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[FM'09] A História de Yury Lopes

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Introdução:
Estou de volta ao EMEM. Foi uma paragem curta mas eu tinha a ideia de voltar quando encontrasse um desafio interessante e a verdade é que encontrei um. Será a minha quarta experiência depois de três saves fracassados espero conseguir levar este muito longe através de muitas épocas de sucesso ou não. Os objectivos que tenho para esta nova tentativa é fazer uma carreira longa com troféus, perdidas, goleadas, promoções, vitórias e principalmente divertir-me e divertir-los com a carreira de Yury Lopes, um bielorrusso com dupla nacionalidade portuguesa, o clube não será revelado ainda, assim como as ligas também não serão divulgadas senão seria demasiado fácil. Posso dizer apenas que é o maior desafio da minha carreira no FM'09.

A História:
Yury Lopes é um homem bielorrusso com dupla nacionalidade portuguesa pois os seus pais são portugueses mas emigrantes. A história começa com os 15 anos deste rapaz. Nesta idade é um jovem que gosta de desporto e desloca-se para todo o lado de skate. Joga na pequena equipa de futebol da vila e é a estrela. Pouco quer saber da escola e a sua melhor amiga é uma rapariga da sua turma. É algo distraído e gosta de desenhar. Basicamente a história irá avançar muitos anos de repente e é ai que começará a sua carreira de treinador. Isto é a história de Yury Lopes:


Capítulo I - Fresh Start...


Num banco de jardim qualquer, numa certa cidade a falar com alguém...


- Yury... Yury... Yury!! – disse ela.
- Sim Anna que é que queres?! – perguntei irritado.
- Estás a olhar para o boneco à mais de cinco minutos, afinal em que é que estavas a pensar?
- Nada, nada... Esquece. Vamos mas é para a escola.


Peguei no skate e pus-me a caminho da escolha, afinal não convinha chegar atrasado à aula do Professor Yankov, digamos que ele não era propriamente flexível a miúdos de quinze anos que gostavam de andar pelas ruas a andar de skate e a divertirem-se.

(ouve-se o bater à porta)Sim... – disse o Prof. Yankov com um ar calmo.
- Sou eu. – afirmei a medo – Posso entrar stôr?
- Sr. Lopes... Obrigado por ter tido tempo de se juntar a nós e arranjar um espaço na sua agenda tão preenchida. Tem falta mas pode-se sentar, pode ser que entre alguma coisa nessa cabeça oca.


Sabia que o professor tinha razão mas isso não me interessava muito mas apesar de tudo sentei-me ao lado de Anna, que já tinha chegado á aula há bastante tempo já, retirei o caderno da mala e comecei a escrever a aula, apesar de o professor estar a falar da primeira guerra mundial e sobre a queda da união soviética eu deixava isso para os meus antepassados porque o que eu vivia mesmo era para o desporto, especialmente o futebol, jogava no clube da cidade com alguns dos meus amigos. Entretanto enquanto me enchia de esperanças e sonhos ouvi uma voz repentina...

- Yury! Acorda! – disse-me Anna depois de me dar uma cotovelada no braço.
- Sim. Que foi? – perguntei ainda meio a leste.
- Responde à pergunta do stôr.
- Então Sr. Lopes quem foi o impulsionador da guerra? – perguntou a professor Yankov.
- Foi... Foi... Foi o... – de repente houve-se o toque e depressa saí da sala com um sorriso.


Peguei novamente no skate e fui rapidamente para o campo, estava atrasado para o jogo da equipa. Cheguei e como sempre o treinador resmungava comigo por estar atrasado eu respondi com o habitual sorriso tirei o casaco e entrei em campo, afinal eu era a estrela da equipa e tinha de dar a volta aquela derrota...


Curriculum Vitae:

483866.png Kommunalnik Slonim 2008
  • 1ª Divisão Bielorrussa - 1º (Campeões)

  • Taça da Bielorrúsia - 3º eliminatória (vs. Vitebsk)
483866.png Kommunalnik Slonim 2009
  • 1ª Liga Bielorrussa - 1º (Campeões)

  • Taça da Bielorrúsia -

  • Taça da Federação - Meia Final (vs. Shakhter Soligorsk)
483866.png Kommunalnik Slonim 2010
  • 1ª Liga Bielorrussa -

  • Taça da Bielorrúsia -

  • Taça da Federação - Vencedores (vs. Din. Minsk)

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Boa Sorte ! ;)

 

 

Boa Sorte.

 

 

Gostei . . .

BS neste novo save ;)

Muito Obrigado aos três :compinchas:

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Capítulo II – Uma vida atribulada


- Vai Yury... Vai! Vai! – exclamava o treinador apavorado com a derrota – continua, remata!
- Golo!! – ouviam-se nas bancadas, todos os adeptos gritavam.

Eu como sempre fui ter com a claque e festejei com eles, depois de alcançar o empate foi fácil chegar à vitória, afinal eu era bom naquilo mas a minha vida não era só o futebol. Depois do jogo tomei um duche rápido e segui para a taberna da vila ajudar o meu pai que era o dono. Eu apenas atendia os clientes e levava os pedidos às mesas mas tinha de fazer aquilo para merecer a semanada e para poder sair à noite. Eu tinha muitos pensamentos enquanto atendia as pessoas por isso eu era chamado de Yury “distraído” entre os clientes mas eu não me importava, eu era mesmo assim.

- Yury estás novamente na Lua não estás jovem.
- Hã? Diga Sr. Kraskov...
- Esquece rapaz, eu já te conheço. – dizia o Sr.Kraskov enquanto fazia um pequeno sorriso.
- Desculpe. E então que deseja?

O Sr. Kraskov tem 68 anos e é aquele típico senhor que encontramos no jardim a dar pão aos patos, é o contador de histórias da cidade e um amigo meu. Todas as semanas eu e ele fazemos um jogo, ele propõe-me um desafio e eu tento cumpri-lo. Damo-nos muito bem, é um cliente regular do café e quando a equipa de futebol joga sentamo-nos os dois a dizer mal dos jogadores...

- Porque é que não passaste a bola ?! – perguntava eu irritado.
- Vai arranjar um par de óculos ó maricas! – dizia o Sr. Kraskov depois de o árbitro não ter assinalado um penalty.

Enfim era isto. Depois de trabalhar o resto da tarde do café eu e o pessoal da equipa fomos festejar a vitória para a discoteca, levamos algumas amigas da escola para não tornarmos aquilo que era um festejo uma “gay parade” :mrgreen: , fomos dançar para a pista cada um escolheu a parceira, eu fiquei com Nadia, a rapariga mais gira da escola. Dançámos, conversámos, tomámos uma bebida, é legal beber aos 15 na Bielorrússia, mas cansei-me depressa de falar com uma pessoa tão fútil e fui-me sentar no banco fora discoteca a observar as estrelas e foi quando ouvi uma voz meiga...

- Olá.
- Olá, então que fazes aqui? – perguntei.
- Cansei-me de estar lá dentro e tu? – perguntou ela.
- Também, a Nadia não é propriamente interessante.
- Então o que é que achas interessante?
- Tu.

Depois da breve conversa os olhares cruzaram-se, assim como os nossos lábios.

Agora há que responder, de quem era esta voz meiga?

a) Anna

b) Nadia

c) Sr.Kraskov :mrgreen:


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Claramente o Sr. KRaslov :mrgreen:

Cotinua ;)

Possilvelmente o Sr. Kraskov tem uma voz muita meiga, eu adormeço com ela :mrgreen:

 

Obrigado :compinchas:

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Capítulo III - Um Último Desafio


Passados 15 anos...


- Amor... Cheguei. – afirmei.
- Estou na cozinha querido. – respondeu ela – então como correu o dia?
- O normal, atender os clientes, ver os jogos de futebol, tu sabes... – disse enquanto pendurava o casaco no cabide – e o teu?
- Bem. Vendi uma casa hoje. – disse ela enquanto esboçava um sorriso.
- Isso é óptimo Nadia – disse abraçando-a e enchendo-a de beijos.

Talvez estejam confusos com a minha mulher ser a Nadia mas as coisas não resultaram naquela noite com Anna, namoramos mas vi que Nadia não era aquilo que parecia ser e foi ela que eu escolhi.

- És perfeita, sabes?
- E tu és perfeito, sabes?
- Sim, realmente tinha noção de que rondava a perfeição – disse com um sorriso enquanto me afastava para ir atender o telefone – Estou?

Atendi o telefone era um número privado, pensei que fosse a minha mãe a telefonar do café a pedir ajuda mas quando atendi uma voz sinistra perguntou quem falava. Era do hospital a informar-me que o Sr. Kaskov estava no hospital prestes a falecer e que queria falar comigo. Fiquei paralisado, o telefone caiu-me das mãos.

- Yury, que se passa?
- É o Sr. Kaskov ele está no hospital a morrer e quer que eu vá para lá.
- E estás preparado para ir ?
- Eu tenho de ir.

Pus-me a caminha depressa, queria chegar lá o quanto antes. Ele sempre me apoiou, aconselhou desde os meus 10 anos. Estacionei rapidamente e subi ao piso 15 pelas escadas.

- Sr. Kaskov como está?
- Acalma-te rapaz, eu estou bem pelo menos por agora.
- O que tem?
- Os médicos descobriram um tumor no cérebro, resta-me muito pouco tempo de vida.
- Eles tem a certeza não há nada que possamos fazer? – perguntei desesperado.
- Temo que não. Yury eu tenho 88 anos e durante a minha vida fui feliz, infeliz, estive bêbado, drogado e forniquei muito... Eu fiz a minha carreira e agora está na hora de fazeres a tua.
- Que quer dizer com isso?
- Sabes que eu sou muito amigo do Treinador da equipa da vila, certo?
- Sim... – respondi sem entender.
- Ele vai retirar-se este ano depois de ter conseguido levado a equipa aos nacionais e eu convenci-o a deixar-te ser o próximo treinador dos grandes Kommunalnik Slonim.
- O quê?! Eu?! Mas eu não tenho nenhuma experiência em treinar equipas.
- Tu foste jogador de futebol nesta equipa. Ajudaste-a e viste-a crescer. Eles querem-te lá e eu também. É o meu último desafio... “Tornares-te o melhor treinador bielorrusso de sempre”
- Sr. Yankov... Sr. Yankov... Sr. Yankov!!!

Fui para casa triste mas sabia que tinha de cumprir o seu último desafio, afinal nunca deixei nenhum para trás. Contei a Nadia e ela gostou a ideia, ela sabia o quão importante aquilo era para mim...



A Nuria namora com o Sr. Penkov, ou lá o que é...

Ah ah :mrgreen:
Não a Nadia tem gosto por homens mais novos que o Sr. Kaskov

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Boa Sorte no teu novo clube!

 

 

Boa Sorte nesse clube ! ;)

 

 

Gostei . . . Boa introdução . . .

 

Boa sorte ;)

 

Obrigado aos três :compinchas:

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Bebi droguei-me e forniquei muito :funny: :funny:

O homem teve uma vida muito activa, o que é que se há-de fazer :mrgreen:

 

Grande LOL

 

BS

Obrigado :fixe:

 

Coitado do sr.Yankov...

Boa sorte afirma esse clube desconhecido na europa!

É esse o objectivo mas é bastante difícil. Obrigado :)

 

Boa sorte nesse enorme desafio ;-)

Obrigado ;)

 

Muito Obrigado aos quatro :compinchas:

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Capítulo IV – Regresso ao passado

 

Fui a garagem à procura de uma ficha tripla para ligarmos a ventoinha quando encontrei, como se estivesse a brilhar, o meu antigo skate. Foi naquele skate que fui e vim da escola desde os 7 até aos 20 anos de escola, foi em cima dele que me declarei a Nadia naquela noite de lua cheia, foi aquele skate que presenciou os melhores momentos da minha vida.

 

- Amor... Onde estás – perguntou Nadia.

- Na garagem porquê? – respondi ouvindo-a aproximar-se.

- Aquela senhora da casa amarela quer assinar a escritura e eu tenho de lá ir agora, importas-te?

- Não querida, eu acho que também vou dar uma volta pela vila. – disse, olhando para o skate.

- Vai-te lá divertir ó criancinha – respondeu ela depois de me ter dado um beijo a abandonar o corredor com um sorriso.

 

Peguei no skate como há quinze anos atrás, nada mudara, apenas o meu peso. Fui dar antiga volta à vila. Comecei a andar e entrei na descida passando á frente dos carros e bicicletas que estavam ao meu lado. A minha primeira passagem foi pela rua do café da minha mãe, de seguida passei pela escola e por fim cheguei ao campo. Aquela paisagem encheu-me de memórias, não resisti em parar e entrar.

 

- Não, não, não... O relvado tem de ficar pronto hoje, já não somos um clube da vila. Vamos jogar na segunda divisão da Bielorrússia por amor de Deus! – resmungava o meu ex-treinador que agora era o presidente do clube.

- Bom dia, cheguei atrasado ao treino mister? – perguntei com um ar brincalhão.

- Será que estou a ouvir bem – disse o treinador/presidente ainda virado de costas – Yury estás de volta ao campo!

- Parece que sim.

- E como estás rapaz? – perguntou o presidente.

- Bem. Vim falar consigo sobre... – fui interrompido.

- Eu sabia que virias falar comigo sobre o cargo só não sabia quando. Eu fui treinador desta equipa por mais de 30 anos e tu sabes disso. Nós nascemos há dezassete anos atrás em 1991 e já estavas cá. Tu e eu fizemos a equipa chegar à segunda divisão da Bielorrússia e agora está na hora de continuares o meu trabalho.

 

Era uma ideia no mínimo absurda mas que se fosse bem pensada podia resultar. O treinador tinha razão fomos nós que levámos o clube a uma divisão respeitável. E agora tinha de tentar fazê-lo crescer ainda mais.

 

- Eu estou disposto a aceitar este desafio, mister.

- Sabes que somos apontados à descida de divisão, certo? – perguntou o treinador questionando os meus objectivos.

- Claro mas eu espero que não seja isso que aconteça, quero assegurar uma posição respeitável no meio da tabela nesta temporada.

- É assim que se fala, jovem. Estás a ver aquele ali? – apontou para um jogador que estava a treinar.

- Sim, que tem?

- É o nosso melhor jogador, chama-se Alexey Breschenko. Tem algum futuro e foi difícil segurá-lo no clube. Não temos um plantel suficientemente forte para jogar nesta divisão e como tu não jogas vais ter de te reforçar.

- Estou ciente disso. O clube está disposto a oferecer algum dinheiro, qual é o estado de finanças?

- Não está mal, está seguro mas não podemos ficar com um balanço mais negativo. Não te podemos dar dinheiro para transferências e a pauta salarial ultrapassa o possível. – disse o treinador.

- Então vou começar á procura de jogadores e talvez consiga trazer algum amigo de volta ao clube. – disse com um ar brincalhão.

 

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Esse Alexey melhor jogador ?! :funny:

 

Imagina-se o resto da equipa xD.

 

É um desafio interessante ! ;)

 

Força !

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