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elielsantos

Cantinho do Eliel

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Isto está a tornar-se interessante. Continuem. Sempre se aprende um pouco com estas discussões, mesmo que "batidas."

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Quase 70 anos depois Israel engoliu grande parte do território da Palestina, perante a passividade da comunidade internacional, violando todas as determinações tomadas aquando da sua formação. A Palestina deveria ser um estado de pleno direito, tinha tanto direito a sê-lo quanto Israel.

 

Eu compreendo qual o objectivo das tuas questões. Querias que alguém te respondesse que não tinha nenhuma dessas características para poderes justificar o domínio de Israel ao território. Mas isso é desonesto, é uma manipulação que não tem em conta os contextos históricos que serviram de base a este conflito.

Exato, Israel aceitou a partilha da ONU do território em questão, mas os arabes não. Antes, resolveram invadir Israel e perderam. O fatod e Israel ter engolido outras porçôes da terra é de pleno direito, pois ele foi agredido por seus vizinhos. É o direito da guerra, o agredido tem o direito de penalizar o agressor. Os pelstinos não tem seu estado, pois passaram 60 anos tentando destruir Israel, não construindo uma nação

 

 

 

 

 

 

Mentira. Mas também te posso questionar qual foi a última vez que se ouviu a palavra Israel naquela região geográfica.

Pela metodo cientifico, reconhecido pela antropologia para reconhecer o direito de uma etnia-povo sobre um território, o que vale são os registros aruitetônicos e presença na região. Os judeus tem os dois. Nunca a regiao ficou sem a presença judaica na região. E os registros históricos mais antigos, monumentos arquitetônicos, são praticamente judaicos. Há um registro da presença judaica na região que remonta a 4 mil anos de ocupação ininterrupta

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Porra, se o meu vizinho me der uma pera posso lhe conquistar uma divisão da casa?

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Porra, se o meu vizinho me der uma pera posso lhe conquistar uma divisão da casa?

hum, caso recebas a pera, não é bom fazer isso. Mas Israel não recebeu coisa alguma, ele comprou dos donos, os turcos, as terras. As terras onde surgiu os assentamentos que mais tarde deram origem a Israel foram compradas aos donos, os turcos. Israel não roubou dos turcos as terras.

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Exato, Israel aceitou a partilha da ONU do território em questão, mas os arabes não. Antes, resolveram invadir Israel e perderam. O fatod e Israel ter engolido outras porçôes da terra é de pleno direito, pois ele foi agredido por seus vizinhos. É o direito da guerra, o agredido tem o direito de penalizar o agressor. Os pelstinos não tem seu estado, pois passaram 60 anos tentando destruir Israel, não construindo uma nação

 

Pah, tu vives em que século?

 

Pela metodo cientifico, reconhecido pela antropologia para reconhecer o direito de uma etnia-povo sobre um território, o que vale são os registros aruitetônicos e presença na região. Os judeus tem os dois. Nunca a regiao ficou sem a presença judaica na região. E os registros históricos mais antigos, monumentos arquitetônicos, são praticamente judaicos. Há um registro da presença judaica na região que remonta a 4 mil anos de ocupação ininterrupta

 

Sobre o segundo quote, não foi isso que eu perguntei. Eu questionei há quanto tempo não se ouve o nome Israel naquela região geográfica, já que esse foi o argumento que utilizaste para uma possível ausência de direito dos palestinianos a ocuparem um território que, imagine-se!, foi ocupado por eles, e não pelos judeus, durante os últimos 1500 anos...

 

E mesmo assim, o facto de terem ocupado o território no passado não lhes dá direito, a eles ou a qualquer outro povo, de usurpar a casa de alguém. Aquilo que, imagino, tu procures citar é o direito à autodeterminação dos povos, que dá a um povo, dentro de determinadas "condições", razões para autoproclamarem a sua independência. Os judeus abandonaram quase totalmente o território palestiniano. A presença judaica na Palestina era quase residual até há pouco mais de um século. Os palestinianos vivem ali, e correndo o risco de ser repetitivo, há uns bons 1500 anos. Se alguém ali tem direito à autodeterminação são eles. O que, na verdade, aconteceu, foi que eles foram obrigados a dividir o seu território, onde viviam, com um povo estrangeiro, com uma religião diferente, cuja história conjunta os torna inimigos mortais (literalmente, como sabemos), e que ainda lhes foi ocupar a sua cidade santa. Qual a surpresa por eles não terem aceite uma divisão de território que lhes foi imposta? :lol:

 

Já agora, não me respondeste às questões sobre o Brasil :)

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Pah, tu vives em que século?

Vivo no seculo da primeira e segunda guerra (Seculo 20) e no 21, o seculo da guerra da Siria (180 mil mortes) entre outras guerras

 

 

 

Sobre o segundo quote, não foi isso que eu perguntei. Eu questionei há quanto tempo não se ouve o nome Israel naquela região geográfica, já que esse foi o argumento que utilizaste para uma possível ausência de direito dos palestinianos a ocuparem um território que, imagine-se!, foi ocupado por eles, e não pelos judeus, durante os últimos 1500 anos...
Não tem como falar em direito palestiniano, pois nunca houve um povo "palestiniano". A etnia dos tais é a arabe. Palestina era uma provincia romana do seculo II, não arabe. Como eu disse, os judes nunca saíram da região. Nunca houve ausencia de ocupação judaica da região, para que os arabes reinvindiquem a terra como sua por "Direito de Ocupação".

 

E mesmo assim, o facto de terem ocupado o território no passado não lhes dá direito,
Nem dá direito aos arabes também. É a questão da reciprocidade: se os judeus que estavam lá por 4 mil anos não tem direito á terra, veja lá os arabes, que chegaram por ali após os romanos expulsarem a maior parte dos judeus da area.

 

a eles ou a qualquer outro povo, de usurpar a casa de alguém.
De novo a mesma falacia, nobre, mesmo eu tendo lhe esplicaodo que o "Dono da Casa" era a Turquia, não os arabes da região? Qual parte de minha explicação o nobre não leu? Editado por elielsantos

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Os Judeus andam a arranjar lenha para se queimarem.

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Os Judeus andam a arranjar lenha para se queimarem.

Quero ver alguém fazer isso com as bombas atômicas e misseis balísticos "Jericó" apontados para seu país.

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Nobre, e as questões relacionadas com o Brasil? Estou interessado nas tuas respostas.

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Nobre, e as questões relacionadas com o Brasil? Estou interessado nas tuas respostas.

Brasil? Não tenho questôes relacionadas a este país.

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Pela metodo cientifico, reconhecido pela antropologia para reconhecer o direito de uma etnia-povo sobre um território, o que vale são os registros aruitetônicos e presença na região. Os judeus tem os dois. Nunca a regiao ficou sem a presença judaica na região. E os registros históricos mais antigos, monumentos arquitetônicos, são praticamente judaicos. Há um registro da presença judaica na região que remonta a 4 mil anos de ocupação ininterrupta

Agora é que meteste a pata na poça, e não vou perdoar. História é a minha praia e vê-la ser atirada à lama, em nome seja do que for, não posso permitir.

 

 

Os judeus ocuparam, efectivamente o actual território de Israel durante muitos anos, sim senhor, desde uma antiguidade muito recuada. Mas, DEPOIS DO ANO 70 D.C, NÃO FICOU UM JUDEU QUE SEJA NA TERRA SANTA, na sequência da revolta contra o Imperio Romano que ocorreu nessa altura. Os Romanos foram impiedosos e mataram ou forçaram ao exílio virtualmente toda a população judaica. Claro que, aqui e ali, em aldeias recônditas, podem ter ficado, desde sempre alguns judeus, mas a Terra Santa deixou de ser um território judeu nessa altura.

 

Esta situação não se alteraria muito nos próximos séculos (o Imperio Bizantino era muito anti-semita e não permitiu o seu regresso, por exemplo), e só durante o domínio Otomano (que era muito tolerante a nível religioso), a partir do século XVI, começaram a fixar-se algumas comunidades judaicas, mas que ainda assim eram EXTREMAMENTE MINORITÁRIAS. E quando digo extremamente, é no sentido literal!

 

A ida dos Judeus para o actual território de Israel, foi algo que começou a ser planeado pelos circulos sionistas (então ainda não era um conceito com uma conotação tão negativa como tem hoje) nos finais do século XIX. E só com o fim do Império Otomano (1919) e a passagem desse território para as mãos dos Britânicos (naquilo a que se chamou o Mandato da Tranjordânia) é que começaram a chegar massivamente o judeus a este território.

 

Não me vou pronunciar se se tratou de uma invasão, se foi bom ou mau, emitir opinião neste campo não é a minha praia. Mas os factos históricos sim, e não te permito dizer mentiras!

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Professor de História 'IlidioMA'

 

Agora é que meteste a pata na poça, e não vou perdoar. História é a minha praia e vê-la ser atirada à lama, em nome seja do que for, não posso permitir.

 

Resposta: O caro acabou de enfiar a pata justamente na sua praia abaixo

 

Questionamento do professor: Os judeus ocuparam, efectivamente o actual território de Israel durante muitos anos, sim senhor, desde uma antiguidade muito recuada. Mas, DEPOIS DO ANO 70 D.C, NÃO FICOU UM JUDEU QUE SEJA NA TERRA SANTA:

 

Resposta: Vamos aos fatos, para desmitificar a teoria do professor de História: "À medida que os judeus saíam da sua terra, emigrando para poderem fugir a um despotismo religioso, a população árabe tomava o seu lugar e a Palestina acabou, ao longo de séculos, por se transformar quase totalmente num território árabe islâmico, apesar de uma pequeníssima minoria judia que se manteve ao longo do tempo pagando o imposto religioso ao califa." Link

 

 

Questionamento do professor: Os Romanos foram impiedosos e mataram ou forçaram ao exílio virtualmente toda a população judaica. Claro que, aqui e ali, em aldeias recônditas, podem ter ficado, desde sempre alguns judeus, mas a Terra Santa deixou de ser um território judeu nessa altura.

 

Resposta: Mas não se tornou "palestina". A tese de que a terra deixou de ser judeu para ser palestino não tem fundamento, já que nunca existiu uma palestina na região. Existiu sim uma provincia romana com esse nome, mas os palestinos de hoje não são romanos.

 

Questionamento do professor: Esta situação não se alteraria muito nos próximos séculos (o Imperio Bizantino era muito anti-semita e não permitiu o seu regresso, por exemplo), e só durante o domínio Otomano (que era muito tolerante a nível religioso), a partir do século XVI, começaram a fixar-se algumas comunidades judaicas, mas que ainda assim eram EXTREMAMENTE MINORITÁRIAS. E quando digo extremamente, é no sentido literal!

 

Resposta: Irrelevante se eram minoritárias, quando o outro lado da questão, que reinvindica a posse da terra sequer existia. Se os judeus eram poucos, os palestinos sequer existiam. isso quem diz é a própria liderança "palestina": "Na realidade não existe diferença entre jordanianos e palestinos, sírios e libaneses. Todos fazem parte do povo árabe.

 

Não existe um povo palestino. A criação de um Estado palestino é um meio para a continuação de nossa luta contra Israel e em prol da unidade árabe… Mas na realidade não existe diferença entre jordanianos e palestinos, sírios e libaneses. Todos nós fazemos parte do povo árabe. Falamos da existência de uma identidade palestina unicamente por razões políticas e estratégicas, pois é do interesse nacional dos árabes contrapor a existência dos palestinos ao sionismo. Por razões táticas a Jordânia, que é um país com território definido, não pode reivindicar Haifa ou Yaffa. Mas como palestino eu posso exigir Haifa, Yaffa, Beersheva e Jerusalém. Entretanto, no momento em que nossa soberania sobre toda a Palestina estiver consolidada, não devemos retardar por nenhum momento a unificação dela com a Jordânia.” Zuheir Mohsen, representantes da OLP, admitiu em 1977

 

Portanto, seu professor de história te instruiu muito mau, colega

Editado por elielsantos

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É tipo não existirem portugueses. Existe sim uma zona na península ibérica chamada Portugal.

Editado por _Nikon_

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É tipo não existirem portugueses. Existe sim uma zona na península ibérica chamada Portugal.

Quem disse que não existe palestino foi um palestino, não eu ou um sionista. Ou o caro vai dizer que a liderança palestina não tem autoridade para dizer nada sobre eles mesmos? rsrsrsrsrsrs

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Professor de História 'IlidioMA'

 

Agora é que meteste a pata na poça, e não vou perdoar. História é a minha praia e vê-la ser atirada à lama, em nome seja do que for, não posso permitir.

 

Resposta: O caro acabou de enfiar a pata justamente na sua praia abaixo

 

Questionamento do professor: Os judeus ocuparam, efectivamente o actual território de Israel durante muitos anos, sim senhor, desde uma antiguidade muito recuada. Mas, DEPOIS DO ANO 70 D.C, NÃO FICOU UM JUDEU QUE SEJA NA TERRA SANTA:

 

Resposta: Vamos aos fatos, para desmitificar a teoria do professor de História: "À medida que os judeus saíam da sua terra, emigrando para poderem fugir a um despotismo religioso, a população árabe tomava o seu lugar e a Palestina acabou, ao longo de séculos, por se transformar quase totalmente num território árabe islâmico, apesar de uma pequeníssima minoria judia que se manteve ao longo do tempo pagando o imposto religioso ao califa." Link

 

 

Questionamento do professor: Os Romanos foram impiedosos e mataram ou forçaram ao exílio virtualmente toda a população judaica. Claro que, aqui e ali, em aldeias recônditas, podem ter ficado, desde sempre alguns judeus, mas a Terra Santa deixou de ser um território judeu nessa altura.

 

Resposta: Mas não "palestino". A tese de que a terra deixou de ser judeu para ser palestino não tem fundamento, já que nunca existiu uma palestina na região. Existiu sim uma provincia romana com esse nome, mas os palestinos de hoje não são romanos.

 

Questionamento do professor: Esta situação não se alteraria muito nos próximos séculos (o Imperio Bizantino era muito anti-semita e não permitiu o seu regresso, por exemplo), e só durante o domínio Otomano (que era muito tolerante a nível religioso), a partir do século XVI, começaram a fixar-se algumas comunidades judaicas, mas que ainda assim eram EXTREMAMENTE MINORITÁRIAS. E quando digo extremamente, é no sentido literal!

 

Resposta: Irrelevante se eram minoritárias, quando o outro lado da questão, que reinvindica a posse da terra sequer existia. Se os judeus eram poucos, os palestinos sequer existiam. isso quem diz é a própria liderança "palestina": "Na realidade não existe diferença entre jordanianos e palestinos, sírios e libaneses. Todos fazem parte do povo árabe.

 

Não existe um povo palestino. A criação de um Estado palestino é um meio para a continuação de nossa luta contra Israel e em prol da unidade árabe… Mas na realidade não existe diferença entre jordanianos e palestinos, sírios e libaneses. Todos nós fazemos parte do povo árabe. Falamos da existência de uma identidade palestina unicamente por razões políticas e estratégicas, pois é do interesse nacional dos árabes contrapor a existência dos palestinos ao sionismo. Por razões táticas a Jordânia, que é um país com território definido, não pode reivindicar Haifa ou Yaffa. Mas como palestino eu posso exigir Haifa, Yaffa, Beersheva e Jerusalém. Entretanto, no momento em que nossa soberania sobre toda a Palestina estiver consolidada, não devemos retardar por nenhum momento a unificação dela com a Jordânia.” Zuheir Mohsen, representantes da OLP, admitiu em 1977

 

Portanto, seu professor de história te instruiu muito mau, colega

Aluno de História Eliel Santos:

 

Você meu caro está chumbado nesta matéria, por falhas graves de interpretação de textos em Português. O texto publicado aqui pelo seu Professor, não referia UMA ÚNICA VEZ Palestina/Palestinos!!! Apenas de falava que é mentira afirmar que a ocupação da Terra Santa pelos judeus foi ininterrupta. Porque teve uma pequena interrupção de cerca de 1900 anos.... Coisa pouca....

 

E como você apenas respondeu neste prova falando de palestinos e Palestina, não dá para passar essa cadeira. Tente para o ano...

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Aluno de História Eliel Santos:

 

Você meu caro está chumbado nesta matéria, por falhas graves de interpretação de textos em Português. O texto publicado aqui pelo seu Professor, não referia UMA ÚNICA VEZ Palestina/Palestinos!!! Apenas de falava que é mentira afirmar que a ocupação da Terra Santa pelos judeus foi ininterrupta. Porque teve uma pequena interrupção de cerca de 1900 anos.... Coisa pouca....

 

E como você apenas respondeu neste prova falando de palestinos e Palestina, não dá para passar essa cadeira. Tente para o ano...

Querido professor, só mostrei o erro de sua nobre tese com os fatos. Os fatos são claros em mostrar uma continuidade ocupacional judia na terra, mesmo que minoritária. E o outro fato, da inexistencia da etnia palestina é corroborada até pela liderança...."palestina". Portanto, nobre professor, sou aluno, por isso deixo aos fatos a "palavra", não digo nada.

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eliel, os judeus mataram jesus cristo. são gente má, jesus veio para os gentios mesmo.

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eliel, os judeus mataram jesus cristo. são gente má, jesus veio para os gentios mesmo.

Nobre, se eu fosse falar de todos os assassinos que conseguiram a redenção...O ministério gentilico, meu caro amigo, termina quando os judeus voltam para sua terra. Aí se encerra o ministério da graça, segundo o apostolo Paulo. Deus só trata com os judeus em sua terra, se eles estão lá, é porque agora começa ou reinicia a dispensação judaica e termina a nossa, gentilica. mas não vou entrar nestas questôes teologicas pois daria uma discussão interminável

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e onde é a terra dos judeus? eles estão tomando tudo, kkk

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e onde é a terra dos judeus? eles estão tomando tudo, kkk

Tomando tudo? O Sinai foi tomado do Egito na guerra que este travou contra Israel e devolvido em 1970. A Cisjordania e Gaza idem. Como alguém que está devolvendo o que tom ou de agressores pode ser confundido com "Tomando tudo"? Que conceito é este onde o que é devolvido é confundido com "Tomado"?

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Há aqui umas noções de ocupação estranhas e umas confusões nas diferenças entre população, religião, etnia e nacionalidade.

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Há aqui umas noções de ocupação estranhas e umas confusões nas diferenças entre população, religião, etnia e nacionalidade.

Sim, por isso estou tentando desmitificar alguns mitos históricos surgidos com o termo "Palestina".

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Não, não. As noções estranhas são mesmo as tuas.

Mesmo, nobre? Engraçado, até agora ainda não expresswei minhas noçôes e opiniôes acerca do assunto. Sempre deixo a cargo de pessoas que entendem do assunto a responsabilidade pela "noção".

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