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Guest Vladimir Ilitch

E entre ir na 1º classe e na económica os custos não são diferentes para a TAP, que por acaso é uma empresa pública? :roll:

Os gastos que ias ter na 1a classe era provavelmente o catering e outros confortos que não há na classe económica, não é por aí que vão lucrar mais. Ou pelo menos não é uma diferença que seja assim tão significante que valha a pena mencionar, sequer.

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E entre ir na 1º classe e na económica os custos não são diferentes para a TAP, que por acaso é uma empresa pública? :roll:

Achas que isso faz diferença no que quer que seja?

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E entre ir na 1º classe e na económica os custos não são diferentes para a TAP, que por acaso é uma empresa pública? :roll:

 

Não. O acréscimo de custos é desprezível. Poupam na água de rosas com que as hospedeiras lambuzam o rabo aos VIP's.

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Até podia ser 20€ por pessoa, acho que vale a pena a redução de custo. Só há uma coisa que é preciso ter atenção, que acho que o Desc referiu. É preciso não prejudicar a TAP reservando o lugar dos deputados no lugar onde iam estar outros passageiros pagantes.

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Sou a favor da revisão Código do Trabalho.

Editado por ProkhoLov

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Guest Vladimir Ilitch

Até podia ser 20€ por pessoa, acho que vale a pena a redução de custo. Só há uma coisa que é preciso ter atenção, que acho que o Desc referiu. É preciso não prejudicar a TAP reservando o lugar dos deputados no lugar onde iam estar outros passageiros pagantes.

Mas pelo que já li por aí, a TAP até costuma encher a classe económica e a executiva só enche raramente. Assim tem o efeito contrário lol

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Guest fiasco

faltou a palavra que tá na moda..."simplificar"

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Ah, muito melhor assim. Concordo inteiramente. Uma taxa de desemprego nos 13% é pouco, temos que fazer mais por isso.

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Ah, muito melhor assim. Concordo inteiramente. Uma taxa de desemprego nos 13% é pouco, temos que fazer mais por isso.

Estás fortíssimo nas ironias :lol:

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Estás fortíssimo nas ironias :lol:

tá forte tá

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Ah, muito melhor assim. Concordo inteiramente. Uma taxa de desemprego nos 13% é pouco, temos que fazer mais por isso.

Essa taxa só vai baixar quando o pais for produtivo. Quando as empresas ao invés de terem que despedir passem a contratar.

 

Ora, eu sou da opinião de que existe muita gente empregada que não é minimamente produtiva, enquanto muitos jovens lutam por pequenos lugares e vêem oportunidades de carreira passarem ao lado. Trabalhadores que após entrarem para os quadros limitam-se a fazer mínimo dos mínimos. Uma papel que mandem arrumar que não é habitual da função é o fim do mundo. Como diria o meu professor de RH, empregados que não vestem a camisola de empresa. Isso pelo que vejo aqui em baixo.

 

As pessoas são o motor da empresa sendo os custos com pessoal, na maioria das empresas, a grande fatia dos custos. Se esse motor não é produtivo e só gera custo, há que trocar de motor. Dar lugar a rotatividade e encontrar quem realmente queira ajudar a empresa.

 

É fácil para mim falar, porque sou jovem e quero contribuir. Quero ter uma carreira e não me importava de ocupar o lugar de alguém de 40s e 50 e tal, se pra isso tivessem que acabar com a justa causa. Se calhar para quem tem 40s e 50s e quer manter o rendimento a pingar todos os meses, limitando-se a fazer pouco e mau, não.

 

Ninguem garante que esses mesmo jovens não se venham a "acomodar" como os jovens do passado fizeram. So posso responder por mim, mas uma coisa é certa, os jovens portugueses nunca foram tão qualificados como os de hoje.

 

Compreendo o teu ponto de vista, mas sou a favor de um abanão. Não que rasguem com o Código, mas que sejam conscientes de que alguma mudança nesse sentido é necessária.

Editado por ProkhoLov

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Claro que gente a ganhar 500 e 600 euros com contratos de um ano está desejosa de vestir a camisola da empresa. :lol:

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Como diria o meu professor de RH, empregados que não vestem a camisola de empresa. Isso pelo que vejo aqui em baixo.

 

Um professor de recursos humanos que ainda ensina coisas que vigoravam nos anos 80? :lol: Bom ensino esse, oh laercio...

 

Após 1995, ocorre uma viragem do que à "gestão dos recursos humanos" diz respeito; deixa de se pensar em "gestão do pessoal" (que privilegiava isso mesmo que tu referes, o tipico "amor à camisola" e à carreira profissional numa empresa só) para dar lugar à "gestão de pessoas". Um professor, que, em plenos anos 2000, ensina um modelo bacoco, arcaico e obsoleto, leva-me a duvidar seriamente da capacidade cognitiva desse senhor.

Editado por Boo

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Claro que gente a ganhar 500 e 600 euros com contratos de um ano está desejosa de vestir a camisola da empresa. :lol:

 

e com salários em atraso, que temos logo vontade de ficar mais uma hora à borla para ajudar.

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Claro que gente a ganhar 500 e 600 euros com contratos de um ano está desejosa de vestir a camisola da empresa. :lol:

Se tem competências para ganhar mais, que procurem quem de mais. Se ninguém da (se calhar não merecem) e precisam desses 500/600 euros para viver, não vejo porque não.

 

Temos que aceitar que os tempos não são os melhores. Que bons salários para quem não tem qualificações não abundam.

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Guest fiasco

O desemprego vai sempre existir. Sendo pouco produtivo ou não.

Enquanto que o tu dizes até é certo, e em certa medida tem razão.

 

A facilidade de despedimento nunca (ou poucas vezes) é por uma questão de rotatividade. Mas sim por questão de redução de custos, que poderiam ser conseguidos de outras maneiras. Por exemplo, imaginando uma pirâmide:

A pirâmide no seu todo sendo a empresa. E facturando vá 10M€ ano.

Em que 4M são para o terço do topo da pirâmide. 4M para o terço do meio e 2M para o terço debaixo.

 

Quando o lucro desce para 6M. Na maioria dos casos (em Portugal, porque lá fora, Holanda, Bélgica, Dinamarca isso não acontece) o topo quer continuar a mamar os 4M, nem que tenha que para isso, cortar 2M no do meio, e 1M no debaixo.

 

Quando falo em lucros, falo também em regalias e mordomias e etc.

 

Curiosamente, passa-se o mesmo com o estado.

 

O mal de Portugal é a discrepância enorme e ridícula entre o vencimento mais alto e o mais baixo. E não adianta mexerem e remexerem, e acusarem os Portugueses disto e daquilo em termos profissionais. (porque quando vamos lá para fora, somos sempre o exemplo de trabalho e humildade. Deve ser do ar.)

Os vícios do trabalhador são transversais a economia global. O desemprego. A performance.

E isso só se minimiza se o trabalhado se sentir recompensado economicamente e profissionalmente.

Temos trabalhadores maus, mas também há muita gestor/patrão incompetente.

 

 

Em relação ao desemprego, irá sempre haver e com o aumento da tecnologia, será cada vez mais.

 

Eu normalmente até faço uma analogia com uma cidade (isolada) completamente robótica. As pessoas viveriam do quê? Eram as empresas a produzir e a encher-se de dinheiro. (pagando o seu imposto claro)

E as pessoas viviam do que? Um subsidio de desemprego vitalício?

Ou se a cidade ( de 500 habitantes) só tem uma fabrica e a fabrica arranja uma maquina de 5M€ que produz tanto como 500 pessoas. Reduzindo os custos para um terço e aumentando o lucro para dois terços.

E continua a pagar os mesmos impostos.....como ficam as outras 500 pessoas? Começamos a cultivar tudo novamente?

 

PS. Eu sei que é uma visão simplista. Mas foi só como exemplo e ha que ser encaixado na realidade. Portugal é quase um país só de serviços. E quando esses forem feitos electronicamente? Adeus Loja do cidadão. Adeus CTT. Adeus Farmácia. Etc.

 

 

Serei todo ouvidos para esclarecimentos. :mrgreen:

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Se tem competências para ganhar mais, que procurem quem de mais. Se ninguém da (se calhar não merecem) e precisam desses 500/600 euros para viver, não vejo porque não.

 

Temos que aceitar que os tempos não são os melhores. Que bons salários para quem não tem qualificações não abundam.

 

Ah ok. O trabalho, para além de ser uma obrigação, é uma benesse que os benevolentes dos empresários dão à malta para nos orientarmos no dia a dia. Brilhante raciocínio! Os tempos não são os melhores, eu ganho 500€ por mês a recibos verdes enquanto o patrão anda a comer no Gambrinos e a fumar Cohibas...Deve ser comigo deve.

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