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Tudo que Quan Chi publicou
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Em termos de salário deve ser caro para 3ª opção, pode ser por aí que o clube não o planeia manter a longo prazo. Do ponto de vista do jogador, deve ter a fezada que nos primeiros meses da época, em que vai ser n°2, vai conseguir mostrar serviço para poder continuar a n°2 num futuro em que vendemos o Samu ou o artista que há de chegar neste mercado.
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Podia ter chamado o Pepê.
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WTF Ainda bem que só vejo Disney Jr.
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https://www.abola.pt/noticias/chave-de-distribuicao-proposta-pela-liga-centralizacao-aprovada-com-80porcento-dos-votos-2026060811484357021 Para o escalão principal, a repartição será feita com base em cinco critérios. A maior fatia, correspondente a 44,2%, dependerá do mérito desportivo, que inclui a classificação final no campeonato, o histórico de posições e a contribuição para o ranking da UEFA. Outros 33,2% serão distribuídos em partes iguais por todos os clubes. Os restantes critérios englobam as assistências médias e audiências televisivas (17,6%), as condições para as transmissões (cerca de 3%) e a qualidade dos relvados, iluminação e infraestruturas para a comunicação social (1%). 1% fica para o Pedro Proença. Recuperando o que supostamente é feito nos outros principais campeonatos europeus: Seremos a liga com menor % de valor distribuído equitativamente por todos os clubes. E também vai ser giro perceber, caso venham a existir dados sobre isso, o rácio entre o clube que ganha mais e o clube que ganha menos. E qual é esse rácio lá fora.
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Dos jogadores que participaram na final da Champions, aqueles que terminaram a época com mais minutos nas pernas foram: Declan Rice (4.862), Vitinha (4.677) e Zubimendi (4.652). Victor Froholdt terminou a época com 4.702 minutos. Que máquina.
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Contratação mais cara da história do Boavista. E provavelmente assim permanecerá para sempre.
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Com cada história aí. Os dois colombianos que morreram com um trovão, o italiano que morreu no jogo de homenagem ao irmão falecido... Porra.
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Brasil-Marrocos, França-Senegal, Inglaterra-Croácia, Portugal-Colômbia e Espanha-Uruguai em teoria são bons jogos.
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Acho que vai ser suficientemente burro para falar mal do AVB. Ou para não fechar a porta a treinar um rival. Preocupar-me-ei se aparecer feito falso com lágrimas de crocodilo e a tentar "pacificar" o ambiente.
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Perdi 1-0 na final contra Portugal 2006, golo de Simão Sabrosa.
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Em teoria faria algum sentido que as jogadoras mais jovens dessa lista fossem para a B, no sentido em que jogadoras com potencial que não tiveram grande espaço na 2ª Divisão poderiam merecer uma oportunidade pela B na 3ª. A Cristina Ferreira e a Inês Oliveira foram duas suplentes bastante utilizadas, mas se o racional é trocar outra vez meio plantel para subir o nível, acaba por fazer algum sentido a sua saída. Varrendo o plantel no zerozero, das jogadoras com minutos na 2ª Divisão, de entre as menos utilizadas sobram a Matilde Vaz (19 anos, jogou mais na B que na A), a Tatiana Beleza (3ª GR com 29 anos, estranho não ter saído também), a Lenka Mazúchová (chegou no mercado de inverno, talvez tenha maior potencial que a Mady), a Sofia Silva (23 anos) e a Lara Filipe (20 anos).
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Fizeste-me lembrar quando trabalhei no BCP e os mais devotos diziam que a cor do banco não era cor de rosa, era cérise. A camisola é castanha, roxa ou vermelha escura. Rubi só é nome de cor no cabeleireiro. Não sei por que raio de metamorfose passou o Svilar na Roma, mas está no top-10 de guarda-redes mais valiosos no Transfermarkt (35M€ vs. 40M€ do Diogo). E depois da história toda da camisola 2, duvido muito que o AVB venda o Diogo por menos que 60M€ (bónus incluídos).
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Por essa foto nem dá para perceber se é castanho, roxo, vermelho escuro... vou esperar por mais imagens.
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Eu tento mentalizar-me que não sou e nunca serei mais inteligente ou mais perspicaz que o "mercado". E não tenho tempo nem saúde mental para andar sempre em cima das notícias e oráculos para tentar decidir o melhor momento possível para entrar ou sair numa posição. Mentalizando-me disto, tenho muito mais paz interior. E olha que só comecei a investir há 2 meses (acabámos de de pagar a casa) com posições já nos 4 dígitos, portanto se calhar até entrei na "pior altura" possível. Não posso pensar assim. Só penso em fazer os movimentos que me conduzam aos pesos de cada ativo na carteira que eu defini como objetivo no momento 0. Não estou a dizer para fazeres o mesmo. Mas pessoalmente vejo esse mindset de tentar adivinhar e antecipar o mercado como bastante perigoso. Não raras vezes leva a frustração, vendas em pânico, que consequentemente geram mais frustração... Pode tornar-se numa bola de neve. Daí a "força" psicológica de cada um ser tão importante.
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É a silly season, se não formos silly agora vamos ser quando?
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É muito estranho ver o nome do Chermiti misturado com Lewandowski, Fullkrug e Weghorst. Portanto o sonho é um Luuk premium, depois um miúdo meio trambolho e caro, e depois dois Luuks da Temu. @Tio Hans estamos a precisar de um dos teus "Não se preocupem".
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Não percebi a relação com o que escrevi. Não faço ideia de se existe burocracia e regulamentação a menos ou a mais. Eu tomava 3 medidas estruturais, todas altamente comunistas: - Expropriar todas as casas ao abandono, obrigando-se o Estado a reabilitá-las e a colocá-las no mercaso num prazo razoável - Taxar exponencialmente 2ªs, 3ªs, 4ªs, ..., casas - Taxar agressivamente casas (habitações) detidas por empresas O grande problema é que qualquer medida deste género demora ~10 anos a fazer efeito (e um governo dura no máximo 4 anos, e é se tiver sorte) e/ou é altamente improvável. Portanto nunca vai mudar, só vai piorar.
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Ao tempo que se anda com essa conversa de que construir demora muitos anos, que não é mentira, já dava para ter começado a construir no momento 0 e hoje ter o problema resolvido.
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Não falo dos MBAs porque não conheço, mas em relação às universidades portuguesas isso é uma falácia brutal. Falo do meu próprio exemplo. Licenciei-me em Economia na UÉvora e tirei um mestrado também em Economia na FEP. O grau de exigência foi o mesmo, a qualidade dos cursos também, e algumas as matérias do mestrado na FEP já eu as tinha dado na licenciatura na UÉ, pelo que esta licenciatura era bastante completa. Fui dos melhores alunos da UÉ e isso não gerou qualquer abordagem profissional. Na FEP fui um aluno médio e quase 1 ano antes de o terminar, já tinha emprego assegurado.
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Pessoalmente senti em vários momentos, incluindo ainda na adolescência, em que podia ter sido mais "bem sucedido" na vida se tivesse tido outro tipo de estímulos ou se tivesse apanhado professores daqueles que puxam mais por nós e nos marcam. Por outro lado, não mudava uma vírgula naquilo que vivi, por exemplo ver o pai de um amigo a fazer a barba com sabonete, ou a mãe de outro muito envergonhada porque tinha ficado sem leite para o nosso lanche. Foi esse tipo de infelicidades que hoje me permitem ter empatia pelas pessoas que têm menos do que eu. E a cereja no topo do bolo é trabalhar numa empresa que se vende como altamente inclusiva mas depois 90% das pessoas vieram da Católica e todas as primeiras linhas da Comissão Executiva têm um MBA nos EUA ou Inglaterra, daqueles que custam mais de 100k€.
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Na minha altura, na secundária, os betos (agro-betos, na verdade) também ficavam todos na turma A, não havia cá misturas. Depois 1 ou 2 turmas da malta da cidade, também segregadas - os meus pais moravam (e moram) num bairro que na altura era considerado "perigoso", ahah, um perigo do crl no Alto Alentejo - e as restantes turmas com a malta das vilas e aldeias à volta, também segregadas pelo prestígio da aldeia.
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Temos algum user ativo com menos de 10 anos de casa e 30 de idade?
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Por acaso o Diogo Leite na vaga do Prpic era fixe.
