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SEMANA DE 20 de OUTUBRO CH 100 - BREST - FRANÇA 1ª Ronda QUALY Jaime FARIA [2, ALT] [ATP - 128] vs Constantin Bittoun KOUZMINE (FRA) [WC] [ATP - 633] 62 62 2ª Ronda QUALY Jaime FARIA [2, ALT] [ATP - 128] vs Edas BUTVILAS (LIT) [8] [ATP - 300] CH 100 - SIOUX FALLS - USA 1ª Ronda QUALY Francisco ROCHA [ALT] [ATP - 742] vs Kenta MIYOSHI (JPN) [12] [ATP - 585] CH 75 - SUZHOU - CHINA 1ª Ronda Frederico SILVA [ATP - 245] vs Qualifier Henrique ROCHA [3] [ATP - 161] vs Duje AJDUKOVIC (CRO) [ALT] [ATP - 350] O Jaime lembrou-se que tinha muitos pontos a defender e que talvez fosse boa ideia entrar nos Challengers.
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O Holger Rune sofreu uma rotura total do tendão de aquiles na meia final de Estocolmo. Tempo de paragem estimado: 1 ano.🥺
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Não sei se estou a perceber bem a linha de argumentação, mas vamos a dados. Comparando os períodos 1990-1995 e 2020-2025: Período 1990-1995 Taxa de Juro 1990 - 14,5% 1991 - 14,5% 1992 - 14,5% 1993 - 13% 1994 - 10,5% 1995 - 9,5% Inflação 1990 - 13,6% 1991 - 11,8% 1992 - 9,6% 1993 - 6,8% 1994 - 5,4% 1995 - 4,2% Atualização salarial 1990 - 11,1% 1991 - 14,6% 1992 - 11,0% 1993 - 6,5% 1994 - 4,0% 1995 - 5,5% Período 2020-2025 Taxa de Juro 2020 - (0,3%) 2021 - (0,5%) 2022 - (0,5%) 2023 - 2,8% 2024 - 3,9% 2025 - 2,6% Inflação 2020 - 0,0% 2021 - 1,3% 2022 - 7,8% 2023 - 4,3% 2024 - 2,4% 2025 (set) - 2,4% Atualização salarial 2020 - 5,8% 2021 - 4,7% 2022 - 6,0% 2023 - 7,8% 2024 - 7,9% 2025 - 6,1% E a conclusão que eu devo retirar, pelo que percebi, é que utilizando estas variáveis hoje vive-se pior do que na geração anterior. Peço desculpa mas não consigo chegar a tanto...
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Vamos acabar por entrar numa discussão conceptual que considero pouco interessante. Discutir o que é qualidade de vida, como se mede, o que significa estar melhor ou pior. Cada pessoa terá a sua visão e há argumentos de sobra para serem utilizados. O que é mais uma razão para discordar de quem apresenta o postulado de que os jovens agora vivem pior do que a geração anterior. Ainda por cima dizendo que tal acontece pela primeira vez na história. Apresentando essa conclusão como se fosse um dogma, quando não passa apenas de uma visão que tem sido induzida nos próprios jovens alimentando o seu desencanto e conduzindo-os a opções políticas mais extremistas para "mudar o sistema" que os trouxe a esta miséria. E esse exemplo que apontas das pessoas que são sobre-qualificadas para as funções que desempenham é excelente para perceber que há mais do que uma perspetiva para se olhar para a realidade. Podemos afirmar, com razão, que um detentor de curso superior tem hoje mais dificuldade em encontrar um emprego qualificado do que tinham na geração anterior. Mas podemos igualmente dizer que os caixas de supermercado são hoje mais qualificados e estão mais preparados para evoluir em termos profissionais do que estavam na geração anterior.
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[Taça de Portugal] Tópico geral
Descartes respondeu a Serpa Pinto em tópico Resultados e Prognósticos de Futebol
Foi o melhor que vos podia ter acontecido. -
O Nuno Borges defronta o Medvedev na 1ª ronda de Viena.
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E era por aí. A questão é que hoje o "mesmo sítio" está mais alargado. A área de influência das grandes cidades tem aumentado e, por consequência, aquilo que é entendido por periferia. Quando há 30 anos os jovens não tinham condições de comprar casa em Lisboa ou na sua 1ª coroa de influência iam para Corroios, para a Amora ou para a Sobreda da Caparica. Agora o jovem médio já não tem condições para morar aí e vai para Fernão Ferro, para a Quinta do Conde ou Pinhal Novo. A questão é que, hoje como ontem, vai-se morar para onde se pode. Não é por isso que a qualidade de vida é pior (descontando a questão da mobilidade que, esse sim, é um dos aspetos em que concordo que se vive pior agora). Além disso, como referiu o @Quan Chi, as casas hoje têm melhores condições de habitabilidade. Claro. O que é um dado relevante a ter em conta antes de se dizer, tout-court, que a geração atual vive pior do que a dos seus pais. A mulher do Anti-Zio é israelita? E assim começa a explicar-se a aversão dele...
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[Taça de Portugal] Tópico geral
Descartes respondeu a Serpa Pinto em tópico Resultados e Prognósticos de Futebol
Dois dos golos do Alpendorada foram do Pauleta. Isso é quase batota. -
Eu nunca disse que não existem dificuldades ou que a situação não está má. Muito pelo contrário, comecei por dizer que: " Sim, é um grande problema nos dias de hoje." Também nunca disse que acho que os jovens querem ir todos para Campo de Ourique. Foi claramente uma figura de estilo para suportar um argumento mas, lá está, essas interpretações literais e abusivas não acontecem só no Twitter. A questão que eu gostava de ver abordada num comentário feito como contra-argumento ao que eu disse era se a geração anterior tinha mais facilidade do que a tua no acesso à habitação. Não tinha. Claro que se pode alegar que nessa altura era mais facilitado o acesso ao crédito, o que é verdade, mas bem se viu no que deu com as bolhas imobiliárias, créditos mal-parados e imparidades. É muito discutível que alguém venha defender que antigamente se estava melhor porque os bancos emprestavam dinheiro que correspondia a 60% ou 70% de taxa de esforço do devedor.
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Essa também é uma boa linha de raciocínio. Podemos comparar as taxas de juro. Andámos desde 2016 a 2022 com taxas de juro negativas. Só a partir de meados de 2022 é que elas passaram a terreno positivo e nunca chegaram aos valores que se praticavam no início do século. Sim, antigamente havia a possibilidade de se aceder a bonificações nos juros. Porque eles eram bastante relevantes num crédito à habitação. Depois deixou de fazer sentido Os jovens que nos últimos 2 a 3 anos quiseram avançar para a compra de casa voltaram a ter esse problema (devido à COVID e guerra na Ucrânia que causou pressão inflacionista) mas não chegaram aos valores que os seus pais tiveram que suportar. Mesmo com bonificações.
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Meteste o (?) a seguir a "séculos". Ou seja, colocaste a dúvida no período temporal e não no postulado. Estavas a falar de Portugal (a exposição mediática do Ventura face ao Montenegro nos últimos anos e consequente crescimento da atratividade do Chega), por isso não entendo como alargas agora o espaço de análise à Europa. O fosso entre o top 20% e o bottom 20% não importa para nada nesta questão. Por duas razões: primeiro porque tanto o top 20% como o bottom 20%, bem como os 60% que ficam no meio pertencem todos à mesma geração; e depois porque se o top 20% passa de 100 para 500 e o bottom 20% passa de 10 para 40 o fosso agrava-se imenso mas todos melhoram a sua condição. O agravamento do fosso não é métrica para aqui chamada. Os impostos do capital também não nos servem de nada. É só conversa para quem sempre esteve bem na vida e serve para medir se hoje estão ainda melhor. Aplica-se apenas a uma minoria e não retrata a qualidade de vida da geração. Resta a questão de não ser notório o pulo na qualidade de vida entre quem nasceu nos anos 70 ou 80 e quem nasceu nos anos 90 ou 00. E é exatamente aqui que eu discordo frontalmente. Porque é mesmo notório esse pulo. E quem não o nota só pode ser por viés político-ideológico ou porque não estava cá há 30 ou 40 anos, ou seja, os próprios. Porque faz parte da condição humana que as novas gerações se queixem sempre das gerações anteriores. Vamos a factos notórios em Portugal porque é esse o ponto: Educação - Nunca houve uma geração tão qualificada como esta. Os números dos detentores de curso superior não têm qualquer comparação com o passado. Basta dizer que, para quem nasceu nas décadas de 70 ou 80 a escolaridade mínima obrigatória era o 2º ano do ciclo preparatório (hoje o 6º ano do ensino básico) e, depois, o 5º ano do liceu (hoje o 9º). Além disso o ensino superior estava praticamente vedado às pessoas provenientes da classes mais desfavorecidas e era ministrado apenas em meia dúzia de cidades no país. Hoje, principalmente com o ensino politécnico está espalhado por todo o lado e, apesar das dificuldades que continuam a existir, democratizou-se o acesso. Saúde - O SNS, mal ou bem, continua a dar resposta. É impossível dizer que a resposta de hoje é pior do que aquela que existia nos anos 90. E a evolução da medicina é incontestável. Há 30 anos certas doenças eram uma sentença de morte e hoje são curáveis ou controláveis (a começar na SIDA passando por várias formas de cancro). Emprego - Outra área incomparável. Os números do desemprego são substancialmente inferiores aos do passado. A que acresce o facto dos jovens de hoje, pelas suas qualificações e ambições, desprezarem empregos a que boa parte (a maioria?) dos seus pais não podiam fugir. Daí os crescentes números da imigração. Além disso a legislação laboral e os direitos conquistados pelos trabalhadores resultam no facto das condições de trabalho de hoje serem melhores do que eram antes. Consumo - O acesso a bens de consumo que existe hoje era algo inimaginável há 30 anos. Só mesmo nos livros de ficção científica. Se isso representa maior qualidade de vida ou não, é discutível, mas convenhamos... Poder de Compra - Os ricos sempre tiveram; os pobres nunca tiveram; a classe média hoje tem muito mais do que tinham os pais. Eu sei porque já andava por cá. Habitação - Sim, é um grande problema nos dias de hoje. Mas também era um problema igual ou maior há 30 anos. Os bairros de barracas não apareceram ontem, o crescimento das periferias não começou no ano passado. Há 30 anos a maioria dos jovens saía de casa dos pais quando se casava, endividando-se para a vida para comprar uma casinha (muitos estarão hoje ainda a pagá-la). Por vezes dá-me a ideia que os jovens hoje queixam-se porque não conseguem comprar ou arrendar um T3 em Campo de Ourique. Sim, mas os seus pais também não conseguiam. Tecnologia - Nem vale a pena falar, pois não? Em toda e qualquer área que se pretenda analisar, a vida de hoje é muito mais facilitada do que era há 30 anos pelos progressos tecnológicos exponenciais. La Palisse - Os jovens de hoje têm o apoio dos seus pais enquanto que os seus pais só tiveram o dos seus avós. Como a qualidade de vida dos pais é muito melhor do que a dos avós é fácil perceber quem tem hoje melhor vida. Conclusão: o pulo não é notório? De certeza?
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Depende. Se a noiva for muito feia duvido que haja algum juiz que condene.
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Um dia ainda hei-de perceber o objetivo de quem espalhou essa treta por todo o lado e o porquê de ter passado a ser considerada como uma verdade absoluta. Essa é outra história. A questão é que o teu tio não estará a infringir esta Lei ao utilizar uma máscara de apicultor para tratar das suas colmeias. Tal como ninguém estará a violar a Lei se usar máscaras de proteção sanitária ou quando anda a brincar ao carnaval na rua. Nem o uso de burka ou qualquer véu islâmico estará proibido nos locais de culto. E sim, o pessoal que anda com a cara tapada a causar distúrbios em manifestações ou em claques de futebol ou outros eventos e ativismos do género estará a infringir a Lei. Sejam de esquerda ou de direita. Sejam "terroristas antifas" ou membros dos 1143 da vida.
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SEMANA DE 13 de OUTUBRO CAT: SUB-14; Telde - Espanha Meia Final João DEUS [1] [S14 - 74] vs Jose Luis VEGA PONCE (ESP) [7] [S14 - 210] 06 26
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Semana de 13 de outubro M25 Monastir - Tunísia Quartos de Final Tiago PEREIRA [2] [ATP - 282] vs Eric VANSHELBOIM (UKR) [6] [ATP - 517] 46 67
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Leis do jogo. Novas propostas/regras
Descartes respondeu a Eden Hazard em tópico Jornais e outras publicações
Estas conversas vão dar sempre ao mesmo. Quando há propostas de alterações há sempre aqueles que, em vez de se questionarem sobre se as alterações trazem melhorias, optam por perguntar se as alterações vão resolver todos os problemas da humanidade. Como a resposta a esta última questão é sempre negativa, são contra. -
Porque os alemães mataram muitos judeus e agora é o karma.
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Só o Twitter? Típico de quem só lê as gordas. Aparentemente escapou a toda a gente que a proibição tem exceções. Por razões de saúde, de culto ou por motivos profissionais.
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Essa é a nova versão do "Antigamente é que era bom"? Mais uma mão cheia de votos no Chega.
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Leis do jogo. Novas propostas/regras
Descartes respondeu a Eden Hazard em tópico Jornais e outras publicações
Para quê? O Protocolo do VAR é conhecido publicamente há 3 ou 4 anos e continuam a aparecer aqueles que, a cada decisão que não lhes agrada, dizem do alto do seu conhecimento profundo "Pensava que o VAR só existia para lances de erros claros e óbvios"... As Leis do Jogo e os Regulamentos são públicas e continuam a surgir como cogumelos os exemplos de pessoas que não sabem o que é um fora-de-jogo posicional. -
Leis do jogo. Novas propostas/regras
Descartes respondeu a Eden Hazard em tópico Jornais e outras publicações
Pois. Mais vale continuar com a fogueira como está. Em que nós temos sempre razão e o árbitro está comprado pelos rivais. Isso é muito mais saudável. -
O japonês Shintaro Mochizuki confirmou hoje a sua entrada no TOP 100 com o apuramento para os quartos de final de Almaty ao vencer o Darderi.
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Tens o Lebo no ignore? Ou foi só preguiça de ires à página anterior?
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Leis do jogo. Novas propostas/regras
Descartes respondeu a Eden Hazard em tópico Jornais e outras publicações
Exato. E cabe-lhe a ele o risco de o árbitro não lhe dar razão impossibilitando-o depois de o voltar a usar. Valerá a pena usar essa possibilidade num lance duvidoso logo no início da partida? É claro que ele tem a certeza, mas... Eu gostava muito de ver esse cenário. Para fugir à monotonia do "a culpa é do árbitro" para passar ao "a culpa também é do treinador". -
Leis do jogo. Novas propostas/regras
Descartes respondeu a Eden Hazard em tópico Jornais e outras publicações
Admito que poderia ser muito mal recebido por parte daqueles dirigentes, treinadores e adeptos que gostam de passar para os árbitros as culpas dos seus insucessos. Porque a grande mudança seria passar a responsabilidade por acionar o VAR dos árbitros, como agora, para aqueles que se choram por terem sido prejudicados. Não haveria limite de vezes para chamar o VAR por jogo. Os treinadores (ou delegados) podiam chamá-lo as vezes que entendessem. Desde que tivessem sempre razão. Para evitar abusos perdem essa capacidade quando chamam o VAR e se comprova que não têm razão. Depois disso poderia, ou não, ficar essa possibilidade ao dispor da equipa de arbitragem. Esse ponto é que ainda não tenho posição firmada. Claro que faz. Não tivessem esgotado os "cartões VAR" em situações em que não têm certeza de que houve erro do árbitro. Mas, como disse antes, admito que, a partir dessa altura essa possibilidade continue em aberto mas apenas funcionando nos moldes em que existe hoje, sem a conceder à equipa que se sente lesada.
