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andriy pereplyotkin

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Tudo que andriy pereplyotkin publicou

  1. O que se passou em Coimbra este fim-de-semana (à semelhança do que se tinha passado no jogo com o Covilhã) foi uma vergonha. As perdas de tempo são premiadas na liga do #purofutebol. De alguma forma o redes do 1º Dezembro, que passou tanto tempo no chão como de pé, acabou como melhor em campo. Cada vez mais no barco do tempo cronometrado do @Descartes.
  2. O que tem o Boavista a ganhar com isto? Bonito. Parabéns. O associativismo é uma m*rda muito tocante. Coitado, ele parece genuinamente um tipo sério e porreiro. Ainda para mais as relações de balneário são importantes para esta malta, são segundas famílias. Se quiseres hoje o estádio está aberto e há grande festa dos 138 anos, com homenagem ao Adrien. Pago copos!
  3. Não falta por aí quem queira defender tudo e o seu contrário
  4. Para quem tenha dúvidas ou ache que isto é má língua, isto vem direto do site da Liga:
  5. Os partidos de esquerda deviam fazer recuar os candidatos que apoiam e apoiar o candidato que não quer ser de esquerda!
  6. Mais respeito ao grande educador da classe operária.
  7. Olhando para os restantes candidatos talvez seja melhor cancelar as eleições então.
  8. Mesmo dando de barato o Livre, no caso do BE continuo a ver dificuldades em ver o Seguro como alguém que pudesse falar por eles num ciclo eleitoral. Um candidato apoiado pelo Júdice poderá representar um eleitor do BE? Há um limite para esse exercício, principalmente à primeira volta. Havia, sem dúvida, espaço para um candidato mais ou menos unificador à esquerda. Mas não se pode inventar o que não existe no boletim. O Seguro não representa nem sequer os interesses de parte do PS, quanto mais dos restantes... aceitá-lo como candidato único do espectro político seria condenar a população a meses de debate sem uma voz de defesa de ideias de esquerda.
  9. Como perguntei ao Tio, pergunto a ti. Como é que o Seguro (em particular ele, já nem falo de uma Alexandra Leitão) pode representar os interesses de um eleitor da CDU, por exemplo?
  10. Se o Seguro chegar à segunda volta podes dar esses exemplos. Neste caso é incomparável. Essa eleição do Sampaio era uma pré-segunda volta, não havia mais candidatos. Aqui há Seguro, Gouveia e Melo, Marques Mendes, Cotrim e Ventura, só falando de candidatos relevantes ao centro/direita (não vamos confundir o Seguro com um perigoso esquerdista). A lógica seria deixar passar um ciclo eleitoral sem que ninguém defenda os interesses e preocupações de quem está mais à esquerda? Acho que faria todo o sentido o BE e o Livre apoiarem o António Filipe, evidentemente o melhor candidato presidencial à esquerda. Já um apoio conjunto ao Seguro parece-me mais um tiro no pé. Eu não ia votar nele certamente.
  11. Por um lado nem assim chegava à segunda volta. Por outro, como se justificava isso? Há algum universo no qual o Seguro possa representar os interesses e preocupações da CDU p.ex? Como é que isso se explica a um eleitor?
  12. Se o Udoka tiver poder, o Reed Sheppard não acaba o ano em Houston.
  13. Uma opinião não é uma certeza. E sim, daria jeito conhecer o modelo e ver o seu impacto para concretizar essa opinião, mesmo que seja outro desporto. A forma de implementação também tem implicações no seu resultado. Não vejo como é que o ruído pode aumentar ainda mais. Já não se fala de mais nada. Vamos em outubro e os três grandes já andaram todos em trocas de comunicados. Se a culpa é dividida, o foco é menor num único elemento. Achas muito difícil existir essa discórdia entre adeptos e treinador? Basta o gajo estar numa fase negativa que isso é mais uma arma de arremesso.
  14. Não sabes como funciona, não acompanhas, mas tens certezas. Um pouco ilógico, não? Eu por acaso imagino muito facilmente um colega de bancada a gritar com o treinador porque ele pediu ou não pediu revisão de um determinado lance, tal como grita por não substituir um jogador ou não mudar a táctica. Se pode ter acção, passa a ter responsabilidade. Uma medida como esta não serve para resolver a toxicidade do futebol (português). Isso precisa de um trabalho de fundo enorme e de medidas em múltiplos domínios. Mas não vejo mal em dividir o ónus entre os intervenientes de jogo. Quanto ao número de paragens, só seriam muitas se tivessem razão, e se tiverem razão nada contra.
  15. Tu fizeste o seguinte post: Eu respondi diretamente e dei o exemplo de um desporto onde há regras de interpretação e onde há challenges limitados por equipa. Como é que havia de imaginar que afinal não era sobre isso que querias falar? Por acaso o ónus é apontado a todos, há mais divisão de culpas. Não faltam críticas a treinadores que são maus a gerir challenges e que se deixam levar pelos jogadores ou pela emoção.
  16. Na NBA também existem challenges limitados e há regras de interpretação.
  17. Estás a postar de San Salvador? Pisca os olhos se precisares de ajuda.
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