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Carson Wentz

[BBGM] Hinkie Overload

Publicações recomendadas

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Will the Sixers keep both bigs?

 

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Ocorreu ontem o draft de 2017 e, para os Sixers, foi bem mais calmo que o da temporada passada, com a troca que enviou para os eventuais campeões Los Angeles Lakers, Jahlil Okafor, Nik Stauskas e uma pick de primeira ronda, por troca com Lou Williams e, claro, Brandon Ingram, claramente o jogador que permitiu aos Sixers darem, na temporada passada, o salto rumo aos playoffs. Os Sixers tiveram duas picks no draft ambas de primeira ronda, aquela respectiva aos Los Angeles Lakers, bem como a bem interessante quinta pick do draft, devido ao swap de picks com os Sacramento Kings que, não só permitiu a Philadelphia melhorar a sua posição de escolha, como ainda adiar o envio da pick acima referida para Los Angeles, por se encontrar no top 5 e estar protegida relativamente a esse facto.

 

Quanto a escolhas de jogadores, os Sixers seleccionaram dois point guards, precisamente a posição mais em aberto do seu roster, escolhendo com a 5ª pick Cedric Stephens Jr. e, com a 25ª, Jarvis Bryant. Stephens será certamente um membro importante do roster dos Sixers, quanto a Bryant, terá que conquistar o seu lugar no roster dos Sixers, depois do que acontecerá na free agency.

 

Free agency essa que promete ser um momento agitado para os lados de Philadelphia. Os Sixers têm quatro jogadores a terminar contrato e todos em situações algo diferentes. A situação mais simples é a de Ty Lawson, chegado a Philadelphia durante a temporada passada mas que, com DJ Augustin no roster, mais as adições de Stephens Jr. e Bryant parece ter definitivamente visto a possibilidade de renovação do vínculo com os Sixers fechar-se. Iman Shumpert foi um jogador trazido com um contrato de apenas um ano, que foi sendo utilizado pela equipa, mas que dificilmente terá mais tempo de jogo do que aquele que teve a temporada passada. Dependendo dos valores que peça e das adições que os Sixers façam ao roster, pode surgir novo compromisso, mas não será de estranhar se o shooting guard testar a free agency. Os dois casos mais importantes são mesmo os dos dois postes titulares, Nerlens Noel e Joel Embiid. Ambos jovens, ambos com margem de progressão e ambos muito utilizados na temporada passada, há interesse mútuo, certamente, em prolongar os acordos entre jogadores e Sixers. A questão irá sempre estar relacionada com a questão financeira. Não é segredo que os Sixers pretendem trazer um nome sonante para Philadelphia para juntar a Ingram e, caso Noel e Embiid sejam mais duros nas suas exigências salariais, poderá dar-se o caso de os Sixers não terem capacidade de oferecer um max contract a um outro jogador. Importa também, claro, pensar nas durações dos contratos e como elas vão influir na eventual renovação de Brandon Ingram, lá mais para o final da década.

 

Esperam-se assim, umas próximas semanas animadas, com, quem sabe, nomes a surgirem que possam levar os Sixers a dar novos passos em frente.

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Curry, Warriors, agree on max deal

 

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Vários foram os jogadores a manterem-se fiéis às equipas que já representavam em temporadas anteriores, ainda assim, em menos quantidade que na temporada passada. Duas equipas, ambas do Este, destacaram-se neste aspecto, com Milwaukee Bucks e Philadelphia 76'ers a conseguirem chegar a acordo com um par de jogadores cada, que se prevêem importantes para o futuro das respectivas equipas.

 

Os Bucks, vencedores do Este na fase regular da temporada passada, renovaram os vínculos com Giannis Antetokounmpo e Michael Carter-Williams até 2019. Já os Sixers mantiveram a dupla de bigs Nerlens Noel e Joel Embiid também ela intacta, com o primeiro a renovar até 2022 e o segundo “apenas” até 2020.

 

No entanto, o grande nome em termos de free agency foi Steph Curry, pois claro, com o MVP de 2015 a prolongar o seu contrato com os Warriors pelo valor máximo, por mais cinco temporadas.

 

Outros nomes e franchises relevantes a chegar a acordo são os de Dwight Howard e os Rockets (2022), Ilyasova e Detroit Pistons (2020), CJ McCollum (2021) e Evan Turner (2020) com os Trailblazers, Tyreke Evans e Nikola Mirotic com os Pelicans (ambos até 2020) e Patty Mills e David West, este último pelo mínimo após a saída de Tim Duncan, com os Spurs (ambos até 2020).

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Westbrook arrives in Philly – Sixers get their PG

 

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Foi absolutamente cirúrgica a actuação dos Philadelphia 76'ers nesta free agency, assinando com apenas um jogador, mas um que irá certamente catapultar a equipa de Philadelphia para o estatuto de uma das equipas a abater no Este. Trata-se de Russell Westbrook, vindo dos Oklahoma City Thunder, uma equipa que no espaço de pouco mais de um ano perde as suas três grandes referências, primeiro Durant, que veio a ser campeão em Los Angeles, agora Westbrook para os Sixers e ainda Serge Ibaka.

 

O plantel dos Sixers sofreu assim, nesta offseason, apenas três alterações, com as saídas de Iman Shumpert e Ty Lawson em final de contrato, bem como a de Jerami Grant que, pouco utilizado, foi dispensado pelos Sixers. Entraram, para os seus lugares, o já referido Westbrook, o point guard que os Sixers tanto procuravam e o principal nome desta free agency, Cedric Stephens Jr., quinta escolha do draft e que irá fazer parte, com Westbrook, Jamal Murray e Lou Williams, do núcleo do backcourt de Philadelphia e ainda Jarvis Bryant, que lutará por minutos com Isaiah Briscoe, também no backcourt.

 

Nas posições interiores, poucas alterações, com Ingram e Covington a assegurarem, como na temporada passada, o posto de Small Forward, e com a manutenção do duo de bigs Nerlens Noel e Joel Embiid.

 

Fica assim ordenado o roster dos Philadelphia 76'ers para 2017/18:

 

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Estás com em equipão!! handclap.gif

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OKC loses the rest of its core in free agency

 

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Depois da saída de Kevin Durant no Verão passado, ele que viria a conquistar o título com a sua nova equipa, os Los Angeles Lakers, os Oklahoma City Thunder vêm sair os dois outros jogadores que, com Durant, faziam parte do core dos Thunder nos últimos anos. O base Russell Westbrook assinou com os Philadelphia 76'ers, deixando desde logo a equipa da Pensilvânia como uma das mais fortes no Este, já Serge Ibaka mantém-se no Oeste, juntando-se aos Memphis Grizzlies, que acabam por substituir de forma perfeita Zach Randolph, que deixou no final desta temporada que passou o basquetebol. A equipa de Oklahoma adicionou o interessante jovem poste Rudy Gobert, bem como o bem experiente Luol Deng, mas deve ser curto num super-competitivo Oeste.

 

Para além da “destruição” que ocorreu em Oklahoma City, destaque ainda para a saída daquele que foi em tempos MVP, Derrick Rose, abandonando os Bulls para se juntar aos Hawks, com a equipa de Chicago a substituí-lo com o mais jovem (e mais barato), Trey Burke, ex-Utah Jazz. Outros nomes bem activos nesta free agency foram os Wizards, que, perdendo Otto Porter Jr., adicionaram o jovem Victor Oladipo, bem como os experientes Andre Iguodala e Tiago Splitter e ainda para os Cavs, que trouxeram nada mais nada menos que quatro noves nomes para juntar a Kyrie Irving e Kevin Love, nomeadamente George Hill, Ty Lawson, Meyers Leonard e Al-Farouq Aminu.

 

Outros nomes importantes a trocarem de equipa nesta free agency foram Chandler Parsons, assinando com os Suns, Jrue Holiday, que vai para Utah, os Kings a adicionarem ao seu roster Dennis Schroeder, vários nomes que ingressaram nos Dallas Mavericks, como Jeff Teague, Otto Porter Jr. e Patrick Patterson, juntando-se assim a uma equipa que, de forma algo chocante, viu o seu ícone Dirk Nowitzki sair para ir jogar nos Miami Heat.

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espn.com Pre-Season Power Rankings:

 

1. Philadelphia 76'ers

Depois de chegarem aos playoffs na temporada passada mas serem eliminados pelos Chicago Bulls, os Sixers reforçaram-se e bem, não só a longo-prazo, renovando as ligações de Nerlens Noel e Joel Embiid ao franchise, mas também no imediato, com as adições do point guard Russell Westbrook, para uma posição necessitada dos Sixers, bem como do rookie Cedric Stephens Jr., pronto a contribuir de imediato para o franchise. Num Este bem mais em aberto que o Oeste, isto pode ser mais que suficiente para fazer dos Sixers os principais candidatos.

 

2. Portland Trailblazers

A primeira época de LeBron e Simmons juntos em Portland correu bem, mas o Oeste é uma conferência complicada, com muitas equipas de qualidade, como os campeões Lakers, os também jovens Timberwolves, Rockets, Warriors ou Spurs. Ainda assim, com adições cirúrgicas como as de Taj Gibson ou P.J. Tucker, em salários bem amigos do franchise, os Trailblazers podem mesmo surgir no topo do Oeste.

 

3. Minnesota Timberwolves

O veterano Dwyane Wade trouxe, na temporada passada, a qualidade que faltava a esta equipa para ser um caso sério. Com um núcleo jovem de LaVine, Wiggins e Towns, mais a experiência de Ricky Rubio e Dwyane Wade, os Timberwolves voltam a ser uma equipa a ter em conta, ajudados também pela chegada de outro jovem com bastante potencial, James Young.

 

4. Houston Rockets

A situação dos Rockets é algo curiosa. Assinaram com Dwight Howard por um salário consideravelmente mais baixo do que vinha a auferir no anterior contrato, o que lhes abriu espaço para renovarem a equipa, mas acabaram por não o fazer de forma muito significativa. Ainda assim, não perderam ninguém fulcral, como os Grizzlies com Randolph, os Spurs com Duncan ou os Warriors com Iguodala e isso pode ser um factor a favor de Houston.

 

5. Boston Celtics

Os Celtics continuam a ter um influxo de talento anual assinalável, fruto do elevadíssimo número de picks no draft que foram acumulando ao longo das últimas temporadas. Esta temporada mais dois interessantes prospects se juntam aos Celtics, nomeadamente Teemo Haikonnen e Thomas Morgenstern. Com estas novas peças a juntar a jogadores como Marcus Smart, Kris Dunn ou Kelly Olynyk cada vez mais experientes, para além claro do veterano Al Horford, é de prever que a equipa de Boston volte a ser uma das melhores do Este.

 

6. Golden State Warriors

De há uns anos a esta parte que os Warriors têm optado por não mexer demasiado na sua estrutura e esta offseason confirmou essa tendência. Ainda assim, a perda de Andre Iguodala pode ser importante para uma equipa que o utilizava bastante, também como líder da second unit.

 

7. San Antonio Spurs

A perda de Tim Duncan deve assumir contronos mais “espirituais” do que propriamente na qualidade da equipa em campo, principalmente com um LaMarcus Aldridge que se ambientou muito rapidamente a San Antonio e com um Boris Diaw que parece feito do mesmo molde de Duncan, melhorando com a idade, o que lhe deu até o prémio de melhor 6th Man na temporada passada. A juntar a isso, os Spurs conseguiram renovar com o ainda útil David West e trazer mais uma peça subaproveitada para o Texas, desta feita Kentavious Caldwell-Pope.

 

8. Los Angeles Lakers

Os campeões da temporada passada estiveram, como era esperado, pouco activos na free agency, adicionando apenas Miles Plumlee para terem mais alguma profundidade no frontcourt. Em equipa que ganha não se mexe e, apesar do Oeste estar longe de ser um passeio, a equipa de Los Angeles pode perfeitamente voltar a estar presente na altura das decisões.

 

9. Indiana Pacers

O Draft foi importante para estes Pacers, que adicionaram Michael Peters que, com Monta Ellis e Paul George, pode formar um backcourt interessante em Indiana, para além disso, com Motiejunas e Qi, os Pacers têm peças no interior que, no Este, são mais que suficientes para poderem atingir bons resultados este ano.

 

10. Washington Wizards

Uma das equipas que mais mexeu esta offseason, fê-lo com muita qualidade, adicionando Oladipo a um backcourt que continha já John Wall e Bradley Beal, bem como Andre Iguodala e Tiago Splitter. Se Marcin Gortat não decair qualitativamente e ou John Henson ou Usurkov mostrarem qualidade para agarrar a titularidade na posição 4, muita atenção a estes Wizards!

 

11. Milwaukee Bucks

Os vencedores do Este na fase regular da época passada mantêm o seu roster quase inalterado, tendo apostado os seus recursos na manutenção de Giannis e Carter-Williams sob contrato. É uma aposta que pode dar frutos, é certo, mas continua muito dependente da total afirmação de um dos bigs de Milwaukee, Monroe ou Bender, preferencialmente de ambos, se querem ser verdadeiros candidatos ao título.

 

12. Toronto Raptors

Um lugar abaixo dos vencedores da fase regular, estão os vencedores da conferência e que forçaram os eventuais campeões Lakers a 7 jogos. A equipa do Canadá tem sido uma das mais consistentes no Este, durante a última meia década e é de prever que continuem a ser uma das boas equipas da conferência.

 

13. Memphis Grizzlies

Os Grizzlies conseguiram substituir o retirado Zach Randolph de forma perfeita, com Serge Ibaka, mas o problema de fundo dos Grizzlies mantém-se: a equipa de Memphis é uma das mais envelhecidas com o único dos seus nove jogadores mais usados abaixo dos trinta anos a ser precisamente o recém-chegado Ibaka, também ele já com 29. O rebuilding terá que acontecer mas, para já, é de crer que os Grizzlies se mantenham razoavelmente competitivos no Oeste.

 

14. Los Angeles Clippers

O core dos Clippers, constituído por Chris Paul, Blake Griffin e DeAndre Jordan tarda em afirmar-se como uma verdadeira força no Oeste, tendo mesmo falhado os playoffs na temporada passada. A adição de Andrea Bargnani quando o jovem Poetl procura também a sua afirmação num frontcourt bastante saturado é também algo difícil de perceber. Destaque pela positiva para a adição do grego Domenikos Karpatios, na tentativa de substituição do precioso JJ Redick.

 

15. Miami Heat

Os Heat foram uma das piores equipas da temporada passada, precisamente na temporada em que defendiam o título conquistado em 2016 e, com isso, tiveram uma das primeiras escolhas no draft. Com a 2ª pick Miami escolheu o italiano Leonardo Savarese o que, aliado à surpreendente adição do veteraníssimo (mais ainda muito competente) Dirk Nowitzki, pode ser suficiente para voltar a levar os Heat à postseason.

 

16. Chicago Bulls

Terminou uma era em Chicago com a saída da cara do franchise ao longo da última década Derrick Rose. Ainda assim, os Bulls estão bem apetrechados no backcourt, com muita qualidade e juventude, como Sidy N'Dir ou Caris LeVert, aos quais se junta ainda Trey Burke. O problema de Chicago deverá passar mais pela falta de profundidade no frontcourt onde, para lá de Noah e Portis, existem poucas soluções comprovadas.

 

17. New York Knicks

Os Knicks têm sido, de há alguns anos para cá, uma equipa que ora atinge os playoffs por pouco, ora fica tangencialmente de fora. As perspectivas para esta temporada não são diferentes, apesar da adição do veterano Deron Williams.

 

18. Atlanta Hawks

Já na temporada passada os Hawks eram apontados como uma equipa que faria uma má temporada e acabou por largamente exceder as expectativas. Esta época parece começar no mesmo sentido, apesar da chegada de Derrick Rose. O cinco base dos Hawks é forte, com Rose, Exum, Brown, Millsap e Cody Zeller, mas é preciso que o banco consiga contribuir se Atlanta quer chegar aos playoffs.

 

19. Phoenix Suns

Os Suns tentam esta temporada entrar, de mansinho, nos playoffs do Oeste e, com as chegadas de Steven Adams e, principalmente, Chandler Parsons, essa é uma possibilidade. Tudo dependente um pouco do salto qualitativo que os rookies da temporada passada (Sabonis e Pope) dêm, juntando-lhes ainda a contribuição das escolhas deste temporada, em especial Thomas Yockey.

 

20. New Orleans Pelicans

Anthony Davis continua a ser um dos melhores jogadores da liga mas, com a super-estrela de New Orleans a atingir a maturidade da sua carreira, aos 25 anos, continua a faltar um supporting cast condizente com o valor de Davis. A escolha de Tavaris Jackson com a 3ª pick do draft é, ainda assim, uma excelente ajuda para as ambições dos Pelicans.

 

21. Cleveland Cavaliers

Depois de um ano de “ressaca” com a saída de LeBron James para Portland, os Cavaliers procuram reconstruir em torno de Kevin Love e Kyrie Irving. Para isso a turma de Cleveland trouxe alguns nomes já com alguma experiência e qualidade como George Hill ou Meyers Leonard, para além, claro, do rookie Jason White, escolhido com a quarta pick do draft. Os Cavaliers são mais uma das equipas na “bolha” dos playoffs no Este, com legítimas aspirações a estarem presentes na postseason, mas fica difícil vê-los a fazer algo mais que isso.

 

22. Orlando Magic

Orlando foi uma equipa com claros problemas em transformar o seu core muito jovem em algo competitivo ao próximo nível e esta offseason foi a confirmação de que essa estratégia está a mudar. Depois de, na temporada passada, terem trazido nomes mais experientes para a Flórida como Nicolas Batum e OJ Mayo, esta temporada deixaram sair Victor Oladipo, optando antes por apostar num outro SG de futuro, o jovem De'Vante Alex. Os Magic têm, em teoria, um roster muitíssimo interessante, mas a ideia que passa é que continua a faltar um verdadeiro superstar que transporte esta equipa para o patamar seguinte.

 

23. Denver Nuggets

Os Nuggets são um desastre em termos de gestão. Se é certo que têm nomes interessantes como Gary Harris, Kenneth Faried ou Emmanuel Mudiay (os dois primeiros pouco utilizados), têm também um vasto número de jogadores com contratos claramente inflaccionados para o valor que trazem ao franchise, como são exemplo Tony Wroten ou JJ Hickson. Os Nuggets têm as peças indicadas para conseguirem um rebuild relativamente rápido, mas as adições dos veteranos Sefolosha e JJ Redick parecem indicar que a equipa está no caminho exactamente oposto.

 

24. Brooklyn Nets

É difícil a posição dos Nets, depois da aposta arriscada de há cinco anos atrás em Garnett e Paul Pierce não ter resultado, hipotecando o futuro a longo prazo da equipa. Os Nets continuam a sofrer com isso, sem picks no draft para conseguirem a necessária infusão de talento jovem na equipa. Apesar das perspectivas para esta temporada estarem longe de serem animadoras, vários jogadores de peso na folha salarial estão em final de contrato e peças como Brook Lopez podem ser atractivas na trade deadline.

 

25. Utah Jazz

Utah está numa situação parecida com a de Orlando mas, apesar de tudo, parece ter mais talento puro e, acima de tudo, flexibilidade contratual após esta temporada, com Gordon Hayward e Derrick Favors em final de contrato. O facto de terem conseguido assinar com Al Jefferson na temporada passada e, esta época, com Jrue Holiday, jogadores de qualidade, mas com contratos curtos, dá aos Jazz a capacidade de, se tudo correr bem, serem competitivos já esta temporada mas sem, por outro lado, hipotecarem a sua estatégia de futuro.

 

26. Detroit Pistons

Detroit era também apontada como uma das piores equipas (a pior mesmo) antes do início da época passada e acabaram por conseguir o acesso à postseason. Não é impossível que aconteça o mesmo este ano. Ainda assim, o futuro de Detroit parece algo mais risonho, com a chegada de dois bons jovens valores, Williams Lattimore e Abraham Reed, que poderão complementar o núcleo duro de Jackson, Drummond e Harris.

 

27. Sacramento Kings

Que dizer dos Kings? É verdade que conseguiram um bom jogador em Dennis Schroeder, num contrato acessível, precavendo o declínio de Rajon Rondo, mas pouco mais de favorável há a dizer sobre esta equipa. DeMarcus Cousins e Rudy Gay estão em final de contrato e com eles a experiência falhada em Sacramento. O primeiro, contudo, é uma peça importante a longo-prazo em Sacramento. Existem é muitas dúvidas sobre se Boogie irá manter-se na Califórnia após esta temporada.

 

28. Charlotte Hornets

A experiência de três point guards com Lillard, Kemba e Clarkson falhou de tal forma que o último acabou mesmo por fazer apenas meia época em Charlotte. Ainda assim e como é evidente, há valor no roster dos Hornets, principalmente com a boa época de rookie de Ivan Rabb e, claro, com a chegada da pick número 1 do draft deste ano, Harry DeMille.

 

29. Dallas Mavericks

Difícil imaginar Dirk Nowitzki com outra camisola que não a dos Mavericks, mas isso vai mesmo acontecer, com o alemão a juntar-se aos Miami Heat. Em Dallas, a estatégia passou por assinar com Jeff Teague e Otto Porter Jr., dois bons valores obviamente mas, mesmo sem contar com a excelente evolução que Skal Labissiere tem tido, falta claramente talento a este roster dos Mavericks.

 

30. Oklahoma City Thunder

Depois de perderem Durant a temporada passada, esta época foi a vez de saírem Westbrook e Ibaka, sendo o adeus definitivo ao core que em tempos se pensou poder dar múltiplos títulos a OKC. Na offseason os Thunder tentaram basicamente acumular o máximo de assets que conseguiram, nomeadamente Rudy Gobert, esperando portanto pelo mais que provável rebuild que se seguirá nas próximas épocas.

Editado por Mesquita

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Sixers win season debut for the first time since 2013

Boxscore

 

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Os Sixers abriram em casa a nova época da melhor forma, vencendo os Memphis Grizzlies por onze pontos, 83-72, alcançando assim um início de temporada vitorioso, algo que já não acontecia desde Outubro de 2013, quando os Sixers venceram os Miami Heat (de LeBron James, Dwyane Wade e Chris Bosh) num brilhante jogo de estreia de Michael Carter-Williams.

 

Desta feita, contra os Grizzlies, existiram também vários estreantes, com Cedric Stephens Jr. a ser quem esteve em mais destaque, liderando os marcadores com 17 pontos, e ainda a dupla de até agora companheiros Russell Westbrook e Serge Ibaka que se estreavam nas novas equipas, jogando precisamente um contra o outro. Foi o base quem saiu por cima, num jogo em que Ibaka até foi efectivo, estando próximo do duplo-duplo com 9 pontos e 8 ressaltos, ao contrário do seu colega de tabelas Marc Gasol, que foi limitado a apenas 2 pontos, falhando os 7 lançamentos de campo que tentou.

 

O jogo desde cedo começou fácil para os Sixers, que abriram uma vantagem de dez pontos logo no primeiro período que lhes permitiu gerir o resto da partida, assente particularmente na boa defesa, limitando a apenas 31 pontos na primeira parte.

 

Up Next: Os Sixers rumam a Boston para defrontar um dos seus mais directos rivais em perspectiva, na luta pelo Este, os Celtics; os Grizzlies esses terão nova tarefa difícil no seu home-opener contra os San Antonio Spurs.

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Sixers lose wild one in Milwaukee, drop to two games behind surprising Cavs

Boxscore | Standings

 

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Depois da vitória caseira frente aos Memphis Grizzlies, Philadelphia teria uma série de três jogos fora de portas nos próximos quatro. O resultado: duas vitórias e duas derrotas que deixam os Sixers a dois jogos de distância dos surpreendentemente invictos líderes do Este Cleveland Cavaliers.

 

Primeiro deu-se uma vitória importante em Boston, frente a uma das boas equipas do Este, os Celtics, por 103-89, numa partida que começou a pender para o lado dos Sixers apenas na segunda parte, muito graças aos contributos interessantes de Dario Saric e Jamal Murray vindos do banco. De seguida, em Los Angeles frente aos Clippers, surgiu a primeira derrota da época, por dez pontos, 91-101, num jogo em que os Sixers começaram francamente mal, estando a perder por 20-5, desvantagem que acabaram por recuperar até ao intervalo. O terceiro período foi equilibrado, com Philadelphia a entrar no derradeiro parcial com um ponto de vantagem, mas com os Clippers a rapidamente abrirem nova vantagem na ordem da dezena de pontos da qual não mais os Sixers recuperaram.

 

De regresso a casa, os Sixers voltaram às vitórias, desta feita frente aos Hornets, por esclarecedores 113-88, num jogo em que Russell Westbrook entrou a todo o gás, estando presente, marcando ou assistindo, em 23 dos 30 pontos que os Sixers fizeram no primeiro período. Com esta ajuda do seu mais novo elemento, os Sixers abriram uma boa vantagem, que souberam depois gerir até final, com a clara superioridade nas tabelas (51 ressaltos contra 29) a ser o factor mais decisivo.

 

Por fim, num jogo de loucos, com muitas mudanças de liderança e que começou desde logo a todo o gás, com um 44-38 no primeiro período, os Sixers acabaram mesmo por [/b]sair de Milwaukee derrotados por 115-112[/b], o seu segundo desaire da época, apesar de terem três jogadores a marcarem vinte ou mais pontos, incluindo Lou Williams, vindo do banco e ainda os dezoito alcançados por Cedric Stephens Jr.. Os Bucks acabaram por abrir uma vantagem interessante no 4th que Philadelphia não mais soube anular, acumulando assim a sua segunda derrota em três jogos fora de portas, mas nada de preocupante ainda, numa fase tão permatura da época.

 

Up Next: Os próximos três jogos dos Sixers são, em teoria, relativamente fáceis, com deslocações a New York e Brooklyn, antes da recepção aos Kings; os Bucks vão a Indiana antes de receberem os surpreendentes Cavaliers.

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Man down; Sixers defeat Kings but with a cost

Boxscore | Standings

 

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Têm sido complicadas as últimas partidas para os Sixers, com duas lesões a marcarem o último conjunto de jogos. Primeiro foi o center Joel Embiid, a ter uma torção no tornozelo durante o segundo período da vitória dos Sixers no Brooklyn por 90-71. O center de Philadelphia estaria de fora cerca de oito partidas.

 

Já sem o center Embiid e com Richaun Holmes a substituí-lo no cinco inicial, os Sixers mantiveram-se na zona de Nova Iorque, mas desta feita perdendo no Madison Square Garden por 101-95 contra os Knicks, num encontro em que a turma de New York também tinha um lesionado importante, Carmelo Anthony. Ainda assim, foram os Knicks a vencer, muito graças ao grande número de vezes que foram à linha e, claro, devido à grande exibição de Deron Williams, que somou 30 pontos em 17 lançamentos.

 

Na noite de ontem os Sixers regressaram às vitórias, de forma esclarecedora, por quase 40 pontos, contra os Kings, com destaque para um terceiro período mortífero onde Russell Westbrook acumulou 15 pontos, num parcial que os Sixers venceram por 29-4, decidindo definitvamente a partida. Este encontro teve também boas exibições de Brandon Ingram, com um contributo importante em vários campos estatísticos (16 pontos, 13 ressaltos, 6 assistências, 5 steals e 2 blocks) e de Richaun Holmes, que obteve 20 pontos lançando a 80% de eficácia em lançamentos de campo.

 

Mas nem por isso as más notícias terminaram. No último período foi a vez de Cedric Stephens Jr. sair lesionado, mas, felizmente, nada de muito grave, indo ainda assim falhar três jogos, todos fora de portas, numa série que se prevê complicada para uns Sixers a acumular baixas importantes.

 

Up Next: Os Sixers enfrentam de seguida uma roadtrip de quatro jogos, com paragens em Denver, Detroit, Oklahoma City e Portland; os Kings continuam fora de portas, deslocando-se de seguida à Oracle Arena para defrontarem os Warriors.

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Despite getting Stephens Jr. back, Sixers lose in Portland in OT

Boxscore | Standings

 

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Previa-se complicada a roadtrip dos Sixers, sem poderem contar com duas das suas principais figuras, Joel Embiid e Cedric Stephens Jr., com este último a ser uma possibilidade para o quarto jogo, em Portland, possibilidade essa que se acabou por confirmar. O que também se confirmou foi a dificuldade que se esperava para os Sixers, que acabaram por vencer apenas um dos quatro jogos fora de portas, chegando assim a um record que é, neste momento, de 6 vitórias e 6 derrotas, o que deixa a equipa de Philadelphia num abaixo do esperado 11º posto do Este.

 

A roadtrip começou em Denver, com os Sixers a perderem na Mile High City por 99-87. Seguiu-se nova derrota, desta feita em Detroit, por 96-93, numa partida em que os Sixers construíram cedo uma enorme vantagem que acabou por se esfumar, com os Pistons a vencerem os segundo e terceiro períodos por um resultado combinado de 49-23, muito graças a Reggie Jackson, que terminou a partida com 32 pontos.

 

De seguida, deu-se a única vitória desta série, no pavilhão dos Thunder, por 117-96, numa partida onde diversos Sixers estiveram a bom nível, particularmente Brandon Ingram com 33 pontos (o seu melhor até agora esta temporada), Russell Westbrook (que conseguiu 19 pontos, 8 assistências e 6 roubos de bola) e ainda Richaun Holmes, com um duplo-duplo.

 

O último dos quatro jogos fora de portas era contra os super-competitivos Trailblazers de Ben Simmons e LeBron James e, já com Cedric Stephens Jr. de regresso (com uns interessantes 14 pontos, 7 ressaltos e 8 assistências) não foi de estranhar que Philadelphia desse luta. Ingram e Westbrook combinaram para 59 pontos mas, apesar de tudo, isso não chegou, com Portland a acabar mesmo por vencer, ainda que precisando de tempo extra.

 

Os Sixers caiem assim para fora da zona de playoff mas não há ainda motivo para alarme já que, para além de ser ainda muito cedo na época, os Sixers tiveram apenas 3 jogos caseiros nos 12 que já disputaram e têm ainda tido algumas contrariadades com lesões a dificultarem mais as coisas.

 

Up Next: Os Sixers regressam finalmente a casa, para jogos frente a Raptors e Hawks; os Trailblazers têm novo confronto difícil frente aos seus adversários directos Minnesota Timberwolves, naquele que é o segundo de cinco jogos caseiros seguidos para Portland.

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espn.com Power Rankings:

 

1. Los Angeles Lakers

Os campeões da temporada passada não parecem ter parado e começaram a época tal como tinham acabado a anterior: em grande. Durant e companhia vão liderando invictos o Oeste, já com uma boa vantagem para todos os adversários que não se chamem Minnesota Timberwolves.

 

2. Minnesota Timberwolves

 

3. Boston Celtics

 

4. Portland Trailblazers

 

5. Cleveland Cavaliers

Finalmente parece que Kyrie Irving e Kevin Love podem levar os Cavaliers a serem novamente competitivos, sem LeBron James. Para já vão liderando o Este, com apenas 2 derrotas e com um dos calendários mais complicados até agora, com 3 jogos caseiros apenas e 9 fora de portas.

 

6. Philadelphia 76'ers

Quem também tem tido dificuldades no calendário são os Sixers, mas com um registo até ao momento bem mais modesto que o dos Cavs. As seis vitórias e seis derrotas deixam Philadelphia bem fundo no Este, mas a equipa de Philadelphia tem tudo para recuperar na tabela, já que os indicadores estatísticos mostram que são bem melhores que o seu record demonstra, com o sétimo melhor +/- da liga, muito fruto daquela que é, até agora, a terceira melhor defesa da NBA.

 

7. Phoenix Suns

 

8. Washington Wizards

 

9. Toronto Raptors

 

10. Chicago Bulls

 

11. Indiana Pacers

 

12. Atlanta Hawks

 

13. Charlotte Hornets

 

14. New York Knicks

 

15. Milwaukee Bucks

 

16. Golden State Warriors

Os Warriors tiveram um começo complicado e, fruto dos excelentes inícios de temporada de Lakers, Timberwolves e, em menor escala, Trailblazers, vêem-se já algo longe das posições cimeiras da liga. Ainda assim, vão estando em posição de playoffs e têm tudo para melhorar.

 

17. New Orleans Pelicans

 

18. Orlando Magic

 

19. Miami Heat

 

20. Utah Jazz

 

21. San Antonio Spurs

Embora estejam ainda em lugar de playoff, tem-se notado e bem a ausência da “força espiritual” de Tim Duncan. Ainda assim, San Antonio tem talento e, mais ainda, experiência suficiente para dar a volta a este início de época menos fulgurante.

 

22. Brooklyn Nets

 

23. Detroit Pistons

 

24. Dallas Mavericks

 

25. Houston Rockets

 

26. Los Angeles Clippers

 

27. Sacramento Kings

 

28. Memphis Grizzlies

Ibaka veio colmatar a saída de Zach Randolph mas parece que é mesmo desta que os Grizzlies, afundados na tabela do Oeste, foram apanhados pelo envelhecimento do seu plantel. Jogadores como Mike Conley ou mesmo Marc Gasol podem animar o mercado, se a equipa de Memphis se decidir mesmo por um rebuild drástico.

 

29. Oklahoma City Thunder

 

30. Denver Nuggets

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Isso continua a ser Ingram show!!!

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Arranjou um sidekick. :mrgreen:

 

E mandares um dos teus bigs embora? Ficas com Saric, Holmes, Mozgov e um deles, Noel ou Embiid?

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Mandar embora para quê? Ainda estou umas centenas de milhar de euros abaixo do cap, para já não considero grandes mexidas.

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Embiid helps Sixers get first three-game winning streak of the season

Boxscore | Standings

 

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Foi complicado o início de temporada para os Sixers, com muitos jogos fora de portas e com lesões a afectarem a equipa, primeiro com Cedric Stephens Jr., já de regresso, e depois com Joel Embiid que fez ontem o primeiro jogo depois de recuperar de uma lesão que o afastou por quase três semanas.

 

Antes de Embiid regressar, em Miami, os Sixers tiveram dois jogos caseiros, nos quais se mantiveram cem por cento vitoriosos em partidas disputadas no Wells Fargo Center. Primeiro Philadelphia recebeu e bateu os Toronto Raptors por 104-92, num jogo de muitas runs onde os Sixers acabaram por conseguir estabilizar a partida definitivamente no quarto período, e seguiu-se nova vitória caseira, desta feita contra os Atlanta Hawks, por 123-118, num jogo onde a vantagem de Philadelphia nas tabelas foi determinante e no qual várias exibições de qualidade saltaram à vista, desde logo com sete jogadores em double figures e ainda com Brandon Ingram, Russel Westbrook e Jamal Murray (este vindo do banco) a atingirem duplos-duplos, com Nerlens Noel e Richaun Holmes a ficarem também muito perto desta marca (Noel a 2 ressaltos, Holmes a 1 ponto apenas).

 

Por fim, na noite de ontem, seguiu-se a visita ao pavilhão dos Miami Heat, para testar a força destes Sixers com o seu roster de regresso à maxima força com o regresso de Joel Embiid, ainda que vindo do banco para começar. O primeiro período foi de loucos, com os Heat a lançarem e acertarem de qualquer lado, atingindo os 47 pontos, com 16 lançamentos em 19 tentados e ainda falhando apenas 1 dos 15 FT's que tentaram. Os Sixers não se deixaram desanimar, conseguindo minimizar os danos e conseguindo eles próprios 42 pontos, muito graças a Russel Westbrook que amealhou 18 pontos nos primeiros doze minutos, pontos que ele elevou para 26 até ao intervalo, numa altura em que os Sixers estavam já apenas a 3 pontos.

 

A segunda parte não começou da melhor forma, com Ingram a acabar mesmo excluído por faltas bem cedo no 3º período, mas com os Sixers a acabarem mesmo por abrir uma vantagem de 11 pontos, suficiente para ser gerida até final, num jogo em que, no seu regresso vindo do banco, Joel Embiid amealhou um duplo-duplo de 12 pontos e 10 ressaltos, ofuscado contudo pela brilhante exibição de Russell Westbrook que atingiu o seu melhor registo da temporada com 39 pontos.

 

Up Next: Os Sixers deslocam-se de seguida a Utah para defrontar os Jazz, antes de um duplo confronto com os Nets, primeiro em casa e depois no Barclays Center; os Heat jogam em Toronto e em Brooklyn antes de começarem uma série de quatro jogos caseiros.

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Mandar embora para quê? Ainda estou umas centenas de milhar de euros abaixo do cap, para já não considero grandes mexidas.

 

Acho que isso ia funcionar melhor com o Holmes + Embiid/Noel que Noel/Embiid. Arranjavas picks para algo mais ou mais um para juntares ao Westbrook, Ingram, para formar um Big3. Neste caso seria Big4.

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O Holmes para já vai-me dando jeito na 2nd unit, juntamente com o Murray e o Lou Williams. Quero ver como isto carbura sem lesões para depois então ver se são precisos ajustes.

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Desculpem interromper a conversa, mas há maneira de sermos nós o treinador?

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Dassss!!! medinho.gif

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