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Victarion

[Núcleo] Serie A

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Ora bem, o com a chegada do Monchi hoje saiu no jornal que o proximo treinador é o Emery que deixa o PSG no fim da época. Confesso não conhecer muito do seu trabalho, mas a ligação Emery - Monchi em Sevilla, funcionou muito bem. Se for verdade, que seja o homem que nos ajude a chegar ao tão sonhado Scudetto que tanto já merecemos. btw, o Kessié é praticamente jogador da Roma pro ano, assim com o Lorenzo Pellegrini deve voltar. São 2 jovens de grande qualidade, dos melhores da Serie A. Acredito que o Paredes saia com a chegada destes 2. Acho que Paredes e Manolas estarão no mercado e será por ai que se terá dinheiro po mercado, assim como possivelmente o acesso direto à UCL. Por fim e confesso que adorava mesmo, fala-se da possivel vinda do Kasper Dolberg. Pra mim é o avançado do futuro, alem de que pode cair numa ala. Esperemos seja verdade.

Porquê o Paredes sair? Tem qualidade mais que suficiente para ser titular da Roma..

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Ui boa aquisição por parte da Roma, acho que o Emery vai-se dar muito bem no futebol italiano. Lá vai o LJ para o PSG.

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Ora bem, o com a chegada do Monchi hoje saiu no jornal que o proximo treinador é o Emery que deixa o PSG no fim da época. Confesso não conhecer muito do seu trabalho, mas a ligação Emery - Monchi em Sevilla, funcionou muito bem. Se for verdade, que seja o homem que nos ajude a chegar ao tão sonhado Scudetto que tanto já merecemos. btw, o Kessié é praticamente jogador da Roma pro ano, assim com o Lorenzo Pellegrini deve voltar. São 2 jovens de grande qualidade, dos melhores da Serie A. Acredito que o Paredes saia com a chegada destes 2. Acho que Paredes e Manolas estarão no mercado e será por ai que se terá dinheiro po mercado, assim como possivelmente o acesso direto à UCL. Por fim e confesso que adorava mesmo, fala-se da possivel vinda do Kasper Dolberg. Pra mim é o avançado do futuro, alem de que pode cair numa ala. Esperemos seja verdade.

É capaz. Vai se mandar meia equipa embora para um treinador que nem vai estar cá para o ano. E suponho que a meia dúzia de telefonemas que faz para o Alexis a cada dia é para o convencer a ir para a Roma.

Está a trabalhar a 100% para dar a volta em Paris e apesar da incompetência inacreditável do nosso presidente para arranjar um director desportivo a tempo e horas para começar a preparar a próxima temporada, já anda a "escolher as cores para pintar o seu quadro". E o Manolas e o Paredes entram nessas contas.

E apesar de já não ser segredo posso dizer com certeza absoluta que o Monchi vai para a Roma. Estou sem palavras, falhámos onde não se podia falhar. Mas ainda não é o fim do mundo.

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Bentancur joins Juventus!

bentancur09.jpg

 

 

AGREEMENT WITH BOCA JUNIORS FOR THE ACQUISITION OF THE PLAYER RODRIGO BENTANCUR

 

 

 

Turin, 21 April 2017 – Juventus Football Club S.p.A. announces that the agreement with Asociación Civil Club Atlético Boca Juniors for the definitive acquisition of the registration rights of the player Rodrigo Bentancur Colman has been finalised. The transfer fee of € 9.5 million will be payable in two financial years.

 

The purchase value may increase in the course of the duration of the contract on achieving given conditions based on a certain number of official games played by the player. Moreover, in case of a later transfer of the player, Boca Juniors will be entitled to receive 50% of the amounts collected by Juventus.

 

Juventus and the player have signed a 5-year contract of employment starting from 1 July 2017 and expiring on 30 June 2022.

 

 

Mais um bom reforço a pensar no futuro e no rejuvenescimento da equipa.

 

Curioso para ver se será emprestado a algum clube da Serie A ou se irá já fazer parte do plantel na próxima época, já que a concorrência para o meio-campo é forte.

 

Deverá ser o unico jogador do negócio Tevez em que a Juve irá exercer o seu direito de opção, mas se se tornar o jogador que toda a gente espera, já terá valido a pena.

 

E como de costume a Juve a detalhar ao máximo os pormenores do negócio, é sempre de salutar esta transparência.

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Para o ano a Serie A vai ter video árbitro

 

 

 

VAR in Serie A next season

 

The head of the Italian referees’ association says there will not be video technology in the Coppa Italia final, but it will be used in Serie A from next season.

 

Both Juventus and Lazio had agreed to use Video Assistant Referees in the cup final, but the proposal needs approval from FIFA and the International Football Association Board.

 

Today the President of the Associazione Italiana Arbitri [AIA] has confirmed that the technology won’t be used, but it will be live for Serie A next season, pending approval.

 

“The news is this: we’ll start with VAR from the first day of next season, moving it forward a year,” Marcello Nicchi announced at the end of the FIGC federal council meeting.

 

“We’re waiting for approval from the International Football Association Board. For the Coppa Italia final it won’t be there.”

 

 

http://www.football-italia.net/101446/var-serie-next-season

 

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Percebe tanto de futebol e é uma pessoa extraordinária. Tenho uma recordação que serve para descrever Max. Jogávamos contra o Dortmund, tínhamos ganho 2-1 na primeira mão e íamos jogar à Alemanha. O que é que ele diz? "Estejam tranquilos, será como um amigável". Eu fiquei perplexo... e depois mostrou-nos um vídeo que mostrava as debilidades da defesa alemã e os espaços que devíamos atacar. Bateu tudo certo, foi como fazer parte dum filme. Ganhamos 3-0. Daí em diante sempre tive um grandíssimo respeito por Allegri e todos os jogos de Champions lhe perguntava: "Mister, o que temos no menu?".

 

http://www.tuttosport.com/news/calcio/serie-a/juventus/2017/04/21-24652645/evra_allegri_vive_le_partite_di_champions_come_amichevoli/

Evra sobre o Allegri.

 

:lol:

 

Está finalmente a afirmar-se e a ver a sua qualidade devidamente reconhecida a nível europeu.

 

Manteve apenas 3 titulares (Buffon, Bonucci, Chiellini) de 2015 e voltou às meias da CL. Um verdadeiro atestado de qualidade.

 

E o Jardim também lidou com algo parecido no Monaco, até por aqui será cativante o reencontro. Dois treinadores interessantíssimos.

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Está finalmente a afirmar-se e a ver a sua qualidade devidamente reconhecida a nível europeu.

Mas vocês gostam dele ou não?

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Sim. O que não quer dizer que seja imune de criticas. Ou para gostar é preciso concordar com tudo o que ele faz?

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Sim. O que não quer dizer que seja imune de criticas. Ou para gostar é preciso concordar com tudo o que ele faz?

Tudo bem

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Pequenos milagres: O Foggia e sua Zemanlândia

 

zemanlandia.jpg

Zeman se tornou um dos técnicos mais famosos da Itália a partir dos seus anos em Foggia (Gerardo Parrella)

Quem acompanhou a Serie A nos anos 1990 tem em suas melhores lembranças as arrojadas atuações de um pequeno time do sul da Itália. Assistir uma partida do Foggia naqueles tempos era promessa de diversão e muitos gols e, até hoje, o time treinado pelo checo Zdenek Zeman é utilizado como exemplo de futebol jogado de forma ofensiva e corajosa. Atuando dessa forma, os satanelli venceram a Serie B em 1991 e ficaram quatro temporadas na elite. Um pequeno milagre.

>>> Saiba mais: A década do Avellino na Serie A

Um parque de diversões chamado Zemanlândia

O Foggia havia disputado a primeira divisão algumas vezes antes da década de 1990: a equipe, cujo escudo tem dois diabinhos (por isso o seu apelido é "satanelli") jogou nos anos 1920, 1960 e 1970. Porém, a grande fase da equipe rossonera da Apúlia – região que fica "no salto da Bota" – veio com o técnico Zdenek Zeman. Não é segredo nenhum que o checo é o maior treinador e grande figura da história do clube. O sucesso do Foggia se confunde com o sucesso do seu técnico.

 

O treinador já havia passado pelo Foggia entre 1986 e 1987 e voltou no início da temporada 1989-90, convidado pelo presidente Pasquale Casillo, que projetava o acesso da Serie B para a Serie A. O comandante boêmio tinha propostas de jogo claras: o esquema era sempre um 4-3-3 arrojado e ofensivo, com o maior número de jogadores possível no campo adversário, marcação por pressão e defesa em zona. A proposta? Não se preocupar em sofrer gols e divertir.

 

"Para os jogadores é mais satisfatório construir do que destruir. Para destruir deve-se usar a força e eu sou um homem de paz", dizia Zeman, à época. Incentivador do futebol-espetáculo, ele dizia que, para vencer, "basta preciso marcar um gol a mais que o adversário". A partir desses conceitos, surgiu o que os jornalistas e torcedores da época chamaram de "Zemanlândia", um parque de diversões em forma de time, que se apresentava no estádio Pino Zaccheria e em outros gramados do Belpaese.

 

Foi divertindo a torcida – e deixando os jogadores exaustos com treinamentos estafantes – que o Foggia conquistou o título da segundona em 1991, garantindo a volta para a Serie A depois de 12 anos – teria voltado no ano anterior se não tivesse começado a temporada com penalização de cinco pontos. A primeira versão do modelo de jogo zemaniano a chamar atenção teve como destaque o trio de atacantes, obviamente.

 

Giuseppe Signori e Roberto Rambaudi, que atuavam na Serie C1, chegaram em 1989, e, no ano seguinte, Francesco Baiano trocou o Avellino pelos satanelli. Eles, que tinham entre 21 e 22 anos, até então eram praticamente desconhecidos e passaram por um clássico trabalho de amadurecimento feito por Zeman, que costuma dar chances a novos talentos e revelou dezenas de craques. Na campanha que levou à conquista do título, o tridente fez 48 gols (22 de Baiano, 15 de Rambaudi e 11 de Signori), número superior ao de 16 times do torneio – o Foggia, claro, teve o melhor ataque da Serie B, com 67 tentos. Foi o prelúdio da ascensão dos rossoneri, que iriam dar espetáculo na badalada liga italiana.

 

 

Giuseppe Signori foi o nome mais badalado dos rossoneri (Wikipedia)

O milagre de Foggia na Serie A

Após os dois anos na segunda divisão, a Zemanlândia continuou por três temporadas na Serie A. O Foggia chegou causando frisson, uma vez que Zdenek Zeman era visto como revolucionário: o treinador, ao lado de seu inseparável maço de cigarro, colocava em prática um estilo ousado em uma equipe pequena, algo muito raro no futebol mundial – e muito mais em um país de técnicos conservadores, como a Itália. À época, parecia que o boêmio levava um universo paralelo aos campos italianos, já que quase todos os times de menor expressão ainda reciclavam versões do futebol do catenaccio e da zona mista.

 

Para a disputa da Serie A, a equipe se fortaleceu com a chegada de jogadores de seleção: assinaram os meia-atacantes russos Igor Shalimov e Igor Kolyvanov, e a defesa ganhou o romeno Dan Petrescu – outro reforço foi o zagueiro Salvatore Matrecano, que atuou pelo time olímpico italiano. Outros destaques daquele Foggia foram o já citado tridente que já havia brilhado na Serie B e o goleiro Francesco Mancini, os defensores Maurizio Codispoti e Pasquale Padalino e o meia Onofrio Barone.

 

A primeira temporada do time de Zeman na elite foi muito boa. Os satanelli ficaram com a 9ª posição na Serie A e por pouco não se classificaram para a Copa Uefa – foram cinco pontos de distância para a Roma, última qualificada para o torneio europeu. Outra vez, o tridente ofensivo brilhou demais: Baiano perdeu só para Marco van Basten e Roberto Baggio e foi o terceiro colocado na artilharia, com 16 tentos. Por sua vez, Signori balançou as redes 11 vezes; Rambaudi e Shalimov fizeram nove cada um.

 

O estilo pirotécnico do Foggia fez com que o time tivesse a segunda pior defesa e o segundo melhor ataque do campeonato, com 58 gols sofridos e marcados. Essa forma de jogar, claro, levava a alguns placares elásticos e derrotas acachapantes, como um 4 a 4 com a Atalanta ou o famoso 8 a 2 sofrido em pleno Pino Zaccheria, na última rodada, diante do Milan campeão de Fabio Capello.

 

 

Escalação dos satanelli em 1991-92, ano de estreia da Zemanlândia na elite (Guerin Sportivo)

Como era de se imaginar, Baiano, Shalimov, Signori e Rambaudi não permaneceram na Apúlia para a temporada 1992-93: o primeiro foi para a Fiorentina, o segundo rumou à Inter, o terceiro assinou com a Lazio e o último reforçou a Atalanta. Com o dinheiro arrecadado com as vendas, o diretor esportivo Giuseppe Pavone trouxe jogadores importantes, como o holandês Bryan Roy e o volante italiano Luigi Di Biagio – além do costarriquenho Hernán Medford, que decepcionou. A temporada não foi tão boa e o Foggia escapou do rebaixamento apenas no final do campeonato.

 

O final da era de ouro dos satanelli

Confirmado no comando do Foggia pelo quinto ano consecutivo, Zeman mais uma vez precisou ajustar a equipe às perdas no mercado – Petrescu fechou com o Genoa e Padalino com o Bologna. Com as contratações do beque argentino José Chamot e do meia-atacante italiano Giovanni Stroppa a equipe ganhou mais solidez e de novo bateu na trave por uma vaga na Copa Uefa: 9º lugar outra vez, a três pontos da zona europeia.

 

Outra vez, a temporada teve placares esdrúxulos, como derrotas por 5 a 4 para o Piacenza e 6 a 0 para a Sampdoria, mas também goleadas sobre Genoa, Lazio, Lecce e Torino. As ótimas atuações de alguns jogadores chegaram a fazer com que eles fossem convocados para a Copa do Mundo de 1994 – casos do holandês Roy, autor de 12 gols na Serie A, e do argentino Chamot. Porém, ali acabava a Zemanlândia: o treinador checo fechou com a Lazio e, em 1994-95, o Foggia seria dirigido pelo inexpressivo Enrico Catuzzi.

 

 

Estádio Pino Zaccheria cheio para ver um confronto contra o Milan, em 1993 (Gerardo Parrella)

Por um lado, o dinheiro oferecido pela endinheirada Lazio, patrocinada pela Cirio, tornou impossível a permanência de Zeman. Por outro, foi difícil para os torcedores do Foggia assistirem o novo time do checo alcançarem o vice-campeonato em 1994-95, ano do rebaixamento dos pugliese. Desde então, os satanelli nunca mais voltaram à primeira divisão.

 

Durante cinco anos – e mais intensamente durante três – a torcida do Foggia viveu um lindo sonho. O time ficou conhecido mundialmente, já que a Serie A era o maior campeonato de clubes do planeta, e também pelas convocações de jogadores para suas respectivas seleções: além dos "gringos" Kolyvanov, Shalimov (ambos da Rússia), Petrescu (Romênia), Roy (Holanda), Medford (Costa-Rica) e Chamot (Argentina), Baiano, Signori e Di Biagio vestiram o manto azul da Itália – Padalino e Rambaudi também, pouco tempo depois de deixar a Apúlia.

 

Entre 1995, último ano na elite, e 2016, já se passam 21 anos. Tempos difíceis para quem acompanha os satanelli e, desde então, viram o clube falir, ser refundado e chegar ao fundo do poço, na quinta divisão – o melhor momento do clube nestes anos foi a conquista da Coppa Italia da terceira divisão, em 2007. Atualmente, contando com o lateral direito brasileiro Ângelo (ex-Lecce, Parma e Siena), o Foggia batalha por uma vaga na próxima Serie B.

 

Ficha técnica: Foggia

 

Cidade: Foggia (Apúlia)

Estádio: Pino Zaccheria

Fundação: 1920

Apelidos: Satanelli, Rossoneri

As temporadas (apenas séries A e B): 13 na Serie A e 27 na B

Os brasileiros: Ângelo, Diego Farias, Felipe Curcio, Massimo Zappino, Marcos de Paula, Rafael Magalhães, Renan Wagner e Wilson.

Time histórico

Francesco Mancini; Dan Petrescu, Pasquale Padalino, Giuseppe Di Bari, Massimo Codispoti; Igor Shalimov, Luigi Di Biagio, Onofrio Barone (Giovanni Stroppa); Roberto Rambaudi (Bryan Roy), Francesco Baiano (Igor Kolyvanov), Giuseppe Signori. Técnico: Zdenek Zeman.

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Mattia De Sciglio told Milan he will not sign a new contract and intends to join Max Allegri at Juventus, claims La Repubblica.

 

Com os actuais 4 laterais da Juve (mais Lirola, Spinazzola) a contratação do De Sciglio não é uma prioridade.

 

No entanto, sendo italiano, podendo jogar nas duas faixas, sendo jovem e sendo o Allegri grande fã dele, acredito que o Marotta tente contratar o De Sciglio a custo zero ou por um valor bastante razoável.

 

Seria um reforço interessante.

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Os ultimos dois meses do Pro Vercelli têm sido do crl. Estão mais perto dos playoffs de subida do que dos de descida :lol:

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Mattia De Sciglio told Milan he will not sign a new contract and intends to join Max Allegri at Juventus, claims La Repubblica.

 

Com os actuais 4 laterais da Juve (mais Lirola, Spinazzola) a contratação do De Sciglio não é uma prioridade.

 

No entanto, sendo italiano, podendo jogar nas duas faixas, sendo jovem e sendo o Allegri grande fã dele, acredito que o Marotta tente contratar o De Sciglio a custo zero ou por um valor bastante razoável.

 

Seria um reforço interessante.

 

Pelo que leio deve estar a terminar contrato. Se o querem paguem os 10M que pedimos e que va enterrar para essas bandas. Senao vai vendido para o banco do Bayern, que o Carleto tambén vê nele algo que eu nao consigo ver.

 

Melhor ainda é se comprar o De Sciglio significa cortar as pernas ao Spinazzola e este vem parar a um clube de Milao ou a Roma

Editado por George Kaplan

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Juro que não percebo o hype à volta do De Sciglio

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Não estou a ver como possa fazer grande diferença.

 

O problema da Roma nunca foi propriamente no recrutamento.

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Não estou a ver como possa fazer grande diferença.

 

O problema da Roma nunca foi propriamente no recrutamento.

Dado o historial dele em Sevilha diria que pode :mrgreen:

 

É esperar para ver.

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Hoje o Tuttosport faz capa com o Schick em que houve um encontro entre o Marotta e os dirigentes da Samp, para a contratação do avançado checo.

 

Espero que seja verdade, já que é um dos melhores talentos da Serie A e um jogador deste tipo faz falta á Juve.

 

A Juventus terá feito uma proposta pelo jogador, em que ele ficaria 1 ano emprestado á Sampdoria. Para mim viria já para Turim na próxima época, já que é necessária uma alternativa ao Higuain....a não ser que a Juve esteja a pensar contratar mais jogadores de ataque que sejam claras mais valias.

 

A Sampdoria terá pedido como umas das contrapartidas, o empréstimo do Bentancur por 1 ou 2 anos. Pode ser facilmente aceitavel, assim como jogadores como o Mandragora, o Leali ou o Cassata (tem estado em destaque na Serie B) também poderiam ser incluidos para jogarem mais.

 

Alem disso, a Samp também terá pedido "ajuda" para contratar o Druissi ao River Plate. Poderá ser a Juve a contratá-lo e depois emprestá-lo á Samp, ou o mais provável seria a Samp contratá-lo e depois a Juve ficar com direito de opção.

 

Neste caso, a Juve terá pedido como contrapartida o Milan Skriniar, que tem sido o principal defensor da equipa esta temporada.

 

Parece que está a ser cozinhado um negócio complexo, mas o importante é que fique concluido, já que a Juve não deve deixar fugir este jogador (como deixou fugir o Gagliardini, por exemplo).

 

Seria mais um talento a ficar nas mãos da Juve, jovem e com experiencia de Serie A. Depois o ideal seria avançar pelo Conti e pelo Bernardeshi...

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