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elielsantos

[Curiosidade] A França nunca deixou de ser nazista

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Há 70 anos, a França rotulava as lojas judaicas em Paris, por causa dos nazistas. Depois de 70 anos, ela novamente faz o mesmo com produtos judeus. Em conclusão: uma nação decadente sempre agirá desta maneira imprópria e imoral. A França como uma nação morreu, só permanece cadáver não enterrado

 

Fonte da imagem: Hypocrite World

 

FRANCE SHOULD BE ASHAMED OF LABELING PRODUCTS MADE BY JEWS

BY MICHAEL OREN

 

To its credit, France is one of the first countries in Europe to ban economic boycotts of Israel. To its shame, France is the first European country to implement a 2015 European Union decision to label Israeli products from Judea and Samaria—the West Bank—and the Golan Heights.

 

Who, besides France’s Jewish community—already diminished by the sharp rise in anti-Semitism in the country—will buy products labelled “Made in an Israeli Settlement”? Who is the French government fooling when it says that it is against any boycott of Israel and then acts to facilitate one?

 

Such a policy is viewed by the vast majority of Israelis as highly prejudicial if not anti-Semitic. There are 200 territorial disputes in the world today, and France has singled out one of them—Israel’s with the Palestinians—for special treatment. There is no French labelling of Chinese goods from Tibet or Moroccan goods from Western Sahara. And in the Israeli-Palestinian conflict, France labels products from only one party—the Jews.

Most indefensibly, France regards the Golan Heights, where there is not a single Palestinian, as occupied territory. Occupied from what country, one might ask? Syria, which lost the Golan to Israel nearly 50 years ago after twice using the area to wage genocidal wars against the Jewish State, no longer exists. To who would France want Israel to return the Golan—to ISIS, Jabhat al-Nusra, or Bashar al-Assad?

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Though intended to punish Israel, France’s labelling decision seriously harms the many thousands of Palestinian and Golan Druze who work in Israeli companies. The move also rewards the Palestinian Authority for refusing to negotiate directly with Israel for almost eight years now and for seeking unilateral recognition of a Palestinian state without giving Israel peace. It rewards the Palestinians for rejecting two Israeli offers of statehood—in 2000 and 2008—in Gaza, almost all of the West Bank, and half of Jerusalem. The French decision places an unelected and far from corruption-free Palestinian leadership ahead of the Middle East’s only functioning democracy.

 

For Israelis, as well as many Jews worldwide, France’s labelling decision cannot be viewed in isolation from French history. From the Dreyfus trial at the end of the 19th century, to Vichy’s anti-Jewish laws 50 years later, France has much to atone for in its relations with Jews. During World War II, French Jews were prohibited from serving in the army or working as doctors, lawyers, journalists, or state officials. Jewish students were expelled from schools and banned from commerce and industry. The French government and police participated in the roundup of 75,000 Jews, almost all of whom were murdered by the Nazis.

 

Does the France that once extended these racist laws to the North African countries—Morocco, Algeria, and Tunisia—under its control really want to inflict damage on Jews living in areas they consider part of their ancestral homeland? Does the France that once mandated the registration of Jewish businesses and made Jews wear the yellow star now intend to mark Jewish-made goods?

 

As a sovereign state, France of course has the right to express its opposition to another state’s policies. But as an ally of Israel which wishes to advance, rather than impede, the peace process, and to disassociate itself from former atrocities, France must find other means than labelling Israeli products. Such actions may appeal to a sense of self-righteousness or satisfy certain parts of public opinion, but they will only prevent France from playing any serious role in Israeli-Palestinian diplomacy. In the end, France will be negatively labelled, not Israel.

 

Israel is also a sovereign state, and one with an especially painful past. We have survived many other boycotts, formal and implicit, and thrived. Still, we have the right and the duty to defend ourselves from unjust practices, even when adopted by our friends. Israelis should not boycott French products, but we should certainly think twice before buying them. Or perhaps we should just label them with a sticker stating: “Made in a country that singles out Jewish goods”?

 

Source: Newsweek

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Então mas têm vergonha de dizer que os produtos foram feitos em território ocupado?

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Então mas têm vergonha de dizer que os produtos foram feitos em território ocupado?

Defina "Território Ocupado" pra gente

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Quem, essa instituição controlada pelos genocidas islamicos e cujo presidente do Conselho de Direito Humanos da ONU, Arabia Saudita, mata gays, mulheres adulteras e acusadas de bruxaria e cristãos? Tu não tem vergonha na cara não? Tu deveria se envergonhar de citar essa instituição vagabunda, sem crédito e moral

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Quem, essa instituição controlada pelos genocidas islamicos e cujo presidente do Conselho de Direito Humanos da ONU, Arabia Saudita, mata gays, mulheres adulteras e acusadas de bruxaria e cristãos? Tu não tem vergonha na cara não? Tu deveria se envergonhar de citar essa instituição vagabunda, sem crédito e moral

O Conselho de Direitos Humanos nunca sequer foi presidido por um saudita :mrgreen: .

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O Conselho de Direitos Humanos nunca sequer foi presidido por um saudita :mrgreen: .

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Ela foi escolhida para presidir um grupo chave do CDHU: https://br.sputniknews.com/mundo/201509212181207/

 

 

Noticia dando conta da eleição da Arabia Saudita para mais uma vez presidir um painel da ONU sobre Direitos Humanos: http://www.unwatch.org/again-saudis-elected-chair-of-un-human-rights-council-panel/

Editado por elielsantos

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Ou seja, a Arábia Saudita não é presidente do conselho ao contrário do que disseste.

 

Mas quando as fontes são "jornais" como o que fez uma notícia ("séria") com este excerto...

 

Vale destacar que neste momento o comunicado recebeu cerca de 12 mil curtidas e só um pouco mais de 2 mil "carinhas tristes".

 

Está tudo dito. :lol:

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Ou seja, a Arábia Saudita não é presidente do conselho ao contrário do que disseste.

Irrelevante. Ela preside não somente os peritos do CDHU, como vários paineis sobre o tema, sob a égide da ONU. Seria o mesmo que entregar à Gestapo a perícia sobre crimes no mundo. Eu citei a Arabia saudita para demonstrar o quanto essa ONU é vagabunda e o fato de eu ter errado o órgão presidido pela Arabia Saudita não invalidou meu argumento de forma alguma.

 

Mas quando as fontes são "jornais" como o que fez uma notícia ("séria") com este excerto...

 

 

 

Está tudo dito. :lol:

Falácia da Autoridade sobre a fonte. Como sempre, a falta de argumento e moral faz a pessoa lançar mão de uma falácia para rebater o que foi dito.

 

Eu usei duas fontes, uma delas de uma ONG de Direitos HUmanos, a Unwatch, e tu convenientemente a ignorou, o que comprova que não é somente a ONU que não tem principios...

Editado por elielsantos

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Claro que invalidou. São coisas diferentes. A Árabia Saudita faz parte de um conselho que contem 47 membros rotativos. Tu dizes que o presidente é a Arabia Saudita. Nunca o foi. Usas esse pseudofacto como prova da falta de "instituição vagabunda, sem crédito e moral" (aliás, bonitos termos :compinchas: ) e vens falar de falácias? Passar bem...

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Claro que invalidou. São coisas diferentes. A Árabia Saudita faz parte de um conselho que contem 47 membros rotativos. Tu dizes que o presidente é a Arabia Saudita. Nunca o foi. Usas esse pseudofacto como prova da falta de "instituição vagabunda, sem crédito e moral" (aliás, bonitos termos :compinchas: ) e vens falar de falácias? Passar bem...

Voce diz que invalidou na tentativa de salvar a ONU de sua vagabundagem ideológica. Escolher a Arabia Saudita para presidir a perícia dos trabalhos sobre direitos humanos é o mesmo que escolher a Alemanha nazista para periciar o anti-semitismo global. Resultado? Nenhum, pois se o principal investigador é um criminoso, seria nulo o resultado dos trabalhos. E tu sabe disso, pois quem fala sobre os efeitos negativos dessa escolha não sou eu . Não sou eu quem diz, mas quem trabalha na area de direitos humanos, o que comprova a vagabundagem da ONU

Editado por elielsantos

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Desta vez concordo com ele. Eu sei, mind blown!

 

A França nunca deixou de ser nazi. Mas também nunca deixou de ser liberal e absolutista, republicana e monárquica, esquerdista e direitista. Sempre foram um país de extremos e onde os conflitos sociais assumiram uma preponderância fulcral para a história da nossa civilização ocidental. Com todos os seus defeitos, a França é o país onde tudo acontece e o epicentro de toda a evolução registada na nossa sociedade.

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Desta vez concordo com ele. Eu sei, mind blown!

 

A França nunca deixou de ser nazi. Mas também nunca deixou de ser liberal e absolutista, republicana e monárquica, esquerdista e direitista. Sempre foram um país de extremos e onde os conflitos sociais assumiram uma preponderância fulcral para a história da nossa civilização ocidental. Com todos os seus defeitos, a França é o país onde tudo acontece e o epicentro de toda a evolução registada na nossa sociedade.

Se tu chama de "evolução" á revolução francesa dos jacobinos (Iluministas) cortadores de cabeça, então tu tem que chamas de evoluçã também à revolução do Estado Islamico (Isis), para ser coerente

 

sdds Eliel vs What

 

melhor feud do CMPT

Esse tal de What é chato pra caramba. Até para um hipócrita apoiador da ONU, ele passou da medida

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As revoluções francesas, violência à parte, contribuíram para a propagação de novas ideias e ideais. Com todos os seus defeitos, sem elas não estaríamos aqui. O mundo seria diferente. Para melhor ou para pior? Não sei, mas sem elas não estaríamos aqui.

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As revoluções francesas, violência à parte, contribuíram para a propagação de novas ideias e ideais.

Impossível colocar à parte a violencia, pois ela foi precursora da violencia socialista dos seculos vindouros, que matou milhões de pessoas inocentes

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Ainda bem que concordas. Assim, pelo menos, já sabemos que também condenas Israel e a sua violência sobre os povos palestinianos.

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Ainda bem que concordas. Assim, pelo menos, já sabemos que também condenas Israel e a sua violência sobre os povos palestinianos.

Não posso ser hipocrita a esse ponto, como todo "humanista" socialista, pois nem os palestinos o fazem. Embaixador da palestina na ONU, por exemplo, repreendeu uma jornalista jordaniana, ao vivo, por ela ser tão hipócrita como os socialistas e humanistas europeus et caterva. Confira no video:

Editado por elielsantos

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Finalmente alguém com coragem para por o What no sítio dele.

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Não sei sinceramente como é que alguém como o What chega sequer a moderador, o CMPT está perdido.

 

Mas deixa-me estar calado que se o eliel descobre que o meu apelido é Mesquita ainda me manda bombardear a casa. :medinho:

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Não sei sinceramente como é que alguém como o What chega sequer a moderador, o CMPT está perdido.

Realmente, se alguém aqui me chama chato, tu tens que aparecer. Sabes isso em primeira mão. :lol:

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O Eliel adora ser gozado...e aqui tá a levar bukake...

 

ONU = bando de anti-semiticos mentirosos

 

Jornal do estado da Baia fundado pelo Eliel = fundo de toda a verdade...

 

Acorda crl! Nem os rabis de Israel acreditam na m*rda que tu pões aqui

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