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[FM10] Sem esforço nada se consegue (The Jack MeHoff Story)

Publicações recomendadas

Rio de Janeiro :prayer:

 

Será que vais treinar no Brasil?

 

 

Os vultos negros eram ursos vistos de longe, ou então é a visão que não tava boa :mrgreen:

Tou a gostar continua :wink:

 

Ursos?? Pinguins talvez....

 

Obrigado :compinchas:

 

Boa Sorte! ;)

 

Obrigado :compinchas:

 

Boa sorte

 

Obrigado :compinchas:

 

andas a dar umas voltas valentes... eh, eh. boa sorte e que encontres o rumo depressa!

 

A bússola está avariada

 

Obrigado :compinchas:

 

Boa sorte, esperemos que saia daqui mais um save lendário :prayer:

 

Obrigado :compinchas:

 

Este vou acompanhar de inicio.

 

Boa Sorte :D

 

Obrigado :compinchas:

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Jerk MeHoff :funny:

 

Boa sorte para o save que até agora tem uma história engraçada... Estou a gostar

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Jerk MeHoff :funny:

 

Boa sorte para o save que até agora tem uma história engraçada... Estou a gostar

 

:biggrin:

 

Obrigado :compinchas:

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“Sacrifício Supremo”

As ilhas eram de uma grande beleza, praias de areia branca, mar azul a ver-se o fundo e uma vegetação colorida.
O capitão procurava uma onde pudesse estabelecer a sua base de observação da Vénus em trânsito (era como ele chamava à passagem do ponto negro em frente do Sol.
Fundeámos numa enseada de uma das maiores ilhas daquele vasto arquipélago e não tardou a que começassem a acorrer à praia os nativos daquela ilha.

O primeiro encontro entre as duas culturas foi pacífico, mas muito tímido, como se ambos se estudassem, tentando aperceber-se das reais intenções dos outros.
Este povo de tez escurecida, mas diferente dos povos de África chamava a si próprio Maori, que queria dizer normais, distinguindo-os dos seres especiais considerados Deuses.

Os dias foram passando, e a convivência com este povo, foi-se tornando mais aberta e a confiança foi-se instalando. Comecei a frequentar com o meu amigo Jack a sua aldeia principal, onde vivia o grande chefe Ava Nui (Rio Grande). Foi lá que a conheci, a mais bela mulher que alguma vez poisei os olhos. Chamava-se Papatuanuku (Terra).
Começámos a conversar, e a ver-nos regularmente ao final do dia, escondidos, pois Papa era a filha de Ava Nui, e era noiva prometida do seu chefe militar Karika.
Karika um dia seguiu Papa e surpreendeu-nos quando nos preparávamos para dar o primeiro beijo. O que se passou a seguir foi tudo muito rápido e a num ápice a lança de Karika descia sobre mim, esquivei-me e puxei Papa para mim e corremos. Atrás de nós conseguíamos ouvir Karika a correr e gritar, chamando por reforços. Depressa fomos rodeados na praça central da aldeia e o fim aproximava-se. Sem lugar para fugir cerrei os punhos e preparei-me para me defender o melhor que conseguisse. De novo o braço de Karika se ergueu e a sua lança vou silvando, cortando o ar. Fechei os olhos e esperei, e esperei. Parecia uma eternidade, quando é que a lança me atingiria, não me atrevia a abrir os olhos. Contudo notei o silêncio que de repente se fez e atrevi-me a abrir os olhos, deitado no chão trespassado pela lança estava Jack. Os seus olhos muitos abertos fitavam-me chamando-me. A tremer ajoelhei-me e encostei o meu ouvido aos seus lábios e ouvi as suas últimas palavras: “Honra-me e não deixes que eu morra em vão….”. Pousei a mão no seu punhal e de um salto virei-me e cobri os dois metros que me separavam de Karika. Olhei para ele e a sua expressão era de espanto e balbuciava algo que me era incompreensível, a faca de Jack penetrara no estômago, fundo e implacável.

Karika estava morto e eu condenado.



PEACE


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“Nascer de novo”

A sua voz suou como um trovão, quebrando o silêncio que se tinha instalado na praça. Ava Nui imponente gritava as suas ordem e rapidamente fui agarrado e puxado para trás por dois homens da guarda pessoal de Ava Nui. Olhei em volta e vi Papa, com o olhar fixo em estado de choque. Os corpos de Jack e Karika jaziam inertes no chão lado a lado.
Ava Nui, ordenou aos seus homens que me levassem a seus pés. Lá ajoelhei-me e nem me atrevi a proferir uma única palavra, nem sequer a olhar para cima. Comecei a aperceber-me do que se ia passar e estanquei de medo. O fim aproximava-se tão certo como a morte, e era mesmo ela que se aproximava célere. Por fim a catana do meu carrasco ergueu-se, mas de repente um grito, vindo do mais profundo da alma ecoou vindo da praça e todos pararam e se viraram para fitar Papa. Voltou a repetir a mesma coisa: “Parem, eu amo-o”.
Perante estas palavras o semblante de Ava Nui entristeceu, como se soubesse o que estava prestes a acontecer. Com um gesto fez sinal para pousarem a catana e de seguida fez sinal que o seguissem e a Papa também.

Entrámos para sala principal da sua casa, onde se encontrava o trono. Ele sentou-se e eu fui atirado para o centro da sala. Papa correu e ajoelhou-se a meu lado passando levemente a sua mão pelo meu cabelo e murmurando palavras suaves de conforto. Depois virou-se para o pai e começou a falar.
Não compreendi grande parte do que ali foi, dito, mas sabia que a minha vida estava a ser discutida. Passado meia hora de súplicas e lamentos de Papa, Ava Nui decidiu pôr um ponto final à questão. Levantou e falou: “Concedo-te a vida do homem branco, mas estás para sempre expulsa da nossa tribo. Terás de abandonar a aldeia para sempre.”
Papa caiu prostrada no chão e soluçou. Salvara-me a vida, mas desgraçou a dela.
E agora o que fazer. Tinha-me sido dada uma nova oportunidade, pela segunda vez renascia para a vida.



PEACE


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Estive a ler a história até agora e posso dizer-te que estou a gostar. Vou estar atento e ter oportunidade de acompanhar de início.

 

Força!

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Estive a ler a história até agora e posso dizer-te que estou a gostar. Vou estar atento e ter oportunidade de acompanhar de início.

 

Força!

 

Obrigado :compinchas:

 

Excelente desenlace! Papa a abandonar a tribo por amor :carinhoso:

 

Vieram-me as lágrimas aos olhos

 

Obrigado :compinchas:

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“O Craque”


Não foi sem emoção que me despedi dos meu companheiros de viagem, em especial de Baggio, com quem travei uma forte amizade e me ensinou a jogar Cálcio Fiorentino, mas também do Capitão James Cook que muito me ensinou do mundo em geral.
A minha decisão não foi difícil. Papa é o amor da minha vida e por minha causa foi expulsa da aldeia. Decidi ficar com ela, mas em vez de voltar a Inglaterra, iremos fazer a nossa vida aqui.
O Capitão deu-me uma pequena embarcação e mantimentos, que nos permitiu sobreviver nos primeiros tempos.
Construímos uma pequena casa no outro lado da ilha, semeámos a terra, pescámos e caçámos. Fomos felizes e tivemos um filho.
Dei-lhe o nome de Jack MeHoff, em homenagem a Jack que deu a sua vida pela minha e a ele estou eternamente agradecido.
O meu filho, esse cresceu forte e saudável, absorvendo o melhor das duas culturas, a maori da sua mãe ensinou-lhe o respeito pelo mundo e pela terra, a minha às vezes penso que apenas lhe ensinou o Calcio. Eu nunca fui muito bom nisso, mas a noção que tenho é que ele é mesmo craque. E já começou a ensinar os filhos dos vizinhos.
Quanto a mim termino aqui o relato da minha segunda vida, já me vão faltando forças, mas deixo um último pensamento a quem ler estas linhas, nunca menosprezem as oportunidades que tiverem durante a vida e sobretudo lembrem-se que sem esforço e empenho não se consegue nada na vida que valha a pena recordar.

Aos meus descendentes

(assinatura ilegível)



PEACE



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Excelente história... Dá para treinar as Ilhas Cook no jogo?

 

Já sabes o Haka :mrgreen: ?

 

EDIT- Fui pesquisar e penso saber em que equipa começarás... 8)

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Que história :prayer:

 

Será que o Jack vai treinar nas Ilhas ou ainda viajará para conhecer novos horizontes?

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Excelente história... Dá para treinar as Ilhas Cook no jogo?

 

Já sabes o Haka :mrgreen: ?

 

EDIT- Fui pesquisar e penso saber em que equipa começarás... 8)

 

Será que sabes. Ainda falta um capítulo.

 

Obrigado :compinchas:

 

Que história :prayer:

 

Será que o Jack vai treinar nas Ilhas ou ainda viajará para conhecer novos horizontes?

 

Next Chapter

 

Obrigado :compinchas:

 

Grande inicio

Muito boa sorte.

 

Obrigado :compinchas:

 

Até tenho medo do sitio onde vais treinar :medinho:

 

LOL Não tenhas é um sítio pacífico.

 

Obrigado

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“Regresso à Velha Albion”

 

Avarua, 25 de Agosto 2008

 

O diário do meu Nonavô, foi passando de geração em geração na minha família, mas à muito que havia sido esquecido, até agora, que o encontrei num baú fechado no sótão da nossa casa em Avarua, na ilha de Rarotonga.

Ao ler o seu relato, muito daquilo que eu sentia começou a fazer sentido e de certa maneira explica aquilo que eu sinto. O futebol está presente na nossa família desde o início. Mais do que nunca sinto a vontade de cumprir com o meu destino.

 

Tenho 36 anos e a minha carreira como jogador de futebol no Puaikura está a chegar ao fim. As Cook islands são pequenas demais para a minha ambição, o meu destino está traçado. A decisão está tomada, vou tirar o curso de treinador, sigo amanhã para Inglaterra.

 

Vou voltar ao país onde tudo começou.

 

 

 

PEACE

 

 

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Conferências? :carinhoso:

 

Isso é certo

 

Obrigado :compinchas:

 

Plymouth? :cool:

 

Isso era fácil demais. Não existem pistas nenhumas

 

Obrigado :compinchas:

 

Bah... Boa Sorte em Inglaterra :mrgreen: .

 

Pois

 

Obrigado :compinchas:

 

 

boa sorte

 

Obrigado :compinchas:

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“O Graduado”

Chegou agora a hora de vos falar de mim. O meu nome é Jack MeHoff e sou um treinador de futebol. Fui futebolista profissional e até final da minha carreira apenas joguei num clube o Puaikura de Rarotonga na Ilhas Cook.
Há um ano atrás pus cobro à minha carreira de futebolista e rumei a Inglaterra, com o intuito de tirar o grau de treinador de modo a poder treinar um clube em Inglaterra.
Ontem completei o curso, e hoje dou início ao meu trabalho como treinador de Futebol.
Durante este ano fiz muitas amizades, mas uma das mais fortes aconteceu à 3 meses atrás quando conheci Andy Pilley, presidente do Fleetwood Town.
À 3 meses atrás prometeu-me o lugar de treinador do clube quando me graduasse, e hoje cumpre a sua promessa.


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A primeira impressão do clube é boa. Embora modesto, as pessoas mostram ambição para almejar mais altos voos. Penso que será o clube ideal para mim. Hoje apresento-me e amanhã dou o meu primeiro treino. Começo a conhecer os jogadores e a avaliar o Plantel.
Não estou à espera de encontrar grandes craques, mas espero muita garra e entrega.

Relativamente às nossa possibilidades, a única coisa que sei é que não estamos no topo das preferências para a subido. Espero poder mudar isso em breve.


Imprensa.jpg


BoasVindas.jpg


Apresentao.jpg


Previses.jpg


PEACE




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