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NBA - Notícias e Comentários Gerais

Publicações recomendadas

Bulls to face Kings without Derrick Rose, Pau Gasol

 

The Bulls haven't won the first two games of their annual extended November trip since 1996.

 

To do so this season, they will have to beat the Kings without Derrick Rose and Pau Gasol. Speaking before Thursday morning's shootaround at Sleep Train Arena, coach Tom Thibodeau ruled both players out.

 

Rose will miss his third straight game with a strained left hamstring. Gasol is out for a second consecutive time with a strained left calf. Neither player has suffered a setback. The Bulls are being conservative with injuries this season, and Rose's absence likely will extend to next week.

 

"When one guy is out, the next guy step in and get the job done," Thibodeau said. "That’s the way it’s been. My first year here, Joakim (Noah) missed three months. So it’s just whoever is out, the next guy get in there and get it done."

 

Gasol said his calf, which he injured in last Saturday's home loss to the Pacers, hasn't improved.

 

"It’s something I still feel," Gasol said. "So we’re just trying to make sure we don’t have any major setbacks and this thing doesn’t prolong itself more than it has to. . . . It’s a muscle strain and strains usually take their time to heal and scar. Just trying to let it heal."

 

Gasol said he's optimistic the injury isn't a long-term issue and that the Bulls' depth eases the pressure to return too quickly.

 

"I’m fairly hopeful that I should be back fairly soon," he said. "To an extent, (depth) takes a little of the pressure off of trying to rush back from injuries, which is always not a good thing. But at the same time, I can’t wait to be on the floor and help the guys and spread the love, spread the minutes."

 

The Kings feature DeMarcus Cousins, who has four straight double-doubles.

 

"Tough rebounding team, (they) get to the free-throw line," Thibodeau said. "You know physical, talented, great depth. You talk about DeMarcus Cousins, Rudy Gay and [Darren] Collison, you’ve got three dynamic guys, and then [ben] McLemore has really come on, Jason Thompson’s played well, [Omri] Casspi’s played well, [Ramon] Sessions and [Ray] McCallum have given them good lifts. Then you’re looking at a Derrick Williams, Reggie Evans, those guys are tough. So when their bench comes in, you know [Nik] Stauskas, you got to be ready.’’

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Toronto está com o gás todo f*da-se

 

Enrabanço clássico dos Spurs aos Cavs. Hoje levamos +30,dos Clippers.

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Até podiam ter jogado a semana toda quem é que defende o Blake Griffin e o DeAndre em Miami?

 

Pior matchup para nós que os Clippers não existe.

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O DeAndre tem mais a ver com team defense, para evitar os lobs, que ele por si só não tem jogo ofensivo. Agora o Blake é o Bosh que vai ter que se esforçar, senão ponham o the great Justin Hamilton :mrgreen:

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Até podiam ter jogado a semana toda quem é que defende o Blake Griffin e o DeAndre em Miami?

 

Pior matchup para nós que os Clippers não existe.

Que matchup ´com bons jogadores interiores é que é bom para vocês? Até o (censurado) do Hibbert fez um jogaço

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Que matchup ´com bons jogadores interiores é que é bom para vocês? Até o (censurado) do Hibbert fez um jogaço

 

Eu gosto do Hibbert, ainda nos últimos PO o defendi aqui.

 

Nenhum matchup desses é bom mas há uns piores que outros. É que como se não bastasse também não temos ninguém que defenda decentemente o Chris Paul.

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Random thought: quanto mais vejo as dificuldades do Love a jogar com o LeBron, mais aprecio o que o Bosh fez nos últimos quatro anos.

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Random thought: quanto mais vejo as dificuldades do Love a jogar com o LeBron, mais aprecio o que o Bosh fez nos últimos quatro anos.

não vejo bem porquê. estamos a falar de uma fase muito preliminar dum projeto com muito cachopo, onde os papéis ainda nem sequer estão bem definidos. mais do que isso, o love tem um papel bem diferente daquele que tinha em minnesota, onde o jogo era quase todo pg oriented e o love vivia de rolls e pops. agora está com muito mais frequência alocado num canto, onde o marcador direto não prescinde da marcação para dar ajuda. nem a eficácia tem sido a melhor nesta fase, onde a tendência é claramente melhorar.

 

e não vamos fazer do bosh nem 8 nem 80. teve períodos de grande qualidade e períodos sofríveis.

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Thursday's recap: Kings 103, Bulls 88

 

The summary

 

Last season here in Sacramento, Joakim Noah was ejected and later fined $15,000 for vocally abusing officials during a blowout loss. This season, Noah flirted with a repeat, drawing one technical after becoming enraged over his fifth foul call at the 4 minute, 30 second mark of the third quarter of the Bulls' 103-88 loss to the Kings.

 

Already down the injured Derrick Rose and Pau Gasol, the Bulls incurred enough foul trouble with Noah, Taj Gibson and Nikola Mirotic that second-round pick Cameron Bairstow even saw meaningful action.

 

DeMarcus Cousins' 22 points led the Kings, who shot 51.4 percent. Jimmy Butler's 23 points led the Bulls, who were trying to start 7-0 on the road for the first time in franchise history. Noah finished with 10 points, 11 rebounds, six assists in 37 minutes.

 

The Bulls missed their final 10 3-point attempts after starting 5-for-9.

 

Kirk Hinrich left the game midway through the fourth quarter after taking a charge from DeMarcus Cousins. He underwent X-rays that were negative and will be re-evaluated on Friday in Portland.

 

Turning point

 

Rudy Gay scored 10 of his 20 points during a 21-6, second-quarter run that changed momentum after the Bulls built a 10-point lead.

 

Player of game

 

Cousins. Not only did the big man finish with 22 points, 14 rebounds and four assists, he put Bulls' big men in foul trouble.

 

Big number

 

18. It has been 18 years since the Bulls opened this annual trip 2-0.

 

The quote

 

"“You just want consistency. It is what it is.” — coach Tom Thibodeau on how the physical game was officiated.

 

The quote, part 2

 

“I think I just have to calm down a little bit in those frustrating situations. Ticky-tack foul, you know? Frustration is part of the game. I have to control my emotions the best way possible. I’m an emotional player but I want to win the game so I have to be smarter. Learn from my mistakes. Keep it moving.” — Noah on frustrating game

 

The quote, part 3

 

“Yeah, it did. (Shoot), two years in a row wouldn’t have been good. In these frustrating situations, I have to keep my cool.” — Noah, on if last season's ejection and outburst entered his mind after his technical.

 

Up next

 

At Portland, 9:30 p.m. on Friday

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Random thought: quanto mais vejo as dificuldades do Love a jogar com o LeBron, mais aprecio o que o Bosh fez nos últimos quatro anos.

 

Concordo.

 

E pronto fomos destruidos pelos Clippers como era expectavel. Os sets do Spoelstra são sempre os mesmos e parece que cada vez há menos jogo interior, uma equipa não pode viver de 18 footers.

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não vejo bem porquê. estamos a falar de uma fase muito preliminar dum projeto com muito cachopo, onde os papéis ainda nem sequer estão bem definidos. mais do que isso, o love tem um papel bem diferente daquele que tinha em minnesota, onde o jogo era quase todo pg oriented e o love vivia de rolls e pops. agora está com muito mais frequência alocado num canto, onde o marcador direto não prescinde da marcação para dar ajuda. nem a eficácia tem sido a melhor nesta fase, onde a tendência é claramente melhorar.

 

e não vamos fazer do bosh nem 8 nem 80. teve períodos de grande qualidade e períodos sofríveis.

 

Não estou a querer, de forma nenhuma, retirar um pingo ao valor como jogador do Love. As dificuldades não são inesperadas, longe disso, Miami também as teve quando ele chegou, que tu bem te lembras.

 

A questão é que os problemas que Cleveland apresenta são muito semelhantes aos que eras apresentados por Miami. Salta à vista a protecção do espaço interior. O Love nunca teve nesse aspecto o seu forte, é certo, mas Cleveland tem algo que Miami não tinha, um gajo a que se possa chamar center. Para além de que o roster dos Cavs é bem mais profundo do que era o dos Heat no ano 1 do LeBron.

 

Uma equipa que tenha o LeBron tem sempre que trabalhar bem o seu spacing. Todas as equipas o têm que fazer com um jogador que tenha nos drives um ponto tão forte como ele, mais ainda quando esse jogador é um híbrido 3/4. O que me espanta/espantava no Bosh é que conseguia não só ser um stretch 4 magnífico (não no sentido clássico de um Ryan Anderson, ou até no mais convencional que o Blake e o LMA mostraram o ano passado com os 18, 20' footers, mas conseguia o essencial, abrir espaço para o LeBron e para o Wade) mas também a capacidade que teve para, não fazendo esquecer que Miami nunca teve um center de nível para ser titular numa equipa de topo, ser um 5 quando a equipa dele precisava. E mais ainda, os períodos que teve sofríveis (e aqui posso estar a entrar num campo onde tu e o arv me podem contradizer, porque viram certamente mais jogos), não foram, nem de perto nem de longe, similares em importância a todo o resto do tempo em que foi ele que fez funcionar uma equipa sem center, em que o SG e o SF são máquinas de penetração e em que o PG era mediano até dizer chega. O que ele deu em termos de spacing à equipa não tem nem paralelo, nem o reconhecimento devido, na minha opinião. E foi isso que me fez dizer o que disse, quando pensas que Cleveland tem as armas que tem extra LeBron.

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Mesmo nesses períodos em que o Bosh teve numa forma miserável a nivel ofensivo ele arranjava maneiras de contribuir para a equipa. Salta-me à cabeça a final com os Spurs de há 2 anos, em que não fazia mais de 8 pontos e falhava tudo o que tentava a nivel ofensivo mas defensivamente contribuia para a equipa com blocks, com jogadas que não entram para a estatisticas ou a ser o principal jogador a nivel defensivo quando Miami precisava de "Stops"

 

E não vejo o Love a ser esse tipo de jogador. Nem acho que o precise de ser, porque acho o Love superior a nivel ofensivo e a vantagem que trás a nivel de ressaltos é importante e foi o que sempre faltou a Miami. O problema de Miami não era não ter defesas interiores era ser completamente abafado nas tabelas.

 

E aqui deves concordar comigo Mesquita apesar de os problemas dos Cavs serem semelhantes aos de Miami no inicio as maneiras de os resolver são em tudo diferentes. Uma coisa que me desperta particular interesse é como se muda o chip a jogadores como o Irving e o Love. Acho que a pressão inerente a ter que entrar para ganhar todos os jogos influencia em muito o rendimento dos jogadores. O Love e o Irving estão habituados a brilhar e a ser a cara do franchise, mas estão habituados a fazê-lo sem se preocupar com o resultado final. É óbvio que ninguém gosta de perder, mas nem todos os jogadores reagem bem ao jogar bem tendo de ganhar sempre.

Editado por Pat Riley

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E aqui deves concordar comigo Mesquita apesar de os problemas dos Cavs serem semelhantes aos de Miami no inicio as maneiras de os resolver são em tudo diferentes.

 

Absolutamente. E digo mais, a chave da coisa está bem mais no Kyrie do que no Love.

Editado por Mesquita

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Hinrich, Gasol and Rose all out vs. Portland.

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Não estou a querer, de forma nenhuma, retirar um pingo ao valor como jogador do Love. As dificuldades não são inesperadas, longe disso, Miami também as teve quando ele chegou, que tu bem te lembras.

naturalmente.

 

A questão é que os problemas que Cleveland apresenta são muito semelhantes aos que eras apresentados por Miami. Salta à vista a protecção do espaço interior. O Love nunca teve nesse aspecto o seu forte, é certo, mas Cleveland tem algo que Miami não tinha, um gajo a que se possa chamar center. Para além de que o roster dos Cavs é bem mais profundo do que era o dos Heat no ano 1 do LeBron.

a defesa interior começa no exterior. e aqui há vários bases verdes, há rotações atrasadas com frequência, confusões nas marcações e depois há o parvo do lebron que faz figura de urso em tanta jogada, com as costas caídas, que pensa que está a coordenar tudo, mas 2s depois está a ser batido no drible ou nas costas. se o love é presença defensiva em ajuda ao lado contrário, se vai conseguir conter o bloqueio direto, não, nunca terá o impacto do bosh nesse sentido. mas por exemplo, a defender o bloco baixo é tão ou mais capaz que o bosh. mais, a posse só acaba quando a equipa consegue o ressalto e aqui a diferença é só colossal.

 

de qualquer forma, a tua afirmação inicial fala em 'dificuldade em jogar com o lebron' e aqui subentendi que estamos a falar da fase ofensiva.

 

Uma equipa que tenha o LeBron tem sempre que trabalhar bem o seu spacing. Todas as equipas o têm que fazer com um jogador que tenha nos drives um ponto tão forte como ele, mais ainda quando esse jogador é um híbrido 3/4. O que me espanta/espantava no Bosh é que conseguia não só ser um stretch 4 magnífico (não no sentido clássico de um Ryan Anderson, ou até no mais convencional que o Blake e o LMA mostraram o ano passado com os 18, 20' footers, mas conseguia o essencial, abrir espaço para o LeBron e para o Wade) mas também a capacidade que teve para, não fazendo esquecer que Miami nunca teve um center de nível para ser titular numa equipa de topo, ser um 5 quando a equipa dele precisava. E mais ainda, os períodos que teve sofríveis (e aqui posso estar a entrar num campo onde tu e o arv me podem contradizer, porque viram certamente mais jogos), não foram, nem de perto nem de longe, similares em importância a todo o resto do tempo em que foi ele que fez funcionar uma equipa sem center, em que o SG e o SF são máquinas de penetração e em que o PG era mediano até dizer chega. O que ele deu em termos de spacing à equipa não tem nem paralelo, nem o reconhecimento devido, na minha opinião. E foi isso que me fez dizer o que disse, quando pensas que Cleveland tem as armas que tem extra LeBron.

o bosh teve forçosamente, face ao contexto da equipa, de se adaptar. o love não precisa porque o roster não o exige. e eu digo-te mais, apesar de ser anão para a posição, contra c's mais físicos, gostava de ver o love a 5. o que oferecem ofensivamente é semelhante, sendo que o love tem maior range, o bosh tem maior eficácia de mid. neste sentido, a ideia que tenho é a do love ser um atirador do crl de 3pts da asa esquerda, o bosh jogava uns metros à frente. em termos de hotspots, onde a produtivadade máxima teoricamente acontece, o espaçamento é naturalmente favorável ao love.

 

sim, o bosh teve momentos importantes e marcantes. e aceito que me digas que não tem o reconhecimento devido, estando ou não de acordo. agora, a afirmação ficar-se-ia por aí, as dificuldades preliminares do love tem pouco ou nenhum impacto numa eventual comparação. a fazer-se, só com uma amostra digna desse nome. e digo-te mais, mesmo nesta amostra, o love também tem contribuido de outras formas. é uma questão de tempo até as bombas começarem a cair porque tem falhado muito tiro aberto.

 

Mesmo nesses períodos em que o Bosh teve numa forma miserável a nivel ofensivo ele arranjava maneiras de contribuir para a equipa. Salta-me à cabeça a final com os Spurs de há 2 anos, em que não fazia mais de 8 pontos e falhava tudo o que tentava a nivel ofensivo mas defensivamente contribuia para a equipa com blocks, com jogadas que não entram para a estatisticas ou a ser o principal jogador a nivel defensivo quando Miami precisava de "Stops"

 

E não vejo o Love a ser esse tipo de jogador. Nem acho que o precise de ser, porque acho o Love superior a nivel ofensivo e a vantagem que trás a nivel de ressaltos é importante e foi o que sempre faltou a Miami. O problema de Miami não era não ter defesas interiores era ser completamente abafado nas tabelas.

nesse aspeto até tou de acordo, faz parte da génese dos dois. mas também não façamos do bosh aquilo que não é, sei bem o que vi do cb em alguns jogos importantes, ser comido de todas as formas e feitios. apareceu em momentos importantes com jogadas importantes e aí dou-lhe o devido mérito, mas também estava longe de ter essa constância.

 

 

 

vá, em suma, o ponto é este: é aceitável meritizar o bosh pelo trabalho 'sujo' que desenvolveu durante os 3 anos. simplesmente não o colocaria em contraste com as dificuldades iniciais do love, porque mesmo sabendo que nunca poderá oferecer certas coisas que o bosh oferecia, tem outro tipo de assets bastante valiosos em ambos os lados do court. e mais tarde ou mais cedo, mostrar-se-á.

Editado por Joao Pereira

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Não vou estar a responder quote por quote porque não faz sentido, concordo com basicamente tudo o que dizes.

 

Só duas notas:

 

a) não estava a falar necessariamente na fase ofensiva, estava a falar mais até em termos de mindset (como o arv, e bem, referiu) e numa questão mesmo de olhar para a equipa em campo e ver, mais que rotinas (o que é natural ainda não haver), "chemistry" (que é uma palavra de que não gosto porque engloba tudo sem englobar nada, mas neste caso é mesmo a melhor maneira de me expressar). Daí também concordar com o que diz o arv e acrescentar que acho o papel do Kyrie mais importante do que o Love, no encaixar das peças do puzzle. O LeBron está, pela primeira vez na carreira, a jogar com um ball handler de excelência (vamos não falar do Wade, porque apanhou-o numa altura especial da carreira), que tem que coordenar todo o processo ofensivo, ponto. Cleveland tem que ser mais Golden State e menos Phoenix ou Toronto. Ter dois ball handlers não tem que significar ter dois organizadores. E é isso que Golden State faz muitíssimo bem com o Steph e o Iggy + uma arma de três pontos (Thompson em GS, Love em Cleveland). Há uma diferença, claro, o Bogut, mas aí a presença do LeBron dentro compensa o que o Iggy (já) não consegue dar. Parece-me que é a equipa com o estilo mais aproximado daquilo que Cleveland pode vir a ser.

 

b) Love a 5 só circunstancialmente. O Varejão é quem melhor conhece e compreende o LeBron naquele roster. Nunca fui fã dele, e acho que os números dele, quando na sua melhor fase, sempre foram um tanto ou quanto "vazios". No entanto, parece-me que, para fazer experiências, não será por aí. O papel do Marion ou do Waiters na equipa, esses sim, parecem-me o melhor ponto para experimentar.

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a) não estava a falar necessariamente na fase ofensiva, estava a falar mais até em termos de mindset (como o arv, e bem, referiu) e numa questão mesmo de olhar para a equipa em campo e ver, mais que rotinas (o que é natural ainda não haver), "chemistry" (que é uma palavra de que não gosto porque engloba tudo sem englobar nada, mas neste caso é mesmo a melhor maneira de me expressar). Daí também concordar com o que diz o arv e acrescentar que acho o papel do Kyrie mais importante do que o Love, no encaixar das peças do puzzle. O LeBron está, pela primeira vez na carreira, a jogar com um ball handler de excelência (vamos não falar do Wade, porque apanhou-o numa altura especial da carreira), que tem que coordenar todo o processo ofensivo, ponto. Cleveland tem que ser mais Golden State e menos Phoenix ou Toronto. Ter dois ball handlers não tem que significar ter dois organizadores. E é isso que Golden State faz muitíssimo bem com o Steph e o Iggy + uma arma de três pontos (Thompson em GS, Love em Cleveland). Há uma diferença, claro, o Bogut, mas aí a presença do LeBron dentro compensa o que o Iggy (já) não consegue dar. Parece-me que é a equipa com o estilo mais aproximado daquilo que Cleveland pode vir a ser.

no contexto de cleveland, sim, o irving tem um papel mais preponderante em tornar o grupo coeso do que o love. a questão volta a ser a mesma: não é que o love não fosse capaz de o fazer, é mesmo o núcleo duro do franchise que assim o exige.

 

cleveland nunca será gs com o lebron, especialmente, com o irving e com o love. é uma comparação porreira porque eles praticam um basketball de excelência e tem a sua lógica teórica de características de jogo das personagens, mas irrealista. o contexto é tudo. não consigo ver estes tipos de cleveland a jogar daquela forma, pelo menos de forma consistente.

 

e comparar o klay com o love é algo perigoso. porque o thompson em gs é essencialmente um jogador que joga sem bola, que usa bloqueios no lado contrário, pindowns, flairs, elevators, etc... o love nunca vai ter a mesma capacidade, são situações de lançamento diferentes. um base ou um poste fazê-lo será sempre diferente. o thompson ataca um closeout agressivo, o love terá muitas dificuldades em fazê-lo. o esforço físico exigido também é diferente, é menos um jogador perto da tabela ofensiva. tem mais a perder do que a ganhar.

 

b) Love a 5 só circunstancialmente. O Varejão é quem melhor conhece e compreende o LeBron naquele roster. Nunca fui fã dele, e acho que os números dele, quando na sua melhor fase, sempre foram um tanto ou quanto "vazios". No entanto, parece-me que, para fazer experiências, não será por aí. O papel do Marion ou do Waiters na equipa, esses sim, parecem-me o melhor ponto para experimentar.

em certas circunstâncias apenas, claro. nem é 'mandatório', por assim dizer. foi só uma forma de mostrar que o love tem certas características que também permitiriam alguma versatilidade posicional, embora ligeiramente mais limitada do que o bosh.

Editado por Joao Pereira

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Gosto de vos ver a discutir basquetebol com seriedade, porque assim é que percebo que não sei um crl disto. Sempre aprendo algo.

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Não tenho conseguido acompanhar a liga nos últimos dias, mas porra, perder com os Lakers? :lol: Rockets pls, eu quero algo mais que a 1ª ronda dos POs

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Não vou estar a responder quote por quote porque não faz sentido, concordo com basicamente tudo o que dizes.

 

Só duas notas:

 

a) não estava a falar necessariamente na fase ofensiva, estava a falar mais até em termos de mindset (como o arv, e bem, referiu) e numa questão mesmo de olhar para a equipa em campo e ver, mais que rotinas (o que é natural ainda não haver), "chemistry" (que é uma palavra de que não gosto porque engloba tudo sem englobar nada, mas neste caso é mesmo a melhor maneira de me expressar). Daí também concordar com o que diz o arv e acrescentar que acho o papel do Kyrie mais importante do que o Love, no encaixar das peças do puzzle. O LeBron está, pela primeira vez na carreira, a jogar com um ball handler de excelência (vamos não falar do Wade, porque apanhou-o numa altura especial da carreira), que tem que coordenar todo o processo ofensivo, ponto. Cleveland tem que ser mais Golden State e menos Phoenix ou Toronto. Ter dois ball handlers não tem que significar ter dois organizadores. E é isso que Golden State faz muitíssimo bem com o Steph e o Iggy + uma arma de três pontos (Thompson em GS, Love em Cleveland). Há uma diferença, claro, o Bogut, mas aí a presença do LeBron dentro compensa o que o Iggy (já) não consegue dar. Parece-me que é a equipa com o estilo mais aproximado daquilo que Cleveland pode vir a ser.

 

Também vejo as coisas dessa forma. E chamem-me maluco eu acho o LeBron um enorme facilitator mas não o acho um grande organizador. Parece que uma coisa implica a outra mas não é verdade, e diria que 60% dos TO's do LeBron derivam de situações destas, pelo menos enquanto teve em Miami.

 

As reservas de Cleveland em dar todo o processo ofensivo ao Irving, acredito que tenham a ver com o facto de ele não ser um especialista em fazer os outros jogar. Eu diria que se ele não fosse um ball handler fenomenal como tu dizes que dava um grande SG. E que as caracteristicas, esquecendo a altura por instantes, até o justificavam. O Irving tem uma série de jogos no inicio desta época em que faz cerca de 39 lançamentos (o nº é de cabeça) em 6 períodos e apenas uma assistência. Isto é apenas indicativo para justificar aquilo que estou a dizer, porque o que está a acontecer ao big 3 de Cleveland neste inicio de época não é de todo representativo do que se sucedeu no passado.

 

Ora, já me estou a perder um pouco, mas o objectivo era mostrar que compreendo perfeitamente as reservas em dar o processo ofensivo todo ao Irving e convencer o LeBron que isso é a melhor solução. No entanto, de facto é. Mesmo tendo LeBron eu continuo na minha que o PnR Irving, Love é a arma mais forte que Clveland tem neste momento. Gostava de ver com frequência um High PnR como faz o Lillard com o Aldridge apesar de o Mid Range do Love não ser nada do outro mundo. (O do Griffin também não o era)

 

Isto não ia tirar bola ao LeBron, pelo contrário quando isso não resultar é meter-lhe a bola esperar que ele penetre e resolva a coisa como faz sempre. E ninguém diz que esporadicamente também não pode ser ele a construir. Agora numa base constante Cleveland não pode ter 2 organizadores.

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no contexto de cleveland, sim, o irving tem um papel mais preponderante em tornar o grupo coeso do que o love. a questão volta a ser a mesma: não é que o love não fosse capaz de o fazer, é mesmo o núcleo duro do franchise que assim o exige.

 

Obviamente.

 

cleveland nunca será gs com o lebron, especialmente, com o irving e com o love. é uma comparação porreira porque eles praticam um basketball de excelência e tem a sua lógica teórica de características de jogo das personagens, mas irrealista. o contexto é tudo. não consigo ver estes tipos de cleveland a jogar daquela forma, pelo menos de forma consistente.

 

e comparar o klay com o love é algo perigoso. porque o thompson em gs é essencialmente um jogador que joga sem bola, que usa bloqueios no lado contrário, pindowns, flairs, elevators, etc... o love nunca vai ter a mesma capacidade, são situações de lançamento diferentes. um base ou um poste fazê-lo será sempre diferente. o thompson ataca um closeout agressivo, o love terá muitas dificuldades em fazê-lo. o esforço físico exigido também é diferente, é menos um jogador perto da tabela ofensiva. tem mais a perder do que a ganhar.

 

Nunca serão, porque, neste caso, estamos a falar de dois jogadores contra três. O Irving pode fazer o papel do Curry, o Love pode fazer o papel do Klay (não obviamente da mesma forma, mas falo disso já a seguir). Como pode fazer o papel do Lee. Não pode é fazer os dois ao mesmo tempo e é aí que Cleveland precisa de ajustar e procurar a peça que falta, e pode muito bem estar dentro do roster, mas ainda a precisar de perceber o seu papel. Isto aconteceu e acontece em Golden State. Basta veres que têm o Barnes ou o Draymond como desequilibradores vindos do banco, mas que ainda não se sabe ao certo qual o papel que têm (e se o encontrarem, GS é um contender). Cleveland tem o Waiters, o Marion ou o Thompson, que estão nessa situação, mas podem perfeitamente encontrar o seu espaço e tarefa, mas é preciso tempo. Golden State joga junto há algum tempo (ainda que agora com um HC diferente). Em Cleveland só há um gajo que sabe o que pode esperar e é o Varejao.

 

Quanto ao Love e Klay, são incomparáveis, obviamente, mas eu estava mais a falar de competências do que de tarefas. O Love nunca pode ser o Klay, mais que não seja porque é 4, parte de dentro e tem que criar desequilíbrios que o Klay encontra mais facilmente ao jogar por fora. Onde acho que o papel deles pode ser semelhante é no resultado final, quando a jogada termina, com o Klay ou o Love solto para o triplo, o Klay mais no topo do garrafão, o Love necessariamente mais próximos dos corners. O Love tem mais facilidade em criar o seu próprio lançamento do que o Klay, pode perfeitamente trabalhar no poste, chamar a ajuda, soltar fora e voltar a receber, o Klay nem tanto, mas acaba por aproveitar o mesmo trabalho do Lee, ou de penetrações do Curry. O Klay beneficia ainda muito do Iggy que é um gajo excelente a fazer o passe extra que rebenta com as defesas. O LeBron tem capacidade para o fazer, mas não me parece que tenha a liberdade e a disponibilidade para tal, por estar tão presente no processo de criação da equipa (a tal diferença entre ter dois ball handlers ou dois organizadores, como falava há pouco), próprio Varejao é um bom passer, mas fica difícil a combinação Varejao-Love resultar num lançamento exterior sem abdicar, como tu bem dizes, do ressalto ofensivo (também falo disto a seguir). Em suma, o resultado é/pode ser o mesmo, mas através de caminhos necessariamente diferentes, é aí que me parece interessante a comparação com Golden State, mais que não seja para perceber como fazer semelhante com jogadores diferentes. Porque se reparares, por muito diferentes que sejam, são provavelmente a equipa mais semelhante em termos de construção. Os Clippers vivem de lobs e não têm um 3; Chicago tem um frontcourt a milhas em termos de profundidade do que Cleveland tem; San Antonio tem a poção mágica do Astérix; Memphis não podia ser mais diferente; Dallas é interessante na comparação Dirk-Love, mas fica-se por aí. Sobra Golden State, que dentro das possibilidades, me parece o mais próximo. Claro que quando Cleveland estiver a carburar, eu vou olhar para eles e perceber que não têm nada a ver com Golden State, mas parece-me um ponto de partida interessante para a discussão.

 

Outra coisa, falaste e bem, na necessidade do Love saber balancear as escolhas, porque é efectivamente preciso que ele esteja na tabela ofensiva. O Love jogou com o Pekovic que não é um defensor de excelência, tal como o outro ic que saca números malucos (o de Orlando), mas que lhe permitia estar à vontade para vir fora para lançar, sabendo que havia presença da equipa debaixo do cesto. O próprio LeBron é um bom ressaltador, mas vai ser interessante ver como funcionará o Varejão debaixo do cesto, se forem por este caminho com o Love.

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A comparação com Golden State faz todo o sentido, mas não vês uma com os Blazers como eu fiz em cima a fazer sentido também?

 

É fácil ver o Irving e Love a fazer de Lillard e Aldridge e o LeBron a ser um Batum em ponto grande, o que faz funcionar tudo tanto a nível defensivo como ofensivo. Claro que é preciso adaptar ao contexto de Cleveland, o LeBron não pode ter só a nível ofensivo as tarefas que o Batum tem. E a nível ofensivo vejo o Waiters a desempenhar bem o papel do Matthews.

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