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Quan Chi

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Tudo que Quan Chi publicou

  1. Eu sabia que pedi demasiado, mas nem sequer haver um cumprimento distante num crl de um velório de um dos maiores símbolos do clube é um novo patamar na falta de dignidade. Tenho refletido que para a maioria dos portistas em geral, e para os adeptos de 30-40 anos de idade em particular, o Jorge Costa é o expoente máximo de "ser Porto", um "jogador à Porto", etc. Isto significa inevitavelmente um sentimento de orfandade, por injusto que possa ser com o João Pinto, o André, o Baía, o Paulinho Santos, ou outros jogadores. Por uma questão de recência, presença em público, exposição mediática, ou carisma, nenhum dos anteriores chega sequer perto do simbolismo do Jorge Costa. E no futebol moderno, é impossível voltarmos a ter outro bom jogador, grande portista, com perfil de capitão, a fazer carreira no clube. Simplesmente nunca mais vai acontecer. E isso traz-me uma sensação de vazio, de desalento, arrasadora. Para além disso, o Jorge Costa era a 2ª grande figura de um Porto que renasceu moralmente há pouco mais de 1 ano e que procurava agora reencontrar o caminho das vitórias, mas conciliando-o com valores de dignidade, competência e respeito pelos sócios, adeptos e adversários. E isto é o que me transtorna ainda mais. O trabalho dele ficou muito incompleto. Acredito que uma pessoa com a carreira dele, o perfil de líder, a empatia pelos jogadores, tinha um papel indispensável na gestão emocional do plantel, na sedução dos reforços, até na articulação entre equipa B e equipa A. Todas essas funções são potencialmente substituíveis um bocadinho por várias pessoas diferentes, mas não vai ser a mesma coisa. Ficamos muito mais fracos e vamos ter de ir buscar forças onde não as temos. Mas agora, mais no que nunca, temos que ser campeões. Não podemos deixar o Jorge ficar mal, temos que conseguir atingir o objetivo e acabar esta etapa no renascimento do clube (outras se seguirão) para a qual ele tanto contribuiu neste ano e meio. Devemos-lhe isso.
  2. Pepe, Sérgio Conceição e Baía. E num segundo plano, outras figuras notáveis (sobretudo ex-jogadores) que declararam apoio ao Pinto da Costa nas últimas eleições e que se tenham afastado do clube em função disso.
  3. Sei que estou a sonhar demasiado, e toldado pela emoção, mas este seria um bom momento para figuras importantes do clube "fazerem as pazes" com a atual direção, e mostrarem verdadeiramente que querem que o clube esteja unido em torno do Jorge Costa.
  4. Em em equipas/pessoas cujos objetivos sejam totalmente qualitativos? Nas equipas que têm objetivos facilmente quantificáveis estamos de acordo, e existe essa valorização logo na componente variável do salário mensal, e não (apenas) no prémio anual.
  5. Não percebi a comparação, mas que mecanismo de avaliação sugeres que impeça alguém de dar notas máximas a toda a gente? Isto recordando que as avaliações têm impacto significativo nas promoções e despedimentos, portanto ao fim de 2 ou 3 iterações os chefes rigorosos seriam contaminados pelos porreiraços para sobreavaliarem toda a gente. Aliás, tenho um exemplo real logo no 1º ou 2º ano em que trabalhei. Numa direção de marketing, uma chefe porreiraça do segmento particulares com uma equipa de 6 pessoas, e um chefe rigoroso do segmento PMEs com uma equipa de 7 pessoas. Veio uma reestruturação, de particulares despediram 2 pessoas e de PMEs despediram 5, reequilibrando as pessoas que ficaram pelas duas equipas. Várias das pessoas despedidas de PMEs eram claramente mais competentes que as pessoas de particulares que ficaram. E esse chefe de PMEs ainda hoje se deve remoer dessa m*rda.
  6. Se te dessem dois "exceeding expectations" seguidos provavelmente seriam obrigados a promover-te de função, e não quiseram que isso acontecesse porque acham que não tens perfil a eventual função futura e/ou porque és tão forte na tua função atual que é indispensável que continues a fazê-la até que apareça alguém que seja pelo menos quase tão bom como tu.
  7. Na empresa em que trabalho há uma escala de 5 níveis na avaliação anual, com % de pessoas fixas por cada escalão (para não haver o chefe porreiro que dá notas altas a toda a gente) numa distribuição normal enviesada para o lado bom. Quem fica nos dois últimos escalões, salvo muito raras exceções, não recebe aumento anual. Quem fica no último escalão dois anos seguidos, é convidado a sair. Claro que depois nem sempre a saída se efetiva, mas essas pessoas acabam por ser colocadas em funções burocráticas de pouco valor acrescentado.
  8. Que o Cunha, Mbeumo e Sesko são claros upgrades, estamos de acordo, e vão ajudar muito o clube na luta pelos lugares de Champions, mas acho que fica um bocado o meme do cavalo. E se o Bruno contasse para os 3 lugares da frente (de facto parece que não) e ainda com o Diallo, no limite só era crítico comprar o ponta-de-lança mais um dos outros dois. Aguardemos pelo resto do mercado, mas acho que estão a construir a casa pelo telhado.
  9. Isto. Que seja atribuída de forma muito criteriosa. Se tivermos que ficar 10 épocas sem ninguém usar a camisola 2, que seja.
  10. Eu não vejo muitos jogos da Premier League, mas se tivesse que fazer uma ordem de prioridade seria central > guarda-redes > médio > ponta-de-lança > central/ala direito (dependendo da posição para que conte o Mazraoui). Na realidade foram buscar 2º avançado > extremo > ponta-de-lança. Não me faz sentido nenhum. Acho o de Ligt e o Martinez curtos para titulares absolutos. O Rúben tem pozinhos mágicos e numa equipa bem oleada todos os jogadores parecem melhores, mas havendo ~200M€ para gastar, eu teria ido buscar um centralão para robustecer o lote de jogadores para a posição.
  11. Portanto o Manchester United vai gastar >200M€ e não toca na defesa nem na baliza.
  12. Qualquer pessoa que seja escolhida terá a sombra enorme do Jorge Costa. Diria que seria injusto até para a própria pessoa. Para esta época talvez o melhor seja não ter nenhum substituto e distribuir funções por outros elementos que já lá estejam.
  13. Respeito a tua opinião, mas não concordo que o Zé Pedro seja mau para 4° central, nem que o Eustáquio seja mau como alternativa de meio-campo, considerando que a alternativa direta ao Gabri Veiga é o Mora, e que no limite a alternativa ao Froholt em alguns casos até pode ser o Gabri Veiga.
  14. Porque pessoalmente não acredito que haja dinheiro para tudo. Ou eventualmente ficaríamos expostos à obrigatoriedade de fazer uma grande venda até 30/06/2026. Não havendo dinheiro, gastar ~2-3M€/jogador para ir buscar 3 suplentes (?), para 6-12 meses depois não servirem, como é aparentemente o que vai acontecer com o Tomás Pérez e o Gül, seria uma parvoíce. Mais valia ir buscar 4 emprestados. E também porque acho que o plantel atual não é assim tão mau como se diz. Sim, faz claramente falta um lateral esquerdo titular, mas 4 jogadores é um exagero. Mas estou apenas a conjeturar. Até podia vir o Yamal. É um treinador novo, meio plantel novo, e 5 a 7 jogadores novos no onze base. Há uma diferença enorme entre dizer que tem a obrigação de lutar pelo título até às últimas jornadas e dizer que não tem desculpa caso não consiga ser campeão.
  15. Acho que é fome a mais, mas pronto, qualidade é sempre bem-vinda. Mas o mais prioritário por agora deveria ser despachar os excedentários. Não podemos começar outra época com 30 jogadores.
  16. Com a apresentação aos sócios ali bem perto na agenda e a memória de casos como Chippo e Hugo Leal, todos alinharam na ideia de manter o sigilo absoluto até à hora H.
  17. Frustrado com o quê em concreto?
  18. Considerando que as hipóteses eram Rapid Wien/Dundee, Crystal Palace, Partizan/Hibernian, Shamrock Rovers/Ballkani e Panathinaikos/Shakhtar, tiveram mesmo muita sorte. Agora que confirmem o favoritismo em campo.
  19. O Braga, se eliminar o Cluj, no playoff apanha o Lincoln Red Imps de Gibraltar ou o Noah da Arménia. Caminho aberto para termos 3 equipas na Liga Europa 😏
  20. O Samu nestes 2 amigáveis teve lá umas progressões com bola um bocado constrangedoras. Mas também são só 2 amigáveis. Acho que se faz. Mas se der para vender por 80M€ e ir buscar um substituto do mesmo nível por 20M€, siga.
  21. Os titulares por agora são o Pepê e o Borja. O William é o seguinte na hierarquia atual, logo 3° extremo. Se contratarmos um outro extremo que pelo estatuto/preço lhe passe à frente na hierarquia, tornar-se-á o 4° extremo. E eu acho que isso lhe proporcionaria menos minutos face ao que merece. Uma discussão diferente e totalmente legítima é se o William é ou não suficientemente bom/promissor para o colocarmos nesse patamar, que é o ponto do @noikeee.
  22. Por isso mesmo, seria 4° extremo caso contratássenos mais um "craque". Para trinco por mim pode ficar perfeitamente o Tomás. Mas tem que contar. Não podemos andar outra vez com o Varela a fazer 50 jogos numa época. Fui brincar aos jogadores sem contrato no transfermarkt. Pjaca para fazer companhia ao Prpic e Krychowiak para fazer companhia ao Bednarek. Ou então o Illarramendi.
  23. O William é demasiado bom para ser 4° extremo. Com as lacunas que temos noutras posições, não faz sentido nenhum ir buscar um extremo. A não ser que seja outra contratação do perfil do Luuk do Jong, quer em termos de experiência, quer de preço. Da mesma forma que não faria muito sentido tapar o Prpic indo buscar outro central mais credenciado. Por muito fraco que seja o Zé Pedro, é 4° central. A prioridade máxima tem que ser um lateral esquerdo titular. Assumindo que não sai mais nenhum jogador importante, seria por empréstimo. Depois, se ainda houver fôlego, e se o Tomás realmente não contar, a prioridade seguinte tem que ser o suplente do Varela. O tal Pablo Rosário ou assim. O resto está ótimo, considerando o ponto de partida. Froholdt, Veiga e Mora para a dupla de interiores; Borja, Pepê e William para extremos; Samu e de Jong para ponta de lança. O resto são jogadores que raramente jogam hoje, e mesmo aí ter um Eustáquio é bem bom para os minutos que terá.
  24. E há dinheiro para essas duas contratações sem vender ninguém primeiro?
  25. Se não tivesse aparecido o de Jong, a entrada do Grujic em campo teria sido a maior surpresa de hoje. Não deu para perceber muito bem se o Zé Pedro a "falso lateral direito" foi alguma espécie de ensaio de plano B ao 4-3-3, ou se foi por força da circunstância de ter entrado com os dois laterais direitos no onze inicial. De resto, fico triste pelo Tomás Pérez. Talvez nem seja nada de especial, o ponto é que todos os outros jogadores da "terceira linha" já tiveram oportunidade para demonstrar que não merecem mais do que saltar entre o banco e a bancada, mas o Tomás não. Não teve minutos de jeito, e nos poucos que teve até foi deixando bons sinais. Em síntese, parece-me que temos 15-16 bons jogadores, o que é um upgrade significativo face à época passada. Ter Pepê, Borja, Gabri Veiga, Mora e William para 3 posições é muito bom. Claro que ainda há pontos a melhorar, mas não se pode exigir que o plantel mude todo em 2 mercados. Encurtámos a distância para os rivais mas continuamos a ter o plantel mais curto dos 3, portanto espero que exista alguma prudência na abordagem à época. Por fim, estou a tentar reprimir o meu histerismo pelo abancar do Mora. Vou dar tempo. E inconscientemente isso está a fazer-me achar o Borja uma mistura de Galeno e Capel.
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