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Rui Cardoso

Oficina de Escrita

Publicações recomendadas

Eu gostava de conseguir escrever algo de jeito em ingl?s, mas estou demasiado habituado a trabalhar com a escrita portuguesa.

 

Muito bom 13th. ;)

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Muito bom 13.

 

Eu, com participo regularmente em foruns de l?ngua inglesa, consigo escrever facilmente nessa mesma l?ngua

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Muito bom 13.

 

Eu, com participo regularmente em foruns de l?ngua inglesa, consigo escrever facilmente nessa mesma l?ngua

 

Escrever tamb?m eu. Agora escrever algo minimamente "po?tico"...

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Escrever tamb?m eu. Agora escrever algo minimamente "po?tico"...

Pois. O mesmo aqui...

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Obrigado! :)

 

Adorava encontrar os textos que escrevi em portugu?s, em especial 2 deles. Se um dia encontrar os postarei aqui...

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A Caminhada

 

Caminho neste mundo sem fim, desesperando por uma solu??o ao meu problema que n?o tem solu??o. O sol irradia o seu calor, que me arrefece o cora??o. Deito-me no asfalto duro, que me faz doer todos os m?sculos e ossos do meu corpo j? dorido de todas as priva??es que tenho passado. Passa um carro, a alta velocidade, com o t?pico tipo musculado e rapariga loira dentro. Parece que vivo num filme de Hollywood e n?o sei....

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Amizade

 

De mais ningu?m, sen?o de ti, preciso:

Do teu sereno olhar, do teu sorriso,

Da tua m?o pousada no meu ombro.

Ouvir-te murmurar: ?Espera e confia!?

E sentir converter-se em harmonia,

O que era, dantes, confus?o e assombro.

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A Caminhada

 

Caminho neste mundo sem fim, desesperando por uma solu??o ao meu problema que n?o tem solu??o. O sol irradia o seu calor, que me arrefece o cora??o. Deito-me no asfalto duro, que me faz doer todos os m?sculos e ossos do meu corpo j? dorido de todas as priva??es que tenho passado. Passa um carro, a alta velocidade, com o t?pico tipo musculado e rapariga loira dentro. Parece que vivo num filme de Hollywood e n?o sei....

J? tinhas postado esse texto no teu blog. :D

 

Gostei. ;)

 

Amizade

 

De mais ningu?m, sen?o de ti, preciso:

Do teu sereno olhar, do teu sorriso,

Da tua m?o pousada no meu ombro.

Ouvir-te murmurar: ?Espera e confia!?

E sentir converter-se em harmonia,

O que era, dantes, confus?o e assombro.

http://amorizade.wordpress.com/category/we...mas-de-amizade/

 

Ups!

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J? tinhas postado esse texto no teu blog. :D

 

Gostei. ;)

Ya, resolvi fazer o cpy-paste de l? :mrgreen:

 

Thanks :compinchas:

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Dfvf, t? giro ;)

N?o foi ele que escreveu. ;)

 

O blog tem estado algo desactualizado, n?o tem?

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O blog tem estado algo desactualizado, n?o tem?

Chama-se Preguicite aguda :lol: N?o tenho tido vontade de o actualizar, mas a partir de agora, espero faze-lo com mais frequ?ncia

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Aproveito para disser tudo aquilo que sinto

nao encontro saiada do meio deste labirinto

vejo tua pele os teus olhos brilhantes

lembro me deles quando olho para estrelas cintalentes

 

penso em ti cada segundo que passa contigo

e uma desgra?a

mas nao encontro solu?ao

de um dia ganhar o lugar no teu cora?ao

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Aproveito para disser tudo aquilo que sinto

nao encontro saiada do meio deste labirinto

vejo tua pele os teus olhos brilhantes

lembro me deles quando olho para estrelas cintalentes

 

penso em ti cada segundo que passa contigo

e uma desgra?a

mas nao encontro solu?ao

de um dia ganhar o lugar no teu cora?ao

Ups x2 http://www.seeklyrics.com/lyrics/Myth/Dava...ara-Te-Ter.html

 

Ou sou eu que estou enganado ou este t?pico tem o objectivo de colocarmos textos nossos?

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Aproveito para disser tudo aquilo que sinto

nao encontro saiada do meio deste labirinto

vejo tua pele os teus olhos brilhantes

lembro me deles quando olho para estrelas cintalentes

 

penso em ti cada segundo que passa contigo

e uma desgra?a

mas nao encontro solu?ao

de um dia ganhar o lugar no teu cora?ao

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Ent?o eu, mi?do, tentei com toda a for?a apesar do que diziam os chefes do sentimento, e do que diziam os outros mi?dos, e das promessas de alegria e de sonho. Apesar da dificuldade de tudo aquilo, apesar disso, tentei, apaixonado pela magia da coisa, pela magia do intentado, do inacabado, do que adivinhavam podia ser. Era a magia de algo que transbordava o mundo, que n?o cabia no mundo, por isso deixei-me levar por ela, e perder muita coisa em nome de algo que ningu?m podia ver, porque mesmo aqueles que acreditavam haver uma liga??o secreta, n?o percebiam a utilidade. Preferiam as cartas e a cerveja, as m?os em partes secretas e o olhar admirado de outros. Preferiam ser reis de um mundo pequeno do que vagabundos de sentido num vasto mundo que n?o podiam compreender. Preferiam o lugar criado pelas portas da sua casa, do que o vasto mundo que o amor fazia adivinhar.

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Essa incompatibilidade de que falas, que tanto me consome, e pelos errados motivos n?o ? mais do que pura obsess?o. Eu n?o quero o que tu queres, tu n?o sentes o que eu sinto, sejamos perfeitos. Eu j? n?o tenho mais nada para dar, nem t?o pouco raz?o para sair, talvez t?o pouca como para ficar a n?o ser aquele simples almejo de contacto, de um respirar teu sobre algo de mim. Raz?o que baste, dizer-se-ia outrora, raz?o idiota, nos tempos que correm, raz?o de quem n?o tem vida, raz?o de quem procura ref?gios. T?m raz?o, assim como eu, mesmo pensando o oposto, e quase que aposto que tu tamb?m. Os tais errados motivos que me consomem, s?o t?o errados que me consomem de errado jeito, consomem-me de esperan?a, essa mal?fica inimiga das atitudes correctas. Ou correctamente erradas, como ? ?bvio, o certo j? h? muito est? equivocado, anda perdido algures nas ac??es n?o feitas, nas felicidades n?o almejadas, nas alegrias n?o conquistadas. Todos se d?o bem em perfeita sintonia, esta tamb?m h? muito imperfeita. Por isso que os odiamos, falando no plural, odiamos pessoas, todos n?s. Odiamos porque somos iguais, no fundo ? s? at? perceber que nos odiamos a n?s mesmos, at? porque seria tarefa bem mais ?rdua, o cinismo interior. Poder-se-? afirmar ent?o estarmos em imperfeita desconex?o, sendo que a ?nica partilha ? sermos t?o distintos, ?nicos.

 

 

 

lol.weed

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Essa incompatibilidade de que falas, que tanto me consome, e pelos errados motivos n?o ? mais do que pura obsess?o. Eu n?o quero o que tu queres, tu n?o sentes o que eu sinto, sejamos perfeitos. Eu j? n?o tenho mais nada para dar, nem t?o pouco raz?o para sair, talvez t?o pouca como para ficar a n?o ser aquele simples almejo de contacto, de um respirar teu sobre algo de mim. Raz?o que baste, dizer-se-ia outrora, raz?o idiota, nos tempos que correm, raz?o de quem n?o tem vida, raz?o de quem procura ref?gios. T?m raz?o, assim como eu, mesmo pensando o oposto, e quase que aposto que tu tamb?m. Os tais errados motivos que me consomem, s?o t?o errados que me consomem de errado jeito, consomem-me de esperan?a, essa mal?fica inimiga das atitudes correctas. Ou correctamente erradas, como ? ?bvio, o certo j? h? muito est? equivocado, anda perdido algures nas ac??es n?o feitas, nas felicidades n?o almejadas, nas alegrias n?o conquistadas. Todos se d?o bem em perfeita sintonia, esta tamb?m h? muito imperfeita. Por isso que os odiamos, falando no plural, odiamos pessoas, todos n?s. Odiamos porque somos iguais, no fundo ? s? at? perceber que nos odiamos a n?s mesmos, at? porque seria tarefa bem mais ?rdua, o cinismo interior. Poder-se-? afirmar ent?o estarmos em imperfeita desconex?o, sendo que a ?nica partilha ? sermos t?o distintos, ?nicos.

lol.weed

 

A parte a bold! :prayer:

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Brutalidade bela,

rosas sem p?talas,

ruas inteiras,

p*tas intelectuais,

ciclos infernais de procura sem busca.

Rufam os tambores e caiu da minha cama.

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imperfeita desconex?o, sendo que a ?nica partilha ? sermos t?o distintos, ?nicos.

 

=D> =D>

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Guest Shuffle

depois de 4 anos se escrever(n?o tomem em aten??o os erros)

 

 

sou o que tu pensavas temer

sou aquele que te quer defender

sou aquele a quem pedes ajuda

quando algo te preocupa

 

sou aquele que n?o te deixa desistir

sou aquele que te espera ver sorrir

sou aquele que te d? a m?o

e que te entrega o cora??o

 

espera...

quem sou eu??

sou aquele que espezinhas toda a hora

sou aquele que pensa em ti pela noite fora

sou aquele que sai magoado quando te diz o k sente

sou aqueleque para ti ? indiferente

ser? que queres que eu te diga??

eu sou aquele que chora quando deixas cair uma lagrima

eu sou aquele que te apoia quando tu bates no fundo

sou aquele que te procurava at? o fim do mundo

sou aquele que te dava um jardim se pedisses uma flor

sou aquele que te entrega todo o seu amor

 

sou aquele que esperas abra?ar

sou aquele que tens a certeza nunca te ignorar

sou aquele que te apoia mesmo estando pior

sou aquele que quando te v?,esquece o que h? em redor

eu sei que tu sabes...

mesmo estando aqui para dizer

tu preferes esquecer

sou o teu amigo e nada mais

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uma feita ? press?o em teatro:

 

?Perguntar ao cego se quer ver

? perguntar ao surdo se quer ouvir

? perguntar ao manco se quer andar

? perguntar ao cora??o se quer amar ?

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uma feita ? press?o em teatro:

 

?Perguntar ao cego se quer ver

? perguntar ao surdo se quer ouvir

? perguntar ao manco se quer andar

? perguntar ao cora??o se quer amar ?

:handclap:

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Trabalho de portugues: Texto de reflex?o sobre "Quem sou eu?"

 

Quem sou eu?

 

Quem sou eu? Que pergunta mais ingrata, ? qual nem eu sei responder. Provavelmente muitos de v?s ao ler isto me achar?o goz?o, ou talvez um rapaz a tentar fazer-se passar por fil?sofo ou poeta para tentar ter uma boa nota num texto de reflex?o para portugu?s, mas a verdade ? que apenas sei que n?o sei quem sou.

Considero-me uma pessoa objectiva, talvez c?ptica at?, que gosta de responder directamente ?s perguntas, sem receio. Com todo o respeito, mas n?o preciso de estar tempos infinitos a falar de ceifeiras ou gatos para chegar ? conclus?o de que n?o sei quem sou. Alguns poetas tornaram-se famosos ? custa destes rodeios, que para mim s?o mist?rios, talvez um dia tamb?m eu me torne famoso com a minha objectividade. Ou talvez n?o.

Se algu?m se chegasse ao p? de mim e me perguntasse “Quem ?s tu?”, eu responderia “Sou o Jo?o, tenho 17 anos, sou estudante do 12? ano e moro ali com os meus pais”. Isto ? o melhor que me consigo definir. N?o acredito que um ou dois momentos da nossa vida alterem a nossa personalidade para sempre, e n?o preciso de fingir para dizer que n?o sei quem sou.

Talvez algures no meio das minhas palavras j? me tenha definido. Se assim foi, pe?o desculpa por n?o o reconhecer. N?o sei se alguma vez mudarei de opini?o, mas, at? l?, apenas sei que n?o sei quem sou.

 

 

Viva o meu n?o-jeito para a escrita :)

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O Fim. O Fim que est? do outro lado do muro. O muro que separa a morte da vida. Quem j? nunca pensou em olhar sobre esse muro? Quem ? que nunca tentou p?r um p? no outro lado do muro, mas fugir de imediato?

O Fim. O Fim est? pr?ximo....

 

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Fraquinho...

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Ora, a ver se isto n?o morre. Dois textos. O primeiro feito num teste de Portugu?s: era suposto escrevermos sobre os desafios que um jovem enfrenta neste in?cio de s?culo e de que maneira isso afectava o nosso modo de agir e pensar.

 

Auto-Conhecimento

 

Tive o azar de nascer na derradeira d?cada do s?culo XX. Tenho o azar de ver a medicina evolu?da, de ver a evolu??o estonteante das engenharias e da inform?tica. Terei o azar de morrer num mundo ainda mais fren?tico que este.

E quando me perguntam se falo a s?rio, quando me apontam o conforto, o lazer, a seguran?a, os cuidados m?dicos, entre outros, como porta-estandartes do movimento "Seja feliz, estamos no s?culo XXI", eu fecho-me no meu forte, de um ego?smo disfar?ado.

Ser? que ningu?m v?? ? claro que todos v?em... Mas quantos querem realmente ver que o pre?o, a pagar por esta explos?o criativa, ? demasiado alto?

E agora, podia mascarar-me dum ecologismo hip?crita, preocupar-me com com os problemas ambientais... Mas n?o o fa?o. Poderia lamentar-me da efemeridade da vida, que n?o me deixa desfrutar do que este mundo louco me oferece. Mas n?o sou pessoa de perder tempo a pensar como evitar o inevit?vel.

O que realmente me preocupa ? o meu pr?prio benef?cio. Sejamos pr?ticos: cada um de n?s vive a sua pr?pria vida. E que moral teremos para interferir na vida dos outros, se a nossa est? desalinhada?

A minha verdadeira preocupa??o ? o facto de passar sem deixar marca. Viver anos e anos, e deixar unicamente a tristeza dos que me amam, por me terem perdido.

O monstro que tenho no arm?rio chama-se exig?ncia. Nos tempos que correm, grandes homens passam despercebidos. Eu, que ainda h? pouco me fiz homem, tenho medo de n?o ter for?a para escalar todos os patamares rumo ao sucesso, ? realiza??o pr?pria, ao sentimento de miss?o cumprida.

Era nestas alturas que dava jeito um elevador dos modernos!

 

Sentir-me

 

Hoje n?o sinto o que sinto realmente. N?o sinto a felicidade ou a tristeza, a calma ou a press?o. Hoje, aprecio somente as pequenas coisas boas que durante tanto tempo, durante demasiado tempo, deixei de parte, n?o valorizei, e hoje parecem pequenos diamantes, pura beleza num mundo r?pido demais para almejar algum dia ser realmente belo.

Hoje, sorrio pelas po?as de ?gua, pelos bons dias ensonados ?s 8 da manh?, pelo cachecol a fazer comich?o na orelha, pelo lanche no caf? ao fim das aulas com as pessoas que fazem do meu dia a dia uma recorda??o t?o feliz.

N?o quero ser feliz. Ningu?m o ?. Mas, no entanto, estou muito feliz... Sem saber porqu?. E acho estranho... Se calhar estive demasiado tempo triste sem motivos e agora n?o acho plaus?vel conseguir atingir o contr?rio. Hoje estou feliz. Pateta, mas feliz.

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