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Carlos Gouveia

Cientificamente falando...

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Cientistas britânicos conseguiram produzir combustível a partir de ar e água

 

Para os entendidos... isto tem algum fundamento?

a notícia não explica lá muito bem, mas dá a entender que era algo fácil de se fazer.

A ser verdade, não é que eu espere ver isto em prática nos próximos anos, provavelmente ainda ia levar umas boas décadas a acabar com os lobbies do petróleo, mas que era uma grande descoberta era.

No Porto circula(ra)m autocarros movidos a hidrogénio, portanto é possível sim senhor. :mrgreen:

 

bus_porto.jpg

 

Penso é que o problema está no facto de ser algo trabalhoso obter o hidrogénio isolado, porque apesar de ser o composto mais abundante no Universo (75%), é raro encontrá-lo dessa forma, está sempre ligado a outras coisas.

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Boas pessoal. Não sei se alguem me pode ajudar.

 

Estive a pensar e o ser humano tem a percepção da realidade temporal limitada correcto? Nos "vivemos de segundo a segundo até um limite de 100 e tal anos" correcto? O nosso cérebro está programado de forma a que 0,01 segundo para nós "não exista" visto "existirmos apenas de segundo a segundo ou um pouco menos".

 

Se assim o é, e se existir um animal cuja percepção do tempo seja diferente? se ele "existir em espaços temporais mais curtos ou longos do que aqueles que conseguimos compreender? Imaginem um animal que todo ele se mova ainda mais rápido do que a velocidade das asas de um colibri. Apenas saberíamos da sua existência através de câmaras de alta velocidade. Agora imaginemos um animal assim mas cuja as nossas tecnologias ainda não permitam descobri-lo.

 

Ou por outro lado, um animal cuja percepção temporal seja de uma duração de 200 em 200 anos, ou seja para ele o nosso "1segundo" era o mesmo do que "cada 200 anos" para nós. Seria praticamente impossivel darmos conta desta realidade

 

A questão deste pensamento é que a nossa percepção da realidade, assim como grande parte dos animais conhecidos, não pode ser a única existente. Não tem lógica o ser.

 

Alguém conhece algum tipo de estudo sobre isto?

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Isso acho que está relacionado com o metabolismo do animal que também está relacionado com o tamanho do mesmo. Ou seja, ma cagar para os bicharocos

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Boas pessoal. Não sei se alguem me pode ajudar.

 

Estive a pensar e o ser humano tem a percepção da realidade temporal limitada correcto? Nos "vivemos de segundo a segundo até um limite de 100 e tal anos" correcto? O nosso cérebro está programado de forma a que 0,01 segundo para nós "não exista" visto "existirmos apenas de segundo a segundo ou um pouco menos".

 

Se assim o é, e se existir um animal cuja percepção do tempo seja diferente? se ele "existir em espaços temporais mais curtos ou longos do que aqueles que conseguimos compreender? Imaginem um animal que todo ele se mova ainda mais rápido do que a velocidade das asas de um colibri. Apenas saberíamos da sua existência através de câmaras de alta velocidade. Agora imaginemos um animal assim mas cuja as nossas tecnologias ainda não permitam descobri-lo.

 

Ou por outro lado, um animal cuja percepção temporal seja de uma duração de 200 em 200 anos, ou seja para ele o nosso "1segundo" era o mesmo do que "cada 200 anos" para nós. Seria praticamente impossivel darmos conta desta realidade

 

A questão deste pensamento é que a nossa percepção da realidade, assim como grande parte dos animais conhecidos, não pode ser a única existente. Não tem lógica o ser.

 

Alguém conhece algum tipo de estudo sobre isto?

 

Isso é demasiada ficção científica :lol: 1 segundo é um segundo, a perceção do tempo dele não é diferente da tua. O facto de não o veres teria a ver com a TUA perceção do tempo. Há muitas espécies que não conhecemos, mas o sistema nervoso como o conhecemos é quase instantâneo, tu reages logo quando te queimas, por exemplo. E tendo em conta que a vida macroscópica é baseada nesse sistema (ou qualquer um similar) não me parece que o que houve para aperfeiçoar já não o esteja aperfeiçoado.

E esses animais, se existissem, teriam enormes vantagens de predação, que teriam consequências inexplicáveis na nossa "perceção" do mundo. Tal não acontece, portanto não acho que faça sentido.

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Acho que um bom exemplo são as moscas. Penso que pode andar à volta disso o facto de ser difícil matá-las, devido ao seu tempo de reacção. Há uns anos li qualquer coisa sobre isso mas já não me lembro bem. Procura sobre esse assunto.

 

<b>Navidkia, em 30 Outubro 2012 - 05:24 , disse:</b><br />Boas pessoal. Não sei se alguem me pode ajudar.<br /><br />Estive a pensar e o ser humano tem a percepção da realidade temporal limitada correcto? Nos "vivemos de segundo a segundo até um limite de 100 e tal anos" correcto? O nosso cérebro está programado de forma a que 0,01 segundo para nós "não exista" visto "existirmos apenas de segundo a segundo ou um pouco menos".<br /><br />Se assim o é, e se existir um animal cuja percepção do tempo seja diferente? se ele "existir em espaços temporais mais curtos ou longos do que aqueles que conseguimos compreender? Imaginem um animal que todo ele se mova ainda mais rápido do que a velocidade das asas de um colibri. Apenas saberíamos da sua existência através de câmaras de alta velocidade. Agora imaginemos um animal assim mas cuja as nossas tecnologias ainda não permitam descobri-lo.<br /><br />Ou por outro lado, um animal cuja percepção temporal seja de uma duração de 200 em 200 anos, ou seja para ele o nosso "1segundo" era o mesmo do que "cada 200 anos" para nós. Seria praticamente impossivel darmos conta desta realidade<br /><br />A questão deste pensamento é que a nossa percepção da realidade, assim como grande parte dos animais conhecidos, não pode ser a única existente. Não tem lógica o ser.<br /><br />Alguém conhece algum tipo de estudo sobre isto?<br />
<br /><br />Isso é demasiada ficção científica :lol: 1 segundo é um segundo, a perceção do tempo dele não é diferente da tua. O facto de não o veres teria a ver com a TUA perceção do tempo. Há muitas espécies que não conhecemos, mas o sistema nervoso como o conhecemos é quase instantâneo, tu reages logo quando te queimas, por exemplo. E tendo em conta que a vida macroscópica é baseada nesse sistema (ou qualquer um similar) não me parece que o que houve para aperfeiçoar já não o esteja aperfeiçoado.<br />E esses animais, se existissem, teriam enormes vantagens de predação, que teriam consequências inexplicáveis na nossa "perceção" do mundo. Tal não acontece, portanto não acho que faça sentido.

A velocidade da informação nos nervos está documentada e se não me engano são cerca de 400kmh. A reacção a uma queimadura não envolve o cérebro, tal como o bater do coração por exemplo.

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Acho que um bom exemplo são as moscas. Penso que pode andar à volta disso o facto de ser difícil matá-las, devido ao seu tempo de reacção. Há uns anos li qualquer coisa sobre isso mas já não me lembro bem. Procura sobre esse assunto.

 

 

A velocidade da informação nos nervos está documentada e se não me engano são cerca de 400kmh. A reacção a uma queimadura não envolve o cérebro, tal como o bater do coração por exemplo.

 

Não falei no cérebro, falei no sistema nervoso. A reação à queimadura é determinada pela medula espinal e o bater do coração é determinado pelo bolbo raquidiano, ambos fazem parte do sistema nervoso :wink:

As moscas acho que tem a ver com a sua visão "periférica", mas sem certeza.

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Sim, mas se estamos a falar de percepção de tempo, temos de falar do cérebro. Quanto as moscas, se bem me lembro e não estou a inventar, acho que elas vêem a um numero de frames por segundo (chamemos-lhe assim) muito grande, ou seja, tecnicamente, os segundos delas são maiores que os nossos porque há um numero maior de informação a entrar no mesmo espaço de tempo em relação a nós. Se metêssemos a informação à "nossa velocidade" iria parecer que estamos em câmara lenta.

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O que o Nikel diz é verdade. A nossa percepção é de 30 frames por segundo +/-

 

O pensamento é interessante, mas duvido que haja novas formas de vida a viver em tais condições. É verdade que há certas espécies de insectos ou outros bicharocos que antes de nascerem já estão com ovos "prontos" dentro de si. Basicamente o adulto está "grávido" de filhos e netos. Mas são animais com esperança de vida extremamente curta, vivem para f*der e depois morrer. No entanto duvido que haja formas de vida ainda mais extremistas que isto... Pelo menos da nossa persoectiva de vida. But who knows

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Já agora, uma coisa super interessante (para mim) que descobri há uns tempos. Sabem porque é que quando olhamos para um relógio, aquele segundo inicial parece mais longo que os outros?

 

Quando olhamos de um lado para o outro, o nosso cérebro não consegue processar todos os frames, todas as imagens que passam pelos olhos naqueles instantes em que os olhos se mexem muito rápido. Para contrariar isto, o cérebro preenche esses espaços de tempo com o último frame , ou seja, se olharmos para o ponto A para o ponto B muito rápido, o que vamos ver não é "Ponto A->espaço intermédio->espaço intermédio->espaço inetermédio->PontoB", mas sim "Ponto A->Ponto B->Ponto B->Ponto B". Por isso é que o primeiro segundo parece maior, o cérebro preencheu algum tempo com esse frame. Isto acontece porque o que estamos a ver, não é o presente, mas sim o que estava lá há 80 milisegundos, que é o tempo da informação ir dos olhos para o cérebro e ser interpretada.

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Já agora, uma coisa super interessante (para mim) que descobri há uns tempos. Sabem porque é que quando olhamos para um relógio, aquele segundo inicial parece mais longo que os outros?

 

Quando olhamos de um lado para o outro, o nosso cérebro não consegue processar todos os frames, todas as imagens que passam pelos olhos naqueles instantes em que os olhos se mexem muito rápido. Para contrariar isto, o cérebro preenche esses espaços de tempo com o último frame , ou seja, se olharmos para o ponto A para o ponto B muito rápido, o que vamos ver não é "Ponto A->espaço intermédio->espaço intermédio->espaço inetermédio->PontoB", mas sim "Ponto A->Ponto B->Ponto B->Ponto B". Por isso é que o primeiro segundo parece maior, o cérebro preencheu algum tempo com esse frame. Isto acontece porque o que estamos a ver, não é o presente, mas sim o que estava lá há 80 milisegundos, que é o tempo da informação ir dos olhos para o cérebro e ser interpretada.

 

LOL toda a minha vida pensei que fosse apenas impressão minha!

 

http://24timezones.com/hora_certa.php

 

Até vim aqui fazer a experiência :lol:

 

Muito interessante, de facto.

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Outra coisa relacionada com o tempo que já reparei tem a ver com as batidas de uma música. Quando estou a acordar, por exemplo, a música do meu despertador parece muito mais acelerada do que o normal. Pelo contrário, quando estou a correr, essa mesma música parece um pouco mais lenta.

Editado por Solero

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Boas pessoal. Não sei se alguem me pode ajudar.

 

Estive a pensar e o ser humano tem a percepção da realidade temporal limitada correcto? Nos "vivemos de segundo a segundo até um limite de 100 e tal anos" correcto? O nosso cérebro está programado de forma a que 0,01 segundo para nós "não exista" visto "existirmos apenas de segundo a segundo ou um pouco menos".

 

Se assim o é, e se existir um animal cuja percepção do tempo seja diferente? se ele "existir em espaços temporais mais curtos ou longos do que aqueles que conseguimos compreender? Imaginem um animal que todo ele se mova ainda mais rápido do que a velocidade das asas de um colibri. Apenas saberíamos da sua existência através de câmaras de alta velocidade. Agora imaginemos um animal assim mas cuja as nossas tecnologias ainda não permitam descobri-lo.

 

Ou por outro lado, um animal cuja percepção temporal seja de uma duração de 200 em 200 anos, ou seja para ele o nosso "1segundo" era o mesmo do que "cada 200 anos" para nós. Seria praticamente impossivel darmos conta desta realidade

 

A questão deste pensamento é que a nossa percepção da realidade, assim como grande parte dos animais conhecidos, não pode ser a única existente. Não tem lógica o ser.

 

Alguém conhece algum tipo de estudo sobre isto?

Just my 2 cents, mas:

 

a) Imagino que nem todos os animais têm a perceção do tempo, porque há animais que não têm memória. Não sei o que é que a Filosofia ou o resto das Ciências dizem disto mas, acho eu, para haver perceção de tempo a memória é essencial.

b) A medição do tempo (segundos, horas, whatever) é uma criação do Homem, e que obviamente os outros animais não seguem. Quer dizer, é claro que os animais terão a noção do que é um dia, mas não sabem que um dia tem 24 horas. Assim sendo, é também bastante evidente que a perceção temporal varia de animal para animal, ou pelo menos do Homem em relação aos demais.

Editado por Ghelthon

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Basta encontrar um animal cuja esperança de vida seja tipo 1 ou 2 dias e a percepção de tempo para "ele" deve ser completamente diferente da nossa.

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Eu acho que já vi em qualquer lado que mesmo dentro das pessoas, a percepção de tempo é diferente de umas para outras devido às diferenças no metabolismo.

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Researchers discover 'homeless' planet that does not orbit a star

Researchers from the University of Montreal and the European Organization for Astronomical Research (ESO) have discovered a homeless, free-floating planet known as CFBDSIR2149. Although the existence of such planets has been theorized, this planet — which is just 100 light-years away from our solar system — is the first without any gravitional tie to a star to be observed. The planet lies within the AB Doradus Moving Group, a cluster of young, free-floating stars. Prior to this discovery, researchers were unsure if the group contained any planets or just brown dwarfs, which are failed stars.

 

The researchers were able to study CFBDSIR2149 in greater detail because there is no nearby sun to interfere with their observations. They found that the planet is between 50 and 120 million years old, has a temperature of about 400 degrees Celsius, and has a mass about four to seven times the size of Jupiter — this distinguishes it from brown dwarfs, which have at least 13 times the mass of Jupiter. Researchers say this discovery will help them better observe and understand exoplanets that do orbit stars, and supports the theory that there may be many more of these free-floating objects than previously thought.

Editado por Karel Poborsky

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Just my 2 cents, mas:

 

a) Imagino que nem todos os animais têm a perceção do tempo, porque há animais que não têm memória. Não sei o que é que a Filosofia ou o resto das Ciências dizem disto mas, acho eu, para haver perceção de tempo a memória é essencial.

b) A medição do tempo (segundos, horas, whatever) é uma criação do Homem, e que obviamente os outros animais não seguem. Quer dizer, é claro que os animais terão a noção do que é um dia, mas não sabem que um dia tem 24 horas. Assim sendo, é também bastante evidente que a perceção temporal varia de animal para animal, ou pelo menos do Homem em relação aos demais.

Não é apenas isso. Os cães domesticados se os deixares em casa por um período de dez minutos para eles poderá parecer-lhes mais, eu noto isso com o meu cão, em que dez minutos ou várias horas a ideia é a mesma. Não sei explicar correctamente mas creio que até poderá ter a ver com o metabolismo, etc.

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Crocs have super-sensitive jaws

 

By Ella Davies

Reporter, BBC Nature

 

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Small black dots are sensitive spots on alligator jaws

 

Thick-skinned crocodilians are actually more sensitive to touch than humans, according to scientists.

 

US researchers investigated the dome-shaped dots along the jaws of alligators and crocodiles.

 

They discovered the bumps were made of specialised cells and were more sensitive than human fingertips.

 

The neuroscientists suggest the sensitive spots play a major part in the aquatic reptiles' impressive reaction times when hunting.

 

The findings are published in the Journal of Experimental Biology.

 

Co-author Duncan Leitch from Vanderbilt University, Nashville, US, commented: "The jaws of crocodiles seem to be unique" and can almost be said to perform some of the tactile functions of human hands.

 

Mr Leitch explained that because crocodilians' forelimbs are too short to grasp anything, they use their jaws in maternal care - gently cracking open eggs and transporting their young inside their mouths.

 

This behaviour hints that, in addition to their well-known biting force of up to 2,000 psi, the jaws of crocodiles, alligators and other members of the family are capable of very controlled movements.

 

The jaws of crocodilian species are dotted with black bumps but until now scientists have been unable to explain the purpose of these features.

 

The bumps have previously been theorised to be electrical or magnetic field receptors, pores for secreting fluid or salinity detectors.

 

In the lab, Mr Leitch tested how the features reacted to a variety of stimuli. He found no reaction to salinity or electrical fields but touch was a key trigger.

 

"When I used a calibrated series of fibres to touch or tickle the [bumps], I found that they were responsive to forces finer than our own fingertips - a sensory system widely studied for its own sensitivity," said Mr Leitch.

 

Analysis of the internal structure of the bumps revealed how they worked.

 

"I found that there were many specialised cell receptor types - many of which are very similar to those found in human skin," said Mr Leitch.

 

Under a microscope, he found that there were many free nerve-endings near the surface of the bumps. Lower in the skin he found pressure and vibration-sensitive structures.

 

"I was very surprised at these results, especially considering how armoured and scaly the crocodiles and alligators appear," he told BBC Nature.

 

"However, it seems to makes sense that an animal that might need to carefully discriminate between inedible objects and food, especially in dark or nocturnal environments, would be well-served by having an exquisite sense of touch."

 

Evolutionary jigsaw

 

Mr Leitch traced the nerve structures and found that the Nile crocodiles and American alligators studied had a delicate network of nerves throughout their jaws, which threaded through the skull before ending in the bumps.

 

He suggested that this layout, with the network largely encased within the skull, may help to protect the nerves during the crocodilians' familiar displays of aggression when hunting or protecting themselves.

 

"Although crocodilians are certainly not the ancestors to humans, it is interesting to see how different parts of their forebrain may have evolved to process different sensations," Mr Leitch said.

 

"One goal with a lot of this research is gaining a better understanding of how very different nervous systems have evolved to solve similar problems."

 

Mr Leitch added that, as so-called "living fossils" that have survived mass extinction events, crocodilians represent a key part of the evolutionary puzzle.

 

"It is interesting to consider what adaptations, including possibly sensory capabilities, have made them such robust creatures."

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Esses pontos pretos não são "fossetas"? Lembro-me de ver um documentário da NG em que aquele gajo que anda sempre atrás de bichos estranhos tinha apanhado uns peixes que tinham algo parecido.

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Esses pontos pretos não são "fossetas"? Lembro-me de ver um documentário da NG em que aquele gajo que anda sempre atrás de bichos estranhos tinha apanhado uns peixes que tinham algo parecido.

Covas? Não, são pequenos pontos proeminentes. Na imagem dá para ver o relevo nos limites da mandíbula inferior.

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Provavelmente o nome não será esse. Mas a estrutura é parecida à dos tais peixes. :mrgreen:

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