, Gonçalo e Fábio;

 

Substituições: aos 63' Ebo por Frederic;

Gonçalo por Lupeta;

aos 65' Mikel por Paulo Jorge;

 

Marcadores: 1-0 Fábio Martins (25'), 2-0 Tozé (35'), 3-0 Fábio (85').

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Visitante
Juvenis A: Padroense FC 1-1 FC Porto

 

FICHA DE JOGO:

Campeonato Nacional de Juvenis - Série B - 4ª Jornada

Padroense Futebol Clube 1-1 Futebol Clube do Porto

 

Data: 4 de Setembro de 2011

Hora: 11h

Local: Campo nº1 do Padroense FC - Padrão da Légua

 

Árbitro: Abel Dias - Porto

 

PADROENSE FUTEBOL CLUBE: Filipe Ferreira; Joel Pereira, João Cunha, Bruno Duarte e Raul Tavares; Diogo Barbosa, Cléver França (Rui Silva, 66 min.) e Rui Moreira (Capitão); Sérgio Ribeiro (Bruno Ribeiro, 80 min.), Ruben Macedo e Tiago Garcia 'Schuster' (André Gomes, 83 min.);

Suplentes não utilizados: João Gurtner, Tomás Mota, Sérgio Cardoso e Tiago Silva;

Treinador: José Guilherme;

 

FUTEBOL CLUBE DO PORTO: José Carlos; Marcelo Magalhães, André Ribeiro, Tomás Podstawski (Capitão) e Rui Sérgio (José Pedro, 58 min.); Vítor Andrade, Diogo Belinha e João Graça; Ivo Rodrigues (Nuno Santos, 72 min.), Francisco Costa (Babibiky Nancassa, int.) e André Silva;

Suplentes não utilizados: Joaquim Lopes 'Nico', Francisco Ramos, João Caminata e Pedro Santos;

Treinador: Nuno Capucho

 

Indisciplina: Bruno Duarte(67 min, amarelo e 82 min., expulsão directa);

 

Resultado ao intervalo: 0-0

Resultado final: 1-1

 

Marcadores: Ruben Macedo (58 min.); Tomás Podstawski (56 min.);

 

Melhores em campo: Filipe Ferreira (Padroense FC) e Vítor Andrade (FC Porto);

 

 

CRÓNICA

 

Foi o jogo que se previa: Porto com dificuldades num campo tradicionalmente complicado, contra uma equipa muito bem organizada. Houve luta, combate, mas faltou alguma magia num jogo de oportunidades repartidas, cujo desfecho se aceita. No entanto, os dragões podiam ter saído do Padrão da Légua com uma vitória, isto caso André Ribeiro tivesse convertido uma grande penalidade inexistente já em período de descontos.

 

Mérito para o guarda-redes Filipe Ferreira, o melhor em campo nesta manhã. O Padroense manteve o seu 'ADN' da temporada passada, com um meio-campo e um ataque como pontos fortes. Mas nada há a dizer de uma defesa bem organizada, que cumpriu com maior ou menor dificuldade as indicações previstas.

 

E os comandados de José Guilherme tiveram um guarda-redes que desequilibrou: Filipe Ferreira foi, hoje, absolutamente fundamental na conquista do empate. O FC Porto revelou muita determinação na conquista da vitória, que disfarçou alguma clarividência na altura das assistências e finalização: sempre que os dragões ganharam espaço houve falta de discernimento no último passe.

 

André Silva também esteve muito apagado, o que não contribuiu. No entanto, há melhorias a registar na organização do processo ofensivo, e não há dúvidas: com Vítor Andrade em campo, a equipa ganha uma maior abrangência e criatividade. Falta os alas responderem, com incidência para Babibiky Nancassa que, apesar de desequilibrar, é desastrado no desenho das assistências.

 

Sobre o filme do jogo, começou melhor o Padroense. Os visitados começaram o jogo com o turbo ligado, recuando as linhas dos portistas. Aos 6' Rui Moreira deu o primeiro sinal de perigo, com um remate de fora da área para defesa de José Carlos. Na sequência canto muito chegado à baliza do mesmo jogador, com a bola a raspar na barra da baliza.

 

Oportunidade também aos 10': excelente abertura longa de Diogo Barbosa para Ruben Macedo que, na esquerda, pendeu para o meio e cruzou para a área: Schuster por pouco não emendou com êxito. Dez minutos de grande pendor ofensivo dos da casa, que viram o Porto criar a primeira oportunidade apenas aos 16': livre de Vítor Andrade para a área onde André Silva, em boa posição, rematou fraco para defesa segura de Filipe Ferreira.

 

E o guarda-redes brilhou aos 22'! O remate de Belinha, de fora da área, levava selo de golo mas Filipe Ferreira, em voo, respondeu com uma magnífica intervenção. Logo depois, novamente o Porto perto do golo: Francisco Costa isolou-se na área, mas viu-se exemplarmente desarmado por Bruno Duarte, mesmo na hora "h".

 

Se esteve exemplar no corte, Bruno Duarte também esteve perto do golo aos 28'. Canto de Ruben Macedo para o segundo poste, e o central a rematar por cima da barra. E aos 30' a grande oportunidade do Padroense na primeira parte: cruzamento de Schuster na direita e Ruben Macedo, na pequena área, a cabecear ao lado. Foi o último lance de uma primeira parte com sinal "mais" do Padroense.

 

Na segunda parte, o FC Porto surgiu mais organizado, beneficiando também de outros argumentos do ponto de vista físico. E, clarividente ou não, o que é certo é que a entrada de Babibiky mexeu com a partida. Ainda assim, nada de especial a registar nos primeiros quinze minutos.

 

A ligeira monotonia foi, no entanto, quebrada com uma excelente defesa de Filipe Ferreira, que mais uma vez negou o golo aos dragões, com uma bela estirada a remate de Ivo Rodrigues. Na sequência do canto, porém, muita passividade da defesa do Padroense e Tomás Podstawski, ao primeiro poste, a desviar com êxito um canto apontado por Rui Sérgio.

 

Foi sol de pouca dura. Na resposta o Padroense marcou: Rui Moreira, no meio, assistiu Ruben Macedo, que em diagonal livrou-se dos centrais, e com um remate colocado marcou mesmo! O FC Porto, insatisfeito com a igualdade, lançou-se na busca do segundo golo, com o Padroense a mostrar alguma fadiga.

 

Mas a lição estava bem estudada pelos da casa, e o espaço foi pouco. Aos 63' jogada de Babibiky pela direita e cruzamento, com José Pedro a acertar na linha defensiva contrária; e aos 69 foi André Silva a também acertar na muralha, assistido por André Ribeiro, que agora jogava a lateral direito.

 

Os dragões procuravam chegar ao triunfo, e já nos descontos dispuseram de uma grande penalidade: tabelinha rápida entre João Graça e André Silva, com o árbitro a assinalar grande penalidade por alegada mão de Bruno Duarte, consequentemente expulso. O lance é duvidoso pois, para além da mão parecer não ter existido, o lance ocorreu fora da área.

 

Indiferente a tudo isso, Filipe Ferreira respondeu com uma excelente defesa, e carimbou o empate final, coroando-se como melhor em campo. Com um Porto em busca do seu melhor caminho, destaque para um Padroense bem organizado, que promete um campeonato de qualidade. Boa arbitragem do trio comandado por Abel Dias, se bem que manchada pelo lance da grande penalidade.

 

 

 

ANÁLISE INDIVIDUAL: PADROENSE FUTEBOL CLUBE

 

Filipe Ferreira - Excelente exibição. Para além de segurar o empate com a parada à grande penalidade já em tempos de descontos, fez duas defesas monumentais (16 e 55'), de golo certo. Confirma as indicações dadas na temporada passada: este guarda-redes, alto e corpulento e ainda sub-15, pode ter muito futuro.

 

Joel Pereira - Aqui e acolá complicou com pormenores técnicos arriscados, mas saiu-se bem. Defensivamente cumpriu e não perdeu a cabeça, mesmo quando os alas contrários o puxaram para o centro. Em bom plano.

 

João Cunha - Exibição sóbria, em que por diversas vezes se lançou no relvado para bloquear remates com perigo. Andou no raio de acção de André Silva e conseguiu neutraliza-la. Bem no jogo aéreo.

 

Bruno Duarte - Na retina um excelente corte aos 22', quando tirou o golo dos pés de Francisco Costa. Ponto alto de uma óptima exibição, em que mostrou capacidade de corte e de antecipação. Infeliz nos descontos, mas não parece ter cometido grande penalidade.

 

Raul Tavares - Sempre que foi chamado ao 1x1, com Francisco Costa e Babibiky, sentiu algumas dificuldades. Mas esteve em bom plano no plano ofensivo, quando soube tabelar com os colegas, e ganhar o seu espaço de apoio ao ataque.

 

Diogo Barbosa - Começou muito bem o jogo, explanando a bola a toda a largura do campo. Com o crescimento dos dragões foi obrigado a recuar, e mostrou muita combatividade na destruição de várias linhas de passe. Exibição conseguida.

 

Cléver França - Tal como Diogo Barbosa, começou bem a partida, mas depois teve uma quebra acentuada. Faltou alguma definição ao nível das transições ofensivas, e perdeu-se em jogadas sem grande interesse colectivo. Mas não comprometeu.

 

Rui Moreira - Muito marcado, perdeu fulgor físico ao longo da partida, e ficou com menos influência. Seja como for, sempre que a bola lhe chegou ao pé esquerdo houve magia: e aos 58' assistiu Ruben Macedo para o golo do empate.

 

Sérgio Ribeiro - Não se assumiu como extremo, mas sim como o quarto elemento do miolo. Tacticamente foi eficaz, pois permitiu o equilíbrio das contas naquele sector. Fez vários lançamentos longos bem sucedidos, sobretudo para o espaço, onde apareceu Schuster a segurar.

 

Ruben Macedo - Na esquerda, é temível quando tende para o meio, e se coloca em posição de cruzamento ou remate. Foi assim, em diagonal, que fez o golo do empate. Perde alguma clarividência quando pretende pisar a linha, pois falta-lhe alguma capacidade de desequilíbrio em velocidade.

 

Tiago Garcia "Schuster" - Na primeira parte foi dos melhores em campo, pisando os espaços necessários para receber a bola e segura-la, fazendo subir a equipa. Na segunda metade, com menos fulgor, repetiu a receita mas faltou-lhe algum fôlego.

 

Rui Silva - Refrescou o meio - campo, e procurou levar a equipa para a frente. Mostrou abnegação.

 

Bruno Ribeiro - Pouco tempo em campo impede avaliação precisa.

 

André Gomes - Pouco tempo em campo impede avaliação precisa.

 

 

 

ANÁLISE INDIVIDUAL. FUTEBOL CLUBE DO PORTO

 

José Carlos - Exibição segura, respondendo bem aos cruzamentos, através de saídas destemidas. No golo de Ruben Macedo está isento de culpas.

 

Marcelo Magalhães - No capítulo defensivo teve dificuldades para suster Macedo, sobretudo quando este foi para o meio. No entanto, arranjou espaço para subir, e apoiar os alas. Na segunda parte, foi chamado à lateral esquerda e cumpriu pois é, de facto, um jogador versátil.

 

André Ribeiro - Na história do desafio por falhar a grande penalidade já em descontos. Na defesa cumpriu e mostrou-se muito difícil de ultrapassar no 1x1, sendo inteligente na cobertura do espaço. Nos últimos minutos jogou a lateral direito para permitir a entrada de José Pedro, jogador com peso nas bolas paradas.

 

Tomás Podstawski - Hoje jogou a central, e respondeu com a sobriedade e firmeza habituais. Ambidestro, lançou os colegas através de passes longos por diversas vezes. Desviou com êxito para o golo portista, numa semana em que assinou contrato profissional com os dragões.

 

Rui Sérgio - Procurou subir na primeira parte, e com êxito. Beneficiou do recuo estratégico de Sérgio Ribeiro para também ele subir, e não raras vezes jogar como médio - interior esquerdo.

 

Vítor Andrade - Excelente exibição. Atento nas marcações, evidenciou-se no campo da organização de jogo, assumindo-se como pilar da construção de jogo. Na parte final do desafio, com a equipa a responder com o coração, foi dos mais clarividentes, dando sentido ao jogo.

 

Diogo Belinha - Sem se assumir como médio de transição ou "dez", apareceu entrelinhas para causar perigo, sobretudo quando jogou em finta curta. Causou desequilíbrios, e provocou perigo na defesa contrária.

 

João Graça - Descaído sobre a esquerda, provocou o perigo como bem sabe: em aceleração, com a bola controlada, em tabelinhas com os colegas. Foi assim que contribuiu para a grande penalidade, já nos descontos. Sabe usar os pontos fortes do seu jogo.

 

Ivo Rodrigues - Pareceu ter instruções para aparecer como segundo avançado, mas perdeu-se nalguma intermitência do seu jogo: nem na ala, nem em zonas de finalização. Ainda assim foi raçudo e determinado, levando a equipa para a frente.

 

Francisco Costa - Pelo flanco direito, na primeira parte conseguiu romper pela linha, sem que os seus cruzamentos tivessem consequência prática. Só jogou 40 minutos.

 

André Silva - Não esteve nos seus melhores dias: algo atabalhoada na recepção, esteve fora da linha de fogo, e mesmo quando por lá apareceu foi insipido. Faltou mais instinto e capacidade finalizadora.

 

Babibiky Nancassa - Desequilibra, é certo, mas continua pouco clarividente na altura do último passe: ou passa mal, ou perde-se em dribles escusados. Não está a ter timings de assistência correctos.

 

José Pedro - Entrou para o eixo da defesa, mas com objectivos claros de ser mais um elemento de perigo nas bolas paradas. E perto do final quase marcou.

 

Nuno Santos - Pouco tempo em campo impede avaliação precisa.

 

Texto: Gil Nunes

 

http://www.academia-de-talentos.com/artigo/2011/9/5/juvenis-padroense-fc-1-1-fc-porto

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Vou dar uns calduços no André Silva, para ver se ele joga melhor no próximo jogo.

 

Sem ele em forma, a equipa ressente-se logo :p

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Pois, não sei. Vou tentar saber mais informações.

Se alguém tiver a confirmação que aqueles são os números verdadeiros, que diga.

 

Já te disse que os números vão do 1 ao 18. Nem sei onde foram desencantar aqueles números.

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