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Quan Chi

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Tudo que Quan Chi publicou

  1. Mesmo considerando que nesta imagem há muita malta que vai jogar mais pelos sub-19 que pela B, o plantel está extensíssimo. Sobretudo no meio-campo.
  2. O treinador da B não pode esperar por janeiro... temos que aproveitar uma das pausas de seleções.
  3. É uma trivialidade, mas ao contrário do que parecia há uns meses, ficamos com um lote de capitães adequado: Diogo, Varela, Eustáquio, Zaidu / Martim / Cláudio Ramos.
  4. Renovar com o Diogo, dar-lhe um prémio de assinatura que cubra a rescisão com a Gestifute, mesmo que sejam vários milhões. Grande, grande mercado. Claramente ficamos dependentes de uma venda até 30 de junho, mas não posso criticar a ambição. Não saiu nenhum dos principais jogadores, e mesmo assim fizemos quase 80 milhões em vendas. Incrível. Várias coisas foram fantásticas neste mercado mas não há como não destacar as vendas do Otávio e do Gonçalo Borges. Foram 2 negócios a roçar a burla e que desbloquearam as entradas. Permitiram termos cá o Froholdt relativamente cedo, por exemplo. Mais 1 ou 2 semanas e se calhar ele tinha ido para outro lado. Agora imaginem o AVB num mercado em que "só" tem que comprar 4 ou 5 jogadores... o que até pode ser já o próximo mercado de Verão. Tipo vender 3 de entre Diogo, Varela, Froholdt, Mora e Samu, comprar os 3 substitutos mais o extremo e o médio que ficaram a faltar neste mercado. Pese a euforia, temos que tentar ter os pés assentes na terra. Os rivais investiram muito. Mesmo com o Sporting a sportingar no mercado, mesmo com o Lage a ser uma galinha sem cabeça, continuam a ter plantéis muito bons. Muita calma, jogo a jogo.
  5. É estranho não usarmos as vagas de >23. O Felipe Silva é o jogador mais velho da equipa, precisamente com 23 anos.
  6. Será que só vai sobrar mesmo o Grujic, ou vamos ficar com a folha limpa? É que olhem bem para esta lista... Que limpeza.
  7. E não há ninguém com um telescópio naqueles prédios? Sinceramente.
  8. Também não acho grave, só não é o ideal. Se riscar o Caicedo também, é um plantel de 23 jogadores. Sim, falei nisso. Mas ficaria com o Vasco Sousa no plantel. Na B não temos nenhum talento extraordinário, e por outro lado parece que vamos ter outra época em que toda a qualidade é pouca para ajudar a B. Não deites os foguetes antes da festa. E vendemos o Conceição, não é uma venda gigante mas ajudou muito.
  9. Aproveitando o esquema do zerozero. Riscando Diogo Fernandes, Zé Pedro, Grujic, Tomás Pérez e Vasco Sousa, e contando com o Kiwior, limpamos os excedentários todos mas ficamos com um plantel curto em quantidade, do meio-campo para a frente.
  10. 4 jogos, 0 golos marcados, 8 golos sofridos. Pior ataque, pior defesa, último lugar na classificação. Não há a mínima desculpa para não aproveitar esta pausa para mudar de treinador. Jogo muito partido, tivemos uma ou outra ocasião para marcar, mas o Diogo Fernandes tirou umas 5 bolas de golo, só não fomos goleados por causa dele.
  11. Conhecendo a postura do AVB no mercado, não acredito que o substituto para uma eventual saída do Diogo seja o Ricardo Velho. Gosto bastante do Cláudio Ramos, mas não tem pés para ser titular na nossa forma de jogar atual.
  12. Mas eu não quero tirar-lhe confiança. No seu estatuto atual, atrás do Alberto, Martim e Moura, está ótimo. Se o Moura entretanto não atinar, nada contra em ser ultrapassado pelo Zaidu nessa hierarquia. Entretanto vai haver Kiwior e até Prpic pelo meio, está bom assim. Com a saída do Zé Pedro, fico curioso para perceber quem é que vamos usar para dar pontualmente descanso ao Alberto enquanto o Martim estiver lesionado. Será que o Nehuén vai fazer uns minutos aqui e ali a lateral?
  13. O Gül agora não pode sair. Precisamos de ter 3 avançados. Acho é que o devíamos ter emprestado e ficado com o Namaso, mas também não vem mal ao mundo por aí. O Froholdt tem 3 pulmões mas para além disso tem uma leitura de jogo sem bola absurda. Sabe sempre onde se posicionar para a segunda bola, parece que a bola sobra sempre para ele. Com a saída do Mora ficou no papel de médio mais ofensivo e as movimentações foram incríveis também, sempre a aparecer solto para receber a bola. Sem dúvida que o treinador está a revitalizar inúmeros jogadores, incluindo o Zaidu, mas acho que estamos a exagerar na confiança nele, pelo menos para já.
  14. Vou pegar no que meti a bold porque com o resto concordo a 200%. Ontem no primeiro duelo que o Quenda teve com o Zaidu, só com uma finta de corpo mandou-o para a estratosfera. O Zaidu pode ser OK para reserva do reserva (contado com Kiwior e Prpic) mas não serve para titular em jogos difíceis.
  15. Antes do Nottingham entramos na Taça de Portugal. E se passarmos, antes do Nice também temos jogo da Taça.
  16. Mesmo assim, tem razão no argumento da relação causa-efeito entre as substituições e os golos. Foi tudo demasiado imediato para se poder atribuir causalidade. Mas sem dúvida que as substituições nos ajudaram a segurar o resultado. Não é muito relevante, mas ao contrário da maioria aqui, não gostei do Gül. Tem a condicionante enorme de ter entrado para fora de posição, mas nunca me pareceu ligado à corrente. E tem uma responsabilidade significativa no golo sofrido, teoricamente ele tinha que ter acompanhado o Mangas.
  17. Também eu. Mas o Tio também tem a sua razão, o Moura está a regressar de uma lesão que até lhe comeu parte da pré-época. Quando ao Zaidu, provavelmente é o pior jogador com >100 jogos da nossa história moderna, mas aqueles sprints quando já ninguém em campo pode com o cu, que permitem à equipa pelo menos respirar, são muito desvalorizados.
  18. Sei que o Moura está queimadíssimo pelos adeptos, mas eu não me importava de ficar com ele como 5ª opção para extremo. Tipo 24º jogador do plantel. Mostrou no início da época passada que sabe meter bolas na área, e acabou com uma boa quantidade de assistências. E sempre poupávamos o dinheiro do Jota.
  19. Percebo o teu ponto, mas explicar, e sobretudo convencer, um Nehuén, um Bednarek, e até um Varela, que têm que ficar parados com a bola no pé até ao último instante à espera que o adversário se desposicione e fazer um passe preciso, que se correr mal dá uma oportunidade de golo ao adversário, é tudo menos uma mensagem simples. Parece-me claro que ele conseguiu conquistar os jogadores, e isso é meio caminho andado. Depois, os resultados ajudam, os jogadores veem os frutos do seu trabalho a serem colhidos nos jogos, tudo funciona melhor. Mas é como dizes, esperar para ver se temos pernas para a época inteira.
  20. 04:45. O árbitro apita para o final do jogo. Metade da equipa fica de mãos nos joelhos, ou no chão. O Froholdt dá uma corridinha para ir ter com alguém.
  21. Agente Krasnov? As teorias sobre Trump, o KGB e a Rússia Marcelo Rebelo de Sousa chamou “ativo russo” a Donald Trump. Má escolha de palavras? Nos últimos anos, vários ex-agentes do KGB têm feito, sem apresentar provas, alegações sobre a ligação de Trump a Moscovo. André Cabrita-Mendes 30 Agosto 2025, 17h05 As declarações do Presidente da República sobre o favorecimento que Donald Trump tem dado à Rússia têm sido noticiadas lá fora, com destaque para meios ucranianos em inglês, apesar de nenhum grande meio estrangeiro ou agência noticiosa global ter pegado no tema. “Com uma coisa peculiar e complexa: é que o líder máximo da maior superpotência do mundo, objetivamente, é um ativo soviético, ou russo. Funciona como ativo. Estou a dizer que, em termos objetivos, a nova liderança norte-americana tem favorecido estrategicamente a Federação Russa”, disse Marcelo Rebelo de Sousa esta semana. Má escolha de palavras do Presidente? É que a palavra “ativo” é usada no mundo da inteligência para descrever alguém que trabalha para um serviço secreto (quer seja obrigado (devido a chantagem) ou em troca de dinheiro, por exemplo) a recolher informação classificada para um país estrangeiro, ou alguém numa posição de poder que tente influenciar decisões ou que garanta que certos interesses não são afetados. De há alguns anos a esta parte, várias teorias têm sido noticiadas sobre um alegado envolvimento de Donald Trump com a Rússia e os serviços secretos russos. O atual presidente americano sempre rejeitou qualquer envolvimento com a Rússia. Este ano, o ex-líder dos serviços de inteligência do Cazaquistão disse que Donald Trump foi recrutado pelo KGB em 1987 quando o então empresário do imobiliário, com 40 anos, visitou Moscovo e que teria o nome de código ‘Krasnov’. Alnur Mussayev disse que Vladimir Putin tem em sua posse o ficheiro de Trump ao serviço do KGB, mas a alegação foi feita sem a apresentação de provas, de acordo com a “Euronews”. Já Sergei Zhyrnov – ex-agente do KGB que vive em França – alegou que Trump vivia rodeado de operacionais do KGB durante 24 horas por dia durante a sua visita a Moscovo, do condutor do táxi à empregada de limpeza do hotel. O responsável também sugeriu que Trump pode ter caído numa armadilha sexual, uma tática conhecida por “kompromat” (ler mais abaixo), pois todas as prostitutas de alto nível trabalhavam com o KGB. Outra hipótese, é ter sido apanhado a subornar responsáveis de Moscovo, pois tinha a ideia de construir um hotel na capital soviética, segundo o “The Hill”. Há um terceiro ex-agente do KGB a alegar o envolvimento de Trump com os serviços secretos russos. Yuri Shvets esteve colocado em Washington na década de 80 e compara o presidente dos EUA aos ‘cinco de Cambridge’ os estudantes universitários que foram recrutados pela URSS durante os seus estudos e que entraram depois nos serviços secretos russos e alimentaram-nos com informação classificada durante a segunda guerra mundial e a fase inicial da guerra fria. O mais conhecido deste quinteto é Kim Philby, que acabou por desertar para a URSS e morrer exilado. O escritor britânico Bem MacIntyre tem um livro dedicado à história verídica deste duplo espião: “Um espião entre amigos – Kim Philby e a grande traição”. Yuri Shvets foi uma das fontes principais do jornalista Craig Unger para escrever o livro American Krompromat: “Como o KGB cultivou Donald Trump”. “Este é um exemplo onde pessoas foram recrutadas quando eram apenas estudantes e atingiram posições importantes: algo assim estava a acontecer com Trump”, afirmou em 2021, em entrevista ao “Guardian”. Segundo o ex-espião que vive nos EUA desde 1993, Donald Trump apareceu no radar dos russos em 1977 quando casou com a sua primeira mulher: Ivana Zelnickova, uma modelo checa. A partir daqui,o empresário começou a ser espiado pelos serviços secretos da Checoslováquia (StB) em cooperação com o KGB. Foi em 1980 que o Trump abriu o seu primeiro grande projeto – o Grand Hyatt New York Hotel – perto da estação Grand Central em Nova Iorque. Para o hotel comprou 200 televisões à empresa de Semyon Kislin, um imigrante soviético controlado pelo KGB. Kislin identificou o potencial de Trump: um jovem empresário em ascensão. Kislin já rejeitou qualquer ligação ao KGB. Mais tarde, em 1987, Trump e Ivana visitaram Moscovo e São Petersburgo, com operacionais da KGB a alimentar a ideia de que Trump devia entrar na política. “Para o KGB, foi uma operação de charme. Eles tinham muita informação sobre a sua personalidade, portanto sabiam quem ele era pessoalmente. O sentimento é que ele era extremamente vulnerável intelectualmente e psicologicamente e muito sensível a elogios”, disse o ex-espião ao “Guardian”. “Foi isto que exploraram. Jogaram o jogo como se estivessem imensamente impressionados com a sua personalidade e transmitindo-lhe que ele era o tipo que devia ser presidente dos EUA um dia: são este o tipo de pessoas que podem mudar o mundo. Eles alimentaram-lhe com uma série de soundbites e funcionou- Foi um grande acontecimento para o KGB”, acrescentou. Quando então regressou aos EUA começou a explorar uma nomeação republicana para a campanha presidencial e chegou a realizar um comício. Começou também a publicar anúncios em jornais, onde criticava o Japão por considerar que explorava os EUA e também expressava cetiscismo sobre a participação dos EUA na NATO. Chegou mesmo a escrever uma carta aberta ao povo americano: “A América devia parar de pagar para defender países que não se podem defender a si próprios”. Shvets tinha entretanto regressado a Moscovo e revela como as ações de Trump foram bem recebidas na primeira diretoria do KGB na sua sede. “Nunca tinha acontecido nada assim. Eu tinha conhecimento das medidas ativas do KGB nas décadas de 70 e 80, e depois das medidas da Rússia, mas nunca ouvi nada semelhante. Era difícil acreditar que alguém mandaria publicar [anúncios] no seu nome e que iria impressionar pessoas sérias no ocidente, mas foi o que aconteceu e ele tornou-se presidente”, afirmou. Shvets diz que a vitória em 2016 de Trump também foi bem recebida por Moscovo. Uma investigação do projeto Moscovo concluiu que a campanha de Trump e a equipa de transição tinham tido mais de 270 contactos e quase 40 encontros com operacionais ligados à Rússia. No entanto, a investigação oficial de Robert Muller de 2019 concluiu que não houve conspiração de Trump com a Rússia para interferir nas eleições de 2016. Shvets deixa críticas à investigação de Muller à interferência russa nas eleições norte-americanas. “O relatório Muller foi uma grande desilusão porque as pessoas esperavam que fosse uma investigação aprofundada entre Trump e Moscovo e ele limitou-se a investigar os assuntos criminais, deixando de fora os aspetos de contra-inteligênncia desta relação”. Já o autor do livro Craig Unger concluiu que Trump era um “ativo”. Todavia, considera que não houve um grande plano para Trump chegar à presidência, o que aconteceu somente por mero acaso. “Nos anos 80, quando começou, os russos estavam a tentar recrutar muita gente e tiveram como alvo dezenas e dezenas de pessoas. Trump foi o alvo perfeito: vaidoso e narcisista foi o alvo natural para recrutar. Ele foi cultivado durante 40 anos, até à sua eleição”. Kompromat ou a arte russa de ‘fazer amigos’ Esta estratégia chama-se em russo “kompromat”: tentar obter informações sensíveis sobre uma pessoa (como fotos ou vídeos de algo comprometedor) para depois fazer pressão ou chantagem sobre essa pessoa. Se não cumprisse o pretendido, os serviços secretos destruiriam a reputação da pessoa em causa. O KGB da União Soviética aperfeiçoou ao máximo esta tática, mas é usada atualmente por serviços de inteligência de todo o mundo. Um ex-embaixador britânico revelou à “CNN” que os diplomatas são avisados sobre o Kompromat quando são enviados para a Rússia. “Faz parte de como a Rússia trabalha, que os serviços de inteligência recolham informações sobre indivíduos para usá-las para obterem alguma vantagem”, segundo Tony Brenton. O Kompromat é até usado hoje em dia pelos atuais serviços secretos russos, incluindo o FSB sucessor do KGB, para recolher todas as informações possíveis. “Os serviços de segurança russos sugam tudo, porque pode vir a ser útil algum dia. Os aliados de hoje podem virar inimigos depois”, disse em 2017 à “BBC” David Filipov, à época correspondente do “Washington Post” em Moscovo. https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/agente-krasnov-as-teorias-sobre-trump-o-kgb-e-a-russia/?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques
  22. Por curiosidade fui ver a rotação que o Farioli fez na Liga Europa na época passada no Ajax. Comparando o onze de cada jogo da fase de liga com o onze do jogo do campeonato holandês imediatamente antes, alterou 2, 2, 4, 5, 2, 5 e 1 jogadores (a 8ª jornada da Liga Europa foi logo a seguir à 7ª sem campeonato pelo meio). Alterou assim em média 3,0 jogadores por jogo, sendo que este valor inclui lesões e castigos para além das escolhas técnicas. Os visados foram frequentemente os velhotes do onze-base: Klaassen e Henderson. Portanto não devemos esperar algo ao nível do Porto 1 - Académica 0, golo do Hernâni num onze de 8 ou 9 suplentes, antes daquele jogo em Munique que já não me lembro muito bem como é que ficou.
  23. Em relação ao jogo, acho que a equipa esteve coletivamente bem. É impossível não destacar o William. Depois o Frohodlt, porra. Notou-se que ficou com bateria fraca a meio da segunda parte, mas ainda assim nunca parou de correr. Por fim destacaria também o Alberto, estava com receio que fosse um passador defensivamente mas tem-se safado bem, apesar do golo do Sporting se ter gerado na zona dele. Se tivermos esta atitude nos outros 30 jogos do Campeonato, vamos ser campeões.
  24. Muito isto. Pela primeira vez em muito anos fiquei a ver as flashes. O William, depois de ter sido eleito MVP, depois de ter feito aquele golaço (e também é ele que mete a bola no Alberto para o 1-0), diz que tem que ter humildade, trabalhar, ter os pés no chão, e quando o Pepê regressar a posição é dele (Pepê). Porra. Diz muito sobre o grupo que agora temos.
  25. Eu acho que o metia era no lugar do Borja, subindo o Moura. Sim, é uma substituição de m*rda, mas não temos banco e como os amarelos estão a sair, o Borja vai-se lixar a parar um contra-ataque.
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