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Sonhos

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Citação de Plagio o Original, Em 14/07/2025 at 17:15:

Sonhei q n tinha feito todas as disciplinas do secundário apesar de me ter licenciado, e que tinha de voltar a estudar os lusiadas pra passar no exame nacional de português pra n perder as qualificações 

Esse de sentir que faltam cadeiras é um clássico.

Várias vezes sonho que me faltam 3 cadeiras da licenciatura, apesar de dentro do próprio sonho eu ter noção que tenho mestrado.

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Citação de Ego Sum, há 6 horas:

Esse de sentir que faltam cadeiras é um clássico.

Várias vezes sonho que me faltam 3 cadeiras da licenciatura, apesar de dentro do próprio sonho eu ter noção que tenho mestrado.

Isso é a síndrome de impostor a pregar-te uma rasteira.

Felizmente há muito tempo que não me acontece, mas quando sinto que não estou a fazer o meu trabalho suficientemente bem, sonho recorrentemente que estou a trabalhar sem calças. O sonho começa sempre comigo sentado à secretária, cheio de medo, sem me mexer, para ver se ninguém repara.

Felizmente há 2 anos e meio fui pai e deixei de ter horas de sono contínuo suficientes para sonhar com o que quer que seja.

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Na noite passada tive um sonho incrível (ou vários), estive à espera o dia todo para o escrever em algum lado.

 

Estava numa praça qualquer, numa zona urbana, com um amigo meu. A praça estava cheia de gente porque ia acontecer o lançamento de um foguetão e ali tinha-se as melhores vistas. Eu e o meu amigo estavamos só de passagem mas aproveitamos para assistir também.

O lançamento acontece e inicialmente parece um sucesso...até que de repente o foguetão perde momentum e faz uma curva de 180°. O público, em vez de reagir com choque, começa a rir-se do que está a acontecer. A trajetória do foguetão começa então a alterar-se. Está completamente fora de controlo, a cair em espiral e na horizontal, e começa a aproximar-se, e a aproximar-se, e a aproximar-se...e vem em direção à praça onde estamos. No entanto, agora que está perto, pode ver-se claramente que não é um foguetão, mas sim um helicóptero com um carro dos bombeiros amarrado por baixo com fita cola americana. Fugimos todos para dentro de um edifício que está no meio da praça, que parece a Casa da Música, para tentar proteger-nos do impacto inevitável. Há gente aos gritos. O helicóptero passa por cima do edifício e vai despenhar-se uns metros a norte, seguramente matando peões. Há gente que sai então e vai a correr para o local do impacto e começa a espalhar-se imediatamente o rumor de que isto foi premeditado e que foi suicídio do piloto. Eu e o meu amigo saimos também para ver a situação de mais perto mas, quando estamos quase lá, alguém grita "Cuidado!" e aponta para trás de mim. Eu viro-me e vejo uma nuvem muito negra, em formato clássico de ovni, a vir a grande velocidade contra mim. Inicialmente toda a gente, eu incluído, pensou que fosse outro helicóptero, mas na verdade não era nada físico, nada material, era mesmo uma nuvem. Quando chegou mesmo à minha frente, a nuvem parou subitamente, evaporou-se lentamente e, de repente, materializa-se outra nuvem, branca, em forma de tambor, no chão precisamente à frente dos meus pés. Esta nuvem fica lá durante uns segundos e depois evapora também. Acontece exatamente a mesma coisa a todas as outras pessoas. Há nuvens negras em forma de ovni a ir em direção a toda a gente, individualmente, a parar de repente, evaporar-se e depois a aparecer uma pequena nuvem branca com a forma de um tambor à frente de cada um.

Eu decido, enquanto isto ainda está a decorrer, dirigir-me uns metros a leste do edifício, onde há uma máquina de venda automática de tabletes de chocolate. Ao decidir o que vou comprar, dou conta que todos os chocolates são da mesma marca, que se chama "Banjul". E é aqui que o sonho entra numa side story surreal, porque eu lembro-me então que houve uma empresa misteriosa chamada Banjul que, anos antes, tinha comprado todas as marcas de chocolate do mundo e detinham agora um monopólio absoluto sobre todo o chocolate fabricado e comercializado globalmente. Não só isso, mas lembro-me também que se tornou absolutamente normal haver máquinas de venda de tabletes de chocolate e que toda a gente no mundo come chocolate diariamente como se fosse uma tradição que transcende culturas.

Tiro uma tablete da máquina. O meu amigo, que é português mas neste sonho era espanhol, diz-me que a embalagem para ele está em espanhol, apesar de eu a ver claramente em português. Há coisas misteriosas a acontecer, claramente. Evito pensar mais nisso e lá como o meu Banjul. Fim do ato 1.

 

Acordo num grande armazém rectangular, muito limpo, completamente vazio à exceção da minha cama junto ao portão de cargas e descargas. É a minha casa. Ao fundo do armazém, no lado oposto, há uma casa de banho e umas escadas para um andar de cima (que é fisicamente impossível de existir uma vez que eu vejo o telhado de chapa do armazém). Dirijo-me, nu, para as escadas. Sei que o andar de cima tem a cozinha e outra casa de banho. No início vou a caminhar à pinguim, como se tivesse as pernas atadas uma à outra, mas depois de alguns passos penso para mim mesmo "não preciso de caminhar assim" e começo a andar normal. Quando chego às escadas, vejo que está bloqueada por uma daquelas portinholas que se usam para vedar acesso a crianças ou animais e penso: "é melhor não subir e acordar o meu cão, vou mas é à casa de banho cá em baixo" e, ao virar-me para ir à casa de banho, vejo que afinal o meu cão está ali mesmo, acordado e ao meu lado. Vou na mesma à casa de banho e tomo um duche. Fim do ato 2.

 

Estou na cozinha da casa da minha avó, nu e molhado do duche. Há um vendedor de detergente para a roupa a mostrar-me vídeos no seu telemóvel de vários modelos e marcas de detergente para eu comprar. Sinto-me completamente envergonhado, a tentar tapar os genitais com as mãos, mas ele não parece interessado no facto de eu estar nu, só em mostrar-me os vídeos de publicidade. No fim de cada vídeo, oferece-me o preço de cada detergente, por kilo. A certa altura decido que já chega e quero que ele se vá embora, então aceito uma proposta. Subitamente há uma máquina de lavar roupa à nossa frente e ele começa a meter cápsulas do detergente que eu comprei para me mostrar a sua eficácia. Eu digo que não é preciso e consigo conduzi-lo à porta de saída. Ele sai, vira-se para mim, olha para algo nas minhas costas e diz "Olhó Quaresma!". Fim do ato 3.

 

O Ricardo Quaresma tinha as mãos mais femininas e delicadas em que já toquei. Vivo com ele na casa da minha avó. Não sei porquê, mas quando ele entra em cena, digo-lhe "Que susto!" e ele estende a mão para me cumprimentar e dizer bom dia. O aperto de mão mais frouxo e mais flácido que possam imaginar, a fazer lembrar aquele teu sobrinho que é forçado a cumprimentar-te nos jantares de natal enquanto está a jogar counter strike, sem nunca tirar os olhos do monitor. Desapontante. Nisto entra o Nani pela porta de entrada com uma notícia importante: está confirmado que o acidente do dia anterior foi um suicídio do piloto. Isto traz-me de volta à terra porque dou conta que toda essa situação aconteceu mesmo e que não foi um sonho. O Nani estava a confirmá-la. A verdade é que eu me sentia muito mais lúcido agora, e também quando acordei no armazém, do que durante a história do acidente e das nuvens sobrenaturais. Além disso, como tinha esta componente sobrenatural que eu não podia explicar, tinha dúvidas sobre o que realmente aconteceu. Sentia que era possível que estivesse sob o efeito de drogas durante o lançamento do foguetão. O Nani diz então que sabe que foi um suicídio porque conheceu duas pessoas que lhe disseram. Duas pessoas que eram de...Banjul. Fico em choque.

"Wow, wow, wow, espera aí Nani, eles eram de onde?!"

"Sei lá, de Banjul ou lá o que era, nem sei onde isso é"

"Não é no Senegal?" diz o Quaresma

"Não, não, a capital do Senegal é Dakar, não pode ser o Senegal" digo eu, "Banjul é uma capital"

Faz-se silêncio. Nenhum de nós sabe onde é Banjul. Mas sei que isto é importante. Há algo de muito estranho aqui. Fim do ato 4.

 

Acordo no meu quarto. Estou a dormir no chão. Na minha cama há outro eu, a dormir. Parece-me normal. Fico deitado de barriga para cima a pensar em tudo o que está a acontecer. Sei que as nuvens têm de ter uma explicação científica. Pego na minha carteira e saco um cartão de crédito. Contemplo o cartão durante muito tempo, passo as minhas mãos no relevo do meu nome. E isto faz-me, por fim, perceber. Faz-se luz. É o chocolate! É uma alucinação coletiva. Nada daquilo foi real, é manipulação coordenada pela empresa Banjul. Estão a fazer testes em humanos com chocolates alucinogénicos. Por isso é que o rumor de suicídio pegou imediatamente, antes de alguém sequer ter a menor ideia do que tinha acontecido. Faz todo o sentido! Pego no telemóvel e envio uma mensagem ao amigo que estava comigo nesse dia, mas quem já alguma vez sonhou com enviar mensagens sabe o quão difícil é ser coerente, então a minha mensagem dizia apenas "Xocolata."

Leu a mensagem e não me respondeu. Será que também trabalha para a Banjul?

Fim.

 

Ontem à noite fui para a cama à 1:10 da manhã e não adormeci logo. Tinha um voo cedo para apanhar, por isso tinha o despertador para as 4:50. Sonhei isto tudo em cerca de 3h.

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Tenho poucas duvidas que foste tu que passaste um sonho ao Maynard e ele com isso fez a letra da Rosetta Stoned do album 10.000 days dos Tool 

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Eu pedia ao ChatGPT para resumir, mas tenho medo que ele me meta na lista de gajos a torturar quando o Skynet tomar conta disto 

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Sonhei que era o dia dos meus anos e estava com uma tia que nunca tinha visto na vida, mas ela era minha tia, e deu-me um envelope de prenda. Ela tinha aquilo muito bem dobrado pq tinha medo de ser roubada

Fui à minha vida e quando abri ao final do dia fico surpreendido porque tinha lá duas notas, e não eram de 10 ou 20 euros, uma era de 500 e outra de 200, e tinha lá a minha certidão de nascimento, com 6 ou 7 nomes, e dizia que fazia parte de uma família da nobreza de segunda linha de França 

Dps acordei

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Um gajo recebe 700€ e acha que faz parte da nobreza. Os pobres são mesmo engraçados

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Citação de xicantonio, há 8 horas:

Um gajo recebe 700€ e acha que faz parte da nobreza. Os pobres são mesmo engraçados

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Ontem à noite estava numa cidade cheia de gente jovem ao fim da tarde, claramente zona hipster, um lugar muito agradável, sem carros e com cafés e livrarias por todo o lado. Os passeios tinham árvores plantadas e o ambiente era verde e limpo.

Eu estava nu, apenas com um roupão vestido, e o roupão estava aberto. No entanto, a parte frontal direita do meu roupão estava a cobrir o meu pénis e testículos eu tinha de ter muito cuidado a caminhar para que não se soltasse e ficasse tudo à mostra.

Vi uma rapariga que estava a gritar à frente de uma loja fechada. Era a dona, tinha acabado de abrir e deu conta que havia um urso polar lá dentro. Eu, sem ponta de medo, pedi-lhe que me desse a chave para tratar do problema. Abri a porta, vi o urso polar e pûs o meu plano em ação: virar-me para ele e fazer "Psst! Xô! Xô!" repetidamente. Funcionou perfeitamente, o urso meteu a cauda entre as pernas, fez aquela cara que os cães fazem quando ralhas com eles e começou a tentar sair da loja. Foi aí que me lembrei que lá fora havia imensa gente e era melhor não o fazer sair para o meio da multidão por questões de segurança. Fechei a porta outra vez e fui planear uma rota para o tirar da cidade. Havia uma interseção uns metros abaixo cuja perpendicular ia diretamente para uma floresta, era para aí que eu tinha de o conduzir. Enquanto caminhava para essa rua para fazer recon do caminho, passei por um gajo que levava vestido um casaco que eu experimentei numa loja neste natal no Canadá e que à última da hora decidi não comprar, fiquei a olhar para ele e a pensar "porra, fica mesmo bem" e o sonho acabou. Devia ter comprado a m*rda do casaco.

Se alguém souber de um casaco parecido disponível na Europa que mande MP

rwco_490030_19_0.jpg

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