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Cinema | Discussão Geral

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http://pics.filmaffinity.com/ta_ang-382252690-large.jpg[/img

Ta'ang

Vi hoje no doclisboa, é muito forte. É um documentário sobre os refugiados ta'ang, uma minoria étnica birmanesa, na fronteira entre o Myanmar e a China. E foi feito duma maneira que sentimos que estamos lá com eles e percebemos um pouco o mindset daquelas pessoas que tiveram que fugir de casa e que vivem na incerteza e ansiedade do que virá. Vai dar outra vez no domingo dia 30 às 19h15 no São Jorge, aproveitem!

 

http://www.doclisboa.org/2016/filmes/taang/

 

Não tinha reparado que tinha dado ontem mas ainda bem que vai repetir, tenho de ir ver. Dele ainda só vi A Fossa, muito forte e muito bom.

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King of the Zombies

 

Tem um par de momentos engraçados e interessantes, mas no geral é um filme fraco, com algum racismo pelo meio. Ao menos é curto.

 

 

The Exorcist

 

A Ellen Burstyn é a minha atriz predileta. A intensidade da sua atuação é fantástica. A angústia é tangível, pôs-me à beira de lágrimas variadas vezes. A sua prestação é mesmo a minha parte favorita do filme.

 

A adaptação é bastante fiel, como seria de esperar. Contudo, detetei um lapso no enredo, algo foi estabelecido, para mais tarde ser ignorado, pois essa história secundária não foi adaptada para o filme.

 

O Karl ameaça matar o Burke Dennings sem que mais tarde nenhuma suspeição seja levantada sobre ele.

 

 

Eu não gostei do prólogo do livro por ser bastante romantizado. A linguagem descritiva pareceu-me demasiado sentimental. Isso é algo que felizmente na introdução do filme não transparece.

 

No livro também não gostei de como o padre Karras tenta, constantemente, negar influência sobrenatural, invocando explicações pseudocientíficas como telepatia e telecinesia. Felizmente esse elemento não é prevalente no filme.

 

O Kinderman é um personagem muito menos irritante no filme. No livro é do diálogo mais chato de se ler.

 

No geral considero ser um filme superior ao livro.

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Nosferatu

 

Florence Stoker survived her husband by twenty-five years. As executor of his estate she tried to make the most of his literary remnants, and when she discovered that the German director F. W. Murnau’s 1922 silent film Nosferatu was largely inspired by Dracula, she accused the producers of copyright infringement and tried for years to get the print destroyed.

 

Ajudou ter lido o livro antes, pois há muita incorporação de personagens e referências a elementos do livro que, devido às limitações da época, não são aprofundadas; assim deu para obter uma maior apreciação pelo que se estava a passar, caso contrário há cenas que podem parecer um pouco aleatórias se não existir o tal contexto que o livro oferece.

 

 

A cena com a sombra da mão a fechar-se sobre o coração da Ellen é muito boa, a minha parte favorita.

 

O Nosferatu ser destruído pelo sol é a maior diferença entre o livro e o filme, pois o sol não é fatal no livro.

 

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Nosferatu the Vampyre

 

Gostei bastante. Lento e metódico. Os visuais são belíssimos. A Isabelle Adjani e o Klaus Kinski são ótimos; a imagem deles no final é muito evocativa do sobrenatural e do subtexto sexual presentes no livro.

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filmes de terror que aconselham?

evil dead, evil dead 2 e army of darkness.

martyrs (o original)

train to busan

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Morreu Michael Massee, o actor que matou acidentalmente Brandon Lee

 

A carreira do norte-americano ficou marcada pelo incidente fatal com o filho de Bruce Lee durante as filmagens de O Corvo.

 

O actor norte-americano Michael Massee, que acidentalmente matou o filho de Bruce Lee em 1993, morreu na quarta-feira aos 61 anos. Ainda não se sabem quais as causas da sua morte. A notícia foi anunciada pelo actor Anthony Delon, com quem Massee trabalhara na série francesa Interventions, numa publicação que fez na sua conta oficial do Instagram.

 

Durante as filmagens de O Corvo, de Alex Proyas, em que interpretava a personagem Funboy, o actor matou acidentalmente Brandon Lee, com quem contracenava, ao disparar uma arma carregada com balas verdadeiras por erro da produção. Lee acabou por morrer quando estava a ser operado, a 31 de Março de 1993. O Corvo estreou em Maio do ano seguinte.

 

Massee nunca chegou a ver O Corvo pelo trauma que o acidente lhe causou e fez uma pausa na carreira, que retomou em 1995.

 

O actor participou em cerca de 80 filmes e séries de televisão, entre os quais se contam Sete Pecados Mortais, de David Fincher (1995), Estrada Perdida, de David Lynch (1997), Amistad, de Steven Spielberg (1997), e o primeiro e segundo filmes de O Fantástico Homem-Aranha (2012 e 2014). Foi o vilão Ira Gaines da primeira temporada da série 24 e Charles Hoyt em Rizzoli & Isles.

 

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Dead of Night

 

Antologia de terror muito boa.

 

O segmento “Golfing Story” foi o menos conseguido, ou pelo menos aquele que me desapontou mais. Talvez por ser o único em que li a história em que é baseado, “The Story of the Inexperienced Ghost” de H. G. Wells, que consegue encontrar um melhor equilíbrio entre humor e terror, sendo que o segmento se inclina demasiado para a comédia.

 

“The Haunted Mirror” e “The Ventriloquist's Dummy” foram os meus segmentos favoritos.

 

A conclusão da narrativa principal foi muito bem executada.

 

 

____________________

 

 

Cloverfield Universe in Development; JJ Abrams’ God Particle Connected

 

A sinopse de "God Particle" faz-me lembrar "Magnetic Rose", que é uma das minhas favoritas histórias de ficção científica.

Editado por bmfpcdm

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filmes de terror que aconselham?

 

Audition

The Descent

28 Days Later

The Shining

The Thing

Don’t Look Now

The Wicker Man

Videodrome

Ichi the Killer

Possession

Repulsion

Suspiria

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Exil

Mais um grande filme no doclisboa, autêntica melancolia. E o conceito visual é muito bom.

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The Shining

 

A cinematografia é extraordinária, e é quase uma constante. Isso em conjugação com a música torna a experiência extremamente deleitável. As prestações são maravilhosas, Shelley Duvall, Jack Nicholson, Joe Turkel, Philip Stone, Scatman Crothers…

 

Considero o filme imensamente melhor do que o livro, que se tornou uma leitura entediante, enquanto o filme corta a treta toda, intensifica a sensação de isolamento e claustrofobia, e ainda tem o bónus de subverter as expectativas no que respeita o personagem Dick Hallorann.

 

A forma como o Doc escapa o Jack usando lógica de desenhos animados é perfeita.

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A Family Affair

Uma abordagem sobre as complexas relações familiares e os aspectos que não entendemos em pessoas que têm um papel central na nossa vida. É uma procura de respostas que em certos momentos entra por caminhos perturbadores. É tudo muito real, é aquele tipo de histórias que estou habituado a ver em ficção, aqui vemos consequências reais.

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O Doctor Strange é uma mistura de Doctor Who, inception e Sherlock holmes.

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O Doctor Strange é uma mistura de Doctor Who, inception e Sherlock holmes.

 

E vale a pena ir ver?

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Eu curti mas não é nada de especial.

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The Unknown

 

O Lon Chaney é impecável. A história é bastante simples, mas inicialmente deixou-me confuso, pois eu tinha a impressão de que o filme era baseado no livro “K”, de Mary Roberts Rinehart, quando na realidade não tem nada a ver. Existe um filme de 1924, intitulado “K - The Unknown”, esse sim uma adaptação do livro; portanto assumo que se confundiu os dois filmes e a internet concedeu crédito à Mary Roberts Rinehart em ambos. O livro é muito bom, um dos melhores romances que já tive o prazer de ler.

 

 

The Innocents

 

Adorei a forma como o filme manteve a sensação de ambiguidade da história original (“The Turn of the Screw”, de Henry James), oferecendo, ao mesmo tempo, a sua própria interpretação. Dá para notar a influência que a história original e este filme tiveram em “The Others”.

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O Doctor Strange é uma mistura de Doctor Who, inception e Sherlock holmes.

Parecido a Sherlock em que sentido? Da personalidade?

 

Este era um filme com que estava bastante entusiasmado, estava à espera de um filme com um tom mais "sério" que os restantes, mas depois dos reshoots para acrescentar humor, perdi a pica para ver isto ao cinema. Prefiro ir ver o Fantastic Beast e o Rogue One.

 

Hugo, a opinião generalizada dos críticos, é que este mantém a fórmula habitual da Marvel, com um vilão decente (estava mesmo à espera que pudessem dar mais importância ao vilão, ainda mais com o Mads no papel), mas com uns visuais fantásticos, como seria de esperar.

 

Gostei desta review "rotten". http://www.theverge.com/2016/10/28/13447594/doctor-strange-review-marvel-benedict-cumberbatch

Editado por Keef

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Eu curti do Doctor Strange mas devo dizer que esperava um filme mais "dark" e não com toque tão grande de humor, em jeito de preparação para o Thor 3 e para as Infinity Wars.

 

É um bom filme, sólido e vale a pena ver. Eu vi em 2D mas em 3D deve ser uma trip do crl.

Editado por Einstein

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The Innocents

 

Adorei a forma como o filme manteve a sensação de ambiguidade da história original (“The Turn of the Screw”, de Henry James), oferecendo, ao mesmo tempo, a sua própria interpretação. Dá para notar a influência que a história original e este filme tiveram em “The Others”.

É um grande filme, por acaso. Quando o vi gostei imenso.

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É um grande filme, por acaso. Quando o vi gostei imenso.

Para mim tornou-se um favorito dentro do género de histórias de fantasmas.

contribui muito bem para a atmosfera, carregado de uma melancolia que vagarosamente profana o sentimento idílico que aquele espaço evoca numa primeira observação.

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