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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

Publicações recomendadas

Uma solução tinha que ser encontrada, mas vindo do Costa tresanda a manobra de sobrevivência política e não de interesse pelo futuro do País.

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E estão também a ganhar tempo para tornar ainda mais "ingovernável" o clima para o PaF caso sejam estes a governar.

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E estão também a ganhar tempo para tornar ainda mais "ingovernável" o clima para o PaF caso sejam estes a governar.

 

A PaF, a governar, só o poderá fazer com o apoio do PS.

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A PaF, a governar, só o poderá fazer com o apoio do PS.

 

Sim, mas entretanto os mercados vão desvalorizando se se pode assim dizer, as condições vão piorando com o passar das semanas sem governo.

 

Mas era suposto o AC não querer ser PM?

 

O homem dá aquele golpe ao Seguro para ganhar estas eleições de goleada e sai com o rabinho entre as pernas.

Se fosse um homem sério já tinha renunciado à presidência do PS.

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Mas era suposto o AC não querer ser PM?

 

Claro que não.

 

Sim, mas entretanto os mercados vão desvalorizando se se pode assim dizer, as condições vão piorando com o passar das semanas sem governo.

 

Explica lá melhor a tua linha de raciocínio, não estou a perceber.

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Se fosse um homem sério já tinha renunciado à presidência do PS.

Se vamos fazer disto uma questão de carácter então se calhar o melhor é darmos razão ao antifa e concluirmos que estávamos melhor sem governo nenhum.

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Mas era suposto o AC não querer ser PM?

 

Claro que não, tal como eu não quero que ele seja primeiro ministro.

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Claro que não.

 

 

 

Explica lá melhor a tua linha de raciocínio, não estou a perceber.

 

Percebo pouco de economia (percebo pouco de tudo :mrgreen:) mas tenho a ideia que o facto de estarmos sem governo que não está a ser bom na banca e na bolsa. Mantendo este clima vai aumentando mais a desconfiança de quem empresta dinheiro, sendo pior para quem governar (devo estar a juntar coisas que não têm a ver, a banca e a bolsa mas é pra explicar a minha ideia). Interessa aos da oposição que "assim seja" para ser mais difícil para o PaF governar quando tomarem posse, porque continuo a acreditar que o PS vai ceder, está só a atrasar as coisas para ser mais fácil ainda convocarem eleições antecipadas, onde será para eles mais fácil ganhar.

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Percebo pouco de economia (percebo pouco de tudo :mrgreen:) mas tenho a ideia que o facto de estarmos sem governo que não está a ser bom na banca e na bolsa. Mantendo este clima vai aumentando mais a desconfiança de quem empresta dinheiro, sendo pior para quem governar (devo estar a juntar coisas que não têm a ver, a banca e a bolsa mas é pra explicar a minha ideia). Interessa aos da oposição que "assim seja" para ser mais difícil para o PaF governar quando tomarem posse, porque continuo a acreditar que o PS vai ceder, está só a atrasar as coisas para ser mais fácil ainda convocarem eleições antecipadas, onde será para eles mais fácil ganhar.

 

Essa discussão, no outro dia, deu pano para mangas.

 

Mas, hoje, o PSI20 está a subir 0.39%.

 

Quanto aos juros da dívida deixo-te estas notícias. Esta tem quase um dia:

 

Citação do jornal "Expresso" online

icon.png

Juros da dívida descem. Prémio de risco inferior a nível antes de eleições

 

A semana iniciou-se com os juros das Obrigações do Tesouro português no prazo de referência em trajetória de descida. Prémio de risco desce para valor abaixo do nível anterior às eleições

 

 

As yields das Obrigações do Tesouro português (OT) no prazo de referência, a 10 anos, fecharam no mercado secundário esta segunda-feira a descer seis pontos base em relação ao final da semana passada. Registam 2,38%, um nível apenas quatro pontos base (equivalente a quatro centésimas) acima do verificado no fecho de 2 de outubro, antes das eleições legislativas em Portugal realizadas a 4 de outubro.

 

Em termos de prémio de risco da dívida obrigacionista portuguesa, o diferencial em relação ao custo de financiamento da dívida alemã a 10 anos desceu esta segunda-feira para 182 pontos base (o equivalente a um prémio de 1,82 pontos percentuais), um ponto base abaixo do registado a 2 de outubro, antes das eleições.

 

No final da semana passada, as yields das OT a 10 anos estavam 10 pontos base (o equivalente a 1 décima) acima do fecho a 2 de outubro, antes das eleições. Essa subida encurtou-se entretanto.

 

A evolução imediata poterior às eleições de domingo 4 de outubro foi a seguinte: descida de três pontos base no dia 5; subida de oito pontos base no dia 6; descida de 2 pontos base no dia 7; subida de 1 ponto base dia 8; e, finalmente, subida de 4 pontos base no dia 9.

 

Recorde-se que as mais importantes subidas diárias das yields das OT a 10 anos verificaram-se, este ano, a 5 de maio com um disparo de 30 pontos base e a 29 de junho com outro disparo de 38 pontos base. Estes disparos prenderam-se com o contágio da crise da dívida helénica, nomeadamente com a evolução da possibilidade de uma saída (mesmo que temporária) da Grécia do euro (Grexit) e com o disparo do risco de bancarrota em relação aos credores oficiais. O contágio helénico levaria a uma subida das yields das OT a 10 anos para 3,27% a 15 de junho e 3,16% a 29 de junho e 6 de julho. O mínimo histórico de 1,55% (em valores de fecho diário) foi registado a 13 e 16 de março.

 

Esta segunda-feira o movimento de descida das yields da dívida obrigacionista no prazo de referência foi extensivo a Grécia (cujas yields desceram 15 pontos base, fechando em 7,71%), Espanha e Itália.

 

O prémio de risco desceu, também, para a dívida espanhola e italiana. A diferença entre o prémio de risco da dívida portuguesa e das dívidas espanhola e italiana é ainda expressiva: 1,82 pontos percentuais para Portugal; 1,2 pontos percentuais para Espanha; e 1,04 pontos percentuais para Itália. O periférico da zona euro com o prémio de dívida mais baixo é a Irlanda, com 0,61 pontos percentuais, e o com o prémio mais alto continua a ser a Grécia (um diferencial de 7,1 pontos percentuais).

 

À ESPERA DE TRÊS DATAS

 

Os mercados financeiros continuam na expetativa de três datas chave: 22 de outubro, já na próxima quinta-feira em Malta, com a realização de mais uma reunião de política monetária do Banco Central Europeu (BCE); 26 a 29 de outubro, com a realização em Pequim do 18º Comité Central do Partido Comunista da China que deverá aprovar o 13º Plano quinquenal; e 27 e 28 de outubro com a realização em Washington da reunião de política monetária da Reserva Federal norte-americana (Fed).

 

Os analistas e investidores procurarão ler os “sinais” das reuniões dos dois mais importantes bancos centrais e aguardam a meta política para o crescimento da China nos próximos cinco anos.

 

Face ao BCE, a expetativa centra-se em saber se a equipa de Mario Draghi irá efetivamente ampliar o atual programa de compra de dívida soberana dos membros da zona euro no mercado secundário iniciado em março passado e com data previsível de encerramento para setembro de 2016. Outro ponto importante respeita a saber quando o BCE poderá decidir integrar a dívida obrigacionista grega no âmbito do programa de compras.

 

A gestão comunicacional da posssibilidade do BCE ampliar - e há várias modalidades para o fazer - o programa de compras continuará a exercer uma pressão em baixa nas yields da dívida soberana dos membros do euro, contrariando eventuais efeitos de incerteza política na Grécia (com um primeiro exame do terceiro plano de resgate a iniciar-se), Portugal (ainda sem novo governo após as eleições de 4 de outubro) e Espanha (eleições legislativas a 20 de dezembro e continuação do processo soberanista na Catalunha).

 

Em relação à Fed, amplia-se a divergência entre as probabilidades apontadas pelos futuros das taxas de juro do banco central norte-americano, que adiam o início da subida dessas taxas para 27 de abril do próximo ano (probabilidade de 54%, a primeira data com probabilidade igual ou acima de 50%), e as declarações da presidente Janet Yellen que apontam para uma primeira subida até final do corrente ano (eventualmente a 16 de dezembro, a última reunião de 2015).

 

O Partido Comunista da China irá definir a sua meta política de crescimento anual médio até 2020. Os analistas e investidores estão na expetativa de saber se as previsões para o próximo plano quinquenal apontam para a continuação da meta de 7% ao ano, ou se, finalmente, cortarão a previsão para valores abaixo. As mais recentes previsões do Fundo Monetário Internacional apontam para um crescimento de 6,8% em 2015 e de 6,3% em 2016, abandonando o limiar dos 7%, registado de 2012 a 2014. A expetativa adensou-se esta segunda-feira depois do Instituto Nacional de Estatísticas de Pequim ter divulgado que a taxa de crescimento anual no terceiro trimestre desceu para 6,9%. Crescimentos abaixo de 7% desde 1992 só se registaram no segundo trimestre de 1998 (6,9%) e no primeiro trimestre de 2009 (6,2%).

 

E esta é de hoje:

 

Juros da dívida de Portugal a descer a dois, cinco e dez anos

 

Os juros da dívida portuguesa estavam hoje a descer a dois, cinco e a dez anos em relação aos valores de segunda-feira, a seguirem a tendência dos de Itália e Espanha.

 

Os juros da dívida portuguesa estavam hoje a descer a dois, cinco e a dez anos em relação aos valores de segunda-feira, a seguirem a tendência dos de Itália e Espanha.

 

Pelas 08h35 em Lisboa, os juros da dívida portuguesa a dez anos estavam a recuar para 2,376%, contra 2,378% na segunda-feira, e depois de terem subido até aos 3,253% a 15 de junho, um máximo desde meados de outubro de 2014. O mínimo de sempre é de 1,560% e foi registado a 13 de março passado.

 

Os juros a cinco anos também estavam a cair, para 1,115%, contra 1,120% no fecho de segunda-feira, depois de terem atingido o máximo de 1,927% a 16 de junho e o mínimo de 0,749% a 10 de abril. No mesmo sentido, no prazo de dois anos, os juros estavam a cair para 0,271%, abaixo dos 0,276% de segunda-feira, depois de a 08 de julho terem batido o máximo, de 0,807%, desde outubro. O mínimo de sempre dos juros a dois anos, de 0,013%, foi alcançado a 13 de abril passado.

 

Os juros da Grécia estavam a subir a dois e estáveis a dez anos e os da Irlanda a subir a dois anos e a descer a cinco e dez anos.

 

@Observador.pt

Editado por Vaart

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Em 2 minutos do telejornal da RTP hoje apanhei o Cherne e o Freitas do Amaral a fazer alto hate a um governo PS CDU BE... isto tem sido sempre assim?

Ontem tiveste Paulo Portas na TVI e a Maria Luis Albuquerque na SIC praticamente em simultâneo a fazer o mesmo. Já para não falar na RTP3 que é tipo o novo canal da coligação.

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Se vamos fazer disto uma questão de carácter então se calhar o melhor é darmos razão ao antifa e concluirmos que estávamos melhor sem governo nenhum.

 

O que não é de todo absurdo.

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Se vamos fazer disto uma questão de carácter então se calhar o melhor é darmos razão ao antifa e concluirmos que estávamos melhor sem governo nenhum.

 

Não é descabido pensar assim.

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Essa discussão, no outro dia, deu pano para mangas.

 

Mas, hoje, o PSI20 está a subir 0.39%.

 

Quanto aos juros da dívida deixo-te estas notícias. Esta tem quase um dia:

 

Citação do jornal "Expresso" online

icon.png

Juros da dívida descem. Prémio de risco inferior a nível antes de eleições

 

A semana iniciou-se com os juros das Obrigações do Tesouro português no prazo de referência em trajetória de descida. Prémio de risco desce para valor abaixo do nível anterior às eleições

 

 

As yields das Obrigações do Tesouro português (OT) no prazo de referência, a 10 anos, fecharam no mercado secundário esta segunda-feira a descer seis pontos base em relação ao final da semana passada. Registam 2,38%, um nível apenas quatro pontos base (equivalente a quatro centésimas) acima do verificado no fecho de 2 de outubro, antes das eleições legislativas em Portugal realizadas a 4 de outubro.

 

Em termos de prémio de risco da dívida obrigacionista portuguesa, o diferencial em relação ao custo de financiamento da dívida alemã a 10 anos desceu esta segunda-feira para 182 pontos base (o equivalente a um prémio de 1,82 pontos percentuais), um ponto base abaixo do registado a 2 de outubro, antes das eleições.

 

No final da semana passada, as yields das OT a 10 anos estavam 10 pontos base (o equivalente a 1 décima) acima do fecho a 2 de outubro, antes das eleições. Essa subida encurtou-se entretanto.

 

A evolução imediata poterior às eleições de domingo 4 de outubro foi a seguinte: descida de três pontos base no dia 5; subida de oito pontos base no dia 6; descida de 2 pontos base no dia 7; subida de 1 ponto base dia 8; e, finalmente, subida de 4 pontos base no dia 9.

 

Recorde-se que as mais importantes subidas diárias das yields das OT a 10 anos verificaram-se, este ano, a 5 de maio com um disparo de 30 pontos base e a 29 de junho com outro disparo de 38 pontos base. Estes disparos prenderam-se com o contágio da crise da dívida helénica, nomeadamente com a evolução da possibilidade de uma saída (mesmo que temporária) da Grécia do euro (Grexit) e com o disparo do risco de bancarrota em relação aos credores oficiais. O contágio helénico levaria a uma subida das yields das OT a 10 anos para 3,27% a 15 de junho e 3,16% a 29 de junho e 6 de julho. O mínimo histórico de 1,55% (em valores de fecho diário) foi registado a 13 e 16 de março.

 

Esta segunda-feira o movimento de descida das yields da dívida obrigacionista no prazo de referência foi extensivo a Grécia (cujas yields desceram 15 pontos base, fechando em 7,71%), Espanha e Itália.

 

O prémio de risco desceu, também, para a dívida espanhola e italiana. A diferença entre o prémio de risco da dívida portuguesa e das dívidas espanhola e italiana é ainda expressiva: 1,82 pontos percentuais para Portugal; 1,2 pontos percentuais para Espanha; e 1,04 pontos percentuais para Itália. O periférico da zona euro com o prémio de dívida mais baixo é a Irlanda, com 0,61 pontos percentuais, e o com o prémio mais alto continua a ser a Grécia (um diferencial de 7,1 pontos percentuais).

 

À ESPERA DE TRÊS DATAS

 

Os mercados financeiros continuam na expetativa de três datas chave: 22 de outubro, já na próxima quinta-feira em Malta, com a realização de mais uma reunião de política monetária do Banco Central Europeu (BCE); 26 a 29 de outubro, com a realização em Pequim do 18º Comité Central do Partido Comunista da China que deverá aprovar o 13º Plano quinquenal; e 27 e 28 de outubro com a realização em Washington da reunião de política monetária da Reserva Federal norte-americana (Fed).

 

Os analistas e investidores procurarão ler os “sinais” das reuniões dos dois mais importantes bancos centrais e aguardam a meta política para o crescimento da China nos próximos cinco anos.

 

Face ao BCE, a expetativa centra-se em saber se a equipa de Mario Draghi irá efetivamente ampliar o atual programa de compra de dívida soberana dos membros da zona euro no mercado secundário iniciado em março passado e com data previsível de encerramento para setembro de 2016. Outro ponto importante respeita a saber quando o BCE poderá decidir integrar a dívida obrigacionista grega no âmbito do programa de compras.

 

A gestão comunicacional da posssibilidade do BCE ampliar - e há várias modalidades para o fazer - o programa de compras continuará a exercer uma pressão em baixa nas yields da dívida soberana dos membros do euro, contrariando eventuais efeitos de incerteza política na Grécia (com um primeiro exame do terceiro plano de resgate a iniciar-se), Portugal (ainda sem novo governo após as eleições de 4 de outubro) e Espanha (eleições legislativas a 20 de dezembro e continuação do processo soberanista na Catalunha).

 

Em relação à Fed, amplia-se a divergência entre as probabilidades apontadas pelos futuros das taxas de juro do banco central norte-americano, que adiam o início da subida dessas taxas para 27 de abril do próximo ano (probabilidade de 54%, a primeira data com probabilidade igual ou acima de 50%), e as declarações da presidente Janet Yellen que apontam para uma primeira subida até final do corrente ano (eventualmente a 16 de dezembro, a última reunião de 2015).

 

O Partido Comunista da China irá definir a sua meta política de crescimento anual médio até 2020. Os analistas e investidores estão na expetativa de saber se as previsões para o próximo plano quinquenal apontam para a continuação da meta de 7% ao ano, ou se, finalmente, cortarão a previsão para valores abaixo. As mais recentes previsões do Fundo Monetário Internacional apontam para um crescimento de 6,8% em 2015 e de 6,3% em 2016, abandonando o limiar dos 7%, registado de 2012 a 2014. A expetativa adensou-se esta segunda-feira depois do Instituto Nacional de Estatísticas de Pequim ter divulgado que a taxa de crescimento anual no terceiro trimestre desceu para 6,9%. Crescimentos abaixo de 7% desde 1992 só se registaram no segundo trimestre de 1998 (6,9%) e no primeiro trimestre de 2009 (6,2%).

 

E esta é de hoje:

 

és grande, obrigado pela informação! :compinchas: é pra isto que serve o cmpt :handclap:

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O Costa é dos politicos mais asquerosos que já vi na minha curta vida em Portugal

Editado por scallywag

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és grande, obrigado pela informação! :compinchas: é pra isto que serve o cmpt :handclap:

 

Olha que fico convencido 8)

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O Costa é dos politicos mais asquerosos que já vi na minha curta vida em Portugal

Então, o que é que o Costa fez agora?

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Visitante

Eu não gosto nem deixo de gostar do Costa, muito menos votei PS, mas não tendo o PaF condições para governar, parece-me óbvio que alguém tinha que se mexer para tentar arranjar uma solução.

 

O problema é que a solução encontrada serve melhor o Costa do que o PS (já que o programa era bastante mais próximo do da PàF do que dos outros partidos), isto, partindo do pressuposto que o PS vai ceder substancialmente, claro :)

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Não é descabido pensar assim.

 

Reza a lenda que a Bélgica, durante 2 anos, não se safou nada mal a andar com governos de gestão.

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Que estupidez esta ideia do Costa, não esperava mesmo. Fico muito desiludido por esta opção., muito mesmo.

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Reza a lenda que a Bélgica, durante 2 anos, não se safou nada mal a andar com governos de gestão.

Reza a lenda que o primeiro ano não correu mal, o segundo criou as bases para o que se seguiu, incluíndo a "marcha da vergonha". Não ter governo nem orçamento não é tão crítico como nos tentam impingir, mas daí a dizer que é bom... :mrgreen:

 

btw o observador a ter uma grande manchete com fotos da grande depressão :facepalm: o desespero...

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Giz, podes meter aí a manchete?

 

Eu, neste momento, se estivesse no lugar de Cavaco Silva, indigitava Pedro Passos Coelho para primeiro-ministro. Este, quando chegasse ao Parlamento para apresentar o programa de Governo, ia sofrer uma moção de rejeição por parte de toda a esquerda, o que faria com que todos ficássemos a saber porque é que PS, BE e CDU se opõem a um Governo PSD/CDS-PP.

 

Depois disso, tendo em conta o chumbo ao programa de Governo do PSD/CDS-PP, chamava António Costa a formar Governo.

 

Desta forma, penso que a democracia sairia a ganhar. Todos ficavam a conhecer as justificações de PS, BE e CDU para chumbar um Governo de direita, acho que os partidos devem de justificar as suas ações perante o povo português, pelo menos, para ganharem alguma legitimidade democrática. Além disso, ao dar posse a um Governo de esquerda, o País teria, aparentemente, uma maioria estável para governar durante quatro anos.

 

O aparentemente acima tem um certo sentido de ser, uma vez que não estou a ver a CDU a compactuar com medidas que, eventualmente, venham a prejudicar o povo português, caso acha necessidade de as implementar.

Editado por Vaart

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