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Lebohang

Albano Jerónimo em série internacional "Vikings"

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Atentem na personagem Eduardo Borges, da nova novela da SIC. Que péssimo desempenho do ator.

Eu também fiquei a ver e estava a pensar no mesmo. :lol: Obrigado.

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por acaso a SIC se queria esconder a historia devia ter mais cuidado com o cast, esse Eduardo Borges é horrivel é claramente gajo so para fazer os primeiros 10 eps e ir de vela, a mulher dele já era uma atriz com nome e morreu ao fim de 10 minutos do 1º episodio vai claramente aparecer mais tarde renascida das cinzas :lol:

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Nunca o conheci nem tive nenhuma conversa com ele. Tudo de bom para ele e para os seus.

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Vai entrar numa série da Netflix:

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O que pode adiantar mais sobre a sua personagem nesta nova série “The One”?

Fui contratado para ser o par romântico da protagonista. Para lhe dar uma espécie de outro lado daquilo que ela estava a fazer e para a desestabilizar no seu percurso na série. Ou seja, ela perante esta relação é obrigada a mentir, a controlar o sistema que tão bem conhece e de que faz parte. Dei-lhe esse lado real no meio daquela estrutura toda doida de ficção científica e grupo de organização secreta. Sou a pessoa que vai ao supermercado comprar as coisas. Na estrutura da série é uma espécie de bolha de ar que surge de um quotidiano. Foram cinco meses de trabalho a gravar em Inglaterra.

Tem também uma tirada interessante sobre o estado do cinema:

Citação

Diz-se que as séries são o novo cinema, ou outro tipo de cinema, com histórias mais originais, inovadoras e ousadas. Sente-se parte disso?

Sinto. O cinema americano neste momento está morto. Vive de super-heróis, de explosões, tiros, perseguições de carros. O verdadeiro cinema, onde se fala de pessoas, de relações entre pessoas, onde o silêncio impera, por exemplo, é nas séries da Netflix ou HBO. Ou eventualmente um exemplo ou outro de um produtor ou realizador norte-americano onde está lá essa patente de cinema puro e duro, com uma vibração de corpo e de pessoas. Há um cinema do fantástico que os norte-americanos fazem de uma forma incrível.

Para ser visto enquanto se dá cabo do balde de pipocas...

Exatamente e vai-se à casa de banho [a meio] e não se perde nada. Tudo isso faz parte de uma indústria e de uma ideia de cinema. Mas acho que isso não tem muito futuro...

Onde está o futuro?

Acredito que está nas pessoas e naquilo com que as pessoas se identificam. Por mais que eu veja o Batman e goste, não vou saltar prédios e não vou de Batmobile para o meu trabalho. As pessoas identificam-se mais com coisas simples, com questões entre relações, com o facto daquele ator ser careca, ter uma barriguinha. O cinema americano parece-me que faz uma apologia da perfeição, de um ideal. E eu acho que o cinema tem que falar exatamente do contrário. Daquilo que normalmente não se fala. Daquilo que é surdo.

Daquilo que é verdade...

Pois. Essa vibração mais próxima da vida. Por mais surreal que seja. Como no filme “Jojo Rabbit” [de Taika Waititi], em que o foco é sempre o humano.

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Depois da estreia na Netflix, Albano Jerónimo está a gravar uma série para a Amazon

Por volta da mesma altura que estreou “The One” na Netflix, Albano Jerónimo partiu para o Uruguai para participar nas filmagens da segunda temporada de “El Presidente”, o seu novo projeto, que é uma série produzida pela Amazon Prime Video. O ator português deverá ficar pela América do Sul até ao final do verão.

Esta é uma história centrada nos escândalos de corrupção dentro do mundo do futebol, nomeadamente no interior da FIFA, envolvendo sobretudo dirigentes sul-americanos. A investigação que resultou em várias denúncias a partir de 2015 ficou conhecida como “FIFAgate”.

Albano Jerónimo irá interpretar João Havelange, que foi o presidente da FIFA entre 1974 e 1998, que também foi denunciado por corrupção. Havelange morreu aos 100 anos em 2016. Esta temporada, de oito episódios, volta a ser escrita e produzida pelo argentino Armando Bó, que venceu um Óscar quando co-escreveu o guião de “Birdman”.

Próximo passo: Albano Jerónimo como Major Valentim Loureiro.

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Citação de Bashir, há 2 horas:

Não tenho avistado portais.

 

Tens de ver Dark, wink wink.

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