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Carlos Gouveia

Cientificamente falando...

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Pergunta estúpida que me ocorreu em conversa há uns minutos: Sei que será possível (ou já possível) escolher através de manipulação genética certas características dos nossos filhos, tipo a cor do cabelo, olhos e cenas do género. Num eventual futuro distante, será possível mudar a cor dos olhos de alguém? Do tipo, quero ter olhos azuis e vou ao médico tratar disso. Esquecendo a questão ética, será teoricamente possível ou é demasiado sci-fi? A mim faz-me confusão pensar nisso porque corpo humano não é um pc onde se muda uma configuração e ele assume.

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Pergunta estúpida que me ocorreu em conversa há uns minutos: Sei que será possível (ou já possível) escolher através de manipulação genética certas características dos nossos filhos, tipo a cor do cabelo, olhos e cenas do género. Num eventual futuro distante, será possível mudar a cor dos olhos de alguém? Do tipo, quero ter olhos azuis e vou ao médico tratar disso. Esquecendo a questão ética, será teoricamente possível ou é demasiado sci-fi? A mim faz-me confusão pensar nisso porque corpo humano não é um pc onde se muda uma configuração e ele assume.

 

Não digo que seja impossível (a ciência já nos habituou a não usar essa palavra) mas, por agora, é muito difícil. Tu tens milhões de células, cada uma com uma quantidade de DNA e esse DNA tem os genes que codificam, basicamente, tudo. Portanto, uma coisa é modulares esses genes quando tens 1 ou 2 células, outra coisa é modificares isso para todas elas (ou as necessárias). Ainda assim, apesar de o meu mestrado ser, precisamente, em genética molecular, não estou tão dentro da área da manipulação genética nesses casos como gostaria (boring :mrgreen: )

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Se a cor dos olhos tambem esta relacionada com os pigmentos.. Nao vejo porque nao, num futuro qualquer todo marado, seja possivel alterar esses mesmos pigmentos de maneira a refletirem a cor pretendida, por exemplo.

Quer dizer, antigamente nem se imaginava como seria o nosso interior, agora ate ja se tomam comprimidos-câmara como se nada fosse :lol:

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Pergunta estúpida que me ocorreu em conversa há uns minutos: Sei que será possível (ou já possível) escolher através de manipulação genética certas características dos nossos filhos, tipo a cor do cabelo, olhos e cenas do género. Num eventual futuro distante, será possível mudar a cor dos olhos de alguém? Do tipo, quero ter olhos azuis e vou ao médico tratar disso. Esquecendo a questão ética, será teoricamente possível ou é demasiado sci-fi? A mim faz-me confusão pensar nisso porque corpo humano não é um pc onde se muda uma configuração e ele assume.

 

Alterar a cor não estou a ver como, geneticamente não será de certeza, quanto muito seria feito isso na altura da fecundação, nunca num sujeito adulto. De outra forma, sim, penso que a maneira mais "fácil" será quando for possível a recuperação de tecido nervoso, fazendo transplante de globo ocular. De outra forma não vejo como sem ser de forma artificial.

 

Quanto ao bold, já vimos que não é bem assim, tal como um pc tem de haver certos parâmetros que têm de ser cumpridos para que se troque uma peça, o mesmo acontece num transplante. Tecnicamente é uma peça diferente, de "marca" diferente, apenas cumprindo as mesmas funções. No caso dos olhos não se colocaria tanto esse problema visto que a cor dos olhos não é no meu ponto de vista funcional, apenas "estético".

Editado por NIkeL

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Pronto, mas tu estás a dizer aquilo que acho, num sujeito adulto nunca será possível alterar a cor dos olhos.

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Pronto, mas tu estás a dizer aquilo que acho, num sujeito adulto nunca será possível alterar a cor dos olhos.

De forma natural penso que não... Só substituíndo ou aplicando qualquer pigmento.

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Embora esteja num curso relacionado com isso mesmo, não é de todo a minha área. Mas é uma questão que tem sido discutida eticamente na comunidade científica. Pessoalmente acho que não estamos assim tão longe de isso ser possível. Os conhecimentos sobre o genoma humano são cada vez maiores. Mas parece-me que isso será mais provável de ser realizado numa fertilização in vitro. Se é correcto fazê-lo? Isso é outra questão, se bem que na minha opinião não faz qualquer tipo de sentido, mas como é óbvio acabará por acontecer.

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Astrónomos descobrem eco do Big Bang

 

Uma equipa de cientistas de Harvard afirma ter detetado o sinal deixado no cosmos durante a expansão do Universo que ocorreu na fracção de segundo após o Big Bang.

 

A descoberta destas "ondas gravitacionais primordiais" é já considerada tão importante como a observação do bosão de Higgs pelo CERN em 2012.

 

A existência destas "ondas de espaço-tempo" foi prevista por Albert Einstein na sua teoria da relatividade, em 1916. São as testemunhas da expansão extremamente rápida do Universo na primeira fracção de segundo da sua existência, uma fase apelidada "dilatação ou inflação cósmica". Contêm porisso informação vital sobre como tudo começou.

 

Esta descoberta resultou das observações efectuadas com o telescópio BICEP2, localizado no Polo Sul e que tem vido a fazer o mapa detalhado de uma parte do céu.

 

SIC

 

Noticia na BBC

 

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Editado por Tugax.

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Fun fact, mas ainda assim bem interessante (eu, pelo menos, nunca tinha pensado nisto): toda a gente que já morreu, morreu na Terra.

 

... excepto 3 pessoas: a tripulação do Soyuz 11.

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Alguém anda a ver Vsauce :mrgreen:

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Isso deve ser engraçado para quem percebe minimamente da coisa.

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E uma gota de betume (da experiência mais longa de sempre) caiu outra vez

Experiência de maior duração em laboratório – iniciou-se há 87 anos, na Austrália – tem cativado a imaginação de muita gente. Pode ser acompanhada em directo pela Internet, tal como uma experiência idêntica, mas menos longa, na Irlanda.

 

Ao fim de uma espera de mais de 13 anos, a nona gota de betume da experiência científica mais longa em curso em laboratório, em suspensão durante esse tempo todo, ameaçando desprender-se a qualquer altura, tocou finalmente há dias no fundo do recipiente preparado para a apanhar. Pena que John Mainstone, o físico que durante 52 anos tomou conta desta experiência na Universidade de Queensland, na Austrália, e que morreu em Agosto do ano passado, aos 78 anos, nunca tenha chegado a ver o momento em que uma das “suas” queridas gotas se desprendia.

 

A experiência consiste num pedaço de betume, ou alcatrão natural, que parece sólido à temperatura ambiente mas na realidade é um fluido, e que foi deixado dentro de um funil de vidro. No vagar inerente a esta experiência, vai-se formando na parte de baixo do funil uma gota e ela cai ao ritmo médio de uma vez por década.

 

John Mainstone deparou-se em 1961 com a experiência – o funil de vidro tapado por uma campânula – logo no segundo dia de trabalho na Universidade de Queensland. Já decorria desde 1927. Tinha começado com outro físico, Thomas Parnell, que queria ensinar aos seus alunos as propriedades fantásticas do betume.

 

Composto por uma mistura complexa de hidrocarbonetos, o betume era usado para impermeabilizar navios ou vedar juntas. Parecia sólido, podendo até ser partido por um martelo, mas na realidade era um material viscoso, portanto um fluido. Thomas Parnell aqueceu um bocado de betume e escorreu-o para dentro do funil, com a parte de baixo tapada. Esperou três anos para que tudo assentasse, depois abriu a parte de baixo e deixou a gravidade fazer o seu trabalho. Foi-se mantendo um registo da experiência: a primeira gota caiu em 1938, depois as outras em 1947, 1954, 1962, 1970, 1977, 1988 e, a oitava, a 28 de Novembro de 2000.

 

Nem Thomas Parnell nem John Mainstone viram uma gota a cair. John Mainstone perdeu essa oportunidade em três ocasiões, refere agora um comunicado de imprensa da Universidade de Queensland. Perdeu-a por um dia em 1977; por apenas cinco minutos em 1988, quando a experiência estava na Exposição Mundial de Brisbane, na Austrália; e em 2000, quando a câmara de vídeo, que vigiava a gota e permitia acompanhar a experiência pela Internet, estava desligada nesse preciso momento devido a um apagão eléctrico de 20 minutos.

 

Em 2002, a experiência australiana entrou no Livro Guinness de Recordes Mundiais como a experiência laboratorial mais longa em curso e, em 2005, ganhou um IgNobel, prémios que distinguem a ciência mais divertida e inacreditável “por fazer as pessoas rir primeiro e pensar depois”.

 

Embora não visse uma única gota a cair da experiência que zelava, John Mainstone ainda chegou a ver a queda de uma gota numa experiência semelhante na Irlanda, registada em vídeo. Em Julho do ano passado, o Trinity College, em Dublin, na Irlanda, divulgou que a sua experiência da gota de betume, em marcha desde 1944, tinha dado mais uma gota. Não se sabe de quem foi a ideia desta experiência. Esquecida durante anos, enquanto as gotas se sucederam, em Maio do ano passado, com a última à beira da queda, o físico Shane Bergin e colegas do Trinity College começaram as transmissões na Internet.

 

Por fim, na madrugada de 11 de Julho a gota desprendeu-se. Esse vídeo não só chegou às mãos de John Mainstone como a sua propagação pela Internet se tornou viral. “Estas experiências captam a nossa imaginação porque se prolongam por muito tempo”, considera Stefan Hutzler, cientista do Trinity College que fez cálculos sobre a viscosidade do betume, citado agora pela revista britânica NewScientist numa notícia sobre a queda da nova gota da experiência australiana.

 

Troca de recipientes precipitou tudo

 

Desde 2000, três câmaras têm também vigiado a experiência australiana, para captarem o grande momento da nona gota. E, para não perderem esse espectáculo, mais de 25 mil pessoas, de 158 países, registaram-se para apanhar esse instante e acompanharem o que se passava em directo. Finalmente, aconteceu o que tanto se esperava: este mês de Abril, a gota em suspensão movimentou-se muito devagar, até tocar na oitava gota depositada no fundo do recipiente. Não se desprendeu logo.

 

“Pode tombar rapidamente ou pode mover-se lentamente para baixo e levar anos até se separar da décima gota”, chegou a dizer Andrew White, o sucessor de John Mainstone como a guardião da experiência australiana.

 

Mas, na realidade, não foi necessário aguardar muito tempo. Inadvertidamente, esta quarta-feira (24 de Abril) a nona gota libertou-se por completo, durante a substituição do recipiente onde se encontram as anteriores oito gotas.

 

“Jonh Mainstone e eu tínhamos falado sobre a melhor maneira de manter a experiência por mais 80 anos”, conta Andrew White, citado noutro comunicado da sua universidade. “Tínhamos decidido que a melhor altura para arranjar espaço para as próximas gotas seria logo depois da nona gota tocar no fundo.”

 

Assim, para substituir o recipiente, Andrew White levantou a campânula, só que a base de madeira da experiência oscilou. Resultado, a nona gota separou-se do resto do betume. Agora o recipiente com as nove gotas encontra-se ao lado da campânula – e a espera pela décima gota já começou pacientemente.

Editado por Peplin

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Para mim essa experiência é incrível e descreve bem o que é a Ciência. Não que seja uma experiência especialmente espectacular, mas o facto do seu criador a ter feito sabendo que provavelmente não veria grandes resultados, e o facto de ser mantida há tantos anos... A Ciência é (ou deveria ser) isso: não importa o tempo que demore, importa é a obtenção de resultados.

_________________________

 

Para quem gostar de Química, como eu, este vídeo é soberbo:

 

 

Parecia um puto, a ver isto. :mrgreen: :prayer:

 

Alguém anda a ver Vsauce :mrgreen:

Falando nisto, o Michael fez recentemente um AMA no Reddit: http://redd.it/23lun8

 

É uma leitura interessante.

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Sei que provavelmente já foi falado por aqui mas não sei se foi postado algum canal\video\wtv onde se pode ver o novo Cosmos, com o Neil DeGrasse Tyson

 

Anyway, aqui está o canal http://www.youtube.com/user/EarthNETDaily

 

E a primeira parte do primeiro episodio

 

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Mamíferos são 40 milhões de anos mais velhos do que se pensava

 

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Três fósseis de esquilos do tempo dos dinossauros foram descobertos na província de Liaoning, na China, sugerindo que os mamíferos estão no Planeta Terra há mais de 200 milhões de anos. A descoberta antecipa em 40 milhões de anos a presença dos mamíferos no planeta.

 

Estes animais viveram há 160 milhões de anos e são parecidos com os actuais esquilos – as criaturas pesariam entre 28 a 238 gramas, pertenciam ao grupo Haramiyida e comiam insectos, nozes e frutos. Tinham dentes estranhos e pontiagudos.

 

Segundo os investigadores, estes animais evoluíram para monotrématas como os ornitorrincos, marsupiais como os gambás e placentários como os humanos e as baleias.

 

Foram encontrados seis crânios e esqueletos bem preservados. “Durante décadas os cientistas têm-se debatido se o grupo extinto Haramiyida pertencia ou não aos mamíferos. Todo o nosso conhecimento destes animais era baseado em maxilares fragmentados ou dentes isolados, mas os novos espécimes estão muito bem preservados”, explicou Jin Meng, do American Museum of Natural History, em Nova Iorque. “Com base nestes fósseis conseguimos ter uma boa ideia que estes animais eram, de facto, mamíferos”.

 

Através da sua estrutura, os cientistas perceberam que estes animais eram bons trepadores e provavelmente passavam mais tempo em cima das árvores que os esquilos. “As suas mãos e pés estavam adaptados aos ramos, mas não eram boas para correr no chão”, continuou Jin Meng.

 

Os mamíferos terão evoluído de um antepassado comum que tinha três cúspides – os molares humanos podem ter até cinco. Mas a espécie agora descoberta tinha duas filas paralelas de cúspides em cada molar – até sete cúspides em cada lado.

 

A forma complexa como este padrão dentário evoluiu tem confundido os cientistas durante décadas, mas há outras características mais comuns aos mamíferos: os espécimes têm uma área dentro do tímpano que transforma as vibrações do ar em ondulações, nos fluidos do ouvido. Esta área tem três ossos, algo muito típico dos mamíferos.

 

“Temos provas muito convincentes de que estes animais são mamíferos e que precisamos de voltar o relógio atrás para descobrir a convergência mamífera”, concluiu Ming. O estudo foi publicado no jornal Nature.

 

Fonte: Greensavers

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Estudo sobre vida depois da morte descobre provas de consciência durante vários minutos

 

O nosso corpo poderá continuar consciente durante algum tempo depois de o nosso cérebro se ter “desligado”, de acordo com o maior estudo científico de sempre realizado sobre a vida depois da morte. O estudo, desenvolvido na Universidade de Southampton, descobriu provas de que a consciência pode continuar durante vários minutos após a morte clínica de uma pessoa, o que até agora era considerado impossível.

 

O tema controverso levou a Universidade de Southampton a estudar 2.000 pacientes que sofreram paragens cardíacas nos últimos quatro anos, em 15 hospitais do Reino Unido, Estados Unidos e Áustria.

 

Os investigadores descobriram que quase 40% das pessoas que sobreviveram descreveram algum tipo de “consciência” durante o tempo em que estiveram clinicamente mortos, até que o seu coração foi reactivado.

 

Um destes pacientes, um assistente social de 57 anos, lembra-se inclusive de ter deixado o seu corpo e observar a ressuscitação a partir de um canto da sala. Este indivíduo, de Southampton, esteve clinicamente morto durante três minutos.

 

“Sabemos que o cérebro não pode funcionar a partir do momento em que o coração pára de bater. Mas, neste caso, a consciência continuou até três minutos depois do período em que o coração deixou de bater, apesar de o cérebro demorar entre 20 a 30 segundos a “apagar-se”, depois de o coração deixar de bater”, explicou ao The Telegraph Sam Parnia, que liderou o estudo.

 

“Este homem descreveu tudo o que se passou no quarto. Tudo o que ele disse pareceu-nos credível e foi corroborado [pelas outras pessoas que estavam no local]”, explicou Parnia.

 

Dos 2.060 pacientes com paragens cardíacas estudados, 330 sobreviveram e 140 experienciaram qualquer tipo de consciência enquanto estavam a ser ressuscitados. E embora muitos não tivessem conseguido recordar detalhes específicos, um em cada cinco sentiu uma sensação de calma. Um terço destes explicou que o tempo tinha-se tornado mais lento ou rápido.

 

Há quem tenha visto uma luz muito clara, um flash dourado ou Sol. Outros recordam-se de ter medo de se afogar ou serem arrastados para a água; 13% disse que se separaram dos seus corpos e a mesma percentagem assegurou que se desprenderam dos corpos.

 

“Há milhões de pessoas que tiveram experiências destas em relação à morte, mas as provas científicas eram ambíguas. Muitos pensam ter passado por alucinações ou ilusões, mas as suas histórias são muito parecidas com o que se passou”, continuou Parnia.

 

O estudo foi publicado no jornal Resuscitation mas ainda não está acabado. David Wilde, pesquisador e psicólogo da Notthingham Trent University, está a compilar todos os dados destas experiências, na esperança de descobrir um padrão que una todos estes episódios.

 

Fonte: Green Savers

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Este estudo anda a misturar "consciência depois da morte" com histórias de fantasmas. Uma coisa é a possibilidade de haver um período no qual possamos ter alguma consciência, mesmo após o cérebro se desligar - mesmo que não encontre lógica alguma nisso -, outra é colocar-se a hipótese de uma pessoa andar a vaguear fora do corpo.

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