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Lebohang

[2.1] Volta a Portugal 2025

Publicações recomendadas

Citação de AdrianoGomes, há 9 minutos:

Efapel a trabalhar no pelotão e na frente da corrida. 😄 

Quando pegaram no pelotão a diferença para a frente estava para aí em 1:05. Agora está acima de 2:00. Acho que é óbvio o que foram lá fazer.

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Acho que a Podium não volta a convidar equipas de desenvolvimento do WT no próximo ano.

  • Haha 1

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Citação de Mesut Ozil, há 5 minutos:

Quando pegaram no pelotão a diferença para a frente estava para aí em 1:05. Agora está acima de 2:00. Acho que é óbvio o que foram lá fazer.

Isso foi o Boavista. Quando eram eles até estavam a reduzir uns segundos. 

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Citação de HappyKing, há 1 minuto:

Isso foi o Boavista. Quando eram eles até estavam a reduzir uns segundos. 

A efapel estava na frente quando começou a aumentar a vantagem. 

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Citação de Lebohang, há 3 minutos:

Acho que a Podium não volta a convidar equipas de desenvolvimento do WT no próximo ano.

estava melhor quando vinha aquela equipa de Angola que ficavam sem ciclistas à 3ª etapa.

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Citação de Lebohang, há 4 horas:

Os tempos de referência da VaP de 2023 e 2024 acredito, tudo o que esteja para trás não.

Deste ano acredito no Peña e Lopes que devem sair de Portugal para equipas de divisão superior. E dos regens da Israel

O Pena deve sair, mas ontem flopou. 

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Citação de Tio Hans, Em 14/08/2025 at 13:48:

O professor José Santos é, pelo menos, coerente, quer por o Boavista a correr a volta a Portugal dos distritais.

O Ciclismo do "Boavista" também é outra boa coutada. 
As declarações dele sobre as possíveis alterações na volta são de uma falta de ambição brutal.

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Quando a volta a república checa tem transmissão na Eurosport e equipas de world tour está tudo dito quanto a volta a Portugal .

O Joaquim Gomes vá a vida dele e alguém com ambição ponha a corrida no lugar aonde merece.

Acho que toda a gente sabe que anicolor também transforma os corredores em top mundial.😂

Editado por quimmanel

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As voltas do ciclismo em Portugal

O ciclismo vai continuar a despertar paixões, mas os melhores ciclistas portugueses parecem ser, cada vez mais, uma realidade que vamos acompanhar apenas à distância

Enquanto João Almeida corre entre os melhores do mundo, num ciclismo que cativa novos públicos e novas gerações, a Volta a Portugal prende-se à saudade de tempos em que o ciclismo era sinónimo de novela em agosto. A forma de unir estas duas realidades é uma equação em aberto para o futuro do ciclismo em Portugal.

Várias gerações de portugueses cresceram com a ideia de que o verão era sinónimo de ciclismo e que este se constituía através da Volta a Portugal, competição que ocupava o espaço mediático no mês de agosto e que percorria o país de norte a sul. O mês de agosto concentrava as atenções nas façanhas de caras que se tornavam reconhecidas pelas imagens na televisão e as fotografias nos jornais, com a rádio a transportar a diária emoção, em direto da estrada, que constituía estes desportistas em heróis nacionais. Para além dos ciclistas, a Volta a Portugal trouxe ainda até à estrada as camisolas e os símbolos dos clubes que se fizeram grandes ao longo do século XX, com atletas do Sport Lisboa e Benfica, Sporting Clube de Portugal e FC Porto a vencer 28 das primeiras 48 edições desta prova.

Enquanto os anos 80 trouxeram novas equipas e novas realidades ao pelotão nacional, com o projeto da Sicasal-Acral a marcar presença em oito edições da Vuelta e numa edição do Giro, entre 1986 e 1995, o final dos anos 90 ficou marcado pelo domínio de equipas estrangeiras na Volta a Portugal, vencendo cinco edições consecutivas. Esta tendência foi interrompida pelo ressurgimento do Sport Lisboa e Benfica, em 1999, com uma equipa de clube a contraciclo das tendências mundiais, acabando a Volta a Portugal por cair para uma categoria inferior com a criação do World Tour, que se definiria como a primeira divisão do ciclismo profissio­nal e onde nunca nenhuma equipa portuguesa figurou. Este facto mudou definitivamente o paradigma da competição ciclista. A transformação da organização do ciclismo internacional, a menor capacidade de investimento das equipas portuguesas e um prolongamento dos escândalos de doping que se estenderam para lá dos ocorridos nas principais competições internacionais fizeram com que o ciclismo português se afastasse cada vez mais do melhor ciclismo do mundo. É nesse contexto que a Volta a Portugal se mantém, em modo de resistência, entre uma geração que a olha com as memórias de um passado longínquo e uma nova realidade de adeptos que consome o ciclismo de uma outra forma

Hoje, perante um mercado de nicho para especialistas e mercado global para as maiores provas, a Volta a Portugal enfrenta necessidade de se redefinir. Para Miguel Barroso, diretor de Desporto da RTP, “há um público mais específico da Volta a Portugal, um mercado de memória, que associa a Volta à festa e à saudade”. Trata-se de um público acima dos 55 anos e também com muito peso entre os emigrantes, uma realidade que ficou clara no ano passado quando, devido aos Jogos Olímpicos, a competição nacional se iniciou ainda em julho. A entrada da prova em agosto fez com que os números do público nas estradas se notasse de imediato. A ideia de memória associada ao passado era acentuada pelo interesse do canal televisivo francês L’Équipe, que adquiria os direitos de transmissão da prova para a transmitir, em diferido, durante o mês de outubro, até que os casos de doping da W52-FC Porto fizeram desaparecer esse interesse.

Entre os públicos das grandes voltas internacionais, em Portugal transmitidas pela RTP e Eurosport, há um segmento mais jovem, mais informado e também “mais consciente do que existe aqui, sendo que a Volta a Portugal é uma prova ao nível da Liga 3, enquanto o Tour de France se equipara à Liga dos Campeões”, explica Miguel Barroso. As experiências da RTP com o ciclismo encontram um público sustentável para as grandes voltas na RTP 2, onde também acabou por ser transmitida a Volta ao Algarve, que surge fora da época em que o ciclismo prende mais a atenção, segundo o responsável do canal público. Nos dados fornecidos pela organização da Volta, a audiência média da prova, em 2024, esteve nos 375 mil espectadores, com 14,2% de share. Na RTP, o Tour de France é o programa continuado com melhores audiências no segundo canal, com os Campeonatos Nacionais de Estrada deste ano, onde estiveram os ciclistas do World Tour Rui Costa, Ivo Oliveira, Rui Oliveira e António Morgado, a atingirem valores de 115 mil espectadores, o que o coloca como o segundo programa mais visto do ano no canal 2, apenas atrás do jogo dos quartos de final do Mundial de Andebol, onde Portugal venceu a Alemanha.

No Eurosport, canal que transmite provas do calendário internacional entre fevereiro e outubro, sente-se a transformação do público nas redes sociais, com “comentários mais especializados e informados, onde se encontra muita gente com conhecimento sobre ciclistas que estão fora dos primeiros lugares e de gente cada vez mais jovem”, afirma Luís Piçarra, diretor de Produção do Eurosport em Portugal. Esta realidade vai confirmando-se com um maior interesse noutras competições, com os cinco Monumentos, corridas clássicas de um dia, a terem um acompanhamento ao nível das etapas de montanha no Tour. O interesse pelo ciclismo cresceu com a entrada da Netflix na modalidade, com documentários sobre a época 2019 da Movistar e as consecutivas séries sobre o Tour de France a revelarem uma outra dimensão da corrida e um interesse mais diversificado no que concerne ao pelotão.

Se os números da audiência da Volta a Portugal na televisão têm vindo a acompanhar uma certa tendência de decadência do linear, os melhores ciclistas nacionais desenham um caminho inverso para o acompanhamento em direto das provas. João Almeida é o nome incontornável em todas as conversas sobre ciclismo em português. Mesmo tendo desistido na nona etapa do Tour de France, onde entrava como principal apoio do favorito à vitória, Tadej Pogacar, o seu nome não deixou de ser notícia diariamente nos meios que acompanharam a principal prova do ciclismo mundial. As consequências da sua queda e os períodos de recuperação com vista à entrada em prova na Vuelta a España, que se inicia no final do mês de agosto, mereceram apontamentos diários nas transmissões televisivas. Trata-se de um nome que tem permitido um crescimento do interesse do público português por ciclismo, furando a bolha e trazendo uma atenção mais alargada para as provas. Luís Piçarra, que também comenta a modalidade no Eurosport, nota que as provas onde João Almeida participa têm maior atenção do público, também notado através das redes sociais, como aconteceu em provas como a Volta ao País Basco, o Tour de Romandie e a Volta à Suíça, as três conquistadas pelo português em 2025.

Ao longo dos últimos anos João Almeida tem conquistado protagonismo nas grandes voltas, sendo apontado como um dos favoritos para a Vuelta 2025, onde liderará a sua equipa. O momento mais alto da sua carreira continua a estar no Giro d’Italia, em 2020, onde liderou a prova durante 15 dias. O seu percurso vestido de rosa, símbolo da liderança no Giro, e o sonho de terminar no pódio constituíram um pico de atenção nos últimos 20 anos. Mas Luís Piçarra relembra o quinto lugar de José Azevedo no Tour de 2004 como um dos momentos digno de recorde de atenção. Articulam-se nestes atletas os diferentes públicos do ciclismo em Portugal. Se, por um lado, o público que acompanha o calendário internacional vê aumentar o interesse pela presença de uma figura nacional, um público mais alargado acaba por se sentir atraído por provas que não acompanha com tanto pormenor mas onde a presença de um português se marca como diferenciadora, confirmando-se o efeito nacionalidade como um elemento a considerar na narrativa deste desporto.

As grandes provas do ciclismo mundial têm uma origem comum à Volta a Portugal. Todas elas foram criadas por intermédio de jornais que viram nesta oportunidade uma forma de aumentar o número de vendas. “L’ Auto”, em França, “La Gazzetta dello Sport”, em Itália, “Informaciones”, em Espanha, o “Diário de Notícias” e o “Sports”, em Portugal. Todas as provas tiveram os seus momentos de dificuldade e todas elas se encaminharam também para um modelo de organização privado ditado pelo Tour, que pertence à Amaury Sport Organisation (ASO) desde 1965. A constituição de uma gestora de eventos modelou a competição, para a transformar num produto desportivo de excelência, com a francesa a estar entre as grandes competições desportivas mundiais. No fundo, a origem deste tipo de provas alimentou desde cedo a ideia de que, em paralelo à competição desportiva, se deveria desenrolar um acontecimento mediático que captasse a atenção do público e potenciasse o aumento de vendas de jornais. A evolução tecnológica permitiu passar para um cada vez maior acompanhamento pela televisão, transformando o ciclismo num produto televisivo de excelência e baseando no espetáculo o sucesso económico da prova

A organização do Tour de France fez essa evolução, apresentando lucros desde os anos 80 e explodindo a partir dos anos 90 com a venda de direitos de transmissão que têm vindo a aumentar a capacidade de gerar dinheiro, com um público de 150 milhões de espectadores em território europeu. A passagem de um modelo que se baseava nos patrocínios e nos subsídios das cidades que recebiam as provas, tendo em conta que o ciclismo não é uma modalidade que se realize em espaço fechado, não beneficiando da possibilidade de vender bilhetes, para um modelo onde o foco é global, baseado nas corporações mediáticas que adquirem os direitos de transmitir a prova, criando novos mercados em mais de 100 países e também uma forte componente de merchandising associada à prova. O foco da organização passou a estar, ao longo dos anos, muito mais associado à criação de momentos de interesse, com etapas míticas em percursos que se tornam simbólicos, reforçando os duelos entre ciclistas em diferentes corridas dentro da corrida, como as diversas camisolas, explorando também as oportunidades que o digital tem criado para aumentar o interesse e o acompanhamento da modalidade ao longo do ano.

A intervenção destas organizações expandiu-se para lá das maiores provas. A ASO organiza um conjunto alargado de provas, sendo proprietária da Unipublic, organizadora da Vuelta a España desde 1979, e levando a sua influência por outras provas clássicas em França, Bélgica e fora da Europa, como o Town Down Under, na Austrália, a primeira prova do World Tour da temporada. O RCS Media Group, que organiza o Giro d’Italia desde 1977, faz o mesmo com clássicas em Itália e a organização do UAE Tour nos Emirados Árabes Unidos. O predomínio destas empresas só é colocado em causa pelas regras do World Tour, que garante às equipas desta divisão presença obrigatória nas grandes voltas, retirando-lhe poderes sobre a distribuição de convites aos conjuntos participantes. Em Portugal, a organização da Volta está a cargo da Podium desde 2013, num modelo de concessão que Miguel Barroso, da RTP, admite ser ainda demasiado devedor dos anos 90. “A concessão faz com que esta prova seja o suporte orçamental da Federação, o que pressiona o organizador. Os valores das camisolas têm tido um enorme decréscimo no mercado publicitário”, afirma Barroso, com o exemplo da camisola amarela a ter atingido valores próximos dos €800 mil e reduzindo-se atualmente para cerca de €100 mil. A Volta ao Algarve, que traz a Portugal um número alargado de equipas do World Tour, é organizada pela própria Federação Portuguesa de Ciclismo, “o que permite um maior envolvimento do Instituto Português do Desporto e Juventude e do Turismo de Portugal no quadro de apoios.”

Estas parcerias institucionais permitiram o regresso da Vuelta a solo português em 2024, com o Turismo de Portugal e os municípios de Lisboa, Oeiras e Cascais a colaborarem num investimento de cerca de €2 milhões para a realização de três etapas em território nacional. Um investimento que supera bastante o que é realizado por municípios por todo o país para acolher partidas e chegadas da prova. Mas, tal como acontece em França, são os direitos televisivos que comportam a maior fatia de investimento na competição. “A RTP é a empresa que mete mais dinheiro no ciclismo”, confirma Miguel Barroso. “O custo de produção pagaria o valor de todas as camisolas da competição.” Isto deve-se ao facto de, apesar de falarmos de uma prova que a nível internacional pertence a um nível baixo, a empresa pública portuguesa “não abdicar de manter o nível qualitativo da transmissão televisiva”, num acordo de produção com a EMG, empresa que assegura equipamentos e recursos humanos para a transmissão do Tour de France

A RTP, enquanto transmitiu o programa “À Volta” nas cidades de chegada de etapas, permitiu aumentar o nível de exposição das localidades, mas também de todos os patrocinadores, da prova e das equipas. Mas, com a alteração dos valores gerados para a sua transmissão, esta acabou por cair e reduzir o tempo de exposição. Isso acarreta um problema para as equipas, cada vez com maiores dificuldades para encontrar patrocinadores. Uma realidade que não toca apenas o mercado nacional. Mesmo no World Tour existem casos de dificuldade para encontrar os patrocinadores necessários para continuar a competir, com os casos da Arkéa-B&B Hotels e da Alpecin-Deceuninck a darem nota de imprevisibilidade para o futuro. Ao mesmo tempo, um novo tipo de equipas, com a entrada de fluxos financeiros de uma outra realidade, espelha a entrada da geopolítica no território do ciclismo, com o investimento dos Emirados Árabes Unidos, do Bahrein, do Cazaquistão, de Israel e da Arábia Saudita a serem notados em equipas do Tour.

O futuro da Volta a Portugal coloca um conjunto de questões que, conforme venham a ser respondidas, poderão enquadrar não só a prova mais emblemática do pelotão nacional, mas também a realidade do próprio pelotão. Com 10 equipas de categoria Continental, a terceira do calendário internacional, Portugal tem demasia­das equipas e uma realidade competitiva que não atrai a participação das melhores, num quadro competitivo que se vai adaptando a um pelotão cada vez mais marcado pela juventude e por um ciclismo de ataque constante e cada vez mais espetacular. A capacidade de investimento em publicidade de empresas privadas é cada vez mais limitada, colocando em instituições como o Turismo de Portugal uma ­maior pressão para a tornar numa prova que se possa diferenciar no calendário internacional. A mudança do período em que se disputa e o número de dias poderiam catapultar a Volta para uma outra realidade, mas a existência de um mercado que, mesmo envelhecido, ainda parece essencial tem travado essa mudança de paradigma. O ciclismo vai continuar a fazer sonhar muita gente, mas os melhores ciclistas portugueses parecem ser, cada vez mais, uma realidade que nos habituamos a acompanhar à distância de uma transmissão televisiva, e não uma visita que nos passa à porta a cada agosto.

 

 

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Inacreditável como a Farense a "trabalhar" na frente do pelotão tirou uns 30 segundos em 9KM, havendo apenas 3 ciclistas na frente

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Hahahahaha o outro a responder ao camisola amarela e a faze-lo perder tempo, há ciclistas mesmo inteligentes pqp 🤣🤣🤣

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Quando se diz que as coisas chegam a Portugal com atraso, eis que temos um Froome v Wiggins na Volta treze anos depois do original 🤣

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Nych e Guerin são ciclistas fabulosos e Rúben Pereira evoca aqueles treinadores em clubes da Liga Belga, Austríaca ou Neerlandesa que sabemos que, mais tarde ou mais cedo, darão o salto para as Grandes Ligas.

É assim que se faz estes comentários pós-etapa @Mesut Ozil e @Contador?

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Citação de Lebohang, Agora:

Nych e Guerin são ciclistas fabulosos e Rúben Pereira evoca aqueles treinadores em clubes da Liga Belga, Austríaca ou Neerlandesa que sabemos que, mais tarde ou mais cedo, darão o salto para as Grandes Ligas.

É assim que se faz isto @Mesut Ozil e @Contador?

Ninguém defende com unhas e dentes as táticas das equipas e ciclistas cá em Portugal, só defendemos a limpeza dos ciclistas até provas em contrário.
Mas o que se passou aqui hoje foi ridiculo, taticamente isto foi um tiro no pé gigante 😂

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Citação de Contador, há 3 minutos:

Ninguém defende com unhas e dentes as táticas das equipas e ciclistas cá em Portugal, só defendemos a limpeza dos ciclistas até provas em contrário.
Mas o que se passou aqui hoje foi ridiculo, taticamente isto foi um tiro no pé gigante 😂

Eu sei, estava a brincar convosco. amigosrq9.gif

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Citação de Lebohang, há 11 minutos:

Nych e Guerin são ciclistas fabulosos e Rúben Pereira evoca aqueles treinadores em clubes da Liga Belga, Austríaca ou Neerlandesa que sabemos que, mais tarde ou mais cedo, darão o salto para as Grandes Ligas.

É assim que se faz estes comentários pós-etapa @Mesut Ozil e @Contador?

Não faço ideia porque me deixei dormir a cerca de 30km do fim. 😅

Mais logo digo-te.

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Citação de Lebohang, Em 14/08/2025 at 17:06:

Estas táticas de meter um gregário a atacar o grupo principal e que já vêm dos tempos da W52 são tão patéticas

Só para reforçar isto ainda são mais patéticas quando o líder não tem pernas, como aconteceu hoje à Efapel

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Citação de Black Hawk, há 11 minutos:

A subida ao Montejunto só tem uma vertente?

4. Abrigada, Vila Verde dos Francos, Avenal e Pragança

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Citação de dragomir, há 1 minuto:

4. Abrigada, Vila Verde dos Francos, Avenal e Pragança

Todas até ao mesmo local da chegada de hoje?

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