Elvis Publicado 1 Julho 2011 e até podias pôr a hiperligação no nome de cada jogador a direccionar para a página em que se encontra. Compartilhar este post Link para o post
Victarion Publicado 1 Julho 2011 Giggs é "o" galês. 8) nunca falei em "o" galês. falei "num" galês. y u no read properly Compartilhar este post Link para o post
André Sousa Publicado 1 Julho 2011 nunca falei em "o" galês. falei "num" galês. y u no read properly Daí ter perguntado se era o Bale, boi. Compartilhar este post Link para o post
Sincèire Publicado 1 Julho 2011 (editado) Nome: Oleg Vladimirovich Blokhin País: Ucrânia ( União Soviética ) Posição: Avançado Clubes: Dinamo Kiev ( 1969-88 ), Vorwarts Steyr ( 88-89 ), Aris Limassol ( 89-90 ) Internacionalizações/golos: 112/42 "Blokhin quer dizer bloco de ferro em ucraniano. Não, não é verdade mas podia ser. Blokhin foi um ponta-de-lança sólido, metálico, tenaz, estável, duro, inabalável como o ferro mas feito de carne e osso, como um comum mortal. Nascido na antiga União Soviética em 1952, conquistou todos os recordes de jogos e golos na seleção e no Dinamo Kiev, a sua casa durante quase vinte anos, ao mesmo tempo que inspirava a geração de jogadores vencedora de duas provas europeias pelo clube. Blokhin foi também a mais completa obra futebolística de Valery Lobanovsky - não, não quer dizer velha raposa -, o influente treinador soviético ( ucraniano ) que impôs um modelo de futebol rígido, científico e ganhador no país e no Dinamo. Filho de uma campeã ucraniana dos 400 metros planos, Ekaterina Adamenko, e casado com a ginasta Irina Deriugina, quatro vezes campeã mundial de ginástica rítmica, Blokhin foi um atleta, na genética, e um estudioso do seu corpo e dos seus limites, na prática. Com um potente pé esquerdo por natureza, exercitou a pontaria e a força do direito em miúdo ao transformar a porta de casa num alvo geometricamente dividido em quadrados matematicamente numerados. É com esta combinação de talento e disciplina que se apresenta no Dinamo com 17 anos, três anos antes de se sagrar o melhor marcador do campeonato russo - repetiria a dose em mais quatro ocasiões. Em 1975, Blokhin atingiu o ponto cimeiro da carreira. Ganhou a Taça das Taças e depois a Supertaça Europeia ao mítico Bayern de Beckenbauer e companhia: finta quatro adversários antes de marcar um golo num remate exterior na primeira mão; na segunda faz mais dois. Resultado: melhor jogador europeu desse ano. Repetiria a conquista da Taça das Taças, dez anos depois, já com 33, e o nome escrito a letras de ouro no futebol ucraniano e europeu. Pelo meio, jogou dois mundiais - um golo cada - como capitão e líder de uma URSS que jogava com régua, esquadro, compasso e tudo, numa combinação de notas artísticas e técnica máximas mas a que faltou sempre qualquer coisa, não se sabe o quê. Blokhin, um nome cuja terminação remete para personagens marcantes da ex-União Soviética como Lenin, Stalin, Gagarin ou o guarda-redes Yashin, único futebolista do país considerado melhor que ele." http://www.youtube.com/watch?v=D54im01HdIU&feature=related Editado 2 Julho 2011 por Sincèire Compartilhar este post Link para o post
Victarion Publicado 2 Julho 2011 Daí ter perguntado se era o Bale, boi. tu e a tara com os bovídeos! mas ya, é o Bale, daí ter dito "é preciso perguntar". boi. hehe Compartilhar este post Link para o post
Jan Oblak Publicado 2 Julho 2011 Grande tópico. :prayer: Tenho pena de não ter visto esses jogadores, mas resta-me acompanhar os do meu tempo, para contar aos meus putos :heart: Compartilhar este post Link para o post
Sincèire Publicado 2 Julho 2011 (editado) Nome: Stephen Bloomer ( Steve Bloomer ) País:Inglaterra Posição: Avançado Clubes: Derby County ( 1892-1906 ), Middlesbrough ( 06-10 ), Derby County ( 10-14 ) Internacionalizações/golos: 23/28 "Para quem não se lembra, o futebol nasceu no século XIX. Ou seja, em 1900 já havia grandes jogadores e umas quantas estrelas: nenhuma tão brilhante quanto Steve Bloomer, que foi mais do que um grande avançado: foi um grande futebolista, um grande desportista, um grande treinador, foi até um grande prisioneiro. Bloomer começou no Derby County. Na estreia, aos 18 anos, marcou quatro golos; no balanço final, aos quarenta, foi o melhor marcador do clube durante 14 épocas, em cinco delas acumulou o registo com o de melhor marcador da liga inglesa. Pelo meio, jogou em 1906 no Middlesbrough, que o contratou por cerca de mil euros, e tornou-se no mais internacional de Inglaterra à época, com 23 jogos, e, claro, no mais prolífico, com 28 golos, 19 dos quais marcados nos primeiros dez jogos - este recorde ainda se mantém, mais de cem anos depois. Diz quem viu - disse quem viu porque já não existe ninguém vivo para contar - que os remates cruzados, secos e certeiros de Bloomer eram indefensáveis. Os céticos argumentarão que naquele tempo havia muitos remates indefensáveis para os rudimentares guarda-redes do início do século, a julgar pelos resultados de 8-3, 6-4, 5-5. Talvez, mas ninguém executou tantos como este homem simples nascido em Cradley, Worcestershire. No início, foi dito que, mais do que um futebolista excecional, Bloomer foi um grande desportista. Está na hora da explicação: na década de noventa, foi tricampeão inglês de basebol pelo Derby Baseball Club. Saltemos agora para o ano do fim da carreira de Bloomer: 1914, ano também do início da Primeira Grande Guerra. E onde estava o excêntrico em 1914? No local errado à hora errada - na Alemanha a treinar o Britannia Berlin 92. Três semanas depois de lá chegar, foi levado para o campo de prisioneiros de Spandau. Mas como a sorte protege os excêntricos ou os audazes, ou ambos, Steve viu chegarem ao campo dezenas de compatriotas futebolistas alistados no exército. Num ápice, organizaram uma taça com tanta qualidade que as melhores partidas atraíam cinco milhares de prisioneiros-espectadores. Bloomer, claro, conquistou uma taça ao serviço do Tottenham Hotspur XXI, uma derivação do clube londrino. Com o fim da guerra, tornou-se treinador na Holanda e em Espanha. Como técnico do Real Unión Irún ganhou a Copa do Rei depois de eliminar Barcelona e Real Madrid. Bloomer é o mais velho destes 100 jogadores, uma espécie de Big Brother a pairar de calções largos e botas pesadas, sobre os seus 99 sucessores. Porque, como diz o hino do Derby County, "O Steve Bloomer está a ver-nos"." http://www.youtube.com/watch?v=HkHD_IxlOy0 Editado 2 Julho 2011 por Sincèire Compartilhar este post Link para o post
Sincèire Publicado 2 Julho 2011 Não conhecia. Este é preciso ir mesmo á origem do futebol, mas engraçado que ainda hoje os adeptos do Derby County não o esquecem. Compartilhar este post Link para o post
Sincèire Publicado 2 Julho 2011 Nome: Bozsik Jósef País: Hungria Posição: Médio-defensivo Clubes: Kispesti/Honvéd ( 1943-62 ) Internacionalizações/golos: 101/11 "A Hungria foi a principal potência do futebol mundial da primeira metade dos anos cinquenta. Em 1952 ganhou o torneio olímpico de Helsínquia como se de um passeio se tratasse - vinte golos em cinco jogos. Em 1953, passeou por cima da Inglaterra, à época mais arrogante do que hoje porque tinha jogado menos vezes com seleções de fora da ilha, vencendo por 6-3 em Wembley e por 7-1 em Budapeste para não deixar dúvidas. No Mundial da Suíça, em 1954, finalizou o passeio ao marcar 25 golos em quatro jogos antes de chegar à final e marcar mais dois à Alemanha Ocidental com nove minutos no relógio do árbitro - o pior veio depois com três golos alemães a mudarem a história do futebol húngaro, cansado de tanto se passear. Por detrás de tudo isto, dois amigos de infância: o prodigioso Ferenc Puskás e o cerebral Jozsef Bozsik. Bozsik, "Cucu" para os amigos, ou seja, também para Puskás, nasceu e cresceu no bairro de Kipest em Budapeste, umas casas ao lado da família do melhor jogador húngaro de sempre. Bozsik e Puskás passavam os dias a jogar à bola despreocupadamente até ao dia em que o primeiro, dois anos mais velho, foi chamado a fazer testes no Kipest, futuro Honvéd, dando solenidade à relação de ambos com o jogo. Meses mais tarde seria a vez de Puskás - um tinha 11 e o outro tinha 9. Menos precoce que o amigo, Bozsik estrear-se-ia aos 18 anos no clube e aos 22 na seleção, a tempo, no entanto, de se tornar no mais internacional jogador húngaro até hoje, com 101 encontros pelos magiares. Inteligente, fino, elegante e criativo, foi considerado o melhor médio do seu tempo, cobiçado além das fronteiras da cortina de ferro.. No entanto, não saiu do ex-Kispest, entretanto Honvéd, facto que o manteve na seleção - Puskás, Kubala, Czibor ou Kocsis, que saíram para Espanha, foram proibidos de jogar pela Hungria. Com isso, Bozsik tornou-se líder, sim, mas de uma seleção enfraquecida - nos mundiais de 58 e 62 a equipa desiludiu e nunca mais se recompôs até hoje. As características que evidenciava a jogar, no entanto, garantiram-lhe o futuro noutras áreas: tornou-se membro do Parlamento, dirigente do Honvéd e selecionador nacional, cargo que abandonou por questões de saúde. Uma crise cardíaca matou-o aos 52 anos, para desgosto da família, cujo filho Péter foi também selecionador húngaro, e do amigo de sempre para lá da cortina, Puskás." http://www.youtube.com/watch?v=pxJiLPxvqu8 Compartilhar este post Link para o post
Boo Riquelme Publicado 2 Julho 2011 (editado) LOL já me falaram de zonas em que pessoal diz "ferro" referente a uma finta. fiquei um bocado a estranhar "mas ele deu pau aonde?" eu digo "ferro" quando há um ganda corte lol. O Sousa pode explicar melhor, quando tentou dar aquela virgula e eu pus o pé ali à boss e a bola não passou! 8-) (nao podes falar das cuecas, tas proibido (censurado)!) Nome: Oleg Vladimirovich Blokhin jogador preferido do meu pai, este e o Di Stefano. Editado 2 Julho 2011 por Boo Compartilhar este post Link para o post
noikeee Publicado 2 Julho 2011 Batistuta-Baggio-Bergkamp. Estes, o Cantona e o Suker e está feito o meu dream team de avançados da decada de 90. Desses todos só não ia muito com a cara do Batistuta, mas lá que ele era um avançado do crl, era. Bergkamp e Suker são meus ídolos de infância mesmo. Euro 96 e Mundial 1998 :prayer: Compartilhar este post Link para o post
Sincèire Publicado 3 Julho 2011 Nome: Paul Breitner País: Alemanha ( RFA ) Posição: Defesa-lateral esquerdo e médio-centro Clubes: Bayern ( 1970-74 ), Real Madrid ( 74-77 ), Eintracht Braunschweig ( 77-78 ), Bayern ( 78-83 ) Internacionalizações/golos: 48/10 "A cabeleira afro, o bigode, as barbas. Nada que enganar: Paul Breitner foi um craque dos anos setenta. As posições políticas e sociais revolucionárias, a simpatia por Mao Zedong: sim, Breitner foi um homem do seu tempo. Já nos anos oitenta, aceitou cortar a barba em troca de 150 mil marcos para um anúncio a uma marca de barbear, um sinal de que cedia ao capitalismo e se aproximava do centro. No futebol também foi assim: começou por extraordinário lateral-esquerdo, terminou como extraordinário médio-centro. Política à parte, Breitner foi uma estrela alemã dos anos setenta e oitenta, vista de todos os ângulos. Jogou em apenas dois clubes, três, se contarmos com uma época no Eintracht Braunschweig: o todo-poderoso Bayern e o mais poderoso ainda Real Madrid. Participou em dois mundiais, 1974 e 1982 ( autoexclui-se da seleção pelo meio após um conflito com o selecionador Helmut Schon ) e não chegou a nada menos do que às finais, sendo que marcou em ambas, um feito só ao alcance de mais três futebolistas até hoje, os brasileiros Vavá e Pelé e o francês Zidane. Pela seleção ganhou um Europeu, em 1972, e um Mundial, em 1974, pelos clubes sete campeonatos ( cinco alemães e dois espanhóis ), além de uma Taça dos Campeões Europeus e mais um punhado de troféus. Breitner foi um lateral-esquerdo de caráter ( aos 23 anos é ele quem marca o tenso penalti na final do Mundial-74 com a Holanda, apesar da presença de Beckenbauer, Muller, Overath... ), resistente e enérgico que tanto aparecia à frente, a assistir ou a concretizar, como atrás, a morder os calcanhares dos avançados. Com tanta categoria e um pé direito temível, foi subindo no terreno à medida que se aproximava do sistema nervoso central das equipas. Em Madrid, já apareceu como médio ao lado do compatriota Netzer, e no regresso a Munique, tornou-se definitivamente num exímio playmaker, a construir os lances que Rummenigge quase nunca falhava - nasce a célebre parceria Breitnigge, um casamento tipo Brangelina ( Piit e Jolie ) mas completamente diferente. Retirou-se em 1983, com apenas 32 anos, e deixou o futebol alemão irremediavelmente mais pobre dos pontos de vista futebolístico e capilar." http://www.youtube.com/watch?v=S29QN_gFeYc Compartilhar este post Link para o post
noikeee Publicado 3 Julho 2011 Eish, este Breitner era um deus. Não foi do meu tempo mas saquei uns joguinhos do Mundial 82 e apesar de ele já tar na fase descendente da carreira, mesmo assim chamou-me à atenção. Muito inteligente e com muita qualidade a distribuir a bola no meio-campo. Compartilhar este post Link para o post
André Sousa Publicado 3 Julho 2011 Máquina. Peça chave na final contra a Laranja Mecânica. Compartilhar este post Link para o post
Sincèire Publicado 3 Julho 2011 Nome: Gianluigi Buffon País: Itália Posição: Guarda-redes Clubes: Parma ( 1995-2001 ), Juventus ( 01-? )* Internacionalizações/golos: 102 * em atividade "Gianluigi é filho de Adriano, um campeão de arremesso de peso, e de Maria Stella Masocco, campeã de lançamento do disco. O tio Dante jogou basquetebol ao mais alto nível, as irmãs Guendalina e Veronica foram voleibolistas renomadas. Que desporto escolher? Eis a primeira grande dúvida da vida de Buffon. Como os genes ainda não são matéria completamente dominada pelos cientistas, Gigi tornou-se guarda-redes de futebol, afinal a mesma profissão de um primo em segundo grau do seu avô paterno chamado Lorenzo Buffon, que chegou a defender as balizas de Milan e seleção italiana nos anos cinquenta. Mas não se descobre uma vocação num gene perdido de um parente afastado com tanta ligeireza: Buffon foi médio até aos 14 anos, ano em que o Parma o contratou, vencendo uma corrida que incluiu Bolonha e Milan. Um dia, os dois guarda-redes dos iniciados do novo clube lesionaram-se, Gigi ofereceu-se como substituto, até porque era fá declarado do guardião camaronês N´Kono, e dois jogos depois o lugar era dele. O impacte foi tanto que aos 17 anos estreia-se na equipa principal na Série A, num jogo com o Milan, e no ano seguinte Guimarães serve-lhe de berço internacional num jogo Vitória - Parma, favorável aos portugueses por 2-0. A seleção foi um passo natural, aos 19, antes da transferência para a Juventus, aos 23, já absoluto e indiscutível na squadra azzurra. Pela Juventus ganhou títulos, fama internacional e prémios individuais até atingir o pico de qualquer profissional seja em que atividade for: tornou-se unânime. Buffon é o melhor guarda-redes mundial do século XXI, até ver, e ponto final. Mais tarde chegaram o calciocaos, uma mancha no futebol italiano e na Juventus que o atingiu indelevelmente, e as lesões, um martírio com que teve de aprender a lidar nas últimas temporadas, as mesmas em que Casillas aproveitou para contestar aquela unanimidade. Pelo meio, Buffon, ganhou o Mundial-2006 com a Itália ( até nisso Casillas lhe seguiu as pisadas quatro anos depois ) carimbando o seu nome entre as principais estrelas do futebol mundial. É casado com Alina Seredova, modelo checa, e pai de Thomas ( tributo a N´Kono ) e David. Embora jogue na Juve ( manteve-se fiel mesmo na descida à segunda divisão ) é adepto da Carrarese, equipa da terra, da qual se tornou também co-proprietário em 2010. Buffon: eterno graças a um gene escondido." http://www.youtube.com/watch?v=oYHf5eJrX7A Compartilhar este post Link para o post
Homem do Bussaco Publicado 3 Julho 2011 Foi disputado pelo Milan e pelo Parma aos 14 anos quando jogava como Médio!? :o Compartilhar este post Link para o post
Joaninha Publicado 3 Julho 2011 Buffon é dos meus guarda-redes favoritos :heart: Compartilhar este post Link para o post
Sincèire Publicado 3 Julho 2011 Foi disputado pelo Milan e pelo Parma aos 14 anos quando jogava como Médio!? :o As curiosidades que o futebol tem :biggrin: Compartilhar este post Link para o post
Scirea Publicado 3 Julho 2011 (editado) http://www.youtube.com/watch?v=ERWuGsfRbHs http://www.youtube.com/watch?v=_WeA6mZBxWc&feature=related Superman :prayer: Editado 3 Julho 2011 por Ғred Compartilhar este post Link para o post
Lestonks Publicado 3 Julho 2011 (editado) Melhor do mundo :prayer: na sua posição claro :grin: edit: essa defesa com uma mão que troll :prayer: :lol: Editado 3 Julho 2011 por Leston Compartilhar este post Link para o post
kareca Publicado 3 Julho 2011 É pena ser feito de cristal e não estar presente com a regularidade necessária. E quem sofreu com isso foi o seu clube. Poderia ter sido o melhor de sempre. Compartilhar este post Link para o post
Das Bost Publicado 3 Julho 2011 (editado) Apagar. Editado 3 Julho 2011 por NeverLookBack Compartilhar este post Link para o post