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Sincèire

Os 100 Melhores Futebolistas De Todos Os Tempos

Publicações recomendadas

Cruyff. <3

 

Gostava era de arranjar os documentários que a Sporttv emitiu em 2006 sobre os todos os mundiais já realizados. Tinham os comentários do Marinho.

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diditz.jpg

 

Nome: Waldir Pereira ( Didi)

País: Brasil

Posição: Médio-centro

Clubes: Americano ( 1946 ), Lençoense ( 46-47 ), Madureira ( 47-49 ), Fluminense ( 49-56 ), Botafogo ( 60-62 ) Sporting Cristal ( 63 ), Botafogo ( 64 ), São Paulo ( 64 ), Botafogo ( 64-65 ), Veracruz ( 65-66 ), São Paulo ( 66 )

Internacionalizações/golos: 68/20

 

"Cubillas podia marcar livres de uma forma especial, mas foi Didi, seu treinador no Mundial-70, quem inventou o modo, hoje considerado clássico, de se "bater uma falta", como dizem no seu Brasil: inventou a folha seca, ainda o estilo mais comum e mais eficaz de enganar os guarda-redes. Waldir Pereira, um homem simples e um jogador sofisticado, superaria largamente, no entanto, a sua mais famosa invenção: cinquenta anos depois do apogeu, Didi é considerado um dos melhores médios da história do futebol, pelas bolas paradas e pelas corridas.

Nasceu pobre, no Estado do Rio de Janeiro, quase amputou uma perna na infância por causa de uma infeção, começou em clubes pequenos, passou o início da carreira no Fluminense, foi conquistando troféus, chegou ao Botafogo, o clube que abraçaria como uma causa, e teve uma passagem discreta pelo Real Madrid.

Pela seleção, jogou três mundiais e ganhou dois - num deles, o de 1958, na Suécia, foi considerado o melhor do torneio, superando Pelé, o seu súbdito mais ilustre, ou Garrincha, o extremo que mais adorava lançar quer no Botafogo quer com a "amarelinha". Tinha 30 anos na época, era chamado de mestre - mas não nos iludamos, a alcunha não era nova, Didi era "O Mestre" desde os 20.

"Tinha a elegância de um príncipe etíope", resumiu o jornalista dramaturgo Nelson Rodrigues, "era um xadrezista, pensava o jogo com duas ou três jogadas de avanço", completou Armando Nogueira, o paradigma do jornalista de desporto.

Ninguém na história do jogo foi mais elegante - tanto, talvez - do que Didi. A forma macia como matava a bola no peito, como caminhava na direção da baliza de cabeça levantada e como armava o remate certeiro, potente, perfeito, foi seduzindo contemporâneos e gerações seguintes de futebolistas brasileiros. Teria de ser ele o primeiro a marcar um golo no relvado do Maracanã ( seleção carioca versus seleção paulista ) - as grandezas equivaliam-se.

Fora do relvado foi também exemplo de elegância e sobriedade, casado 49 anos ( faria bodas de ouro na semana seguinte à sua morte ) com a mesma mulher, Dona Guiomar. Só no Real Madrid não foi tão feliz como desejava e a sobriedade tornou-se tristeza, supostamente por causa de um boicote do todo-poderoso Di Stéfano."

 

http://www.youtube.com/watch?v=phdFhJhRPv4

 

Devido à falta de vídeos sobre o Didi, decidi postar o golo do Elano contra o Colo-Colo, a famosa "folha seca" que foi o Didi que inventou.

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Guest diogoflip

Estou deliciado com este tópico :carinhoso:

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Vídeo do Elano?

 

Edit: Esquece, não li o que dizia por baixo do vídeo.

Editado por Taj Burrow

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Boa noite. Não tenho hábito de vir a estes sites, espero que esta mensagem passe. O meu nome é João Almeida Moreira e sou o autor do livro que vocês comentam. Como moro agora no Brasil, googlei o nome do livro a ver o que falavam dele em Portugal e encontrei esta vossa conversa. Fico contente que gostem (preferia que comprassem, ehehe, está à venda em qualquer livraria). Não levo a mal o Sinceire que, embora seja responsável por vcs lerem sem comprarem, está a ajudar a divulgar aquilo que fiz, por isso, até agradeço. Porque, no fundo, é isso que qualquer autor quer: antes de ganhar dinheiro, ser divulgado e comentado. Se tiverem dúvidas ou quiserem comentar diretamente comigo, contactem-me reservadamente via facebook, por exemplo. Basta procurar pelo meu nome. Abraços e boa leitura!

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Quem batia esses livres exemplarmente era o Heitor, antigo defesa direito do Marítimo. O Gazza deve lembrar-se.

 

Deus. Era LE. Era com cada bomba. Outro que lembro-me muito bem mas por outros motivos é o Dinda, tudo a bater palmas no estádio e a bola ia quase sempre para fora. :mrgreen:

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Deus. Era LE. Era com cada bomba. Outro que lembro-me muito bem mas por outros motivos é o Dinda, tudo a bater palmas no estádio e a bola ia quase sempre para fora. :mrgreen:

 

Era lateral direito pá. Quase que aposto. Sempre com o 2 nas costas.

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Boa noite. Não tenho hábito de vir a estes sites, espero que esta mensagem passe. O meu nome é João Almeida Moreira e sou o autor do livro que vocês comentam. Como moro agora no Brasil, googlei o nome do livro a ver o que falavam dele em Portugal e encontrei esta vossa conversa. Fico contente que gostem (preferia que comprassem, ehehe, está à venda em qualquer livraria). Não levo a mal o Sinceire que, embora seja responsável por vcs lerem sem comprarem, está a ajudar a divulgar aquilo que fiz, por isso, até agradeço. Porque, no fundo, é isso que qualquer autor quer: antes de ganhar dinheiro, ser divulgado e comentado. Se tiverem dúvidas ou quiserem comentar diretamente comigo, contactem-me reservadamente via facebook, por exemplo. Basta procurar pelo meu nome. Abraços e boa leitura!

 

O autor do livro no CMPT :prayer:

Pela atitude demonstrada amanhã vou comprar o livro se estiver disponível na Bertrand.

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Guest diogoflip

Já vai no D, diz-me que o Van Basten vem no V :carinhoso:

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Já vem tarde, mas queria só dizer que o Cruyff é o homem do futebol que eu mais admiro desde sempre. Quer como jogador, quer como treinador. :prayer:

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"Caros users, perdi a minha password e não a consigo recuperar através do site, gostaria que os moderadores me ajudassem de forma a puder continuar o meu post e a partilhá-lo com todos vocês". Sincèire

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"Caros users, perdi a minha password e não a consigo recuperar através do site, gostaria que os moderadores me ajudassem de forma a puder continuar o meu post e a partilhá-lo com todos vocês". Sincèires cumprimentos

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Sem querer tirar o mérito a ninguém e com a devida autorização, e devido aos problemas que o Sincèire teve com a sua conta, se quiserem posso continuar o seu trabalho, já que também tenho um exemplar do livro citado nos posts dele

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O ideal ideal era resolver o problema do sincero.

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Sem querer tirar o mérito a ninguém e com a devida autorização, e devido aos problemas que o Sincèire teve com a sua conta, se quiserem posso continuar o seu trabalho, já que também tenho um exemplar do livro citado nos posts dele

Não era má ideia. :)

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O ideal ideal era resolver o problema do sincero.

Sem dúvida, mas a proposta foi para eu postar durante o tempo que o Sincèire não anda cá, para vocês não perderem o bichinho :compinchas:

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Sem dúvida, mas a proposta foi para eu postar durante o tempo que o Sincèire não anda cá, para vocês não perderem o bichinho :compinchas:

Continua o trabalho dele, sff.

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Sem querer tirar o mérito a ninguém e com a devida autorização, e devido aos problemas que o Sincèire teve com a sua conta, se quiserem posso continuar o seu trabalho, já que também tenho um exemplar do livro citado nos posts dele

 

Autorização a haver teria de ser a minha, obrigado pela disponibilidade mas não vai ser preciso.

 

Estou de volta :D

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alfredodistefano.jpg

 

Nome: Alfredo Di Stéfano Laulhé

País: Argentina/Espanha

Posição: Médio-ofensivo

Clubes: River Plate (1945), Huracán (46), River Plate (47-49), Millionarios (49-53), Real Madrid (53-64), Espanyol (64-66)

Internacionalizações/golos: Argentina, 6/6; Colômbia 4/0; Espanha 31/23

 

"Pelé ou Maradona? Di Stéfano. A resposta é habitual entre aqueles que viram jogar os três. Porque "La Saeta Rubia" ( a sete loura ) tocou a perfeição, como Pelé, tinha um toque divino, como Maradona, revolucionou o jogo, como Cruyff, teve uma carreira colossal, como Beckenbauer, e até uma mágoa, como Best.

Alfredo Di Stéfano nasceu em Buenos Aires em 1926, começou a jogar futebol aos 7 anos e só aos 18 deixou os estudos de lado - queria ser engenheiro agrónomo - quando apareceu a oportunidade no River Plate. Demorou apenas meses a escalar da quarta à primeira equipa do gigante de Buenos Aires e aproximadamente um ano até se tornar titular. De extremo-direito passou a avançado-centro, ganhou dois títulos nacionais com o River e foi o melhor marcador da liga argentina. Numa intrincada transferência passou para o Los Millionarios, da Colômbia, voltou a ser o principal goleador e sagrou-se tricampeão colombiano.

Após uma tournée na Europa, deixou o Real Madrid e Barcelona à beira de um ataque de nervos para o ter nas suas respectivas equipas - uns negociaram com o River, ainda com direitos, outros com o Los Millionarios, no meio apareceu a Juventus, a FIFA interveio, um dirigente espanhol decidiu que "La Saeta" jogaria duas épocas em Madrid e duas em Barcelona alternadamente. Os catalães rejeitaram e... o Real Madrid tornou-se o clube do século XX.

De blanco a partir de 1953, Di Stéfano ganharia cinco títulos europeus e oito espanhóis, duas Bolas de Ouro, cinco Pichichi ( troféu para melhor marcador de Espanha ). Tornou-se no mais respeitado jogador do seu tempo, simultaneamente superlativo como homem de equipa e a nível individual.

Possuidor de notáveis capacidades físicas - velocidade, força, resistência -, técnicas - passe, drible, remate com os dois pés e cabeceamento -, tácticas - posicionamento, visão, inteligência - e psicológicas - personalidade e influência -, é o ídolo, entre milhares de outros, do melhor jogador português de sempre, Eusébio.

Não deixou de ter uma carreira de seleção com números interessantes, pela Argentina e pela Espanha, mas faltou-lhe, como a Best, um jogo no principal palco, um Mundial de futebol, onde Pelé e Maradona se consagraram."

 

http://www.youtube.com/watch?v=AEzujIFJysI&feature=related

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djalmasantos.jpg

 

Nome: Djalma Pereira Dias dos Santos

País: Brasil

Posição: Defesa-lateral direito

Clubes: Portuguesa (1948-59), Palmeiras (59-68), Atlético Paranaense (68-72)

Internacionalizações/golos: 98/3

 

"Djalma Santos foi o primeiro de uma longa linhagem de laterais-direitos extraordinários da história do futebol brasileiro - os seus mais dignos sucessores também estão nesta lista, Carlos Alberto e Cafu - e um dos maiores mestres da posição a nível global. Por alguma razão jogou dos 19 aos 42 ao mais alto nível: porque sempre viveu no seu ritmo, com batimentos cardíacos provavelmente mais lentos do que o comum dos futebolistas, calmo onde os outros se enervavam, seguro onde os outros tremiam.

Jogou em quatro mundiais de futebol, de 1954 a 1966, sendo eleito na equipa ideal da competição em três ocasiões, um feito de que só Franz Beckenbauer, o Kaiser dos recordes, se pode orgulhar. Na Suiça, em 1954, foi titular em todos os jogos e até marcou um golo à Hungria num confronto entre duas grandes selecões que acabaria conhecido por "A Batalha de Berna" por culpa das entradas exageradas dos jogadores das duas seleções e respectivas expulsões. Na Suécia, em 1958, o primeiro título brasileiro, perdeu a posição para De Sordi mas acabaria por jogar a final, a tempo de integrar o tal onze magnífico da prova, graças a uma exibição portentosa. Seguiu-se 1962, foi novamente totalista e contribuiu com um balão, que o guarda-redes checoslovaco não conseguiu segurar, para o último golo canarinho na final, autoria de Vavá. Em 1966, já com 37 anos, não manteve o nível, muito por culpa do Portugal de Eusébio que atirou o bicampeão Brasil para fora do Mundial. Foram quase cem jogos pela seleção, um feito notável à época.

A carreira consistente pela equipa nacional foi acompanhada de uma serena e estável carreira de clubes: é uma das principais figuras das histórias de Portuguesa e do Palmeiras, os "times" preferidos de portugueses e italianos de São Paulo, e ainda foi a tempo de, quarentão, triunfar no Atlético Paranaense. Intratável a defender, surpreendia quando se atrevia no ataque pela técnica e velocidade, ou quando executava os seus intermináveis e venenosos lançamentos manuais de linha lateral.

Já foi dito que jogou até aos 42 e que era calmo como uma rocha - é justo concluir dizendo que terminou a carreira sem nenhuma expulsão."

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