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Notícias e Resultados do Ciclismo Nacional II

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O Alarcon antes de ir para a W52 andava a levar 25/30 minutos na Serra da Estrela/Alto da Senhora da Graça e do nada começa a ser um dos roladores do famoso comboio W52 nas montanhas, acaba etapas no grupo dos favoritos e lá fora se não me engano até ganhou etapas com finais em alto frente ao Quintana(!).

 

Podem falar em treinos mas isto no meu entender é uma situação muito complicada de explicar, fazendo uma analogia é como se fosses um futebolista amador de Domingo na posição de avançado e, no espaço de um/dois anos, ficasses com capacidade para fazer um top-3 na lista de melhores marcadores da Liga dos Campeões. Pode acontecer mas como se diz na gíria é muito difícil processar essa informação.

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Como disse da outra vez, um gajo quando já vê ciclismo há algum tempo começa a captar certas anormalidades: um ciclista que começa a rodar a um nível absurdo de um ano para o outro sem haver um background que o fizesse prever, ciclistas que desaparecem do mapa quando mudam de equipa, um punhado de gente que se tornam especialistas em tudo quando entram numa determinada equipa...

 

Pode não se comprovar e pode até não haver nenhuma ilegalidade, mas normalmente há certos padrões que são red lights imediatos.

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O Alarcon antes de ir para a W52 andava a levar 25/30 minutos na Serra da Estrela/Alto da Senhora da Graça e do nada começa a ser um dos roladores do famoso comboio W52 nas montanhas, acaba etapas no grupo dos favoritos e lá fora se não me engano até ganhou etapas com finais em alto frente ao Quintana(!).

 

Podem falar em treinos mas isto no meu entender é uma situação muito complicada de explicar, fazendo uma analogia é como se fosses um futebolista amador de Domingo na posição de avançado e, no espaço de um/dois anos, ficasses com capacidade para fazer um top-3 na lista de melhores marcadores da Liga dos Campeões. Pode acontecer mas como se diz na gíria é muito difícil processar essa informação.

 

Por acaso até ganhou uma etapa na Serra da Estrela e foi 16º numa chegada à Torre. E bater o Quintana deve ser uma coisa do outro mundo como se ele tivesse de a obrigação de vencer todas as etapas de montanha em que participa. Bateu-o numa 2ª categoria de uma prova em que a concorrência era fraca, numa etapa que acabava com uma descida, num dia de neve e a escassos dias de começar o Giro. O Quintana deve ter-se importado muito por ter perdido uns segundos e ficar apenas no 2º lugar da geral...

Já nem falo desses comparações. O Rui Costa hoje "levou" 36 minutos e não é isso que o vai caracterizar enquanto corredor.

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Por acaso até ganhou uma etapa na Serra da Estrela e foi 16º numa chegada à Torre. E bater o Quintana deve ser uma coisa do outro mundo como se ele tivesse de a obrigação de vencer todas as etapas de montanha em que participa. Bateu-o numa 2ª categoria de uma prova em que a concorrência era fraca, numa etapa que acabava com uma descida, num dia de neve e a escassos dias de começar o Giro. O Quintana deve ter-se importado muito por ter perdido uns segundos e ficar apenas no 2º lugar da geral...

Já nem falo desses comparações. O Rui Costa hoje "levou" 36 minutos e não é isso que o vai caracterizar enquanto corredor.

Ganhar uma prova =/= sentar o que é provavelmente o melhor trepador da atualidade.

 

 

P.S- isto numa segunda categoria como falaste.

Editado por Contador

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Independentemente do resto, o treinadordebancada tem razão numa coisa: um resultado ocasional prova muito pouco. O Alcorcon certa vez ganhou 4-0 ao Real Madrid para a Copa do Rei e isso não fez deles melhores do que realmente eram.

 

Agora, aquilo não foi um resultado isolado. O Alarcon transformou-se, de um dia para o outro, de um gregário decente num todo-o-terreno de alto calibre para a nossa realidade. Até 2014 o melhor que tinha feito na Volta foi um 41o, em 2015 no seu primeiro ano na W52 já foi 13o e no ano passado foi 4o. Nos contra-relógios da Volta, antes da W52 o melhor tinha sido um 44o, no ano seguinte na W52 já foi 13o e no ano seguinte fez 2o...

 

Não é normal um ciclista ter este tipo de evolução aos 29 ou 30 anos de idade quando nem sequer se viam ali resultados promissores nos seus anos de juventude. Aliás, ele é profissional desde 2006 e apenas tinha duas vitórias de etapa na carreira, uma no Troféu Joaquim Agostinho e outra na tal fuga na Volta de que já falaram. Este ano de 2017 já tem mais vitórias do que nos 10 anos anteriores e em provas internacionais, tendo vencido uma e sido 2o na outra.

 

Pode não ser nada, pode até ter encontrado ali o clique ao chegar a uma equipa com outros meios que o terão estimulado de outra forma. Mas a experiência de ver ciclismo diz que isto geralmente não acontece por razões naturais.

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Por acaso até ganhou uma etapa na Serra da Estrela e foi 16º numa chegada à Torre. E bater o Quintana deve ser uma coisa do outro mundo como se ele tivesse de a obrigação de vencer todas as etapas de montanha em que participa. Bateu-o numa 2ª categoria de uma prova em que a concorrência era fraca, numa etapa que acabava com uma descida, num dia de neve e a escassos dias de começar o Giro. O Quintana deve ter-se importado muito por ter perdido uns segundos e ficar apenas no 2º lugar da geral...

Já nem falo desses comparações. O Rui Costa hoje "levou" 36 minutos e não é isso que o vai caracterizar enquanto corredor.

 

Desconhecia essa situação a fundo com o Quintana, julgava que tinha sido num final com chegada em alto. Obrigado pelo esclarecimento. :wink:

 

Mas essa comparação que fazes com o Rui Costa é que não tem sentido nenhum, uma coisa é tu perderes 20/25 minutos porque já não está para aí virado e o foco foi pelo cano abaixo outra coisa completamente diferente é perderes esse tempo de forma quase sistemática. O Rui Costa pode perder esse tempo mas já ganhou etapas na Volta a França e foi Campeão do Mundo, logo a sua qualidade não saí beliscada. Já o Alarcon é como o Black Hawk disse, no espaço de um/dois anos passou do anonimato do pelotão português para quase um estatuto de estrelato.

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Independentemente do resto, o treinadordebancada tem razão numa coisa: um resultado ocasional prova muito pouco. O Alcorcon certa vez ganhou 4-0 ao Real Madrid para a Copa do Rei e isso não fez deles melhores do que realmente eram.

 

Agora, aquilo não foi um resultado isolado. O Alarcon transformou-se, de um dia para o outro, de um gregário decente num todo-o-terreno de alto calibre para a nossa realidade. Até 2014 o melhor que tinha feito na Volta foi um 41o, em 2015 no seu primeiro ano na W52 já foi 13o e no ano passado foi 4o. Nos contra-relógios da Volta, antes da W52 o melhor tinha sido um 44o, no ano seguinte na W52 já foi 13o e no ano seguinte fez 2o...

 

Não é normal um ciclista ter este tipo de evolução aos 29 ou 30 anos de idade quando nem sequer se viam ali resultados promissores nos seus anos de juventude. Aliás, ele é profissional desde 2006 e apenas tinha duas vitórias de etapa na carreira, uma no Troféu Joaquim Agostinho e outra na tal fuga na Volta de que já falaram. Este ano de 2017 já tem mais vitórias do que nos 10 anos anteriores e em provas internacionais, tendo vencido uma e sido 2o na outra.

 

Pode não ser nada, pode até ter encontrado ali o clique ao chegar a uma equipa com outros meios que o terão estimulado de outra forma. Mas a experiência de ver ciclismo diz que isto geralmente não acontece por razões naturais.

Mas existem controlos em Portugal e Espanha certo? Caso estejam com substâncias devem ser apanhados.

Caso contrário esta tudo muito mal em Portugal e Espanha relativamente aos controlos

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Mas existem controlos em Portugal e Espanha certo? Caso estejam com substâncias devem ser apanhados.

Caso contrário esta tudo muito mal em Portugal e Espanha relativamente aos controlos

 

Também existiam controlos em França e olha a quantidade de ciclistas que nunca foram caçados e afinal...

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Também existiam controlos em França e olha a quantidade de ciclistas que nunca foram caçados e afinal...

Pois isso é que está mal.

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O Alarcon venceu o Grande Prémio JN.

 

1º Alarcon W52 13:27:39

2º João Benta BOA 20s

3º Rui Vinhas W52 23s

4º Daniel Mestre EFP 29 s

5º Amaro Antunes W52 31s

6º António Carvalho W52 39s

7º Jóni Brandão STA 49s

8º Domingos Gonçalves BOA 01:00

9º Jorge Magalhães MIR 01:02

10º Henrique Casimiro EFP 01:15

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Decisão sobre o GP do Dão e a Taça de Portugal

 

A Direção da Federação Portuguesa de Ciclismo, reunida em 30 de maio de 2017, analisou as circunstâncias em que terminou o Grande Prémio do Dão.

 

O Relatório do Presidente do Colégio de Comissários reconhece que aconteceram situações de insegurança na área urbana de Viseu, depois da transição da responsabilidade de policiamento da GNR para a PSP, e também provocadas pela deficiente sinalização. O organizador da corrida, a Associação de Ciclismo de Viseu, reconhece as falhas de sinalização, identificando como causa das mesmas o serviço mal prestado pela empresa contratada para colocar as placas de indicação do percurso.

 

O Relatório do Presidente do Colégio de Comissários entende que estavam reunidas as condições de segurança no momento em que a prova foi reiniciada. Nesse sentido, entendeu penalizar os corredores que impediram que a prova se desenrolasse com normalidade, aplicando a cada um a pena de expulsão da corrida e uma multa de 100 francos suíços. O Colégio de Comissários considerou nula a segunda etapa da competição, devendo a classificação geral final ter em conta apenas os resultados da primeira etapa, expurgando dos mesmos os ciclistas aos quais foi aplicada a expulsão da corrida.

 

No seguimento das decisões do Colégio de Comissários, depois de refeitas as classificações com base nos resultados da primeira etapa, expurgando da listagem os ciclistas expulsos da competição, é declarado vencedor do Grande Prémio do Dão o ciclista Óscar González, da equipa Sporting-Tavira.

 

A Direção da Federação Portuguesa de Ciclismo decidiu que, como previsto, a edição de 2017 da Taça de Portugal de Elite e Sub-23 terminou com o Grande Prémio do Dão. Tendo em conta os resultados desta corrida, são declarados vencedores individuais o elite Samuel Caldeira (W52-FC Porto) e o sub-23 Xuban Errazquin (RP-Boavista). Coletivamente, vencem a equipa continental W52-FC Porto e a equipa de clube Liberty Seguros/Carglass.

 

A Federação Portuguesa de Ciclismo enviou um ofício à Secretaria de Estado da Administração Interna, lamentando os factos ocorridos e solicitando uma tomada de posição para garantir que o acompanhamento dos eventos desportivos de ciclismo seja assegurado por uma única força de segurança, desde a partida até à chegada, incluindo todas as etapas das provas por etapas.

 

:lol: Parece que foram expulsos mais de 30 ciclistas.

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Jesús del Pino (Efapel) venceu o GP Internacional Beiras e Serra da Estrela

 

1.º Jesús del Pino (Efapel), 15h11m03s

2.º Alexander Evtushenko (Lokosphinx), a 58s

3.º Beñat Txoperena (Euskadi Basque Country-Murias), a 1m11s

4.º Raúl Alarcón (W52-FC Porto), a 2m00s

5.º Ricardo Mestre (W52-FC Porto), a 2m15s

6.º João Benta (RP-Boavista), a 3m28s

7.º Dmitrii Strakhov (Lokosphinx), a 3m30s

8.º Amaro Antunes (W52-FC Porto), a 3m34s

9.º Sergio Pardilla (Caja Rural-Seguros RGA), mt

10.º Frederico Figueiredo (Sporting-Tavira), a 3m38s

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Oh Sr. Engenheiro, o tópico "Ciclismo Nacional" é como ao nome indica para as provas disputadas em território naciona Veja lá se faz as coisas como deve ser.

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Grande vitória do guerreiro nos campeonatos nacionais de ciclismo. O Zé ficou a pé nos últimos 200 metros

 

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Pelo que me disseram foi o mingos que caiu a 2 km, ia a frente à 1 minuto e qualquer coisa e fez os últimos metros a pé.

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Pelo que me disseram foi o mingos que caiu a 2 km, ia a frente à 1 minuto e qualquer coisa e fez os últimos metros a pé.

Não foi a dois km foi a mais.

 

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Não foi a dois km foi a mais.

 

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Fui pelo o que me disseram. Mas levava boa vantagem.

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