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Sincèire

Os 100 Melhores Futebolistas De Todos Os Tempos

Publicações recomendadas

Eu confesso que não conhecia alguns desta lista.

 

Achei sinistro aquele raio de luz que se vê no video lol

 

 

Há alguns que só conhecia mesmo o nome, deste não sabia nada.

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Era, depois do Deco, o meu ídolo :prayer:

 

Melhor jogador português de sempre (não vi o Eusébio).

Fake..

 

btw, estou a gostar muito de acompanhar a lista, continua o bom trabalho

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Nao acho..Considero o Cristiano superior e o Nani se continua assim poderá chegar perto

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Gosto do Ronaldo, mas, para mim, o Figo ainda foi melhor. O Nani nunca na vida vai ser melhor que o Figo.

Editado por Elvis

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9welt0093.jpg

 

Nome: Just Fontaine

País: França

Posição: Ponta-de-lança

Clubes: USM Casablanca (1950-53), Nice (53-56), Stade Reims (56-62)

Internacionalizações/golos: 21/30

 

"Just Fontaine nasceu de nacionalidade francesa, em Marraquexe, filho de pai marroquino e de mãe espanhola mas viria a entrar para a história do futebol mais a norte, na Suécia.

Lá, em 1958, estabeleceu um recorde que vigora há mais de cinquenta anos - marcou 13 golos numa só edição de um Mundial de futebol. Gerd Muller (14, em dois), primeiro, Ronaldo "Fenómeno" (15, em três) e Miroslav Klose (14, em três), depois, ultrapassaram o número de golos marcados na prova em edições sucessivas, mas o incrível recorde de Fontaine dura. E deve estar para durar.

Foi em apenas seis jogos que o ponta-de-lança francês fez os seus 13 golos. Começou com um hat-trick ao Paraguai, numa vitória por 7-3, bisou a seguir na derrota com a Jugoslávia e fez um no triunfo sobre a Escócia - seis golos na primeira fase. Voltou a bisar nos quartos-de-final, na goleada por 4-0 sobre a Irlanda do Norte, e marcou um dos golos mesmo perdendo com o Brasil nas meia-finais. No jogo de atribuição dos terceiro e quarto lugares, Fontaine superou-se e foi autor de um póquer à Alemanha (6-3, resultado final).

E ele supostamente nem seria titular. No ataque, onde brilhavam Raymond Kopa e Roger Piantoni, o lugar de ponta-de-lança fixo estava destinado a René Bliard, que encaixava melhor no jogo da equipa, mas uma lesão mudou os planos do seleccionador Nicolas, a história do Mundial-58 e as estatísticas do futebol. Pelé, então com 17 anos, e o alemão Rahn marcaram juntos 12 golos, seis cada, ocupando ex-aequo o segundo lugar.

Just, ou Justo na grafia espanhola materna original, iniciou a carreira em Marraquexe mas só se tornaria profissional na Union Sportive Casablanca, antes de integrar a equipa do Nice e, posteriormente, a do Stade Reims, principal dominador do futebol francês à época, onde substituiu Kopa, transferido para o Real Madrid, não posicionalmente mas emocionalmente. Em quatro temporadas seguidas, das duas uma: ou foi o melhor marcador ou o segundo melhor marcador da Liga francesa, alcançando uma média de quase um golo por jogo.

Foi no entanto uma vítima das lesões, sobretudo na coxa esquerda. Uma delas, a última, ocorreu quando tinha 28 anos, determinando-lhe um fim prematuro da carreira. Seguiu-se o caminho dos negócios, vagamente ligado ao desporto ( lojas desportivas, revistas sobre futebol), e hoje costuma repousar em Sainte-Maxime, estância balnear onde passa férias a família real da Suécia - da qual ele devia fazer parte."

 

http://www.youtube.com/watch?v=dTPp0m538mI

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Jogadorzão!

 

Esse e o Papin, são, na minha opinião, os melhores PL's franceses de sempre

Editado por Bugno09

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Ouvi falar muito mais do Papin..

 

E também considero o Figo superior ao Ronaldo. Foi sem dúvida até hoje o melhor jogadore português que vi jogar

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enzofrancescoli.jpg

 

Nome: Enzo Francescoli Uriarte

País: Uruguai

Posição: Médio-ofensivo

Clubes: Wanderers (1980-82), River Plate (82-86), Racing Paris (86-89), Marselha (89-90), Cagliari (90-93), Torino (93-94), River Plate (94-97)

Internacionalizações/golos: 72/15

 

"Javier Bardem, um dos actores da moda, diz que não acredita em Deus, que acredita em Al Pacino. Se Zinedine Zidane, sobre o qual pode ler lá mais para a frente neste post, não fosse tão tímido que mal abre a boca, diria algo semelhante a propósito de Enzo Francescoli.

Os caminhos dos dois cruzaram-se em Marselha, era o uruguaio um intermitente mas genial jogador do Olympique e o franco-argelino um adepto anónimo e, claro, tímido. Antes Francescoli chegara ao Matra Racing Paris, onde foi treinado por aquele que considera o seu melhor treinador, Artur Jorge, como uma superestrela sul-americana. Os europeus - franceses e italianos, porque também jogou no Cagliari e no Torino - não viram Francescoli em toda a plenitude.

Viram lampejos de genialidade, que encantaram Zizou e outros, perceberam a elegância dos seus gestos, que lhe valeram a alcunha de "Príncipe", sentiram a beleza nostálgica do seu futebol, nem sempre interessado no resultado mas sempre comprometido com a estética.

Um esteta, Francescoli era um esteta logo aos 19 anos, quando se estreou no Montevideu Wanderers e levou o modesto clube uruguaio ao segundo lugar da liga. Continuou esteta quando foi eleito o melhor jogador do campeonato sul-americano sub-20 em 1981 e chegou esteta ao River Plate, de Buenos Aires.

Mas no River, a beleza tem de ser acompanhada de títulos, muitos títulos. Enzo não se adaptou, desiludiu, sentiu demasiado peso nos ombros como maestro de um clube exigente. Foi então que subiu no terreno, atuando quase como ponta-de-lança: os golos apareceram, a confiança também e os títulos juntaram-se à estética. Títulos coletivos e individuais - melhor marcador na Argentina e melhor jogador da América do Sul, em meados dos anos oitenta. Elegante e sereno também fora dos relvados foi admirado até pelos adeptos do Boca Juniors, o antagonista do River, que o cumprimentam até hoje nas ruas de Buenos Aires. Com a seleção do Uruguai falhou no Mundial-86 mas conquistou três vezes a Copa América - 1983, 1987 e 1995.

Se pelo menos Zidane fosse tão eloquente como Bardem talvez soubesse dizer a Francescoli quanto o admirava. À sua maneira, Zidane até disse: quando nasceu o seu primeiro filho, Enzo Zidane."

 

http://www.youtube.com/watch?v=oXJBk9Df-mE&feature=related

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O Ronaldo já atingiu um nível igual ou superior ao Figo, mas para quem não liga pevas a números e títulos, o Figo será sempre inigualável. A classe, o carisma, etc não se medem assim.

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garrinchaw.jpg

 

Nome: Manoel Francisco dos Santos ( Garrincha )

País: Brasil

Posição: Extremo-direito

Clubes: Serrano (1953), Botafogo (53-65), Corinthians (66), Portuguesa do Rio de Janeiro (67), Alecrim (68), Atlético Junior Barranquilla (68), Flamengo (68-69), Olaria (69-71)

Internacionalizações/golos: 50/12

 

"Se excetuarmos o estrabismo, a deformação na espinha, o desequilíbrio da bacia e a diferença de seis centímetros nas pernas, cujos joelhos batiam um no outro, Manoel era perfeito. Manoel porque o pai, sendo dos Santos, como a mãe, achou que nem valia a pena dizer o apelido do menino no registo. Mais tarde, juntaram Dos Santos a Manoel e até inventaram Francisco, porque na América Fabril, onde trabalhavam em Pau Grande, a cidade natal, já havia dois Manoel dos Santos. Manoel Francisco dos Santos ou simplesmente Garrincha, um passarinho pequenino que canta bem mas não pára quieto - alcunha dada pela irmã Rosa.

Garrincha viveu uma infância em estado selvagem, a curar as maleitas ( polimielite, por exemplo ) com cachimbo, uma bebida à base de cachaça, a evitar a escola e a jogar futebol.

Adolescente, começou a perseguir os bares de Pau Grande, acompanhado dos dois amigos de sempre, Swing e Pincel, e a fugir do emprego que só não perdia porque fazia falta à equipa de futebol da fábrica. A mãe morreria quando tinha 16, o pai era alcoólico. É neste contexto que, aos 18, Garrincha casa com Nair, colega da fábrica, de quem tem oito filhos. Da amante, Iraci, tem mais dois, de uma camareira sueca que conheceu numa tournée em 1959 mais um, Ulf Lindberg, que não conheceu. Com a cantora Elza Soares outro, o Júnior ( ou Garrinchinha ), morto aos nove anos num acidente de viação.

A segunda metade da vida do craque foi consumida pelo álcool e pela miséria - Garrincha não tinha sequer noção do dinheiro e pagava pelos táxis vinte vezes o valor que era suposto, da mesma forma que, ao regressar heróico do Mundial-58, pagou as dívidas de todos os bêbados de Pau Grande. Inundado, ele próprio, em dívidas, vivia à custa de esmolas e deprimido por, bêbado, ter capotado o carro num acidente em que morreria a mãe de Elza, sua sogra. Depois do sucedido, junta-se a Vanderléia, com quem tem uma filha, à medida que a dependência o leva a uma cirrose, depois a um edema pulmonar, e à morte. Após o falecimento, um teste de ADN provou que tinha ainda uma 14ª filha.

E no futebol? Foi o melhor driblador da história do jogo, com intermináveis relatos mitológicos de defesas, a que ele chamava de João, fossem suecos, checos ou baianos, levados à loucura pela sua habilidade. Participou em três mundiais, dos quais ganhou dois, um deles quase sozinho, o de 1962.

É o maior ídolo da história do Botafogo, considerado o melhor jogador brasileiro de sempre a seguir a Pelé. Foi a "Alegria do Povo". Imaginem se tivesse nascido perfeito."

 

http://www.youtube.com/watch?v=Dk8cZjmVoq0

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Falta o Zico aí heim! :biggrin:

Editado por Gui Fla

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Garrincha tem várias histórias. Eu gosto muito de duas delas: Uma delas diz que, Nílton Santos, lateral do Botafogo e do Brasil na época, pediu a contratação imediata de Garrincha aos dirigentes do Botafogo após o "Mané" ter dado inúmeros dribles nele em um jogo-teste para recrutamento de jogadores, na sede do Botafogo.

 

A outra história quem conta é o Gérson, lateral do Brasil na Copa de 70:

 

http://www.youtube.com/watch?v=zA6OOEhuYK8

 

Genial. :prayer:

Editado por Gui Fla

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Garrincha tem várias histórias. Eu gosto muito de duas delas: Uma delas diz que, Nílton Santos, lateral do Botafogo e do Brasil na época, pediu a contratação imediata de Garrincha aos dirigentes do Botafogo após o "Mané" ter dado inúmeros dribles nele em um jogo-teste para recrutamento de jogadores, na sede do Botafogo.

 

A outra história quem conta é o Gérson, lateral do Brasil na Copa de 70:

 

http://www.youtube.com/watch?v=zA6OOEhuYK8

 

Genial. :prayer:

 

Gui muito obrigado por partilhares essas duas histórias aqui :handclap:

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A história do Garrincha é absolutamente incrível. Parece uma vida de filme mesmo.

Verdade. Já nasceu com poucas condições físicas para jogar, mesmo assim conseguiu, depois uma porrada de erros por culpa dos vícios e mesmo assim..

 

Btw 14 filhos...onha-se... :lol:

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Só há um jogador que queria ter visto jogar (dos que não vi desde que acompanho futebol).

 

Garrincha.

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