challenger
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Tenho a experiência contrária até agora.
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Não li o livro, só vi a série. Acho que são as 2 primeiras temporadas que são excelentes. Depois torna-se tão mau que deixei de ver.
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The Man on the High Castle. Só não eram os soviéticos, mas o Eixo.
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Isso é tudo verdade e as margens também são absurdas em tudo o que é frescos. Mas por acaso tenho um familiar a trabalhar num departamento na sede de um dos grupos de retalho em Portugal (não é dos maiores nem dos mais pequenos, deve andar pelo meio da tabela em termos de quota de mercado) e só me diz "se isto assim dá dinheiro, imagina bem gerido". Funções duplicadas, muita malta a fazer trabalhos que nos anos 80 faziam sentido, mas com a digitalização que já é possível não fazem sentido, etc. E isto também é culpa dos salários baixos, porque se fossem mais altos (aumento substancial do salário mínimo por exemplo) a gestão de topo acordava para a vida e substituia essas pessoas por processos digitais mais ágeis. Não sei se é o caso, mas normalmente nestes casos o que acontece muito é que como o produto não é feito para vender em Portugal não vem com rótulo em Português. Depois alguns desgraçados têm de andar a meter aqueles autocolantes com tradução do rótulo para português. Mas nem sempre acontece e quando a ASAE apanha produto sem rótulo é logo motivo para retirar produto.
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Parece que aqui os dados e as estatísticas já interessam, mas as percepções não. Depende sempre assuntos se os dados nos dão jeito ou não.
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Isso é o mundo que o Pinto Luz e companhia conhecem. Como maior parte das pessoas próximas deles têm esse nível de rendimentos, para eles são maior parte das pessoas. É como o Pedro Duarte nos debates. Os dados já não interessam, o que interessa é a experiência pessoal.
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Na Comissão Política (podcast) desta semana também deram esse toque sobre Viseu, que nos bastidores começa a haver receio de perder Viseu. Por outro lado, diz-se que o PS tem a presidência da Associação de Municípios encaminhada.
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Atenção que como já disse os 21,4% é sobre 70% ( se não baixares a base de incidência) por isso acaba por ser menos. No primeiro ano és isento de SS, só pagas se quiseres (eu tomei a opção de pagar). O IRS vai depender do que te pagarem, das tuas deduções pessoais e da possibilidade de deduzires despesas relacionadas com a actividade. Ter em atenção que nos 2 primeiros anos tens redução da taxa de IRS (já não me lembro bem mas tens redução de 50% do rendimento colectavel no 1o ano e 25% no 2° ano, o que vai fazer com que a taxa de IRS baixe). Relativamente ao IVA, acho que se o cliente nos USA for empresa, não estás sujeito a pagar IVA.
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Não é bem não teres de direito. Há é uma zona cinzenta na lei. O problema aqui é com a lei actual todos os trabalhadores independentes cuja a faturação está em mais de 50% afeta a uma empresa têm direito a subsídio de desemprego. Mas também obrigatoriamente essa empresa tem de pagar à SS 10% do que paga ao trabalhador independente. O problema disto é que se a empresa que te paga é estrangeira a seg social não tem como cobrar estes 10%. Quanto vais à seg social pedir o subsídio de desemprego pelos vistos eles alegam que como a empresa não pagou os 10% de contribuição tu não tens direito aos subsídio de desemprego. No Reddit encontras muitos casos, é uma questão de veres.
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Quanto és trabalhador independente (recibos verdes) 30% do valor que recebes são considerados despesas relacionadas com a actividade. Então apenas 70% do que recebes é considerado o teu "salário" para a SS. Por isso só descontas os 21,4% sobre 70% do que recebes. A hipótese de reduzir em 25% - podes variar a base considerada para o desconto para a SS entre -25% e + 25%, em intervalos de 5%. Exemplo: a empresa paga-te 1000€ pelo teu trabalho. Considerando os 70% da base tributável ias pagar SS sobre 700€. Ou seja, irias pagar 21,4% de 700€, o que daria pouco mais de 140€. Agora imagina que reduzidas a base tributável em 25%. Pegas nos 700€, descontas 25% a este valor, o que dará 525€. Assim descontarias para a SS, 21,4% de 525€ o que daria uns 105/110€. Isto também é possível de fazer no sentido inverso, acrescentar 25% à base tributável ou reduzir 5 ou 10% (desde que seja em intervalos de 5%). Tens de ter em conta as implicações que isto poderá ter em termos de apoios sociais futuros, reforma etc.
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Ele não está a aprender, ele já era neandertal no Twitter há anos. Só voltou à personagem original.
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Looooooool também querem mudar a estação. O consórcio deve mesmo andar a jogar nos campos. O gajo do PS diz o mesmo que o actual executivo? Espero que o governo se imponha. É um crime fazerem a estação fora dali. Já aqui em Leiria vão cometer esse crime e não se fala como se vai ligar o centro da cidade à estação. O pouco que se fala é aumentar estrada, só estrada, carros, estrada, carros.
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Não é que tivesse a pasta ou ou alguma pasta relacionada com o tema, mas podia ter dito isso quando estava no governo. Tem toda a razão. Espero bem que não se lembrem de fazer essa asneira. O consórcio deve andar a tentar mexer os cordelinhos. Em Gaia deve ganhar o Menezes, não é? Já disse alguma coisa em relação a isto?
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Tem corrido extremamente bem, serem fofinhos com os republicanos e não andarem a tentar explorar os loopholes como os republicanos.
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Diz-se nos bastidores que o Rangel até era dos ministros mais favoráveis ao reconhecimento, mas que havia lá muita gente no conselho de ministros que nem podia ouvir falar nisso. Diria que que o Dr. Nuno Melo deveria ser um dos cabecilhas.
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Não, ela sabe bem o que é wokismo, o que ela está a tentar fazer é um exercício pateta de culpar a esquerda pelo cancelamento do programa (daí o termo woke para não se referir à esquerda directamente) pelo que aconteceu. Curiosamente está a fazer quase o mesmo que o Jimmy Kimmel criticou e que levou o programa a ser suspenso: a extrema direita americana a fazer passar ideia de que o assassino era um tipo de esquerda, quando está mais ou menos confirmado que era um tipo radicalizado à direita.
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Não vai ser fácil para o Pichardo. Edite: Cala-te, afinal foi fácil, fácil.
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Sim, mas normalmente as empresa (então as estrangeiras nem se fala) trabalham com um determinado valor para a vaga em aberto (incluído ordenado, obrigações como a TSU, seguros, etc). Imaginando que a empresa tem 1000€ para a vaga. A recibos verdes dá lhe os 1000€ e ele paga 21,4% sobre 700€ o que dá cerca de 140€ (se não quiser baixar para os -25%). Fica com 860€ no bolso. Se for a contrato para a empresa só gastar os 1000€, só lhe pode dar um ordenado de 810€ (já que os restantes 190€ são a TSU). E sobre estes 810€ ainda tem de pagar 11%. Fica com 720/730€ no final das contas.
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Sem dúvida. Vim de lá ontem, fui com o filho de 2 anos em desfralde que só queria praia e piscina, por isso não deu para explorar quase nada, mas foi o que mais curti da ilha. E só consegui fazer Valdemossa, Deia, Soller e Port Soller. Também parei em Son Marroig, que vista do crl.
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Não há retenção na fonte mas tens o pagamento por conta que é idêntico, a partir do 3º ano. Isso provavelmente é uma não questão. A empresa é estrangeira e tem X para a vaga. Se for por recibos verdes paga lhe X e ele tem de pagar 21.4% de SS (e é só sobre 70% do valor que lhe pagam, tendo ainda a hipótese de reduzir o pagamento em -25%). Se for por contrato seja direto seja por empresa intermediária a empresa tem X para a vaga, e a esse X para além dos 11% retidos ainda vai tirar a TSU de 23,75%. E isto é sobre 100% do ordenado. As férias é que terá de analisar melhor, no meu caso que estou a recibos verdes, tenho 25 dias + 10 dias de doença em que me pagam como estivesse a trabalhar.
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Atenção ao subsídio de desemprego. Supostamente, como trabalhador independente com mais 50% dos rendimentos alocados a uma empresa, tens direito a ele. Mas como quem te irá pagar será uma empresa estrangeira que não paga os 10% à segurança social (que as nacionais têm obrigação de pagar) e a lei não é clara, a segurança social tem rejeitado dar subsídio de desemprego nestes casos. O Reddit está cheio de casos. Acho que também há a hipótese de fazer contrato através de uma empresa intermediária com sede fiscal cá, acho que há empresas que só se dedicam a isso. Não sei ao certo como é que funciona, mas acho que já li malta aqui no fórum que usa esse método. Mas se a empresa tem X para essa vaga, a recibos verdes vais receber esse X (depois tens de tratar de pagar SS), com a hipótese da empresa intermediária irás provavelmente receber X menos a comissão da empresa intermediária menos a TSU.
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Agora acho que anda entretido com a candidatura da almirante a presidente da república.
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O taxar não é para o estado ficar com aquilo. O taxar forte é precisamente para colocar mais imóveis no mercado. Se não tens despesas com eles, também não te vais desfazer deles. Se o IMI começar a pesar no orçamento talvez o coloques no mercado de venda ou penses em arrendar (ou no caso de imóveis devolutos, remodelar para arrendar) no caso do IMI se manter no normal se a casa tiver contrato de arrendamento.
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Já nem falando de alojamentos locais, IMI bastante mais elevado para compra de segundas, terceiras, quartas, quintas, sextas casas sem contrato de arrendamento. Até poderia ser progressivo, numa segunda casa pagava o IMI tabelado+X, na terceira o IMI tabelado+X+Y e por aí fora. Se queres ter casas vazias pode mas tens de pagar bem por isso. Todo o dinheiro arrecadado iria para construção/compra de habitação pública. Para além disso poderia ter um efeito colateral positivo que era os senhorios com arrendamentos sem contrato, fazerem contrato para poupar no IMI e por essa via entrarem os impostos do arrendamento que neste momento é feito "por debaixo da mesa". Para além disso novas licenças de habitação teriam de ter uma percentagem de para venda a custos controlados ou as câmaras ficariam com elas para arrendamento a custos controlados. E devem haver mais medidas que ajudariam sem andar o congelar preços ou rendas, que são as medidas que os que andam a ganhar com isto apresentam como papões cada vez que se fala em fazer alguma coisa.
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Se bem me lembro, mal o PNS veio com uma conversa desse género nas últimas eleições (aposta do país em sectores estratégicos de maior valor acrescentado, canalizando uma grande fatia de fundos para aí), levantou-se logo um coro a mandar a ideia abaixo. E sim não acho que o PNS fosse a pessoa ideal para levar uma ideia deste género à frente, mas também é verdade que muito empresário tem um medo enorme deste tipo de ideias porque poderiam ficar sem a mama dos fundos. Btw, sobre a última sondagem que dá o Chega à frente nas intenções de voto: https://www.facebook.com/share/p/1HWM8zx4X1/
